Questões de Concurso Comentadas sobre psicologia social em psicologia

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Q2761957 Psicologia

Indivíduos e famílias menos favorecidos socialmente vivem uma situação de sofrimento e exclusão. Pela descrença que sentem em relação à possibilidade de mudança, tornam-se pouco espontâneos e criativos e vivem em um mundo cujas fronteiras interpessoais são difusas, o que gera sentimentos de angústia e solidão. Para modificar essa situação, uma das possibilidades de intervenção é a realização de trabalhos em grupo que restituam nesses indivíduos e famílias a sensação de pertencimento. Pertencimento é definido como o lócus

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Q2755960 Psicologia

Define-se como uma área da psicologia social que estuda a atividade do psiquismo decorrente do modo de vida do lugar/comunidade. A área de atuação psicológica mencionada no enunciado trata-se:

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Q2753366 Psicologia

Diversos autores têm apontado as aproximações entre a educação popular e a intervenção comunitária do psicólogo. A Educação Popular, como instrumento teórico-metodológico de atuação, pode ser compreendida como

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Q2753363 Psicologia

Na atuação do psicólogo junto às comunidades, um dos objetivos mais citados é o fomento à participação, que pode ser entendida como

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Q2753361 Psicologia

As metodologias participativas constituem uma ferramenta útil para o trabalho dos psicólogos(a) junto às comunidades. São consideradas metodologias participativas:

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Q2753360 Psicologia

Diversos autores da Psicologia consideram que a mera transposição de técnicas e teorias psicológicas de abordagem individual para o campo da intervenção psicossocial pode trazer dificuldades para a atuação do psicólogo. Sobre a atuação junto às comunidades e à área clínica tradicional, considere as seguintes afirmativas:


I

os objetivos da atuação nas comunidades é o desenvolvimento comunitário, a emancipação humana e a prevenção de vulnerabilidades, enquanto que, para a clínica tradicional, o foco está no tratamento terapêutico e na mudança individual.

II

o lugar de intervenção psicossocial é a própria comunidade, o contexto social imediato, enquanto que, para a clínica tradicional, o foco está nos sujeitos e nas suas demandas individuais.

III

o modelo teórico adotado na intervenção psicossocial baseia-se nos fundamentos da Teoria da Personalidade Social e da Psicopatologia das crises.

IV

a relação do psicólogo comunitário com o público destinatário deve ser sempre hierárquica, tendo em vista o lugar de suposto saber e fuga do senso comum.


Dentre as afirmações, estão corretas

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Q2741236 Psicologia

Os dados apresentados no Plano Municipal de Assistência Social de São José do Rio Preto apontam como principal demanda dos serviços socioassistenciais de proteção social básica

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Q2741227 Psicologia

O cotidiano das famílias que enfrentam situação de vulnerabilidade social é constituído por uma série de vínculos que pressupõem obrigações mútuas, que não têm caráter legal, mas caráter simbólico e afetivo. Esses arranjos constituem uma rede social de apoio que

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Q2741219 Psicologia

Quando um psicólogo presta serviços em programas socioassistenciais, ele pode desenvolver diferentes atividades em espaços institucionais e comunitários. Uma dessas atividades é

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Q2741218 Psicologia

O psicólogo que atua por meio da assistência social

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Q2741217 Psicologia

Em sua atuação na assistência social, o psicólogo precisa

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Q2741216 Psicologia

A perspectiva da psicologia social comunitária

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Q2741211 Psicologia

As experiências de trabalhos em grupos com famílias de baixa renda resultam em um resgate da autoestima e das competências, que contribuem para a mobilização das redes sociais com reconhecida eficácia no alívio das tensões. De uma perspectiva psicológica, isso acontece porque

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Q2741209 Psicologia

Pesquisas recentes identificaram que indivíduos desempregados têm, invariavelmente, relações mais distantes com os membros de sua família, e ficam mais expostos a um enfraquecimento dos vínculos sociais. O enfraquecimento dos vínculos sociais está relacionado às duas primeiras fases da desqualificação social, que são: a

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Q2741207 Psicologia

De uma perspectiva psicossocial, alguns pressupostos são utilizados para legitimar, sacralizar e reproduzir as relações de exclusão social. Um desses pressupostos é a

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Ano: 2016 Banca: FEPESE Órgão: Prefeitura de São José - SC
Q1237697 Psicologia
O trabalho social com famílias, no que se refere à sua vinculação a campos ou áreas de atuação, é tipicamente associado e/ou vinculado à Psicologia:
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Q1234460 Psicologia
Psicologia social é um ramo da psicologia que estuda como as pessoas pensam, influenciam e se relacionam umas com as outras. Surgiu no século XX como uma área de atuação da psicologia para estabelecer uma ponte entre a psicologia e as ciências sociais. Na formulação do conceito de Instituição, proposto por Lourau, sociólogo e educador francês, pode-se destacar três momentos que se articulam: 
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Q1234299 Psicologia
O preconceito, "juízo" preconcebido, manifestado geralmente na forma de uma atitude discriminatória perante pessoas, culturas, lugares e outros, pode ser caracterizado como: 
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Ano: 2016 Banca: IMA Órgão: Prefeitura de Picos - PI
Q1227160 Psicologia
Analise as afirmações, considerando o pensamento de Martin-Baró, ao refletir sobre o papel do psicólogo na sociedade e assinale a alternativa INCORRETA. 
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Ano: 2016 Banca: IBADE Órgão: SEDUC-RO
Q1225110 Psicologia
O apagão poderá nos trazer alguma luz
Não tivemos guerra, não tivemos revolução, mas teremos o apagão. O apagão será uma porrada na nossa autoestima, mas terá suas vantagens.
Com o apagão, ficaremos mais humildes, como os humildes. A onda narcisista da democracia liberal ficará mais “cabreira”, as gargalhadas das colunas sociais serão menos luminosas, nossos flashes, menos gloriosos. Baixará o astral das estrelas globais, dos comedores. As bundas ficarão mais tímidas, os peitos de silicone, menos arrebitados. Ficaremos menos arrogantes na escuridão de nossas vidas de classe média. [...]
Haverá algo de becos escuros, sem saída. A euforia de Primeiro Mundo falsificado cairá por terra e dará lugar a uma belíssima e genuína infelicidade.
O Brasil se lembrará do passado agropastoril que teve e ainda tem; teremos saudades do matão, do luar do sertão, da Rádio Nacional, do acendedor de lampiões da rua, dos candeeiros. Lembraremos das tristes noites dos anos 40, como dos “blackouts” da Segunda Guerra, mesmo sem submarinos, apenas sinistros assaltantes nas esquinas apagadas.
O apagão nos lembrará de velhos carnavais: “Tomara que chova três dias sem parar”. Ou: “Rio, cidade que nos seduz, de dia falta água, de noite falta luz!”. Lembraremo-nos dos discos de 78 rpm, das TVs em preto-e-branco, de um Brasil mais micha, mais pobre, cambaio, mas bem mais brasileiro em seu caminho da roça, que o golpe de 64 interrompeu, que esta mania prostituída de Primeiro Mundo matou a tapa. [...]
O apagão nos mostrará que somos subdesenvolvidos, que essa superestrutura modernizante está sobre pés de barro. O apagão é um “upgrade” nas periferias e nos “bondes do Tigrão”, nos lembrando da escuridão física e mental em que vivem, fora de nossas avenidas iluminadas. O apagão nos fará mais pensativos e conscientes de nossa pequenez. Seremos mais poéticos. Em noites estreladas, pensaremos: “A solidão dos espaços infinitos nos apavora”, como disse Pascal. Ou ainda, se mais líricos, recitaremos Victor Hugo: “A hidrauniverso torce seu corpo cravejado de estrelas...”.
[...] O apagão nos dará medo, o que poderá nos fazer migrar das grandes cidades, deixando para trás as avenidas secas e mortas. O apagão nos fará entender os flagelados do Nordeste, que sempre olharam o céu como uma grande ameaça. O apagão nos fará contemplar o azul sem nuvens, pois aprendemos que a natureza é quando não respeitada.
O apagão nos fará mais parcimoniosos, respeitosos e públicos. Acreditaremos menos nos arroubos de autossuficiência.
O apagão vai dividir as vidas, de novo, em dias e noites, que serão nítidos sem as luzes que a modernidade celebra para nos fascinar e nos fazer esquecer que as cidades, de perto, são feias e injustas. Vai diminuir a “feerie” do capitalismo enganador.
Vamos dormir melhor. Talvez amemos mais a verdade dos dias. Acabará a ilusão de clubbers e playboys, que terão medo dos “manos” em cruzamentos negros, e talvez o amor fique mais recolhido, sussurrado e trêmulo. Talvez o sexo se revalorize como prazer calmo e doce e fique menos rebolante e voraz. Talvez aumente a população com a diminuição das diversões eletrônicas noturnas. O apagão nos fará inseguros na rua, mas, talvez, mais amigos nos lares e bares.
Finalmente, nos fará mais perplexos, pois descobriremos que o Brasil é ainda mais absurdo, pois nunca entenderemos como, com três agências cuidando da energia, o governo foi pego de surpresa por essas trevas anunciadas. Só nos resta o consolo de saber que, no fim, o apagão nos trará alguma luz sobre quem somos.
JABOR, Arnaldo. O apagão poderá nos trazer alguma luz. Folha de S. Paulo,São Paulo, 15 de maio 2001. Extraído do site. <www.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq1505200129.htm. Acesso em 14 out. 2016. (Fragmento)
Em “Acabará a ilusão de clubbers e playboys, QUE TERÃO MEDO DOS 'MANOS' EM CRUZAMENTOS NEGROS, e talvez o amor fique mais recolhido”, a oração em destaque possui valor:
Alternativas
Respostas
1401: A
1402: C
1403: A
1404: A
1405: D
1406: B
1407: D
1408: B
1409: A
1410: E
1411: B
1412: D
1413: A
1414: C
1415: B
1416: B
1417: A
1418: B
1419: B
1420: C