Questões de Concurso
Sobre psicologia hospitalar em psicologia
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Em um dia de muito trabalho, o psicólogo de um hospital é convocado a conversar com um paciente que reluta em aderir ao tratamento, é procurado por uma mulher que se desestrutura ao saber do diagnóstico de uma doença recebido por seu marido, intermedeia um conflito entre um médico e um fisioterapeuta, escuta um paciente da enfermaria que se encontra deprimido e, por fim, acolhe uma enfermeira estressada com o ritmo de seu trabalho.
Nesse contexto, o trabalho desse psicólogo só será possível se houver
No trabalho nas maternidades, algumas das intercorrências com que o psicólogo precisa lidar são situações de óbito fetal.
Que diferenças o psicólogo encontrará no processo de luto relativo ao óbito fetal, em comparação com outros lutos?
Quando o psicólogo atua na maternidade, ele lida com condições e significações muito singulares, visto que a gravidez e a parentalidade têm, para cada família específica, distintos significados.
Diante disso, o psicólogo precisa considerar que
A informação é uma ferramenta importante para favorecer a saúde psíquica de uma pessoa prestes a sofrer uma intervenção cirúrgica. É relevante que a pessoa seja informada sobre seu estado de saúde, sobre as causas dos procedimentos que serão feitos e sobre os resultados que serão perseguidos.
Quando a pessoa em questão é uma criança com 10 anos, informá-la tem, por comparação ao paciente adulto, uma relevância extra porque
Para o trabalho do psicólogo na emergência, na internação e nas enfermarias dos hospitais, é frequente a recomendação do uso de técnicas de interpretação educativa, apoio, intelectualização, detenção da regressão emocional, estímulo da afirmação pessoal, etc.
O que todas essas técnicas possuem em comum e que justificam sua indicação é que
O trabalho do psicólogo hospitalar é demarcado por limites institucionais.
Nesse sentido, a resistência à atividade do psicólogo hospitalar está diretamente relacionada à
O psicólogo hospitalar pode vir a lidar com pacientes terminais.
Nessas situações, é importante que o psicólogo sustente, diante da equipe e da família do paciente,
O psicólogo de um hospital se apresenta a F., 54 anos, internado na Unidade de Tratamento Intensivo há 7 dias, consciente e responsivo. F. apresenta alucinações visuais, desorientação espaçotemporal e fuga de ideias. O médico plantonista afirma não ter percebido tal quadro em seu último plantão, três dias antes. A enfermagem comenta que o paciente estava entubado até a véspera. Um familiar, questionado, informa que F. trabalha como advogado e que levava uma vida normal e nunca havia apresentado tais sintomas.
De acordo com as informações disponíveis, a conduta a ser adotada pelo psicólogo deverá ser a de