Questões de Concurso
Comentadas sobre psicologia hospitalar em psicologia
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a) A escuta clínica da(o) psicóloga(o) hospitalar é ampliada a três diferentes grupos de atenção: pessoa assistida, família e instituição. Esta tríade configura um diferencial importante do trabalho da Psicologia dentro das instituições de saúde.
b) A Psicologia, por sua vez, enfatiza a ética do respeito à singularidade e, utilizando o conhecimento técnico/científico, busca trabalhar o luto e as demandas de sofrimento, com atenção as desadaptações e sintomas, pela natureza da situação.
c) A(o) psicóloga(o) no âmbito hospitalar estará implicado não só com o sofrimento, mas com a evolução do quadro clínico até a fase final, com o luto e o óbito.
Quanto à atuação do psicólogo em cuidados paliativos, julgue o item a seguir.
Na avaliação psicológica do paciente, é importante que o psicólogo abstenha-se de manter contato direto e próximo com a equipe da unidade.
Quanto à atuação do psicólogo em cuidados paliativos, julgue o item a seguir.
Representa atribuição do psicólogo comprometer-se
com os direitos dos pacientes, desde que esse não
interfira na organização e no planejamento hospitalar
previamente instituídos.
A respeito do papel do psicólogo em cuidados paliativos, julgue o item a seguir.
O hospital geral, na condição de campo de atuação do
psicólogo, compõe um cenário de diferentes demandas
que se estendem do início ao fim da vida. Inserido em
uma equipe multidisciplinar, o psicólogo hospitalar tem,
como elementos indissociáveis de suas intervenções, a
interação com profissionais de outras áreas, exceto o
hospital como instituição.
Com relação a esse caso clínico e aos conhecimentos correlatos, julgue o item a seguir.
A situação exige avaliação e intervenção da Psicologia
com o objetivo de manejar as relações e, por
consequência, a estadia.
Com relação a esse caso clínico e aos conhecimentos correlatos, julgue o item a seguir.
A equipe precisa de capacitação para manter as rotinas
de cuidados e ignorar qualquer manifestação do
paciente, como parte de intervenção de extinção.
Com relação a esse caso clínico e aos conhecimentos correlatos, julgue o item a seguir.
A equipe deve ser ouvida e preparada pela Psicologia
para manter-se não reativa ao estresse advindo do modo
de o paciente se comunicar.
Com relação a esse caso clínico e aos conhecimentos correlatos, julgue o item a seguir.
O paciente sofre de clivagem (splitting), integrando a
ambivalência na relação com a equipe, que percebe esse
mecanismo. Ele precisa ser confrontado com os
próprios funcionamento primitivo e linguagem
inadequadamente hostil.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos correlatos, julgue o item a seguir.
É papel da Psicologia no contexto da UTI, com base no
relato da filha, evitar a presença dos colegas de show
performático do paciente, para não agravar a crise
familiar já estabelecida.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos correlatos, julgue o item a seguir.
É papel da Psicologia no contexto da UTI identificar o
membro do grupo familiar que tem recursos internos
mais preservados para aliança com a equipe durante o
percurso da internação.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos correlatos, julgue o item a seguir.
É papel da Psicologia no contexto da UTI dar
assistência aos familiares, independentemente do
mal-estar anterior nas relações, fortalecendo os vínculos
de confiança com a equipe de saúde.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos correlatos, julgue o item a seguir.
É papel da Psicologia no contexto da UTI, por tratar-se
de uma crise familiar, criar uma escala de visitas, com
base na suscetibilidade percebida decorrente da
aprendizagem social.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos correlatos, julgue o item a seguir.
É papel da Psicologia no contexto da UTI, por tratar-se
de uma família desestruturada e com vínculos afetivos
prejudicados, trabalhar a influência do pensamento
autorreferente.
A respeito desse caso clínico e dos conhecimentos correlatos, julgue o item a seguir.
A visita dos gêmeos será benéfica para a reabilitação da
paciente, uma vez que há dados suficientes para afirmar
que, mesmo em estado de sedação, os pacientes
percebem o ambiente à volta.