Questões de Concurso
Comentadas sobre políticas públicas no sus em psicologia
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Políticas públicas constituem-se como um conjunto de normas e regras de comportamentos e ações de atores individuais e coletivos. A fim de garantir a proteção dos direitos das pessoas que convivem com o transtorno mental, foi implementada a Lei 10.216, de 2001, que assegura o acesso aos tratamentos de saúde. Em relação às Políticas Públicas de Saúde Mental, julgue o item a seguir.
Os CAPSad são especializados no
atendimento de crianças e adolescentes
com transtornos mentais, em municípios
com mais de 200.000 habitantes, com
capacidade de acompanhamento de,
aproximadamente, 180 crianças e
adolescentes por mês.
COLUNA I 1. CAPS I 2. CAPS II 3. CAPS III 4. CAPSi 5. CAPSad
COLUNA II ( ) Atendimento de dependência química, município com população superior a 100.000 habitantes, funciona de 8h as 18h – de segunda a sexta-feira. ( ) Municípios com população entre 70.000 e 200.000 habitantes, funcionam de 8h as 18h – de segunda a sexta-feira. Pode ter um terceiro período, funcionando até 21 horas. ( ) Atendimento de crianças e adolescentes, municípios com população superior a 200.000 habitantes, funcionam de 8h as 18h – de segunda a sexta-feira. ( ) Municípios com população entre 20.000 e 70.000 habitantes, funcionam de 8h as 18h – de segunda a sexta-feira. ( ) Municípios com população acima de 200.000 habitantes, funcionam 24 horas, diariamente, também nos feriados e finais de semana.
Assinale a sequência correta.
A Rede de Atenção Psicossocial, cuja finalidade é a criação, ampliação e articulação de pontos de atenção à saúde para pessoas com sofrimento ou transtorno mental e com necessidades decorrentes do uso de crack, álcool e outras drogas, no âmbito do Sistema Único de Saúde, tem uma série de componentes, que possuem como pontos de atenção.
I. Unidade Básica de Saúde.
II. SAMU.
III. Unidade de Recolhimento.
IV. Enfermaria Especializada em Hospital Geral.
São corretas as seguintes afirmações:
Caso clínico 6A2AAA
Rosa, mãe de Alan, com dezessete anos de idade, procurou a rede de atenção psicossocial (RAPS) disponível em sua região, pois estava preocupada com seu filho. Em acolhimento inicial com psicólogo e enfermeiro, após atendimento na presença da mãe, o adolescente afirmou que não tinha mais conseguido lidar com o sentimento de tristeza e angústia. Disse que não tinha amigos, que não tinha vontade de fazer nada e que tinha perdido a vontade de viver. Afirmava que tinha um plano definido para alcançar seu objetivo, após duas tentativas de suicídio fracassadas. Pediu para que não falassem nada à sua mãe, com medo de represália ou mesmo da reação dela. Num primeiro momento, a mãe disse que o filho nunca teve problemas escolares, mas sempre foi calado. Ressaltou que ele sempre teve poucos amigos e baixa autoestima, e que até o momento do atendimento, “passava boa parte do tempo dormindo” (sic). Ela informou que se deixasse ele passava o dia na cama, e que ele não tinha coragem de tirar um copo do lugar. Ela relatou: “Nem comer, ele come; tenho que insistir. Não é a toa que ele perdeu 5 kg no último mês” (sic). Ao ser indagada se relacionava o quadro do filho a alguma situação ou contexto, a mãe respondeu: “desde que terminou com a namorada mês passado, Alan nunca mais foi o mesmo” (sic).
Caso clínico 6A2AAA
Rosa, mãe de Alan, com dezessete anos de idade, procurou a rede de atenção psicossocial (RAPS) disponível em sua região, pois estava preocupada com seu filho. Em acolhimento inicial com psicólogo e enfermeiro, após atendimento na presença da mãe, o adolescente afirmou que não tinha mais conseguido lidar com o sentimento de tristeza e angústia. Disse que não tinha amigos, que não tinha vontade de fazer nada e que tinha perdido a vontade de viver. Afirmava que tinha um plano definido para alcançar seu objetivo, após duas tentativas de suicídio fracassadas. Pediu para que não falassem nada à sua mãe, com medo de represália ou mesmo da reação dela. Num primeiro momento, a mãe disse que o filho nunca teve problemas escolares, mas sempre foi calado. Ressaltou que ele sempre teve poucos amigos e baixa autoestima, e que até o momento do atendimento, “passava boa parte do tempo dormindo” (sic). Ela informou que se deixasse ele passava o dia na cama, e que ele não tinha coragem de tirar um copo do lugar. Ela relatou: “Nem comer, ele come; tenho que insistir. Não é a toa que ele perdeu 5 kg no último mês” (sic). Ao ser indagada se relacionava o quadro do filho a alguma situação ou contexto, a mãe respondeu: “desde que terminou com a namorada mês passado, Alan nunca mais foi o mesmo” (sic).
Na atenção hospitalar, são parâmetros de adesão à PNH:
I) Garantia de visita aberta por meio da presença do acompanhante e de sua rede social, respeitando a dinâmica de cada unidade hospitalar e as peculiaridades das necessidades do acompanhante.
II) Existência de mecanismos de desospitalização, visando a alternativas às práticas hospitalares, como as de cuidados domiciliares.
III) Ouvidoria em funcionamento.
IV) Existência de Grupos de Trabalho de Humanização (GTH) com plano de trabalho definido e/ou implantado.
Os Polos de Educação Permanente em Saúde devem trabalhar com a perspectiva de construir, nos espaços______________________________, a capacidade de pensar e executar a formação profissional e o desenvolvimento das equipes de saúde, dos agentes sociais e dos parceiros intersetoriais.