Questões de Concurso
Sobre outros transtornos em psicologia
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Texto V, para responder às questões 29 e 30.
Estudos nacionais e internacionais situam a prevalência do transtorno de déficit de atenção/hiperatividade (TDAH) entre 3% e 6%. O impacto desse transtorno na sociedade é enorme, considerando-se seu alto custo financeiro, o estresse nas famílias, o prejuízo nas atividades acadêmicas e vocacionais, bem como efeitos negativos na autoestima das crianças e dos adolescentes.
Luis Augusto Rohde et al. Transtorno de déficit de atenção/hiperatividade. In: Rev. Bras. Psiquiatr, São Paulo, 2010. Internet: (com adaptações). Acesso em 3/8/2010.
O DSM IV classifica o TDAH em três diferentes tipos, entre os quais o
Entre as principais escolas psicopatológicas, estão a Psicopatologia Descritiva e a Psicopatologia Dinâmica. A Psicopatologia Descritiva interessa-se, fundamentalmente, pelo estudo
A claustrofobia se caracteriza pela resposta de forte ansiedade em lugares que impliquem a percepção de confinamento pela pessoa acometida. No tratamento, a dessensibilização ao vivo realizada em lugares fechados como quartos pequenos e escuros, sem janelas, é contraindicada porque favorece mais respostas de medo e ansiedade do paciente.
O transtorno de humor bipolar tem alta taxa de recaída, mesmo quando os sintomas remitem após o tratamento medicamentoso e psicológico, o que reforça a importância de desenvolver respostas adequadas de auto-observação no repertório do paciente.
O transtorno de adaptação caracteriza-se pelas reações inabituais, como irritabilidade, em relação ao seu meio social.
São sintomas neuróticos o sentimento de perda de controle, a agressividade verbal e a compulsividade.
São sintomas depressivos o isolamento social, a agitação ou a lentidão motora e a perda de interesse pelas atividades habituais.
Entre os transtornos de alimentação da primeira infância, incluem-se a pica e o transtorno de ruminação.
I No Brasil, o suicídio ainda não é abordado como uma temática de saúde pública, o que desfavorece formas de prevenção, tanto a partir de iniciativas do governo quanto de toda a sociedade.
II Muitos suicídios de jovens poderiam ser evitados, caso os sinais de aviso tivessem sido levados em conta.
III Não é possível prevenir suicídios, pois não há como prever essa conduta tão impulsiva do adolescente.
IV O suicídio é uma temática que não deve ser abordada, para não estigmatizar os grupos vulneráveis como suicidas.
V O investimento em profissionais que possam dar atendimento humanizado, a organização de serviços de saúde, voltados ao suicídio e outras crises, e a participação da comunidade na formação de redes solidárias são tentativas do Ministério da Saúde para a diminuição do número de suicídios na adolescência — e de tentativas — no Brasil.
A quantidade de itens certos é igual a
São sintomas ansiosos a crise de choro, os medos, o sentimento de perda de controle, a agressividade, a irritabilidade e a ideação suicida, e sintomas depressivos o isolamento, a perda da auto-estima e do interesse nas atividades habituais e a auto- acusação.
As manifestações depressivas e de ansiedade do paciente de câncer nem sempre são a expressão de um transtorno de ansiedade e podem ser a conseqüência de esforços contínuos realizados para se adaptar.
Os transtornos de adaptação não são transitórios e não desaparecem depois de seis meses, nem é preciso que o evento estressante seja maciço ou abrupto, e sim contínuo e acumulativo, sendo a cronicidade do estresse decisiva para definir esse diagnóstico.
Os transtornos de adaptação (CID-X: F43.2) caracterizam-se por um estado de sofrimento emocional subjetivo que entrava o desempenho social, em razão da adaptação a uma mudança existencial ou a um acontecimento estressante, como o luto, ou crise do desenvolvimento, como a escolarização, a aposentadoria, o hospitalismo da criança, excluindo o transtorno ligado à angústia de separação na infância.
O estado de estresse pós-traumático (CID-X: F43.1), ou neurose traumática constitui uma resposta retardada a um evento estressante, cujo período que separa a ocorrência do traumatismo do transtorno varia de algumas semanas a meses, alguns de seus sintomas sendo a rememoração do evento traumático sob a forma de lembranças invasivas, pesadelos, anedonia, estado de alerta e insônia.
A reação aguda ao estresse (CID-X: F43.0), ou fadiga de combate é transitória, pode desaparecer em alguns dias ou horas, se manifestando de início por um estado de aturdimento, desorientação, taquicardia, ondas de calor, e ocorre apenas quando não se manifesta nenhum outro transtorno mental em seguida a um estresse excepcional.
( ) Ocorrem a partir de um estressor ou de uma mudança significativa de vida.
( ) Usualmente não excede 6 meses após o evento estressante.
( ) Pode incluir sintomas psicóticos.
( ) Não pode ser diagnosticado como Reação Depressiva Breve.
( ) Pode haver múltiplos estressores.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
