Questões de Concurso
Sobre entrevista psicológica e técnicas de entrevista em psicologia
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Entrevistas não diretivas baseiam-se em situações, reais ou hipotéticas, que o candidato poderá vivenciar na posição para a qual está sendo selecionado.
A entrevista clínica individual é mais apropriada para os grupos com transtornos de ansiedade do que para os grupos de depressivos.
As entrevistas coletivas devem ser usadas em grupo sem situação de estresse pós-traumático, mas não em grupos em readaptação.
Em Psicologia, a entrevista clínica é um conjunto de técnicas de investigação, de tempo delimitado, dirigido por um entrevistador treinado, que utiliza conhecimentos psicológicos, em uma relação profissional, com o objetivo de descrever e avaliar aspectos pessoais, relacionais ou sistêmicos (indivíduo, casal, família, rede social) em um processo que visa a fazer recomendações, encaminhamentos ou propor algum tipo de intervenção em benefício das pessoas entrevistadas. (TAVARES, 2000, p. 45).
Sobre a entrevista no processo diagnóstico, é possível afirmar:
A entrevista clínica tem como característica não ser um procedimento dirigido, pois quem conduz o processo é o entrevistado.
Em Psicologia, a entrevista clínica é um conjunto de técnicas de investigação, de tempo delimitado, dirigido por um entrevistador treinado, que utiliza conhecimentos psicológicos, em uma relação profissional, com o objetivo de descrever e avaliar aspectos pessoais, relacionais ou sistêmicos (indivíduo, casal, família, rede social) em um processo que visa a fazer recomendações, encaminhamentos ou propor algum tipo de intervenção em benefício das pessoas entrevistadas. (TAVARES, 2000, p. 45).
Sobre a entrevista no processo diagnóstico, é possível afirmar:
A entrevista é a única técnica capaz de testar os limites de aparentes contradições e de tornar explícitas
as características indicadas pelos instrumentos padronizados, dando validade clínica.
Na EC, o psicólogo deve identificar a tensão entre as necessidades e os desejos do paciente para, além de interpretar corretamente seus sintomas, realizar o encaminhamento adequado.
Recomenda-se que as entrevistas clínicas sejam associadas aos testes projetivos para identificar de modo mais preciso as estruturas clínicas prevalentes nos pacientes.
Acerca da entrevista clínica (EC), julgue o item seguinte.
Nas instituições penitenciárias, o psicólogo deve,
prioritariamente, utilizar a EC como estratégia de intervenção
para prevenir psicopatologias sociais.
A EC não se aplica ao diagnóstico diferencial de pacientes com transtornos fóbicos e transtornos do estresse pós-traumático, já que esses diferentes transtornos podem derivar um do outro.
A técnica psicológica mais apropriada para o atendimento de pacientes com transtornos depressivos é a EC.
De acordo com a abordagem psicodinâmica, a formação reativa é um mecanismo de defesa que pode surgir em relações psicoterapêuticas, por exemplo, durante a realização de uma EC.
Na perspectiva da psicanálise, os mecanismos da transferência são responsáveis pelos laços sociais estabelecidos entre psicólogo e paciente durante a EC.
Os psicólogos que atuam em contextos institucionais devem utilizar métodos como entrevistas clínicas e testes projetivos de personalidade para fundamentar as suas intervenções.
As entrevistas de pesquisa, de avaliação e de ajuda são as mais utilizadas para estabelecer o diagnóstico das estruturas clínicas, particularmente a estrutura neurótica.