Questões de Concurso
Sobre cuidados paliativos na psicologia em psicologia
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( ) O aconselhamento pré-teste pode ser realizado de forma individual ou coletiva, com informações amplas sobre HIV, Aids, prevenção positiva, tratamento, preconceitos, superação e outros aspectos psicossociais, enquanto que o aconselhamento pós-teste deve ser individual e centrado nas questões da pessoa que se submeteu ao teste. ( ) O psicólogo pode realizar o Teste Rápido Diagnóstico para HIV nos serviços de saúde. ( ) O psicólogo poderá realizar o Teste Rápido Diagnóstico para HIV desvinculado do aconselhamento pré e pósteste se a situação for emergencial e não houver no local outro profissional de saúde treinado para o procedimento. ( ) O psicólogo deve realizar o Teste Rápido de Diagnóstico para HIV de forma isolada, afim de salvaguardar o sigilo profissional previsto no art. 9ª do Código de ética profissional. ( ) O psicólogo pode realizar aconselhamentos pré e pós teste anti-HIV quando o Teste Rápido Diagnóstico for realizado por outro profissional de saúde ou via testagem convencional.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
Em Psicossomática Hoje, um dos autores fala sobre a morte e o morrer. Em relação a esse assunto, considere as afirmativas abaixo.
I. Os pacientes verdadeiramente terminais são portadores de alguma condição letal que os levará definitivamente à morte.
II. Para muitos pacientes, a morte é uma escolha, pois estes se sentem incapazes de mudar o rumo da sua história pessoal.
III. A vivência da terminalidade pode começar a partir da comunicação, o que coloca uma carga extrema no ato de dizer, momento este que deverá ser profissional, evitando a compaixão e a empatia.
IV. O conforto é um dos cuidados pertinentes a uma boa morte, e ele inclui a falta de dor ou sofrimento e o tratamento dos sintomas físicos, devendo-se evitar risos e confraternizações.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
Compete aos profissionais de saúde discutir e refletir sobre as angústias e os sentimentos comumente presentes em pacientes com doenças terminais, a fim de que possam oferecer subsídios a esses pacientes.
A atuação do psicólogo hospitalar em casos de pacientes com doenças terminais é fundamental, podendo ele ajudar esses pacientes na experimentação de sentimentos e angústias que podem ocorrer nessas situações em que a morte é o tema central.
O Comitê do American College of Phsysicians e da American Society of Internal Medicine identificou sete mitos, sobre o cuidado ao final de vida que podem prejudicá-lo. A seguir apresentam algumas ocorrências:
I. Manter ou retirar líquidos e nutrição artificiais dos pacientes terminalmente doentes ou permanentemente inconscientes é ilegal.
II. O pessoal de tratamento de risco deve ser consultado antes de ser concluído o tratamento.
III. Privar do tratamento de suporte de vida os pacientes que não têm capacidade para tomada de decisão requer evidências de que era o verdadeiro desejo do paciente.
IV. Se um médico prescrever ou administrar doses altas de medicação para aliviar a dor ou o desconforto de um doente terminal e isso resultar na morte do paciente, o médico responderá criminalmente.
De acordo com o Comitê, qual(is) constitui(em)-se mitos:
A intervenção clínica realizada pela psicologia da saúde junto a pacientes em programas de cuidados paliativos pressupõe assistência ao paciente com relação às suas necessidades emocionais face à iminência da morte, sendo o acompanhamento familiar objeto de intervenção somente após a morte do paciente.
Os instrumentos de mensuração da qualidade de vida relacionada à saúde tendem a manter o caráter multidimensional relativo à percepção geral da qualidade de vida, embora a ênfase habitualmente recaia sobre sintomas, incapacidades ou limitações ocasionados por diferentes doenças.
O WHOQOL (World Health Organization Quality of Life), instrumento de avaliação de qualidade de vida da OMS, tem por objetivo avaliar os aspectos físico, psicológico, nível de independência e relacionamento social de um indivíduo por meio de questões relativas às quatro últimas semanas que antecedem a avaliação.
Para Elizabeth Kübler-Ross, o processo de morte e morrer é caracterizado por fases vivenciadastanto pelo paciente quanto pelos seus familiares.
A noção de qualidade de vida tem influenciado a escolha terapêutica para diferentes faixas etárias, sendo a liberdade de escolha do tratamento uma variável importante quando várias opções estão disponíveis. Quando o prognóstico é desfavorável, tal escolha cabe à equipe médica. Além disso, pacientes e familiares devem ser protegidos, do ponto de vista emocional, para suportarem a evolução do quadro.
Embora o conceito de qualidade de vida seja amplamente utilizado em saúde, as disciplinas inicialmente interessadas em seu estudo estão ligadas à economia, à filosofia e à política.
BRASIL, CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA. Editorial. Ciência e Profissão: Diálogos, n. 4, 2006, p. 18.
De acordo com a literatura científica sobre o tema, a atuação dos psicólogos em programas ou setores de cuidados paliativos inclui