Questões de Concurso
Comentadas sobre temas educacionais pedagógicos em pedagogia
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Com base na afirmação acima, marque a alternativa que exemplifica um método de ensino impulsionador da aprendizagem contextual, colaborativa e construtiva:
O enfoque que integra todos os envolvidos no processo descrito é denominado
Dentro dessa perspectiva, o Psicopedagogo não busca atender apenas aos alunos com dificuldades de aprendizagem, mas também tem a intenção de
I- Fomentar interações interpessoais e incentivar os sujeitos da ação educativa a atuarem de forma colaborativa.
II- Estimular a postura transformadora de toda a comunidade educativa para, de fato, inovar a prática escolar, contextualizando-a.
III- Orientar e interagir com o corpo docente no sentido de desenvolver mais o raciocínio do aluno, ajudando-o a aprender, a pensar e a estabelecer relações entre os diversos conteúdos trabalhados.
IV- Incentivar e criar estratégias de parceria entre escola e família.
V- Lançar as bases para a orientação do aluno na construção de seu projeto de vida, com clareza de raciocínio e equilíbrio.
Assinale a alternativa que apresenta apenas a alternativa CORRETA.
De acordo com a citação acima, o campo de ação da Psicopedagogia pretende desconstruir:
Fonte: Vanderson de Sousa Silva:Psicopedagogia: aspectos históricos e a práxis institucional Disponível em:https://educacaopublica.cecierj.edu.br/artigos/19/15/psicopedagogia-aspectos-historicos-e-a-praxis-institucional. Acesso em: 20/3/2024.
A citação acima ressalta que a atuação do Psicopedagogo na escola deve ser no sentido de realizar um trabalho preventivo com vistas a:
Professora Ester realiza a seguinte atividade com as crianças: pega uma poção de argila ou massa de modelar e divide-a ao meio com uma faca. Com as duas porções de massa, faz duas bolas iguais. Mostra às crianças que as duas contêm a mesma quantidade de massa. Diante dos alunos, enrola uma das bolas de massa, transformando-a em salsicha. Em seguida, pergunta à criança: "Onde há mais massa, na bola ou na salsicha?” Essa é uma das atividades por meio das quais a Professora Ester trabalha:
O Processo Educativo possui diferentes faces, não acabadas, sendo que sua identificação clara e precisa nem sempre é possível, devido aos seus múltiplos aspectos. Por se tratar de um fenômeno histórico e humano, com frequência é abordado sob diferentes óticas. O processo de ensinar, ou seja, a prática de ensino, pode ser classificada como: tradicional, comportamentalista, humanista, cognitivista e sociocultural. Professor André usa, recorrentemente, uma abordagem voltada ao sujeito, na função de elaborador e criador de seu conhecimento, tendo como fundamento a dialogicidade, em que educador e educando, juntos, tornam-se sujeitos de um processo em que crescem mutuamente. Nesta perspectiva, Professor André procura fazer com que o conhecimento se revele como uma transformação contínua e não na transmissão de conteúdos prontos. Essa abordagem é chamada de:
A integração curricular dos Parâmetros Curriculares Nacionais assume as especificidades de cada componente e delineia a operacionalização do processo educativo desde os objetivos gerais do ensino fundamental, passando por sua especificação nos objetivos gerais de cada área e de cada tema transversal, deduzindo desses objetivos os conteúdos apropriados para configurar as reais intenções educativas. Assim, os objetivos, que definem capacidades, e os conteúdos, que estarão a serviço do desenvolvimento dessas capacidades, formam uma unidade orientadora da proposta curricular. Com essa nova estrutura, O documento buscou contribuir com a superação da contradição de que:
O planejamento da ação didática é uma necessidade constante em todas as áreas da atividade humana. Ele envolve a análise da realidade, previsão de formas alternativas de ação e decisões sobre o que pretendemos realizar. Considerando essa abordagem, avalie as proposições e assinale V (verdadeiro) e F (falso):
(__)O planejamento de ensino é a operacionalização do currículo escolar, envolvendo a previsão das ações e procedimentos do professor junto aos alunos.
(__)O plano didático, mesmo sendo um documento escrito, é apenas um esboço das conclusões resultantes do processo de planejamento.
(__)O professor deve dar vida, relevo e colorido ao plano didático durante sua execução, impregnando-o com sua personalidade, habilidade e expressividade.
Assinale a alternativa com a sequência, de cima para baixo, correta:
Considere as afirmativas relacionadas à didática e metodologia de ensino em anos iniciais, apresentadas a seguir. Registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:
(__)Para promover a interação entre alfabetização e letramento, é essencial que o professor, junto com os demais profissionais da escola, compreenda a realidade da criança. Isso inclui conhecer seu ambiente natural e entender suas experiências diárias fora da escola.
(__)Alfabetização consiste em conhecer as letras e saber reuni-las em sílabas e palavras, isto é, dominar o código.
(__)A alfabetização envolve a representação de sons em letras (escrita) e de letras em sons (leitura). O objetivo do alfabetizando é construir uma compreensão adequada sobre a relação entre os sons da língua portuguesa e suas correspondentes letras.
Assinale a alternativa com a sequência correta:
O texto contextualiza a questão. Leia-o atentamente.
Sequência didática e alunos autores: o que é preciso ter em mente?
Sequência didática. O termo parece muito comum para quem está próximo ou trabalha com Educação, mas de onde ele vem? No texto “Sequências didáticas para o oral e para a escrita: apresentação de um procedimento”, Joaquim Dolz, Michèle Noveraz e Bernard Schneywly explicam que sequência didática é um “conjunto de atividades escolares organizadas, de maneira sistemática, em torno de um gênero textual oral ou escrito”.
O modelo desenvolvido por eles, conhecidos como Grupo de Genebra, consiste em um trabalho dividido em quatro etapas: apresentação da situação comunicacional a ser trabalhada; produção inicial; módulos de aprofundamento do gênero textual ou oral escolhido; e produção final. Foi esse modelo que inspirou o trabalho da professora Dayane Martins, de Ribeirão Pires (SP), que você está conhecendo nesta caixa.
Segundo o livro, cada uma dessas etapas permite que os alunos desenvolvam suas “capacidades de expressão oral e escrita, em situações de comunicação diversas”. Isso significa que as quatro etapas da proposta de sequência didática defendida pelos autores permitem que os alunos dominem melhor o tipo de texto escolhido, dando acesso às práticas de linguagem novas ou que apresentem dificuldades nunca antes enfrentadas pelos alunos.
Passaremos rapidamente por cada uma das etapas:
• Apresentação da situação: nesta etapa, o professor precisa fazer uma boa descrição do problema de comunicação que os alunos precisam resolver. Algumas perguntas a serem respondidas são: qual o gênero abordado? A quem se dirige essa produção? Que forma assumirá a produção? Quem participará da produção?
• Produção inicial: este é um momento crucial para a sequência, pois os alunos revelam o que eles pensam do gênero trabalhado. Dá insumos necessários para que o professor faça boas intervenções e trace com maior clareza o caminho a ser percorrido para se aprofundar durante os módulos.
• Módulos: a partir das dificuldades apresentadas na produção inicial, são oferecidos aos alunos os instrumentos necessários para superar os problemas. Ao planejar as atividades e exercícios propostos, é importante diversificar a forma com que o aluno vai acessar e entrar em contato com aquele instrumento a ser desenvolvido. Os autores dão algumas possibilidades, como atividades de análise de textos e tarefas simplificadas de produção, como, por exemplo, reorganizar conteúdos ou complementar um texto.
• Produção final: aqui o aluno coloca em prática os instrumentos que foram desenvolvidos separadamente durante os módulos.
O modelo de sequência didática em si já garante muita aprendizagem. Mas, para engajar ainda mais os alunos, a professora Dayane decidiu ir além: os textos produzidos têm uma função social e circularam entre leitores de verdade. E esse é o produto final da sequência.
No trabalho sobre fábulas, Dayane e os alunos criaram três coletâneas que foram lidas por alunos mais novos de uma escola vizinha. Ao trabalhar com crônicas, eles criaram um blog. Já um projeto de notícias culminou em um jornal da escola. “Ao experimentar o campo de atuação dos gêneros textuais e entender como aquele tipo de texto circula dentro da sociedade, os alunos vivenciam um desempenho próximo dos autores reais”, explica Maria José Nóbrega, professora de pós-graduação no Instituto Vera Cruz. “Ter leitores reais que são crianças dá outra qualidade para o produto”, afirma a especialista.
É importante também levar em consideração que cada gênero circula de uma forma, e que o produto final deve ser condizente com ela. Por exemplo: para reforçar a sensação de serem autores de livros, foi realizado um dia de autógrafos, algo que não faria sentido, por exemplo, se o gênero trabalhado fosse notícia, pois autografar reportagens de jornal não é uma prática comum aos jornalistas. Por isso, é importante estar atento para não perder de vista as características e suportes típicos do campo no qual o gênero se insere.
Escrever para aprender a escrever
Por outro lado, é preciso ter cuidado para não deixar de lado o exercício da escrita. “Na escola a gente também escreve para aprender a escrever”, explica Maria José. Por isso, por mais significativo e importante seja escrever textos com função social, também é preciso ter momentos de aprimoramento das habilidades de escrita fora de uma sequência didática. É possível também, durante os módulos, trazer pequenos exercícios de escrita, de forma a que os alunos não produzam apenas no começo e final do trabalho. Não é um ou outro, mas equilibrar os dois para extrair o máximo das duas estratégias.
(Gêneros Orais e Escritos na Escola, Bernard Schneuwly, Joaquim Dolz e colaboradores, Editora Mercado de Letras, 2010.)
Assinale a afirmativa que se mostra mais eficaz para ajudar os alunos a superarem tais problemas.
O texto contextualiza a questão. Leia-o atentamente.
A aprendizagem da linguagem oral e escrita é um dos elementos importantes para as crianças ampliarem suas possibilidades de inserção e de participação nas diversas práticas sociais.
O trabalho com a linguagem se constitui um dos eixos básicos na educação infantil, dada sua importância para a formação do sujeito, para a interação com as outras pessoas, na orientação das ações das crianças, na construção de muitos conhecimentos e no desenvolvimento do pensamento.
Aprender uma língua não é somente aprender as palavras, mas também os seus significados culturais, e, com eles, os modos pelos quais as pessoas do seu meio sociocultural entendem, interpretam e representam a realidade.
A educação básica, ao promover experiências significativas de aprendizagem da língua, por meio de um trabalho com a linguagem oral e escrita, se constitui em um dos espaços de ampliação das capacidades de comunicação e expressão e de acesso ao mundo letrado pelas crianças. Essa ampliação está relacionada ao desenvolvimento gradativo das capacidades associadas às quatro competências linguísticas básicas: falar, escutar, ler e escrever.
(BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação Fundamental. Referencial curricular nacional para a educação infantil / Brasília: MEC/SEF, 1998. Fragmento.)
Pedro demonstra dificuldades na leitura e na escrita em comparação com seus colegas de classe. A professora de Pedro deseja apoiar seu desenvolvimento nessas áreas fundamentais para sua formação básica como cidadão.
Qual das seguintes estratégias é a mais apropriada para atender ao objetivo?
O texto contextualiza a questão. Leia-o atentamente.
A aprendizagem da linguagem oral e escrita é um dos elementos importantes para as crianças ampliarem suas possibilidades de inserção e de participação nas diversas práticas sociais.
O trabalho com a linguagem se constitui um dos eixos básicos na educação infantil, dada sua importância para a formação do sujeito, para a interação com as outras pessoas, na orientação das ações das crianças, na construção de muitos conhecimentos e no desenvolvimento do pensamento.
Aprender uma língua não é somente aprender as palavras, mas também os seus significados culturais, e, com eles, os modos pelos quais as pessoas do seu meio sociocultural entendem, interpretam e representam a realidade.
A educação básica, ao promover experiências significativas de aprendizagem da língua, por meio de um trabalho com a linguagem oral e escrita, se constitui em um dos espaços de ampliação das capacidades de comunicação e expressão e de acesso ao mundo letrado pelas crianças. Essa ampliação está relacionada ao desenvolvimento gradativo das capacidades associadas às quatro competências linguísticas básicas: falar, escutar, ler e escrever.
(BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação Fundamental. Referencial curricular nacional para a educação infantil / Brasília: MEC/SEF, 1998. Fragmento.)
Na sala de aula, a professora Ana organiza uma atividade de leitura em grupo. Ela lê uma história para a turma e depois pede que as crianças recontem a história com suas próprias palavras, usando as ilustrações do livro como apoio. Durante a atividade, Ana observa que algumas crianças têm dificuldade em lembrar detalhes específicos da história ou em conectar as imagens com a narrativa.
Qual ação, baseada nas orientações do RCNEI, é mais apropriada para Ana ajudar as crianças?
I. Chevallard conceitua “transposição didática” como o trabalho de fabricar um objeto de ensino, ou seja, fazer um objeto de saber produzido pelo “sábio” (o cientista) ser objeto do saber escolar.
II. O termo transposição didática implica a diferenciação entre saber acadêmico e saber escolar, que são de natureza e funções distintas, nem sempre evidentes nas análises sobre a dimensão cognitiva do processo de ensino e aprendizagem.
Assinale a alternativa correta.