Questões de Concurso Comentadas sobre temas educacionais pedagógicos em pedagogia

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Q3334131 Pedagogia
Bruno D’Amore, no livro Elementos de Didática da Matemática, explora as ideias propostas por Guy Brousseau em sua Teoria das Situações Didáticas. Uma dessas ideias, juntamente com o contrato didático, formam os componentes de uma situação didática sobre certo tema relativo ao saber. D’Amore descreve essa ideia como um modelo teórico, de modo que “se em um ambiente organizado para a aprendizagem de determinado assunto falta a intenção didática explícita, tem-se uma situação                   ”.
Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna.
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Q3334116 Pedagogia
Michel Fayol, autor do livro Numeramento, afirma no capítulo 2 que “quantificar é responder à pergunta: quantos são?”.
Nesse capítulo, ele lista cinco princípios fundamentais da contagem, entre eles o princípio de ordem estável que enuncia que
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Q3334112 Pedagogia
No último capítulo do livro A Rainha das Ciências, intitulado As Mulheres e a Matemática, Gilberto Garbi comenta que “é incontestável que as mulheres, durante quase toda a história da humanidade, foram não apenas desestimuladas, mas abertamente proibidas de se dedicarem às ciências exatas. Várias das melhores escolas científicas da Europa, até o século XIX, simplesmente não permitiam o ingresso de alunas”. Garbi apresenta a história de uma dessas mulheres, que se interessou muito cedo pela matemática, foi proibida por seus pais de estudar essa área, inclusive por meio de castigos, o que não a impediu de estudar todos os livros matemáticos que conseguisse obter e assistir às aulas na universidade ouvindo pelas janelas e portas entreabertas. Quando começou a fazer suas próprias descobertas, passou a assinar seus trabalhos sob o pseudônimo masculino Antoine LeBlanc.
O nome dessa mulher matemática é
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Q3334111 Pedagogia
Na conclusão de seu livro Educação Matemática: da teoria à prática, Ubiratan D’Ambrosio resume que sua proposta é “a adoção de uma nova postura educacional, a busca de um novo paradigma de educação que substitua o já desgastado ensino-aprendizagem baseado numa relação obsoleta de causa-efeito”.
O autor ainda enfatiza que sua proposta é uma educação universal e que tem implícita uma ética, a qual D’Ambrosio chamou de ética da
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Q3334029 Pedagogia
Ao escreverem sobre o coensino e suas possibilidades na prática, Mendes, Vilaronga e Zerbato (2014) apontam que implantar o coensino é algo desafiador, mas possível. Ele implica em sair de um modelo de atendimento educacional especializado centrado na criança para um modelo de colaboração.

Na visão das autoras, para o trabalho dos professores em equipe, são requeridas
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Q3334028 Pedagogia
Joana é professora de Educação Especial e atua no atendimento educacional especializado, e Marcia é professora de sala regular do 4° ano de uma escola pública. Ambas conhecem os estágios do coensino segundo Mendes, Vilaronga e Zerbato (2014), de acordo com as quais, em um dos estágios acontece a comunicação mais frequente, abertura para o diálogo, construção de nível de confiança necessário para a colaboração, da forma como Joana e Márcia já têm atuado pelo processo de coensino.

Com base nos componentes do coensino, referenciado pelas autoras, Joana e Marcia atuam no estágio
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Q3334021 Pedagogia
Embora o tamanho da fonte e o tipo do lápis ou caneta não sejam parâmetros fixos para os alunos com baixa visão, por conta das especificidades de cada um, Lima (2018) indica que um determinado tamanho de fonte e tipos de lápis e canetas atendem às necessidades visuais da maioria de alunos com baixa visão.

Assinale a alternativa que menciona, correta e respectivamente, o tamanho de fonte e o tipo de lápis ou caneta que atendem à maioria dos alunos com baixa visão, segundo a sugestão da autora.
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Q3334019 Pedagogia
De acordo com Sampaio at al (2010), a iluminação natural é a preferida para a maioria dos alunos com baixa visão, no entanto, em determinados momentos, é necessária uma iluminação controlada. Nesse sentido, é importante considerar que existem alguns tipos de lâmpadas que, por emitirem uma luz de tonalidade azul, oferecem menor contraste e aumentam o ofuscamento, embora não gerem calor, por isso não são adequadas para aqueles que necessitam de alto contraste.

Essa descrição refere-se às lâmpadas
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Q3334016 Pedagogia
Quanto à importância do Soroban para as pessoas com deficiência visual, com base em Sampaio et al (2010), é correto afirmar que 
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Q3334005 Pedagogia
Domingues (2010) afirma que a alfabetização é um processo complexo e dinâmico que envolve capacidades, conhecimentos e atitudes em uma rede de interações afetivas, sociais, cognitivas, linguísticas e motoras. E, para alfabetizar uma criança com cegueira, o educador precisa compreender como se dá o processo de construção de conhecimento por meio da experiência não visual.

Na concepção dessa autora, a melhor forma de alfabetizar crianças, inclusive as com cegueira, é por meio de
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Q3334003 Pedagogia
O Currículo Paulista: etapa Ensino Médio (São Paulo, SEDUC, 2020), diante da perspectiva atual da inclusão escolar de estudantes nas classes comuns da Educação Básica em igualdade de condições com as demais pessoas na comunidade em que vivem, postula que é preciso levar em consideração as demandas específicas de cada um deles no contexto escolar.

Dessa forma, os conteúdos curriculares devem ser adaptados, considerando as especificidades de cada estudante, respeitando, assim, as
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Q3334002 Pedagogia
Na perspectiva de Omote (2014), a educação representa um duplo caminho no combate às exclusões e desigualdades sociais: a educação inclusiva e a formação das novas gerações. Para o autor, no caminho da educação inclusiva,
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Q3334001 Pedagogia
Para Lima (2018), a deficiência visual abrange dois grupos: cegueira e baixa visão (ou visão subnormal), sendo classificada de acordo com os critérios legal, educacional e leigo. Segundo a autora, em um dos critérios, pode haver um comprometimento do funcionamento visual de ambos os olhos, mesmo após tratamento ou correção com óculos comuns, porém as pessoas com baixa visão têm resíduos visuais em tal quantidade que lhes permite ler textos impressos ampliados ou com uso de recursos ópticos especiais.

A descrição apresentada refere-se ao critério 
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Q3333998 Pedagogia
Amorim e Alves (2008) escrevem que a ausência da visão, por si só, não impõe limitações à possibilidade de estabelecer relações socias e interagir com o mundo, bem como não impossibilita responder aos estímulos do ambiente.

No entanto, na perspectiva das autoras, a falta da visão traz consequências para a criança cega, por exemplo:
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Q3333888 Pedagogia
Almeida, Santos e Lacerda (O ensino do português como segunda língua para surdos: estratégias didáticas, 2015) fazem uma distinção entre alfabetização e letramento na prática pedagógica de alunos surdos, uma vez que o processo compreende a passagem de uma língua não alfabética para uma língua alfabética.

Para as autoras, o letramento refere-se a um conjunto de
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Q3333875 Pedagogia
Tanya Felipe (Libras em contexto: curso básico, livro do estudante cursista, 2007) relata pesquisas sobre Cultura e Comunidade Surdas de forma que ser Surdo, com S maiúsculo, significa saber que pode falar com mãos e aprender uma língua oral-auditiva, o que faz com que Surdos sejam diferentes, e não deficientes. A autora apresenta a seguinte definição: “Uma Comunidade Surda é um grupo de pessoas que mora em uma localização particular, compartilha as metas comuns de seus membros e, de vários modos, trabalha para alcançar essas metas”.

Nessa concepção, em uma Comunidade Surda,
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Q3333874 Pedagogia
Mirlene Damázio (Atendimento educacional especializado: pessoa com surdez, 2007), citando pesquisas e autores sobre educação de alunos surdos, comenta que os professores precisam conhecer e usar a Língua de Sinais; entretanto, deve-se considerar que a simples adoção dessa língua não é suficiente para escolarizar o aluno com surdez.

Na perspectiva da autora, mais do que a utilização de uma língua, os alunos com surdez precisam
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Q3333869 Pedagogia
Segundo Mirlene Damázio (Atendimento educacional especializado: pessoa com surdez, 2007), no atendimento educacional especializado (AEE), para o ensino da Língua Portuguesa, “o canal de comunicação específico é a Língua Portuguesa, ou seja, leitura e escrita de palavras, frases e textos, o uso de imagens e até mesmo o teatro, para a representação de conceitos muito abstratos”.

Na perspectiva da autora, o AEE para o ensino da Língua Portuguesa deve ser preparado em conjunto pelo professor
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Q3333862 Pedagogia
Skliar (“Bilinguismo e biculturalismo: uma análise sobre as narrativas tradicionais na educação dos surdos”, 1998) afirma que, por trás das grandes narrativas na educação dos surdos, existe um debate implícito sobre a negação ou a afirmação das potencialidades educativas desses sujeitos que podem ser real ou virtualmente ignoradas nas escolas. Para o autor, pode não ser considerada a potencialidade dos surdos de desenvolver outras estruturas, formas e funções cognitivas, reguladas por um mecanismo de processamento visual das informações.

Com base no autor, é correto afirmar que a negação dessa potencialidade
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Q3333857 Pedagogia
Na perspectiva do coensino, Mendes, Vilaronga e Zerbato (em Ensino colaborativo como apoio à inclusão escolar: unindo esforços entre educação comum e especial, 2014), ao dissertarem sobre a aproximação inicial entre professores do ensino especial e comum, apontam que não é função do professor especializado “conseguir ter soluções de ensino para todos os alunos, pois a proposta do coensino é a de pensar junto nas possíveis respostas”.

Na concepção dessas autoras, a ideia principal do coensino é que o professor especializado seja um recurso, suporte ou apoio que
Alternativas
Respostas
12621: C
12622: D
12623: D
12624: B
12625: B
12626: E
12627: B
12628: E
12629: B
12630: A
12631: D
12632: B
12633: E
12634: B
12635: C
12636: C
12637: E
12638: E
12639: E
12640: C