Questões de Concurso Comentadas sobre temas educacionais pedagógicos em pedagogia

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Q3709511 Pedagogia
O desenvolvimento de autonomia criativa e pensamento crítico constitui objetivo central em processos formativos em dança. Considerando que autonomia difere de autossuficiência e que processos emancipatórios envolvem relações pedagógicas específicas, práticas educativas que favorecem a emancipação caracterizam-se por:
Alternativas
Q3709473 Pedagogia
Immanuel Kant entendia que a moralidade de uma ação não se fundamenta em suas consequências ou na busca da felicidade, mas na conformidade com princípios universais derivados da razão pura prática. O imperativo categórico – “age apenas segundo aquela máxima pela qual possas ao mesmo tempo querer que ela se torne uma lei universal” - exemplifica essa perspectiva que se concentra no dever moral intrínseco das ações.

No contexto do Ensino Religioso, essa abordagem ética que privilegia o cumprimento do dever moral independentemente das consequências denomina-se:
Alternativas
Q3709471 Pedagogia
Gottfried Wilhelm Leibniz (1710), desenvolveu um sistema filosófico para abordar um dos problemas centrais da filosofia da religião: como conciliar a existência do mal no mundo com a crença em um Deus simultaneamente onipotente, onisciente e perfeitamente benevolente. Este problema, conhecido como o "trilema de Epicuro", questiona se Deus pode eliminar o mal mas não quer (não sendo benevolente), se quer mas não pode (não sendo onipotente), ou se nem pode nem quer (sendo impotente e malévolo).

Assinale a alternativa que indica corretamente o termo filosófico que designa especificamente essa tentativa racional de justificar a bondade divina diante da realidade do sofrimento e do mal no mundo.
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Q3709470 Pedagogia
A transversalidade representa uma alternativa à organização curricular tradicional baseada exclusivamente em disciplinas isoladas. No contexto do Ensino Religioso, a transversalidade permite que questões como ética, pluralidade cultural, cidadania e valores perpassem o currículo de forma articulada, conectando-se naturalmente com outras áreas do conhecimento.

Nessa perspectiva, a aplicação do conceito de "transversalidade" no Ensino Religioso implica a:
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Q3709469 Pedagogia
O budismo, desde seus primórdios, apresenta como núcleo doutrinário as Quatro Nobres Verdades, proclamadas por Siddhartha Gautama após sua iluminação, as quais fundamentam a compreensão da existência, da origem do sofrimento e do caminho para sua superação.

Considerando esse contexto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3709467 Pedagogia
A formação do Candomblé no Brasil envolveu um complexo processo de reelaboração religiosa. O conceito nagô de "axé" na tradição yorubá brasileira diferencia-se significativamente de sua matriz africana principalmente por: 
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Q3709466 Pedagogia
Na tradição cristã, a patrística e a escolástica desempenharam papéis distintos na construção da teologia.

Sobre esses períodos, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3709465 Pedagogia
Considerando os conceitos apresentados por Grinspun (2002), relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando as dimensões da prática do orientador educacional às ações envolvidas.

Coluna 1
1. Dimensão preventiva.
2. Dimensão política.
3. Dimensão inclusiva.
4. Dimensão comunitária.
5. Dimensão formativa.

Coluna 2
( ) Favorecer mediação entre família e escola.
( ) Estimular iniciativas de participação estudantil (grêmio, representantes de turma).
( ) Acompanhar alunos com necessidades especiais, articulando com professores.
( ) Promover atividades voltadas à formação ética e cidadã.
( ) Realizar diagnóstico da escola e do entorno social.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q3709462 Pedagogia
A justiça restaurativa, aplicada no contexto escolar, se diferencia das práticas disciplinares punitivas porque:
Alternativas
Q3709460 Pedagogia
A _________, ao integrar dimensões ecológicas, sociais e econômicas, promove práticas sustentáveis na escola. Já a _________, ao considerar aspectos biológicos, culturais e subjetivos, contribui para a formação crítica sobre relações de gênero e identidade.

Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
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Q3709458 Pedagogia
Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando as concepções pedagógicas às suas respectivas características.

Coluna 1
1. Tradicional.
2. Tecnicista.
3. Libertadora.
4. Humanista.
5. Construtivista.

Coluna 2
( ) Construção de saberes pela interação ativa do sujeito.
( ) Conhecimento como transmissão hierárquica.
( ) Valorização da subjetividade e afetividade.
( ) Ênfase em objetivos mensuráveis e eficiência.
( ) Aprendizagem como ato político e emancipador.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q3709456 Pedagogia
O Projeto Político-Pedagógico (PPP) é considerado o "coração da escola", pois organiza sua identidade institucional. Nesse sentido, a alternativa que traduz corretamente o princípio que orienta sua elaboração é:
Alternativas
Q3709408 Pedagogia
O ciclo de lobolo começou com a Ju. Foi com dinheiro e não com gado. Lobolou-se a mãe, com muito dinheiro, num lobolo- -casamento. As crianças foram legalmente reconhecidas, mas não tinham sido apresentadas aos espíritos da família. Era preciso trazê-las do teto da mãe para a sombra do patriarcal num ato de lobolo pelo filho, uma forma de legitimá-las uma vez que nasceram fora das regras de jogo de uma família polígamo. Depois fez-se lobolo da Lu e dos filhos. As nortenhas espantaram-se. Essa história de lobolo era nova para elas, mas envolve muito dinheiro. Dinheiro para os pais, elas, e os filhos. Dinheiro que faz falta para comer, para viver, para investir. Quando se trata de benesses, qualquer cultura serve. Elas esqueceram o matriarcado e disseram sim à tradição patriarcal. Passamos três meses a andar de festa em festa. Era importante que todos os lobolos fossem feitos numa rajada antes que o Tony mudasse de ideias.

CHIZIANE, P. Niketche: uma história de poligamia
São Paulo: Cia. das Letras, 2004.
Ao planejar aulas com base no trecho do romance, da escritora moçambicana Paulina Chiziane, um professor do Ensino Médio pretende considerar, no processo de mediação leitora, a reflexão em torno dos estudos literários e culturais em prol do desenvolvimento da construção de conhecimentos e da autonomia discente.

Partindo desse propósito e do potencial da obra de literatura africana Niketche: uma história de poligamia, qual prática docente é coerente com uma perspectiva emancipatória?
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Q3709403 Pedagogia

TEXTO 1


Era uma vez uma princesa muito boazinha e bem-comportada. Boazinha até demais, sabe? Obedecia a tudo. Concordava com todos. Uma verdadeira maria vai com as outras.


[...]


Ainda bem que isso não durou muito, porque senão a gente não ia ter história. Ou só ia ter uma história muito chata, sem graça nenhuma.


Mas a sorte é que um dia ela disse:


 — Desculpe, mas acho que não.


Todo mundo se espantou muito.


A mãe, que também era boazinha demais, quase desmaiou de susto.


O pai dela, que era todo metido a mandachuva, ficou furioso. Ele era do tipo que achava que príncipe serve para andar a cavalo, enfrentar gigantes e matar dragões, mas que princesa só serve para ficar aprendendo a ser linda e boazinha, enquanto seu príncipe não vem. Então resolveu botar a princesinha de castigo.


 — Vai ficar trancada na torre! Só sai de lá quando voltar a ser boazinha.


 MACHADO, A. M. A princesa que escolhia

Rio de Janeiro: Objetiva, 2012.



TEXTO 2


 — Quer ajuda, Tetê? — ofereceu Valentina, toda dissimulada.


— Não, obrigada.


 — Eu tenho uma camiseta que trago para colocar depois da aula de Educação Física. Até te emprestaria, mas certamente não cabe em você. Sou P e você deve ser GG – ela fez questão de falar para jogar na minha cara. — Na maioria das lojas eu sou M... — disse, tímida, triste, com raiva, com tudo de ruim corroendo meu peito ao mesmo tempo.


Desgraçada. Será que ia começar tudo de novo nessa escola? Será que meu pesadelo ia ter início novamente?


É... Estava tudo indo bem demais para ser verdade mesmo. [...]


“Aprendi também que a nossa história fortalece a gente. Tudo muda o tempo todo, já cantou o Lulu. E muda quando menos esperamos. Um dia, quando a menina que mora em mim, que se sentiu por muito tempo excluída, tiver coragem de mostrar em palavras o que passou e se isso ajudar alguém, nem que seja só uma pessoa, já vai ter valido a pena, como diz meu maravilhoso namorado, Dudu.”



REBOUÇAS, T. Confissões de uma garota excluída, mal-amada 

e (um pouco) dramática. São Paulo: Arqueiro, 2016.




Com base nas obras de literatura infantojuvenil A princesa que escolhia, de Ana Maria Machado, e Confissões de uma garota excluída, mal-amada e (um pouco) dramática, de Thalita Rebouças, uma professora dos Anos Finais do Ensino Fundamental propõe a produção, em grupo, de podcasts com o objetivo de refletir sobre temas sociais relevantes à formação cidadã, como invisibilidade social, machismo, imposição de padrões de beleza e empoderamento feminino, partindo das vivências das duas personagens femininas retratadas.

 A proposta didática da professora apresenta abordagem metodológica que
Alternativas
Q3709402 Pedagogia

TEXTO 1


Era uma vez uma princesa muito boazinha e bem-comportada. Boazinha até demais, sabe? Obedecia a tudo. Concordava com todos. Uma verdadeira maria vai com as outras.


[...]


Ainda bem que isso não durou muito, porque senão a gente não ia ter história. Ou só ia ter uma história muito chata, sem graça nenhuma.


Mas a sorte é que um dia ela disse:


 — Desculpe, mas acho que não.


Todo mundo se espantou muito.


A mãe, que também era boazinha demais, quase desmaiou de susto.


O pai dela, que era todo metido a mandachuva, ficou furioso. Ele era do tipo que achava que príncipe serve para andar a cavalo, enfrentar gigantes e matar dragões, mas que princesa só serve para ficar aprendendo a ser linda e boazinha, enquanto seu príncipe não vem. Então resolveu botar a princesinha de castigo.


 — Vai ficar trancada na torre! Só sai de lá quando voltar a ser boazinha.


 MACHADO, A. M. A princesa que escolhia

Rio de Janeiro: Objetiva, 2012.



TEXTO 2


 — Quer ajuda, Tetê? — ofereceu Valentina, toda dissimulada.


— Não, obrigada.


 — Eu tenho uma camiseta que trago para colocar depois da aula de Educação Física. Até te emprestaria, mas certamente não cabe em você. Sou P e você deve ser GG – ela fez questão de falar para jogar na minha cara. — Na maioria das lojas eu sou M... — disse, tímida, triste, com raiva, com tudo de ruim corroendo meu peito ao mesmo tempo.


Desgraçada. Será que ia começar tudo de novo nessa escola? Será que meu pesadelo ia ter início novamente?


É... Estava tudo indo bem demais para ser verdade mesmo. [...]


“Aprendi também que a nossa história fortalece a gente. Tudo muda o tempo todo, já cantou o Lulu. E muda quando menos esperamos. Um dia, quando a menina que mora em mim, que se sentiu por muito tempo excluída, tiver coragem de mostrar em palavras o que passou e se isso ajudar alguém, nem que seja só uma pessoa, já vai ter valido a pena, como diz meu maravilhoso namorado, Dudu.”



REBOUÇAS, T. Confissões de uma garota excluída, mal-amada 

e (um pouco) dramática. São Paulo: Arqueiro, 2016.




Com base na leitura das obras A princesa que escolhia, de Ana Maria Machado, e Confissões de uma garota excluída, mal-amada e (um pouco) dramática, de Thalita Rebouças, uma professora solicitou aos estudantes, inicialmente, a escrita de um diário de leitura em que articulassem as narrativas lidas a vivências individuais e coletivas. Em seguida, como atividade avaliativa, demandou a escrita de uma autobiografia do leitor, para que pudessem apontar como os textos literários contribuíram para os modos de perceber a si mesmos.


Considerando o papel social da literatura infantojuvenil no processo de formação de leitor crítico, essa proposta pedagógica
Alternativas
Q3709394 Pedagogia

TEXTO 1



Iracema Tabajara


Sou Auritha Tabajara,


Nascida longe da praia,


Fascinada pelas rimas


E melodia da jandaia.


No Ceará foi a festa,


Meu leito foi a floresta


Nas folhas de samambaia.


A minha essência ancestral


Me encontra cordelizando,


Faz me existir resistindo,


Ao mundo eu vou contando;


Que minha forma de amar


Ninguém vai colonizar,


Da arte sempre vou me armando.


[...]


Eu não sou como Iracema


A de José de Alencar,


Sou do povo TABAJARA


Onde canta o sabiá


Minha aldeia tem imburana


Minha terra é soberana


Pelo toque do maracá.



TABAJARA, A. Disponível em: www.sescsp.org.br.

Acesso em: 12 maio 2025 (fragmento). 







TEXTO 2



Pankararu


Sabem, meus filhos...


Nós somos marginais das famílias


Somos marginais das cidades


Marginais das palhoças...


E da história?



Não somos daqui


Nem de acolá


Estamos sempre ENTRE


Entre este ou aquele


Entre isto ou aquilo!



Até onde aguentaremos, meus filhos?...



POTIGUARA, E. Disponível em: www.tyrannusmelancholicus.com.br.

Acesso em: 12 maio 2025. 



O professor de uma turma da 1ª série do Ensino Médio planeja uma sequência didática com base na leitura dos poemas indígenas intitulados Iracema Tabajara, de Auritha Tabajara, e Pankararu, de Eliane Potiguara, explorando seus elementos simbólicos relacionados à ancestralidade e à resistência de povos originários. Como atividade de culminância a ser realizada em grupo, propõe curadoria orientada de materiais indígenas autênticos em diferentes linguagens, como registros de grafismos corporais, de cantos tradicionais, de artefatos culturais, que dialoguem com os sentidos produzidos pelos textos lidos. Esses materiais devem compor um painel digital que articule texto, imagem e som.

Considerando a perspectiva de uma pedagogia intercultural crítica e os domínios cognitivos esperados para estudantes no Ensino Médio, assinale a alternativa que justifica o caráter formativo dessa proposta.
Alternativas
Q3709390 Pedagogia

Um professor de Língua Portuguesa do 8º ano, em uma escola pública localizada em uma cidade brasileira de fronteira, recebe, no início do ano letivo, alguns alunos migrantes hispanofalantes que chegaram recentemente ao Brasil. Enquanto alguns já demonstram certa desenvoltura em português, outros têm o contato com o idioma pela primeira vez.


Alejandro, um dos estudantes, compreende o português em nível básico, mas ainda se comunica majoritariamente em espanhol e apresenta dificuldades tanto na oralidade quanto na escrita.


Durante uma atividade em sala, ao perguntar sobre os desejos e sonhos dos estudantes, o professor ouve Alejandro, visivelmente emocionado, tentar se expressar:


— Eu quiero una casa. 


Parte da turma ri e um dos estudantes comenta:


— Ele disse que quer uma caça? Tipo ir caçar?


Percebendo o mal-entendido e a intenção de ridicularizar o colega, o professor intervém com gentileza:


— Esperem um pouco, pessoal. Acho que houve um equívoco aqui.


Voltando-se para o estudante migrante, pergunta com calma:


— Você quis dizer que gostaria de ter uma casa, um lugar para morar, certo?


Alejandro balança a cabeça, confirmando.



Considerando o contexto do texto, que envolve estudantes migrantes hispanofalantes em situação de crise humanitária, qual perspectiva teórica, alinhada à prática pedagógica do português como língua de acolhimento, se mostra adequada?
Alternativas
Q3709378 Pedagogia

Um professor de Língua Portuguesa do Ensino Médio elaborou um plano de aula cujo fragmento pode ser lido a seguir.



 Plano de Aula



Tema: Explorando a ordem das palavras no português


Série: 2ª série do Ensino Médio


Componente Curricular: Língua Portuguesa


Conteúdo: Sujeito – Verbo – Objeto (SVO) no português brasileiro


Objetivo: Reconhecer a ordem preferencial dos constituintes Sujeito – Verbo – Objeto (SVO) no português brasileiro


Metodologia:


  • Exploração dos conhecimentos prévios dos estudantes sobre o assunto.


  • Leitura de exemplos: “carta eu uma escrevi.”; “comprou minha pão mãe o.”; “bola chutou a Pedro.”; e “aposta ela uma fez.”


  • Debate sobre a posição dos constituintes Sujeito – Verbo – Objeto (SVO) no português brasileiro com base nos exemplos citados.


  • Reflexão sobre a ordem das palavras a partir dos exemplos apresentados pelo professor.


 Reconhecimento da ordem preferencial da estrutura oracional do português brasileiro, reorganizando os exemplos no quadro.



Durante a execução do plano, o professor explicou: “No português brasileiro, a ordem mais comum dos constituintes é Sujeito – Verbo – Objeto (SVO). Vocês se lembram desses termos estudados nas aulas anteriores? Geralmente, colocamos o sujeito primeiro, depois o verbo e, por fim, o objeto. Essa organização é tão comum que remete a estruturas linguísticas fundamentais internalizadas na cognição do falante do português brasileiro. Quando alteramos essa ordem, a frase pode parecer confusa ou estranha. Isso mostra que o conhecimento da estrutura SVO faz parte do modo como usamos o português brasileiro, sem precisar pensar nela conscientemente”.


Com base nesse fragmento do plano de aula, qual alternativa caracteriza a relação entre a concepção de linguagem implícita no plano e os pressupostos da abordagem behaviorista de aquisição da linguagem?
Alternativas
Q3709350 Pedagogia
Analise as assertivas abaixo sobre a formação docente e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) A formação docente deve ser contínua e articulada com a prática pedagógica, considerando os desafios contemporâneos da sala de aula.
( ) A BNCC para a Formação de Professores propõe competências que valorizam o trabalho colaborativo, a reflexão crítica e o compromisso com a equidade.
( ) A formação docente centrada apenas em conteúdos teóricos é considerada eficaz para promover práticas pedagógicas inovadoras e inclusivas.
( ) A valorização da experiência docente e da pesquisa-ação é uma tendência atual na formação de professores, pois permite a construção de saberes a partir da realidade escolar.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q3709349 Pedagogia
Com base na metodologia da problematização segundo Bordenave (2006), assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Respostas
7721: A
7722: B
7723: C
7724: B
7725: C
7726: A
7727: B
7728: E
7729: C
7730: B
7731: B
7732: C
7733: A
7734: A
7735: A
7736: B
7737: B
7738: A
7739: E
7740: D