Questões de Concurso
Comentadas sobre temas educacionais pedagógicos em pedagogia
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I - A questão da variação linguística em Língua Estrangeira pode ajudar não só a compreensão do fenômeno linguístico da variação na própria língua materna, como também do fato de que a língua estrangeira existe só na variedade padrão. II - Não é suficiente mostrar a relação entre grupos sociais diferentes (regionais, de classe social, profissionais, de gênero etc.) e suas realizações linguísticas; é necessário também indicar que as variações linguísticas marcam as pessoas de modo a posicioná-las no discurso, o que pode muitas vezes excluí-las de certos bens materiais e culturais. III - É útil apresentar para o aluno, por exemplo, como a variedade do inglês falado pelos negros americanos não é discriminada na sociedade e, portanto, como, estes equivocadamente, são posicionados no discurso de forma igual. IV - Não se deve esquecer ainda que as marcas de variedades são frequentemente fruto de processos de exclusão. A consciência desses processos na escola pode colaborar na compreensão de que diferença linguística não pode ser equacionada com inferioridade, como também, consequentemente, na criação de uma sociedade mais justa, já que a linguagem é central na determinação das relações humanas e da identidade social das pessoas.
*PERINI, M. A. Gramática descritiva do português. 4 ed. São Paulo: Ática, 2005, p. 32.
LEFFA, V. J. Aspectos da leitura: uma perspectiva psicolingüística. Coleção Ensaios. Porto Alegre: Sagra-Luzzato, 1996.
*MARCUSCHI, L. A. Exercícios de compreensão ou copiação nos manuais de ensino de língua? Em aberto. Brasília: SEDIA/INEP, ano 16, n. 69, jan/mar, 1996.
*PERINI, M. A. Gramática descritiva do português. 4 ed. São Paulo: Ática, 2005, p. 33-34.
*ILARI, Rodolfo; BASSO, Renato. O português da gente: a língua que estudamos, a língua que falamos. 2. ed. São Paulo: Contexto, 2014.
*In https://novaescola.org.br/conteudo/304/para-isabel-sole-a-leitura-exige-motivacao-objetivos-claros-e-estrategias (acesso em 13/03/2021).
*THEISEN, J. de M. A leitura online e o letramento digital a partir dos novos estudos do letramento. Caderno de letras / Faculdade de Letras. Universidade Federal de Pelotas. Pelotas, 2010. n. 16, p. 23.
*Marcuschi, L. A. (2003). A questão do suporte dos gêneros textuais (parte 1). DLCV - Língua, Linguística & Literatura, 1(1). Recuperado de https://periodicos.ufpb.br/ojs2/index.php/dclv/article/view/7434 (acesso em 12/03/2021).
Isso se deve à relação existente entre: