Questões de Concurso Sobre pedagogia

Questões Discursivas

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Q4149016 Pedagogia
Em cada campo de experiências, são definidos objetivos de aprendizagem e desenvolvimento organizados em três grupos por faixa etária. Assinale a alternativa que apresenta corretamente os três grupos de faixa etária.
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Q4149015 Pedagogia
O professor da Educação Infantil decidiu trabalhar um jogo da memória pela primeira vez com a sua turma de 5 anos. Como todas as crianças nunca haviam jogado antes, ele criou um momento importante antes do jogo para fazer combinados, explicar as regras e o modo de jogar a toda a turma, considerando o essencial para a primeira aula com esse recurso, já que com o tempo as crianças vão ficando mais familiarizadas com o jogo. Neste exemplo citado, o desenvolvimento oportunizado às crianças é observado como:
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Q4149014 Pedagogia
O atendimento educacional especializado (AEE) tem como função identificar, elaborar e organizar recursos pedagógicos e de acessibilidade que eliminem as barreiras para a plena participação dos alunos, considerando suas necessidades específicas. As atividades desenvolvidas no AEE diferenciam-se daquelas realizadas na sala de aula comum e complementam e/ou suplementam a formação dos alunos com vistas ao desenvolvimento da:
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Q4149013 Pedagogia
    Leia o encaminhamento de aula abaixo.

    O professor entrou na sala exatamente às sete horas, ligou o projetor e pediu silêncio antes mesmo de cumprimentar a turma; em seguida, escreveu no quadro os objetivos da aula – todos formulados de maneira precisa, como “identificar”, “reconhecer” e “responder corretamente” – explicando que ao final haveria um teste para verificar se cada aluno havia atingido o desempenho esperado. Sem abrir espaço para perguntas, iniciou a explicação seguindo rigorosamente os slides preparados, lendo conceitos definidos previamente no material didático e exemplificando da mesma forma padronizada para todos. Os alunos copiavam, atentos ao tempo e às instruções, sabendo que deveriam reproduzir exatamente aquilo que fora apresentado. Após a exposição, Carlos distribuiu uma folha de exercícios de múltipla escolha, orientando que resolvessem individualmente e em silêncio, pois aquela atividade serviria de treino para a avaliação final. Ao término da aula, recolheu as folhas, anotou os resultados e esclareceu que os que não alcançassem a nota mínima fariam atividades de reforço, encerrando a aula satisfeito por ter seguido corretamente o plano e garantido a eficiência do processo.

O trabalho pedagógico relatado acima pertence à tendência pedagógica:


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Q4149012 Pedagogia
A Pedagogia Tradicional prioriza a transmissão de conhecimentos acumulados, colocando o professor como autoridade máxima e centro do processo educativo. A passividade do aluno e a avaliação por repetição são marcas dessa abordagem, que coincide com o método jesuítico. Uma evidência didático-pedagógica comum a esses dois métodos é:
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Q4149011 Pedagogia
Considerando os direitos de aprendizagem e desenvolvimento, a BNCC estabelece cinco campos de experiência, nos quais as crianças podem aprender e se desenvolver. É um dos campos de experiência previstos na BNCC:
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Q4149010 Pedagogia
A aprendizagem na Educação Infantil leva em consideração o desenvolvimento integral das crianças nas diferentes áreas, incluindo a cognitiva, a social, a afetiva, a motora, a lúdica, a imaginária, entre outras. Neste sentido, orientando-se pelas teorias psicológicas associadas ao desenvolvimento da aprendizagem, uma contribuição da Psicologia Tradicional na educação foi:
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Q4148776 Pedagogia
A Gramática em Movimento: Integração Morfossintática e a Construção de Sentidos no Ensino de Língua Portuguesa



    A articulação morfossintática no ensino de Língua Portuguesa tem assumido papel central nas discussões contemporâneas sobre formação linguística e desenvolvimento da competência comunicativa. Em vez de tratar morfologia e sintaxe como conteúdos fragmentados e desvinculados das práticas reais de linguagem, as abordagens atuais defendem uma perspectiva integrada, na qual a estrutura das palavras e suas funções nos enunciados são analisadas em contextos concretos de uso. Dessa forma, o es tudo gramatical deixa de ocupar posição meramente classificatória e passa a contribuir para a compreensão dos efeitos de sentido produzidos nos textos.


    Sob o ponto de vista teórico, a morfossintaxe articula conhecimentos relacionados à formação das palavras, às classes gramaticais e às funções sintáticas desempenhadas nos enunciados. Paralelamente, perspectivas funcionalistas compreendem a gramática como resultado das necessidades comunicativas presentes nas interações sociais, considerando que escolhas linguísticas não ocorrem de maneira aleatória. Nesse contexto, a análise linguística propõe substituir práticas baseadas exclusivamente na memorização de regras por procedimentos reflexivos que permitam ao estudante compreender como determinados recursos estruturais influenciam a construção textual e a organização dos discursos.


    No âmbito da prática pedagógica, a articulação entre teoria e ensino exige metodologias que integrem leitura, escrita e reflexão linguística. Sequências didáticas organizadas a partir de gêneros textuais, análise de variações linguísticas e estudo dos efeitos de sentido produzidos pela prosódia constituem estratégias relevantes para o desenvolvimento da consciência morfossintática. Além disso, a mediação docente assume caráter dialógico, favorecendo debates sobre escolhas lexicais, estruturas sintáticas e adequação comunicativa em diferentes contextos sociais de interação.


    A consolidação dessa perspectiva depende, contudo, de processos formativos que possibilitem ao professor compreender a gramática como instrumento de interpretação e produção de sentidos. Quando a articulação morfossintática é trabalhada de forma contextualizada, os conteúdos gramaticais passam a contribuir efetivamente para o aprimoramento da leitura, da escrita e da argumentação. Assim, o ensino de Língua Portuguesa amplia sua função social e formativa, permitindo que o estudante desenvolva maior autonomia discursiva e capacidade crítica diante das múltiplas práticas de linguagem presentes na sociedade contemporânea.


BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC, 2018./ANTUNES, Irandé. Muito além da gramática: por um ensino de lín guas sem pedras no caminho. São Paulo: Parábola Editorial, 2007./TRAVAGLIA, Luiz Carlos. Gramática e interação: uma proposta para o ensino de gramática. 14. ed. São Paulo: Cortez, 2013./MARCUSCHI, Luiz Antônio. Produção textual, análise de gêneros e compreensão. São Paulo: Parábola Editorial, 2008./NE VES, Maria Helena de Moura. Gramática de usos do português. São Paulo: Editora Unesp, 2011.
A progressão temática do texto conduz à compreensão de que a articulação entre teoria linguística e prática pedagógica produz impactos sobre a formação crítica do estudante. Considerando a conclusão do texto, assinale a alternativa correta.
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Q4148775 Pedagogia
A Gramática em Movimento: Integração Morfossintática e a Construção de Sentidos no Ensino de Língua Portuguesa



    A articulação morfossintática no ensino de Língua Portuguesa tem assumido papel central nas discussões contemporâneas sobre formação linguística e desenvolvimento da competência comunicativa. Em vez de tratar morfologia e sintaxe como conteúdos fragmentados e desvinculados das práticas reais de linguagem, as abordagens atuais defendem uma perspectiva integrada, na qual a estrutura das palavras e suas funções nos enunciados são analisadas em contextos concretos de uso. Dessa forma, o es tudo gramatical deixa de ocupar posição meramente classificatória e passa a contribuir para a compreensão dos efeitos de sentido produzidos nos textos.


    Sob o ponto de vista teórico, a morfossintaxe articula conhecimentos relacionados à formação das palavras, às classes gramaticais e às funções sintáticas desempenhadas nos enunciados. Paralelamente, perspectivas funcionalistas compreendem a gramática como resultado das necessidades comunicativas presentes nas interações sociais, considerando que escolhas linguísticas não ocorrem de maneira aleatória. Nesse contexto, a análise linguística propõe substituir práticas baseadas exclusivamente na memorização de regras por procedimentos reflexivos que permitam ao estudante compreender como determinados recursos estruturais influenciam a construção textual e a organização dos discursos.


    No âmbito da prática pedagógica, a articulação entre teoria e ensino exige metodologias que integrem leitura, escrita e reflexão linguística. Sequências didáticas organizadas a partir de gêneros textuais, análise de variações linguísticas e estudo dos efeitos de sentido produzidos pela prosódia constituem estratégias relevantes para o desenvolvimento da consciência morfossintática. Além disso, a mediação docente assume caráter dialógico, favorecendo debates sobre escolhas lexicais, estruturas sintáticas e adequação comunicativa em diferentes contextos sociais de interação.


    A consolidação dessa perspectiva depende, contudo, de processos formativos que possibilitem ao professor compreender a gramática como instrumento de interpretação e produção de sentidos. Quando a articulação morfossintática é trabalhada de forma contextualizada, os conteúdos gramaticais passam a contribuir efetivamente para o aprimoramento da leitura, da escrita e da argumentação. Assim, o ensino de Língua Portuguesa amplia sua função social e formativa, permitindo que o estudante desenvolva maior autonomia discursiva e capacidade crítica diante das múltiplas práticas de linguagem presentes na sociedade contemporânea.


BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC, 2018./ANTUNES, Irandé. Muito além da gramática: por um ensino de lín guas sem pedras no caminho. São Paulo: Parábola Editorial, 2007./TRAVAGLIA, Luiz Carlos. Gramática e interação: uma proposta para o ensino de gramática. 14. ed. São Paulo: Cortez, 2013./MARCUSCHI, Luiz Antônio. Produção textual, análise de gêneros e compreensão. São Paulo: Parábola Editorial, 2008./NE VES, Maria Helena de Moura. Gramática de usos do português. São Paulo: Editora Unesp, 2011.
No terceiro parágrafo, o autor discute estratégias metodológicas relacionadas à prática pedagógica da morfossintaxe. Com base na organização argumentativa do texto, indique a alternativa correta.
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Q4148774 Pedagogia
A Gramática em Movimento: Integração Morfossintática e a Construção de Sentidos no Ensino de Língua Portuguesa



    A articulação morfossintática no ensino de Língua Portuguesa tem assumido papel central nas discussões contemporâneas sobre formação linguística e desenvolvimento da competência comunicativa. Em vez de tratar morfologia e sintaxe como conteúdos fragmentados e desvinculados das práticas reais de linguagem, as abordagens atuais defendem uma perspectiva integrada, na qual a estrutura das palavras e suas funções nos enunciados são analisadas em contextos concretos de uso. Dessa forma, o es tudo gramatical deixa de ocupar posição meramente classificatória e passa a contribuir para a compreensão dos efeitos de sentido produzidos nos textos.


    Sob o ponto de vista teórico, a morfossintaxe articula conhecimentos relacionados à formação das palavras, às classes gramaticais e às funções sintáticas desempenhadas nos enunciados. Paralelamente, perspectivas funcionalistas compreendem a gramática como resultado das necessidades comunicativas presentes nas interações sociais, considerando que escolhas linguísticas não ocorrem de maneira aleatória. Nesse contexto, a análise linguística propõe substituir práticas baseadas exclusivamente na memorização de regras por procedimentos reflexivos que permitam ao estudante compreender como determinados recursos estruturais influenciam a construção textual e a organização dos discursos.


    No âmbito da prática pedagógica, a articulação entre teoria e ensino exige metodologias que integrem leitura, escrita e reflexão linguística. Sequências didáticas organizadas a partir de gêneros textuais, análise de variações linguísticas e estudo dos efeitos de sentido produzidos pela prosódia constituem estratégias relevantes para o desenvolvimento da consciência morfossintática. Além disso, a mediação docente assume caráter dialógico, favorecendo debates sobre escolhas lexicais, estruturas sintáticas e adequação comunicativa em diferentes contextos sociais de interação.


    A consolidação dessa perspectiva depende, contudo, de processos formativos que possibilitem ao professor compreender a gramática como instrumento de interpretação e produção de sentidos. Quando a articulação morfossintática é trabalhada de forma contextualizada, os conteúdos gramaticais passam a contribuir efetivamente para o aprimoramento da leitura, da escrita e da argumentação. Assim, o ensino de Língua Portuguesa amplia sua função social e formativa, permitindo que o estudante desenvolva maior autonomia discursiva e capacidade crítica diante das múltiplas práticas de linguagem presentes na sociedade contemporânea.


BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC, 2018./ANTUNES, Irandé. Muito além da gramática: por um ensino de lín guas sem pedras no caminho. São Paulo: Parábola Editorial, 2007./TRAVAGLIA, Luiz Carlos. Gramática e interação: uma proposta para o ensino de gramática. 14. ed. São Paulo: Cortez, 2013./MARCUSCHI, Luiz Antônio. Produção textual, análise de gêneros e compreensão. São Paulo: Parábola Editorial, 2008./NE VES, Maria Helena de Moura. Gramática de usos do português. São Paulo: Editora Unesp, 2011.
A construção argumentativa do texto estabelece relação entre os fundamentos teóricos da morfossintaxe e as práticas pedagógicas contemporâneas de ensino de Língua Portuguesa. Considerando os sentidos produzidos ao longo do texto, assinale a alternativa correta. 
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Q4148773 Pedagogia
A prática docente voltada para a alfabetização funcional deve articular o estudo dos fonemas às restrições posicionais e contextuais do sistema ortográfico. Considerando os desafios didáticos na apresentação das irregularidades e regularidades contextuais, analise as afirmações abaixo e assinale a alternativa que indica uma estratégia de ensino condizente com a análise linguística proposta pela BNCC.
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Q4148767 Pedagogia
Em uma aula de Língua Portuguesa do Ensino Médio, ao analisar letras de canções regionais brasileiras, um docente propõe a reflexão sobre o conceito de adequação linguística em diferentes práticas sociais de comunicação. Considerando os pressupostos da sociolinguística no ensino de língua materna, assinale a alternativa que apresenta encaminhamento metodológico compatível com o desenvolvimento da competência comunicativa dos estudantes. 
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Q4148766 Pedagogia
A Base Nacional Comum Curricular e os Novos Paradigmas do Ensino de Língua Portuguesa


    A implementação da Base Nacional Comum Curricular estabeleceu um marco regulatório essencial para a reestruturação do ensino de Língua Portuguesa nas instituições escolares brasileiras. O documento propõe uma organização curricular fundamentada na centralidade do texto como unidade de trabalho, orientando as práticas pedagógicas para o desenvolvimento de competências que transcendem a mera decodificação linguística. Nesse cenário, o ensino da língua deixa de focar exclusivamente em nomenclaturas gramaticais isoladas para priorizar o uso da linguagem em situações sociais reais, reconhecendo a diversidade de práticas de linguagem que constituem a vida contemporânea.


    No contexto da BNCC, a concepção de ensino está pautada no multiletramento, o que exige a inclusão de produções que circulam tanto em meios impressos quanto em plataformas digitais. A proposta curricular organiza o componente de Língua Portuguesa em campos de atuação social, como o campo artístico literário, o campo das práticas de estudo e pesquisa e o campo jornalístico midiático. Essa estruturação visa garantir que o estudante desenvolva habilidades integradas de leitura, escrita, oralidade e análise linguística, permitindo uma compreensão crítica dos discursos que circulam na sociedade.


    O trabalho com gêneros e tipos textuais assume papel preponderante na produção de texto, uma vez que a escrita é compreendida como um processo dialógico e situado. Em vez de exercícios de redação puramente escolares e descontextualizados, o foco recai sobre a produção de gêneros que possuem finalidades comunicativas claras, como o artigo de opinião, o ensaio e a reportagem multimídia. A distinção entre tipos textuais, como a narração e a argumentação, e os gêneros textuais propriamente ditos é fundamental para que os alunos dominem as regularidades linguísticas e estruturais necessárias para cada esfera de comunicação.


    No âmbito da leitura e compreensão de textos, o papel do professor consiste em mediar a construção de sentidos por meio de estratégias de ensino diversificadas. A leitura não é vista como um ato passivo de recepção, mas como uma atividade cognitiva complexa que envolve a mobilização de conhecimentos prévios, a realização de inferências e a análise de marcas ideológicas presentes nos textos. Para alcançar esses objetivos, o docente deve fomentar práticas que possibilitem ao estudante identificar diferentes vozes sociais e reconhecer a intertextualidade como recurso de ampliação da percepção crítica.


    As estratégias de ensino voltadas para a compreensão textual devem contemplar o desenvolvimento de procedimentos que auxiliem o aluno na localização de informações explícitas e implícitas. Isso inclui o ensino explícito de técnicas de sumarização, a identificação da tese central em textos argumentativos e a análise dos recursos persuasivos utilizados pelo autor. Tais habilidades são fundamentais para que o educando consiga interpretar não apenas o que está dito na superfície do texto, mas também os pressupostos e subentendidos que orientam a intenção comunicativa.


    Paralelamente, a produção de texto na perspectiva da Base Nacional exige que o estudante seja capaz de planejar, escrever, revisar e reescrever suas próprias produções com autonomia. O processo de revisão deixa de ser uma tarefa punitiva realizada pelo professor e passa a ser uma etapa constituinte da escrita profissional e acadêmica, focada no aprimoramento da coesão, da coerência e da adequação ao gênero proposto. Dessa forma, o aluno aprende que a clareza e a eficácia de um texto dependem da reflexão constante sobre as escolhas linguísticas realizadas durante o ato de escrever.


    Portanto, a articulação entre as diretrizes da BNCC e as práticas de sala de aula requer uma mudança de postura metodológica que valorize a ação reflexiva do sujeito sobre a linguagem. Somente por meio de um ensino que integre leitura e produção de texto de forma contextualizada será possível formar cidadãos capazes de atuar de maneira ética e protagonista nas diversas instâncias sociais. O fortalecimento dessas competências linguísticas é, em última análise, o pilar que sustenta a democratização do conhecimento e o exercício pleno da cidadania nas sociedades democráticas contemporâneas.


BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC, 2018/ ANTUNES, Irandé. Aula de português: encontro e interação. São Paulo: Parábola Editorial, 2003/ MARCUSCHI, Luiz Antônio. Produção de texto, análise de gêneros e compreensão. São Paulo: Parábola Editorial, 2008.
A reflexão desenvolvida pelo autor acerca das práticas de leitura e escrita pressupõe transformação metodológica no papel do professor de Língua Portuguesa. Considerando os sentidos produzidos no texto, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4148765 Pedagogia
A Base Nacional Comum Curricular e os Novos Paradigmas do Ensino de Língua Portuguesa


    A implementação da Base Nacional Comum Curricular estabeleceu um marco regulatório essencial para a reestruturação do ensino de Língua Portuguesa nas instituições escolares brasileiras. O documento propõe uma organização curricular fundamentada na centralidade do texto como unidade de trabalho, orientando as práticas pedagógicas para o desenvolvimento de competências que transcendem a mera decodificação linguística. Nesse cenário, o ensino da língua deixa de focar exclusivamente em nomenclaturas gramaticais isoladas para priorizar o uso da linguagem em situações sociais reais, reconhecendo a diversidade de práticas de linguagem que constituem a vida contemporânea.


    No contexto da BNCC, a concepção de ensino está pautada no multiletramento, o que exige a inclusão de produções que circulam tanto em meios impressos quanto em plataformas digitais. A proposta curricular organiza o componente de Língua Portuguesa em campos de atuação social, como o campo artístico literário, o campo das práticas de estudo e pesquisa e o campo jornalístico midiático. Essa estruturação visa garantir que o estudante desenvolva habilidades integradas de leitura, escrita, oralidade e análise linguística, permitindo uma compreensão crítica dos discursos que circulam na sociedade.


    O trabalho com gêneros e tipos textuais assume papel preponderante na produção de texto, uma vez que a escrita é compreendida como um processo dialógico e situado. Em vez de exercícios de redação puramente escolares e descontextualizados, o foco recai sobre a produção de gêneros que possuem finalidades comunicativas claras, como o artigo de opinião, o ensaio e a reportagem multimídia. A distinção entre tipos textuais, como a narração e a argumentação, e os gêneros textuais propriamente ditos é fundamental para que os alunos dominem as regularidades linguísticas e estruturais necessárias para cada esfera de comunicação.


    No âmbito da leitura e compreensão de textos, o papel do professor consiste em mediar a construção de sentidos por meio de estratégias de ensino diversificadas. A leitura não é vista como um ato passivo de recepção, mas como uma atividade cognitiva complexa que envolve a mobilização de conhecimentos prévios, a realização de inferências e a análise de marcas ideológicas presentes nos textos. Para alcançar esses objetivos, o docente deve fomentar práticas que possibilitem ao estudante identificar diferentes vozes sociais e reconhecer a intertextualidade como recurso de ampliação da percepção crítica.


    As estratégias de ensino voltadas para a compreensão textual devem contemplar o desenvolvimento de procedimentos que auxiliem o aluno na localização de informações explícitas e implícitas. Isso inclui o ensino explícito de técnicas de sumarização, a identificação da tese central em textos argumentativos e a análise dos recursos persuasivos utilizados pelo autor. Tais habilidades são fundamentais para que o educando consiga interpretar não apenas o que está dito na superfície do texto, mas também os pressupostos e subentendidos que orientam a intenção comunicativa.


    Paralelamente, a produção de texto na perspectiva da Base Nacional exige que o estudante seja capaz de planejar, escrever, revisar e reescrever suas próprias produções com autonomia. O processo de revisão deixa de ser uma tarefa punitiva realizada pelo professor e passa a ser uma etapa constituinte da escrita profissional e acadêmica, focada no aprimoramento da coesão, da coerência e da adequação ao gênero proposto. Dessa forma, o aluno aprende que a clareza e a eficácia de um texto dependem da reflexão constante sobre as escolhas linguísticas realizadas durante o ato de escrever.


    Portanto, a articulação entre as diretrizes da BNCC e as práticas de sala de aula requer uma mudança de postura metodológica que valorize a ação reflexiva do sujeito sobre a linguagem. Somente por meio de um ensino que integre leitura e produção de texto de forma contextualizada será possível formar cidadãos capazes de atuar de maneira ética e protagonista nas diversas instâncias sociais. O fortalecimento dessas competências linguísticas é, em última análise, o pilar que sustenta a democratização do conhecimento e o exercício pleno da cidadania nas sociedades democráticas contemporâneas.


BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC, 2018/ ANTUNES, Irandé. Aula de português: encontro e interação. São Paulo: Parábola Editorial, 2003/ MARCUSCHI, Luiz Antônio. Produção de texto, análise de gêneros e compreensão. São Paulo: Parábola Editorial, 2008.
O tratamento dado aos gêneros textuais no terceiro parágrafo revela uma concepção discursiva da linguagem alinhada às orientações da BNCC. Considerando os efeitos pedagógicos dessa abordagem, assinale a alternativa correta. 
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Q4148762 Pedagogia
A Base Nacional Comum Curricular e os Novos Paradigmas do Ensino de Língua Portuguesa


    A implementação da Base Nacional Comum Curricular estabeleceu um marco regulatório essencial para a reestruturação do ensino de Língua Portuguesa nas instituições escolares brasileiras. O documento propõe uma organização curricular fundamentada na centralidade do texto como unidade de trabalho, orientando as práticas pedagógicas para o desenvolvimento de competências que transcendem a mera decodificação linguística. Nesse cenário, o ensino da língua deixa de focar exclusivamente em nomenclaturas gramaticais isoladas para priorizar o uso da linguagem em situações sociais reais, reconhecendo a diversidade de práticas de linguagem que constituem a vida contemporânea.


    No contexto da BNCC, a concepção de ensino está pautada no multiletramento, o que exige a inclusão de produções que circulam tanto em meios impressos quanto em plataformas digitais. A proposta curricular organiza o componente de Língua Portuguesa em campos de atuação social, como o campo artístico literário, o campo das práticas de estudo e pesquisa e o campo jornalístico midiático. Essa estruturação visa garantir que o estudante desenvolva habilidades integradas de leitura, escrita, oralidade e análise linguística, permitindo uma compreensão crítica dos discursos que circulam na sociedade.


    O trabalho com gêneros e tipos textuais assume papel preponderante na produção de texto, uma vez que a escrita é compreendida como um processo dialógico e situado. Em vez de exercícios de redação puramente escolares e descontextualizados, o foco recai sobre a produção de gêneros que possuem finalidades comunicativas claras, como o artigo de opinião, o ensaio e a reportagem multimídia. A distinção entre tipos textuais, como a narração e a argumentação, e os gêneros textuais propriamente ditos é fundamental para que os alunos dominem as regularidades linguísticas e estruturais necessárias para cada esfera de comunicação.


    No âmbito da leitura e compreensão de textos, o papel do professor consiste em mediar a construção de sentidos por meio de estratégias de ensino diversificadas. A leitura não é vista como um ato passivo de recepção, mas como uma atividade cognitiva complexa que envolve a mobilização de conhecimentos prévios, a realização de inferências e a análise de marcas ideológicas presentes nos textos. Para alcançar esses objetivos, o docente deve fomentar práticas que possibilitem ao estudante identificar diferentes vozes sociais e reconhecer a intertextualidade como recurso de ampliação da percepção crítica.


    As estratégias de ensino voltadas para a compreensão textual devem contemplar o desenvolvimento de procedimentos que auxiliem o aluno na localização de informações explícitas e implícitas. Isso inclui o ensino explícito de técnicas de sumarização, a identificação da tese central em textos argumentativos e a análise dos recursos persuasivos utilizados pelo autor. Tais habilidades são fundamentais para que o educando consiga interpretar não apenas o que está dito na superfície do texto, mas também os pressupostos e subentendidos que orientam a intenção comunicativa.


    Paralelamente, a produção de texto na perspectiva da Base Nacional exige que o estudante seja capaz de planejar, escrever, revisar e reescrever suas próprias produções com autonomia. O processo de revisão deixa de ser uma tarefa punitiva realizada pelo professor e passa a ser uma etapa constituinte da escrita profissional e acadêmica, focada no aprimoramento da coesão, da coerência e da adequação ao gênero proposto. Dessa forma, o aluno aprende que a clareza e a eficácia de um texto dependem da reflexão constante sobre as escolhas linguísticas realizadas durante o ato de escrever.


    Portanto, a articulação entre as diretrizes da BNCC e as práticas de sala de aula requer uma mudança de postura metodológica que valorize a ação reflexiva do sujeito sobre a linguagem. Somente por meio de um ensino que integre leitura e produção de texto de forma contextualizada será possível formar cidadãos capazes de atuar de maneira ética e protagonista nas diversas instâncias sociais. O fortalecimento dessas competências linguísticas é, em última análise, o pilar que sustenta a democratização do conhecimento e o exercício pleno da cidadania nas sociedades democráticas contemporâneas.


BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC, 2018/ ANTUNES, Irandé. Aula de português: encontro e interação. São Paulo: Parábola Editorial, 2003/ MARCUSCHI, Luiz Antônio. Produção de texto, análise de gêneros e compreensão. São Paulo: Parábola Editorial, 2008.
No quinto parágrafo, o autor apresenta procedimentos pedagógicos relacionados ao desenvolvimento da compreensão textual. A partir das estratégias mencionadas, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4148758 Pedagogia
A Base Nacional Comum Curricular e os Novos Paradigmas do Ensino de Língua Portuguesa


    A implementação da Base Nacional Comum Curricular estabeleceu um marco regulatório essencial para a reestruturação do ensino de Língua Portuguesa nas instituições escolares brasileiras. O documento propõe uma organização curricular fundamentada na centralidade do texto como unidade de trabalho, orientando as práticas pedagógicas para o desenvolvimento de competências que transcendem a mera decodificação linguística. Nesse cenário, o ensino da língua deixa de focar exclusivamente em nomenclaturas gramaticais isoladas para priorizar o uso da linguagem em situações sociais reais, reconhecendo a diversidade de práticas de linguagem que constituem a vida contemporânea.


    No contexto da BNCC, a concepção de ensino está pautada no multiletramento, o que exige a inclusão de produções que circulam tanto em meios impressos quanto em plataformas digitais. A proposta curricular organiza o componente de Língua Portuguesa em campos de atuação social, como o campo artístico literário, o campo das práticas de estudo e pesquisa e o campo jornalístico midiático. Essa estruturação visa garantir que o estudante desenvolva habilidades integradas de leitura, escrita, oralidade e análise linguística, permitindo uma compreensão crítica dos discursos que circulam na sociedade.


    O trabalho com gêneros e tipos textuais assume papel preponderante na produção de texto, uma vez que a escrita é compreendida como um processo dialógico e situado. Em vez de exercícios de redação puramente escolares e descontextualizados, o foco recai sobre a produção de gêneros que possuem finalidades comunicativas claras, como o artigo de opinião, o ensaio e a reportagem multimídia. A distinção entre tipos textuais, como a narração e a argumentação, e os gêneros textuais propriamente ditos é fundamental para que os alunos dominem as regularidades linguísticas e estruturais necessárias para cada esfera de comunicação.


    No âmbito da leitura e compreensão de textos, o papel do professor consiste em mediar a construção de sentidos por meio de estratégias de ensino diversificadas. A leitura não é vista como um ato passivo de recepção, mas como uma atividade cognitiva complexa que envolve a mobilização de conhecimentos prévios, a realização de inferências e a análise de marcas ideológicas presentes nos textos. Para alcançar esses objetivos, o docente deve fomentar práticas que possibilitem ao estudante identificar diferentes vozes sociais e reconhecer a intertextualidade como recurso de ampliação da percepção crítica.


    As estratégias de ensino voltadas para a compreensão textual devem contemplar o desenvolvimento de procedimentos que auxiliem o aluno na localização de informações explícitas e implícitas. Isso inclui o ensino explícito de técnicas de sumarização, a identificação da tese central em textos argumentativos e a análise dos recursos persuasivos utilizados pelo autor. Tais habilidades são fundamentais para que o educando consiga interpretar não apenas o que está dito na superfície do texto, mas também os pressupostos e subentendidos que orientam a intenção comunicativa.


    Paralelamente, a produção de texto na perspectiva da Base Nacional exige que o estudante seja capaz de planejar, escrever, revisar e reescrever suas próprias produções com autonomia. O processo de revisão deixa de ser uma tarefa punitiva realizada pelo professor e passa a ser uma etapa constituinte da escrita profissional e acadêmica, focada no aprimoramento da coesão, da coerência e da adequação ao gênero proposto. Dessa forma, o aluno aprende que a clareza e a eficácia de um texto dependem da reflexão constante sobre as escolhas linguísticas realizadas durante o ato de escrever.


    Portanto, a articulação entre as diretrizes da BNCC e as práticas de sala de aula requer uma mudança de postura metodológica que valorize a ação reflexiva do sujeito sobre a linguagem. Somente por meio de um ensino que integre leitura e produção de texto de forma contextualizada será possível formar cidadãos capazes de atuar de maneira ética e protagonista nas diversas instâncias sociais. O fortalecimento dessas competências linguísticas é, em última análise, o pilar que sustenta a democratização do conhecimento e o exercício pleno da cidadania nas sociedades democráticas contemporâneas.


BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC, 2018/ ANTUNES, Irandé. Aula de português: encontro e interação. São Paulo: Parábola Editorial, 2003/ MARCUSCHI, Luiz Antônio. Produção de texto, análise de gêneros e compreensão. São Paulo: Parábola Editorial, 2008.
No segundo parágrafo, a referência aos multiletramentos e aos campos de atuação social contribui para a construção de uma concepção contemporânea de ensino. Com base na articulação das ideias apresentadas, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4148757 Pedagogia
A Base Nacional Comum Curricular e os Novos Paradigmas do Ensino de Língua Portuguesa


    A implementação da Base Nacional Comum Curricular estabeleceu um marco regulatório essencial para a reestruturação do ensino de Língua Portuguesa nas instituições escolares brasileiras. O documento propõe uma organização curricular fundamentada na centralidade do texto como unidade de trabalho, orientando as práticas pedagógicas para o desenvolvimento de competências que transcendem a mera decodificação linguística. Nesse cenário, o ensino da língua deixa de focar exclusivamente em nomenclaturas gramaticais isoladas para priorizar o uso da linguagem em situações sociais reais, reconhecendo a diversidade de práticas de linguagem que constituem a vida contemporânea.


    No contexto da BNCC, a concepção de ensino está pautada no multiletramento, o que exige a inclusão de produções que circulam tanto em meios impressos quanto em plataformas digitais. A proposta curricular organiza o componente de Língua Portuguesa em campos de atuação social, como o campo artístico literário, o campo das práticas de estudo e pesquisa e o campo jornalístico midiático. Essa estruturação visa garantir que o estudante desenvolva habilidades integradas de leitura, escrita, oralidade e análise linguística, permitindo uma compreensão crítica dos discursos que circulam na sociedade.


    O trabalho com gêneros e tipos textuais assume papel preponderante na produção de texto, uma vez que a escrita é compreendida como um processo dialógico e situado. Em vez de exercícios de redação puramente escolares e descontextualizados, o foco recai sobre a produção de gêneros que possuem finalidades comunicativas claras, como o artigo de opinião, o ensaio e a reportagem multimídia. A distinção entre tipos textuais, como a narração e a argumentação, e os gêneros textuais propriamente ditos é fundamental para que os alunos dominem as regularidades linguísticas e estruturais necessárias para cada esfera de comunicação.


    No âmbito da leitura e compreensão de textos, o papel do professor consiste em mediar a construção de sentidos por meio de estratégias de ensino diversificadas. A leitura não é vista como um ato passivo de recepção, mas como uma atividade cognitiva complexa que envolve a mobilização de conhecimentos prévios, a realização de inferências e a análise de marcas ideológicas presentes nos textos. Para alcançar esses objetivos, o docente deve fomentar práticas que possibilitem ao estudante identificar diferentes vozes sociais e reconhecer a intertextualidade como recurso de ampliação da percepção crítica.


    As estratégias de ensino voltadas para a compreensão textual devem contemplar o desenvolvimento de procedimentos que auxiliem o aluno na localização de informações explícitas e implícitas. Isso inclui o ensino explícito de técnicas de sumarização, a identificação da tese central em textos argumentativos e a análise dos recursos persuasivos utilizados pelo autor. Tais habilidades são fundamentais para que o educando consiga interpretar não apenas o que está dito na superfície do texto, mas também os pressupostos e subentendidos que orientam a intenção comunicativa.


    Paralelamente, a produção de texto na perspectiva da Base Nacional exige que o estudante seja capaz de planejar, escrever, revisar e reescrever suas próprias produções com autonomia. O processo de revisão deixa de ser uma tarefa punitiva realizada pelo professor e passa a ser uma etapa constituinte da escrita profissional e acadêmica, focada no aprimoramento da coesão, da coerência e da adequação ao gênero proposto. Dessa forma, o aluno aprende que a clareza e a eficácia de um texto dependem da reflexão constante sobre as escolhas linguísticas realizadas durante o ato de escrever.


    Portanto, a articulação entre as diretrizes da BNCC e as práticas de sala de aula requer uma mudança de postura metodológica que valorize a ação reflexiva do sujeito sobre a linguagem. Somente por meio de um ensino que integre leitura e produção de texto de forma contextualizada será possível formar cidadãos capazes de atuar de maneira ética e protagonista nas diversas instâncias sociais. O fortalecimento dessas competências linguísticas é, em última análise, o pilar que sustenta a democratização do conhecimento e o exercício pleno da cidadania nas sociedades democráticas contemporâneas.


BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC, 2018/ ANTUNES, Irandé. Aula de português: encontro e interação. São Paulo: Parábola Editorial, 2003/ MARCUSCHI, Luiz Antônio. Produção de texto, análise de gêneros e compreensão. São Paulo: Parábola Editorial, 2008.
A organização argumentativa do primeiro parágrafo evidencia uma mudança paradigmática no ensino de Língua Portuguesa proposta pela Base Nacional Comum Curricular. Considerando os sentidos construídos no texto, assinale a alternativa que apresenta interpretação compatível com a perspectiva defendida pelo autor. 
Alternativas
Q4148734 Pedagogia
Considerando a abordagem metodológica sugerida pela BNCC para o ensino de Matemática, é correto afirmar que:
Alternativas
Q4148733 Pedagogia
No que se refere à organização dos conteúdos matemáticos na BNCC, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4148732 Pedagogia
A Base Nacional Comum Curricular propõe competências específicas para o ensino de Matemática que vão além do domínio de procedimentos de contagem e das técnicas de cálculo com os números e com as grandezas. Nesse contexto, a alternativa que melhor expressa essa perspectiva é a:
Alternativas
Respostas
1101: C
1102: D
1103: B
1104: D
1105: B
1106: A
1107: C
1108: D
1109: C
1110: C
1111: D
1112: B
1113: C
1114: A
1115: D
1116: B
1117: D
1118: B
1119: A
1120: C