Questões de Concurso
Comentadas sobre a construção do conhecimento: papel do educador, do educando e da sociedade em pedagogia
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Esta concepção de ideologia relaciona-se
(Fontana e Cruz)
Essa é uma breve descrição do funcionamento da “máquina de ensinar” idealizada por Skinner. Dessa “máquina de ensinar”, derivou, na educação formal, o:
sua participação na rede de relações que constitui a dinâmica social.
Na convivência com pessoas, seja com adultos, seja com seus pares,
a criança e o jovem se apropriam dos conhecimentos e desenvolvem
hábitos e atitudes de convívio social, como a cooperação e o
respeito humano. Daí a importância do grupo como elemento
formador.
Tendo o texto acima como referência inicial, julgue os itens que se
seguem, relacionados com a sala de aula como espaço de
aprendizagem e interação.
sua participação na rede de relações que constitui a dinâmica social.
Na convivência com pessoas, seja com adultos, seja com seus pares,
a criança e o jovem se apropriam dos conhecimentos e desenvolvem
hábitos e atitudes de convívio social, como a cooperação e o
respeito humano. Daí a importância do grupo como elemento
formador.
Tendo o texto acima como referência inicial, julgue os itens que se
seguem, relacionados com a sala de aula como espaço de
aprendizagem e interação.
sua participação na rede de relações que constitui a dinâmica social.
Na convivência com pessoas, seja com adultos, seja com seus pares,
a criança e o jovem se apropriam dos conhecimentos e desenvolvem
hábitos e atitudes de convívio social, como a cooperação e o
respeito humano. Daí a importância do grupo como elemento
formador.
Tendo o texto acima como referência inicial, julgue os itens que se
seguem, relacionados com a sala de aula como espaço de
aprendizagem e interação.
direito à igualdade para todos, a escola, o currículo e a docência são
obrigados a se indagar e tentar superar toda prática e toda cultura
seletiva, excludente, segregadora e classificatória na organização do
conhecimento, dos tempos e espaços, dos agrupamentos e dos
educandos, e também na organização do convívio e do trabalho dos
educadores e dos educandos.
A. F. B. Moreira (Org.). Indagações sobre currículo: currículo, conhecimento e
cultura. MEC: Secretaria de Educação Básica. Brasília, 2007, p. 12 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial, julgue os itens
seguintes, acerca dos currículos.
educação.
Texto IX, para responder às questões de 42 a 44.
Para que um plano de aula?
Para quem, como eu, está iniciando sua prática pedagógica, é muito importante ter bem claro tudo que se pretende fazer durante uma aula. Ter um plano detalhado que registre seus objetivos, a matéria que será trabalhada, o material utilizado, o que será feito e quanto tempo vai levar proporciona uma organização que pode ser a diferença entre uma aula bem sucedida ou não. Eu mesmo já achei tudo isso uma besteira, mas percebi, na prática, como a falta dessa organização pode levar ao fracasso total.
Internet: <www.lendo.org/como-fazer-um-plano-de-aula>. Acesso em 23/6/2010.
Texto X, para responder às questões de 42 a 44.
[...] o mundo e a sociedade mudaram em torno da escola. Os alunos participam de vários círculos sociais, com culturas não raro conflitantes que se enfrentam dentro e fora da instituição escolar, reforçando seu caráter de arena, ou de arenas superpostas. A participação do discente depende de negociação, enquanto a autoridade de que o professor estava investido tradicionalmente já não é respeitada. Em outras palavras, novas sociedades requerem novas escolas e novos professores.
C. A. Gomes e M. M. Pereira. A formação do professor em face das violências das/nas escolas. Cadernos de Pesquisa. V. 39, n.º 136, jan.-abr./2009, p. 206. Internet: <www.scielo.br>. Acesso em 21/7/2010.
No texto X, a metáfora da “arena”, no espaço social e escolar vivido pelos estudantes, revela que
Texto IX, para responder às questões de 42 a 44.
Para que um plano de aula?
Para quem, como eu, está iniciando sua prática pedagógica, é muito importante ter bem claro tudo que se pretende fazer durante uma aula. Ter um plano detalhado que registre seus objetivos, a matéria que será trabalhada, o material utilizado, o que será feito e quanto tempo vai levar proporciona uma organização que pode ser a diferença entre uma aula bem sucedida ou não. Eu mesmo já achei tudo isso uma besteira, mas percebi, na prática, como a falta dessa organização pode levar ao fracasso total.
Internet: <www.lendo.org/como-fazer-um-plano-de-aula>. Acesso em 23/6/2010.
Texto X, para responder às questões de 42 a 44.
[...] o mundo e a sociedade mudaram em torno da escola. Os alunos participam de vários círculos sociais, com culturas não raro conflitantes que se enfrentam dentro e fora da instituição escolar, reforçando seu caráter de arena, ou de arenas superpostas. A participação do discente depende de negociação, enquanto a autoridade de que o professor estava investido tradicionalmente já não é respeitada. Em outras palavras, novas sociedades requerem novas escolas e novos professores.
C. A. Gomes e M. M. Pereira. A formação do professor em face das violências das/nas escolas. Cadernos de Pesquisa. V. 39, n.º 136, jan.-abr./2009, p. 206. Internet: <www.scielo.br>. Acesso em 21/7/2010.
Com relação ao texto X, assinale a alternativa correta.
Texto IX, para responder às questões de 42 a 44.
Para que um plano de aula?
Para quem, como eu, está iniciando sua prática pedagógica, é muito importante ter bem claro tudo que se pretende fazer durante uma aula. Ter um plano detalhado que registre seus objetivos, a matéria que será trabalhada, o material utilizado, o que será feito e quanto tempo vai levar proporciona uma organização que pode ser a diferença entre uma aula bem sucedida ou não. Eu mesmo já achei tudo isso uma besteira, mas percebi, na prática, como a falta dessa organização pode levar ao fracasso total.
Internet: <www.lendo.org/como-fazer-um-plano-de-aula>. Acesso em 23/6/2010.
Texto X, para responder às questões de 42 a 44.
[...] o mundo e a sociedade mudaram em torno da escola. Os alunos participam de vários círculos sociais, com culturas não raro conflitantes que se enfrentam dentro e fora da instituição escolar, reforçando seu caráter de arena, ou de arenas superpostas. A participação do discente depende de negociação, enquanto a autoridade de que o professor estava investido tradicionalmente já não é respeitada. Em outras palavras, novas sociedades requerem novas escolas e novos professores.
C. A. Gomes e M. M. Pereira. A formação do professor em face das violências das/nas escolas. Cadernos de Pesquisa. V. 39, n.º 136, jan.-abr./2009, p. 206. Internet: <www.scielo.br>. Acesso em 21/7/2010.
Relacionando as ideias dos textos IX e X, é correto afirmar que
Nos Estados Unidos, as pesquisas educacionais com base em investigação e análise de indicadores sociais e educacionais tiveram início ainda nas décadas de 20 e de 30 do século XX. No Brasil, a produção e a análise de indicadores sociais relacionam-se ao crescimento econômico do período do pós-guerra até 1980, que levou o país a ingressar no grupo das dez maiores economias do mundo; consequentemente, esse período foi marcado pelo começo de profundas transformações estruturais, em gestão, controle e em relação às demandas sociais. A respeito desse tema, assinale a alternativa correta.
Assinale a alternativa que caracteriza o processo de educação segundo Paulo Freire.
Assinale a alternativa que apresenta apenas característica(s) adequada(s) às práticas de formação continuada.
Assinale a alternativa que apresenta apenas características de um planejamento de ensino adequado.
A metodologia de projetos envolve união entre teoria e prática, adaptada à realidade social. Para que isso ocorra, é necessária uma capacitação profissional continuada, que deve se pautar
GÓMEZ e SACRISTÁN (1998) analisam a formação de professores, considerando os diferentes modos de compreender a prática educativa, quais sejam: perspectiva acadêmica, perspectiva técnica, perspectiva prática, perspectiva de reconstrução social. Na perspectiva de reconstrução social, o professor é considerado como um
Para Parsons, a igualdade entre os competidores no início da escolarização é o fator fundamental para garantir uma seleção justa ao longo do processo de educação.
O pedagogo deve assumir atitudes assemelhadas às de um animador cultural e adotar estratégias dinâmicas de ensino, pois, diante da sedução que as mídias exercem sobre crianças e jovens, o processo de escolarização deve ser mais lúdico e atraente.
A docência com a amplitude que a prática social requer reforça a necessidade de educação para o profissional desenvolver habilidades necessárias ao enfrentamento de questões fundamentais da escola e das organizações educativas não-escolares.