Questões de Concurso Comentadas sobre técnicas em laboratório
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Desinfecção é o processo físico ou químico que destrói microrganismos presentes em objetos contaminados, sem atingir os esporos bacterianos.
A primeira referência a respeito de um desinfectantes de que se tem conhecimento está relacionada ao dióxido de enxofre.
Ainda que escassa porção citoplasmática periférica possa ser visualizada na coloração pela hematoxilina e eosina, a membrana basal dos adipócitos se torna mais evidente quando se utilizam as técnicas do PAS ou da reticulina.
Os ácinos mucosos da glândula parótida contêm grânulos secretores de zimogênio com mucopolissacarídios neutros.
Pseudofolículos são encontrados na paratireoide normal e o seu conteúdo eosinofílico apresenta reação positiva com o ácido periódico de Schiff (PAS).
Técnicas histológicas que utilizam a orceína permitem a identificação do antígeno de superfície do vírus da hepatite B em células hepáticas.
O método de coloração de Giemsa permite evidenciar os folículos linfoides e a zona paracortical, que são os dois principais compartimentos histológicos do linfonodo.
O marcador imunoistoquímico actina de músculo liso é utilizado para evidenciar células musculares lisas, miofibroblastos ou células mioepiteliais e células parabasais na próstata.
O tempo de fixação para a imunoistoquímica não deve exceder 72 horas, para que não haja formação excessiva de aldeído fórmico, o qual vai alterar a reação do anticorpo com o antígeno.
As colorações imunoistoquímicas identificam a natureza química das substâncias e estruturas celulares por meio de reações coloridas.
A imunoistoquímica pode ser usada para determinar a histogênese de neoplasias pouco diferenciadas e o sítio primário de neoplasias metastáticas.
Na técnica de imunofluorescência indireta, como o anticorpo primário é conjugado contra o antígeno que se quer revelar no tecido, pode-se utilizar o mesmo anticorpo secundário e muitos anticorpos primários.
O Grocott e o PAS são métodos de coloração ideais para diagnosticar fungos e vírus em tecidos previamente fixados.
A orceína e o Vernhoeff são colorações utilizadas para evidenciar fibras de reticulina.
O PAS é um método de escolha para analisar a membrana basal.
O Sudan III, o azul de alciano-Ponceau e o Perls são corantes utilizados para corar ferro, mucoproteína e triglicérides, respectivamente.
Pelo fato de o PAS corar glicogênio e mucopolissacarídios neutros, para que se possam avaliar as duas substâncias em um mesmo fragmento é necessário que se analisem dois cortes histológicos, sendo um deles tratado pela diástase, a fim de eliminar os mucopolissacarídios.
Nas colorações pela hematoxilina-eosina, após o uso da eosina é fundamental que se observe o tempo de passagem no álcool, para desidratar e remover o excesso de corante do corte histológico.
As hematoxilinas férricas ou túngsticas têm afinidade especial pela mielina.
Na coloração de uma preparação histológica, a etapa que vai da desparafinização à coloração se faz frequentemente passando-se o fragmento inicialmente no xilol, depois em álcool absoluto, álcool a 95% e, finalmente, na água.