Questões de Concurso Comentadas sobre técnicas em laboratório
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I. Enxágue das ponteiras: para pipetas que levam ponteiras, o ideal é fazer um pré-enxágue antes de iniciar um novo procedimento, em um processo de aspiração. Isso evita qualquer contaminação do líquido anterior e aumenta a precisão para o próximo trabalho. II. Manuseio do êmbolo: quando se fizer a aspiração do líquido, a pipeta deve estar posicionada na horizontal, evitando o contato com as paredes do frasco. Ao dispensar a solução, é necessário encontrar o ângulo correto e arrastá-la delicadamente. Deve-se evitar pressionar o êmbolo de maneira muito forte ou muito fraca, porque dessa maneira pode-se gerar imprecisão no volume do líquido pipetado. III. Limpeza do bulbo: Caso o bulbo esteja sujo, toda e qualquer substância que esteve em contato anterior com a pipeta se contaminará ao novo procedimento. Por isso, é importante ressaltar que a limpeza do bulbo deve ser recorrente, já que, se esse dispositivo estiver sujo, mas em uso, poderá secar ou rachar.
Assinale
( ) A agulha mais utilizada é a de Jamshidi, e a biópsia, preferencialmente, é executada em crista ilíaca anterior, em que se obtém um cilindro com diâmetro em torno de 2 mm e comprimento, conforme a profundidade da biópsia, em torno de 40 a 50 mm. ( ) A adequação da medida da amostra e a redução do tempo de descalcificação melhoraram muito a qualidade histológica e possibilitaram ao médico patologista um aprofundamento da interpretação morfológica das doenças hematológicas e não hematológicas. ( ) A descalcificação deve ser realizada com cuidado, podendo-se, preferencialmente, utilizar o EDTA ou o ácido nítrico a 5% ou 8%, no máximo durante uma noite. Com bons resultados sendo obtidos com a descalcificação por ácido nítrico a 8% durante três horas. ( ) As colorações por hematoxilina/eosina, Giemsa, reticulina, PAS, Perls e tricrômio são fundamentais, e as três primeiras, indispensáveis. A reticulina deve ter especial atenção, pois o aumento dela está associado às metástases, infiltrações linfomatosas e doenças hematopoiéticas.
As afirmativas são, respectivamente,
As técnicas histopatológicas permitem analisar a natureza dessas alterações celulares, sua apresentação clínica e evolução da doença, possibilitando o diagnóstico de inflamações, infecções e cânceres. No entanto, alguns diagnósticos histopatológicos só são possíveis pelo uso de técnicas especiais, como a que ocorre no diagnóstico da amiloidose, doença que consiste no acúmulo extracelular da proteína amiloide em vários órgãos do corpo humano. Essa técnica que tem sido usada para revelar a presença da proteína amiloide em cortes histológicos é conhecida por
I. tipo de envoltório celular.
II. necessidade de controle de temperatura.
III. tolerância das células ao cisalhamento.
IV. demanda energética.
V. custo da operação unitária.
São fatores de ordem operacional: