Questões de Concurso
Sobre prótese em odontologia
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Em relação a esses conectores, assinale a afirmativa CORRETA:
( ) É objetivo da moldagem funcional minimizar o efeito de alavanca exercido sobre o dente principal de suporte, já que eliminá-lo é impossível.
( ) É necessário fazer um registro da fibromucosa em funcionamento, ou seja, sem compressão, por meio da moldagem funcional.
( ) A moldagem funcional, além de registrar a fibromucosa em funcionamento compressivo, também estabelecerá os limites corretos da área de suporte fibromucoso.
( ) As técnicas e materiais empregados na moldagem funcional não precisam ter confinamento no ato da moldagem.
Assinale a sequência CORRETA:
Durante o planejamento de uma prótese parcial removível, é essencial realizar uma boa escolha de retentores. Quanto às indicações desses retentores, assinale a afirmativa INCORRETA:
Assinale a afirmativa CORRETA em relação aos términos cervicais:
Em relação aos princípios mecânicos dos preparos dentais, assinale a afirmativa CORRETA:
Assinale a afirmativa CORRETA:
Em relação a este procedimento e às diferentes técnicas de moldagem em prótese fixa, assinale a afirmativa CORRETA:
Em relação às características das infraestruturas para as próteses parciais fixas metalocerâmicas, julgue V (verdadeiro) ou F (falso) nas afirmações a seguir:
( ) O coeficiente de expansão térmica da liga metálica e da cerâmica devem ser diferentes.
( ) A infraestrutura metálica deve apresentar uma espessura constante para possibilitar uma homogeneidade na espessura da cerâmica.
( ) A melhor forma de confecção das infraestruturas metalocerâmicas é a partir da escavação da versão definitiva da escultura da prótese.
( ) As infraestruturas metalocerâmicas construídas de forma progressiva incorrem em trabalho excessivo e, constantemente, na perfuração do enceramento.
Assinale a sequência CORRETA:
Para a impressão ou a reprodução negativa da boca, deve-se confeccionar um:
Considerando a necessidade de confecção dos planos de orientação para uma prótese parcial removível (PPR), coloque as alternativas em ordem consecutiva, a fim de que se obtenha os planos de orientação para a reabilitação por meio de uma PPR.
I- Realizar demarcações com 1 cm de distância entre cada uma em uma placa de cera 7.
II- Aposicionar, adaptar e fixar o rodete gengival em cera sobre a placa base acrílica em cada espaço protético a ser reabilitado da PPR.
III- Relacionar as linhas média facial e labiais (em sorriso e em repouso), assim como a curva de Spee, nos planos de orientação em cera previamente à aposição dos dentes artificiais.
IV- Alisar o rodete gengival e deixar o plano de orientação em cera nas medidas corretas, alinhando-o com o nível incisal dos dentes remanescentes.
V- Plastificar a placa de cera demarcada e realizar dobras consecutivas sobre cada demarcação realizada na placa de cera 7.
VI- Realizar a união das partes dobradas de cada rodete gengival, alisando-o e uniformizando-o com a espátula metálica aquecida.
VII- Plastificar o rodete gengival em cera sob a chama da lamparina, com uma altura de 20 mm da borda da base de prova até a superfície oclusal e uma largura de 10 a 15 mm do plano de base de prova.
De acordo com os passos descritos, explicite a alternativa que denota a sequência CORRETA para a obtenção de um plano de orientação em uma PPR.
A montagem dos dentes artificiais de uma prótese total superior deverá obedecer a critérios para que se estabeleça máxima intercuspidação dos dentes da maxila com os seus antagonistas, garantindo a estabilidade da prótese. De acordo com os princípios para a montagem dos dentes artificiais de uma prótese superior na região anterior, avalie as alternativas abaixo.
I- A montagem dos dentes artificiais começa a partir dos dentes incisivos superiores, com a remoção da cera referente ao tamanho do dente, não respeitando a linha média demarcada no rodete de cera gengival.
II- O incisivo central superior será colocado de modo a ficar ligeiramente inclinado para vestibular (vista lateral), com o bordo incisal em contato exatamente sobre a superfície do plano de orientação gengival inferior e com o longo eixo na posição vertical (vista frontal).
III- O incisivo lateral será colocado de modo a apresentar o colo ligeiramente mais palatinizado que o incisivo central, com bordo incisal ligeiramente mais elevado que o incisivo central e sem tocar o plano gengival inferior, e com o longo eixo ligeiramente inclinado para mesial.
IV- O canino será inserido de modo a ficar com o vértice da cúspide situado ao nível do plano de orientação gengival inferior (tocando-o ou ligeiramente abaixo), com o longo eixo dentário verticalizado. Quando visto pela face vestibular e quando visto pela face mesial, o seu longo eixo deverá estar ligeiramente inclinado para a região palatina, de tal forma que a porção cervical apareça mais volumosa. Isto caracteriza a bossa canina. Ao olhar-se a prótese pela frente, somente será visível toda a face vestibular.
É CORRETO o que se afirma em:
Para avaliar corretamente a oclusão do paciente através de modelos de estudo, é preciso que os modelos de estudo ou de trabalho estejam montados em articuladores semiajustáveis. Para o correto encaixe dos modelos no articulador semiajustável, é necessária a montagem do arco facial. Para tal, avalie as proposições abaixo.
I- Registro da distância intercondilar para ser transferida ao articulador.
II- Posicionar o garfo na boca do paciente com a demarcação de três pontos: um anterior mediano e dois laterais posteriores distintos e bilaterais. Os pontos podem ser demarcados em godiva plastificada ou em lâmina de cera revestindo as duas faces do garfo, na proporção em volume de 3:1, anteriores e posteriores, respectivamente. O garfo deverá ser alinhado com a linha média da face do paciente e deverá ser pressionado contra os dentes da mandíbula e da maxila, a fim de verificar as incisais dos dentes anteriores e as pontas de cúspide dos dentes posteriores.
III- Fixar o garfo de mordida ao arco facial, deslocar a presilha da haste horizontal do arco facial para trás, deslizando-a pelo cabo do garfo de mordida, até que fique perto dos lábios, sem tocá-los. Com a mão direita, apertar firmemente o parafuso da presilha da haste horizontal com a chave adequada e, em seguida, o da presilha na barra vertical do arco.
IV- Posicionar os suportes auriculares do arco facial nos meatos acústicos externos. Segurar os braços do arco facial e, ao mesmo tempo, conecta-se a presilha localizada na haste vertical do arco facial ao cabo do garfo. A presilha ficará por cima do cabo do garfo, de tal forma que os parafusos de ajuste, quando existirem, ficarão para baixo e o conjunto posicionado do lado direito do paciente.
V- Apertar os três parafusos superiores do arco facial e instalar o relator nasal em sua barra transversal. Ajustar o arco facial movimentando a presilha na haste vertical para cima ou para baixo até o relator nasal se apoiar no nasion (glabela) do paciente e apertar o parafuso que o fixa.
De acordo com os passos descritos, explicite-os em ordem sequenciada, para a CORRETA montagem do arco facial do articulador semiajustável.