Questões de Concurso
Sobre patologia oral e maxilofacial em odontologia
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A febre escarlate (escarlatina) é uma infecção sistêmica causada por vírus relacionado à primeira infância.
A sífilis primária provoca uma lesão papular seguida de úlcera na superfície dorsal da língua e nos lábios.
O escorbuto apresenta edema gengival, hemorragia espontânea, ulceração e mobilidade dentária.
Em pacientes com diabetes melito tipo I, a cicatrização após cirurgia bucal pode ser demorada, o que aumenta a probabilidade de infecção.
A falta de bilirrubina na corrente sanguínea produz
descoloração amarelada nas mucosas orais.
As reações alérgicas à administração sistêmica de drogas não apresentam manifestações orais.
No hipotireoidismo, o aumento da taxa metabólica do hormônio da tireoide provoca palpitações cardíacas e perda da lâmina dura nos tecidos bucais.
O ceratocisto odontogênico pode causar dor lombar localizada.
O abscesso periodontal não pode produzir linfadenopatia regional, febre e leucocitose.
Em pacientes infectados pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV), não são encontradas, com frequência, doenças malignas.
Bactérias oportunistas, não usualmente associadas a patologias da boca, possuem a capacidade de induzir sinais e sintomas na mucosa oral dos indivíduos imunoincompetentes ou imunocomprometidos.
O herpes vírus simples (HSV-1) dissemina-se, predominantemente, por meio de saliva infectada ou lesões periorais ativas.
O risco de um tabagista desenvolver câncer de boca é de 4 a 15 vezes maior do que os não tabagistas.
A disqueratose é sinônimo de lesão cancerizável.
A célula normal evolui para célula tumoral devido a alterações cromossomiais, que transformam os proto-oncogenes em oncogenes, ou à inativação dos genes supressores de tumor.
Uma sintomatologia grave da disfunção da articulação têmporo-mandibular (ATM) costuma ser precedida por experiência traumática de etiologia psicológica.
Em um processo cariogênico constante e grave ocorre uma gradual dissolução do esmalte subsuperficial, sendo que será mais pronunciada na sua superfície do que no interior do esmalte, seguindo a direção dos prismas do esmalte.
Lesões cariosas radiculares ativas podem ser controladas sem a necessidade de tratamento restaurador desde que haja a possibilidade de acesso à lesão para o controle mecânico da placa cariogênica.
O critério clínico mais fidedigno para avaliar a atividade de lesão cariosa de superfície radicular é a coloração, que varia do amarelo claro ao castanho escuro.
O controle da progressão de lesões cariosas no esmalte é sempre resultante da remoção da placa cariogênica.