Questões de Concurso
Sobre cirurgia maxilofacial. acidentes e complicações. em odontologia
Foram encontradas 2.777 questões
A alveolite é considerada uma complicação pós-operatória da exodontia. Sobre a alveolite, é correto afirmar, exceto:
A exodontia é a remoção do elemento dental por meio de procedimentos cirúrgicos, que consistem em um conjunto de manobras que o profissional utiliza para remoção do dente de modo seguro, rápido e o menos traumático para o paciente. Existem inúmeras situações nas quais a exodontia esta indicada, contudo, o profissional deve se manter a tento para complicações pós-cirúrgicas, como por exemplo, a alveolite. Sobre o assunto assinale a alternativa incorreta.
Sobre as hiperplasias dos maxilares, julgue a alternativa correta:
Assinale a alternativa que apresenta características relacionadas à cavidade bucal que os portadores da síndrome de Down podem apresentar:
Considere as afirmações a seguir sobre o tratamento odontológico em crianças com deficiência auditiva:
I. Quando utilizado um intérprete de sinais, este deve ficar em pé ao lado do profissional, para que o paciente possa ver os dois.
II. O tom da voz deve ser elevado, e gestos devem ser minimizados para que o paciente não fique desorientado.
III. A linguagem corporal e as expressões faciais são fundamentais na interação profissional-paciente.
É correto que se afirma em:
Para tratamento odontológico de pacientes com paralisia cerebral em nível ambulatorial, podemos lançar mão do uso de:
Uma das complicações que podem surgir após uma exodontia é o trismo mandibular. São meios de tratamento, que podem ser usados, para o trismo:
I – Antibioticoterapia.
II - Prescrição de compressas frias.
III - Bochecho com solução fria.
IV – Prescrição de analgésicos / relaxantes musculares.
Em um caso de exodontias múltiplas, aonde todos os dentes dos quadrantes esquerdos, maxilar e mandibular, forem ser extraídos, recomenda-se a seguinte sequência de exodontias:
1 –Dentes maxilares anteriores, exceto o canino.
2- Dentes maxilares posteriores, exceto o primeiro molar.
3 – Primeiro molar maxilar.
4- Canino maxilar.
5 – Dentes anteriores inferiores, exceto canino.
6 - Dentes posteriores inferiores, exceto o primeiro molar.
7 – Canino inferior.
8 – Primeiro molar inferior.
Uma das etapas mais importantes da cirurgia parendodôntica é a apicectomia, que consiste no corte e/ou aplainamento do ápice radicular, com o intuito de eliminar deltas apicais, segmentos inacessíveis do canal e lacunas de reabsorção cementária. Sobre a técnica correta da apicectomia, analise e julgue:
I – Deve-se diminuir a altura da ressecção apical, para que haja uma melhor identificação da presença de istmos, nos dentes molares e pré-molares, e, consequentemente, um vedamento mais adequado desta região.
II – A inclinação do corte deverá ser a menor possível, sendo ideal o corte horizontal. Porém, em função de alguns acessos cirúrgicos, o bisel pode tornar-se necessário e, nestas situações, a profundidade da obturação retrógrada deve se estender até o nível mais coronário do bisel.
III - A apicectomia pode ser executada com brocas cilíndricas ou tronco-cônicas, caso haja necessidade de bisel, tanto em alta-rotação como em baixa-rotação com peça de mão, sob irrigação abundante de soro fisiológico estéril.
Quanto aos procedimentos cirúrgicos, que podem ser preconizados no tratamento do ceratocisto odontogênico, julgue:
I – São tratados de maneira semelhante aos outros cistos odontogênicos, isto é, por enucleação ou curetagem.
II – Alguns tratamentos podem ser adotados, com o intuito de reduzir a frequência de recorrência do ceratocisto como, por exemplo, a cauterização com agentes químicos após a enucleação do ceratocisto, ou a osteotomia periférica com broca de osso.
III – Nos casos em que, o ceratocisto mostra-se localmente agressivo, não se pode trata-lo sem ressecção local e enxerto ósseo.
Sobre a intervenção cirúrgica em pacientes com traumatismos buco-maxilo- faciais, analise e julgue:
I - Sempre que necessário, deve-se lançar mão de recursos diagnósticos complementares ao exame clínico, tal como a tomografia computadorizada, que é, principalmente, usada em casos de fraturas complexas e fraturas do terço médio da face. Outros exames, também, podem ser úteis, como: a ressonância nuclear magnética, a ecografia, estudos de laboratório e ultrassonografia.
II – A abordagem cirúrgica aos traumatismos buco-maxilo-faciais, pelo cirurgião buco-maxilo-facial e sua equipe, deve ocorrer, concomitantemente, com a intervenção de outras equipes médicas, quando se tratarem de traumatismos que tragam risco de vida ao paciente, como, por exemplo, quando as lesões decorrentes dos traumas buco-maxilo- faciais estiverem associadas à obstrução das vias aéreas ou a sangramentos importantes.
III - A abordagem cirúrgica aos traumatismos bucomaxilo-faciais, pelo cirurgião buco-maxilo-facial e
sua equipe, pode ocorrer posteriormente à
intervenção das equipes médicas, caso o trauma
buco-maxilo-facial, em questão, não traga risco de
vida ao paciente. Porém, nesses casos, a reparação
final da lesão traumática ficará comprometida.