Questões de Concurso
Comentadas sobre cirurgia maxilofacial. acidentes e complicações. em odontologia
Foram encontradas 2.051 questões
A parestesia pós-operatória do nervo alveolar inferior e a alveolite são complicações comuns nas exodontias de terceiros molares que, em muitos casos, podem ser previstas durante o exame diagnóstico baseado na anamnese e em imagens radiográficas e tomografia computadorizada.
Durante a extração dentária com uso de fórceps, o instrumento deve ser posicionado de forma a gerar um centro de rotação o mais apical possível para minimizar a expansão das tábuas ósseas adjacentes.
Como o uso de anticoagulantes orais aumenta o risco de hemorragia durante as extrações dentárias, o médico do paciente sempre deverá ser consultado antes da cirurgia, que poderá ser feita com segurança se o valor do tempo de protrombina for igual ou menor que uma vez e meia o valor-controle.
Em caso de exodontia dos terceiros molares de paciente alérgico à penicilina, o dentista deve evitar as cefalosporinas, por risco de alergia cruzada, e utilizar azitromicina ou clindamicina.
A displasia cementária periapical ocorre com maior frequência em pacientes do sexo masculino e tende a facilitar a exodontia por promover reabsorção radicular.
A técnica de zetaplastia é indicada para frenectomia labial superior em casos de dificuldade de retenção de próteses totais superiores e diastema.
Nas cirurgias orais, os retalhos mucoperiosteais deverão ter a base mais estreita do que a margem gengival livre para que ocorra o suprimento sanguíneo do tecido descolado.
A técnica anestésica de bloqueio do nervo infraorbital com complementação de infiltração no nervo nasopalatino permite a realização de apicectomia no incisivo lateral superior sem dor para o paciente
Se os terceiros molares inferiores estiverem presentes e com impacção horizontal, deve-se evitar a cirurgia e acompanhar o caso por meio de radiografia.
As duas ocorrências mais prováveis para a situação b) são a agenesia dos terceiros molares e a impacção dos dentes 38 e 48.
Em exodontia que vise à instalação de próteses totais, o máximo de osso alveolar deve ser removido para prevenção de futuras reabsorções e consequente desadaptação da prótese.
A situação a) é patognomônica de fratura radicular, portanto indica-se a exodontia.
A endocardite bacteriana é uma infecção grave que resulta da proliferação bacteriana nas superfícies cardíacas danificadas em consequência da febre reumática, lesões valvulares adquiridas, defeitos do septo ventricular, entre outras condições patológicas. O fato de microrganismos comuns à cavidade bucal serem responsáveis por uma proporção significativa de agentes causais da endocardite bacteriana, é imperioso que o cirurgião-dentista investigue esta condição em seu paciente, considerando que
I. qualquer manipulação dentária que provoque sangramento gengival (até mesmo um exame intrabucal com espelho, sonda periodontal e explorador) pode acarretar bacteremia passageira em paciente cuja anamnese mostrou ser portador de valvulopatia.
II. em se tratando de pacientes com histórico prévio de endocardite bacteriana, é desnecessário, em qualquer tipo de tratamento dentário, procedimentos profiláticos uma vez que houve produção de anticorpos protetores.
III. em pacientes que se submeteram à derivação cirúrgica das artérias coronárias, (revascularização do miocárdio) o risco de desenvolver endocardite bacteriana pós-tratamento dentário é sempre muito elevado.
IV. muito embora a endocardite bacteriana possa ocorrer em pacientes sem lesões cardíacas previamente documentadas, a profilaxia antibiótica é desnecessária e só se justifica nos pacientes com anormalidades subjacentes conhecidas.
Está correto o que se afirma APENAS em