Questões de Concurso
Comentadas sobre cirurgia maxilofacial. acidentes e complicações. em odontologia
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O fórceps odontológico de número 151 para adulto é um instrumento de uso odontológico indicado para extração de pré-molares, incisivos e raízes de dentes superiores.
I. A técnica de alveoplastia intrasseptal ou técnica de Dean é mais bem utilizada em áreas nas quais o rebordo alveolar é de contorno relativamente regular e altura adequada, porém, apresenta uma depressão no fundo do vestíbulo. A principal vantagem desta técnica é o aumento da espessura do rebordo.
II. Quando os toros mandibulares são bilaterais e se deseja removê‐los simultaneamente, a manutenção de uma pequena faixa de tecido ceratinizado na linha média entre as extensões anteriores das duas incisões reduz a formação de hematoma na região anterior do assoalho de boca.
III. A técnica de vestibuloplastia localizada, utilizada para frenectomia labial, é especialmente vantajosa quando a base da inserção de freio é extremamente larga.
IV. Em todos os casos de redução da tuberosidade maxilar (remoção de tecido duro) onde houver perfuração do seio maxilar, o uso de antibiótico (amoxicilina) pós‐operatório e descongestionante sinusal é recomendado. Os medicamentos devem ser mantidos por um período de 7 a 14 dias.
Estão corretas apenas as afirmativas
I. O teste de Furness pode ser realizado para avaliar fraturas da tábua posterior do osso frontal com deslocamento.
II. Se o nariz e os zigomas não são afetados pelo traumatismo, um achado de hemorragia subconjuntival é um importante sinal para o diagnóstico de fratura do osso frontal.
III. Nas fraturas que envolvem o osso frontal com fraturas do componente nasoetmoidal, uma avaliação aberta ou intraoperatória da patência do ducto nasofrontal deve ser sempre realizada.
IV. As fraturas simples em galho verde ou sem deslocamento da tábua anterior do osso frontal necessitam de tratamento cirúrgico para avaliação da patência do ducto nasofrontal.
Estão corretas apenas as afirmativas segundo Michael Miloro e colaboradores
I. O momento ideal para remoção dos terceiros molares impactados é quando as raízes estão com menos de 1/3 formado, pois, assim, as raízes ficam mais distantes do nervo alveolar inferior.
II. Terceiros molares impactados assintomáticos completamente intraósseos em pacientes com mais de 30 anos não devem ser extraídos a menos que se desenvolva alguma condição patológica específica.
III. Pacientes com dor na região retromolar de um terceiro molar impactado sem nenhuma razão óbvia, ausência de sinal clínico ou radiográfico de alguma patologia, poderá apresentar, algumas vezes, com a remoção do dente impactado, a resolução da dor.
IV. A posição de retenção dos terceiros molares não muda substancialmente depois dos 30 anos de idade.
Estão corretas apenas as afirmativas segundo James R. Hupp e colaboradores
I. Infecções graves que envolvem os espaços infraorbitário, submassetérico e pterigomandibular requerem abordagem para incisão e drenagem extraoral.
II. Infecções graves que envolvem os espaços submentual e submandibular requerem abordagem para incisão e drenagem extraoral.
III. Infecções graves que envolvem os espaços infratemporal e temporal profundo requerem abordagem para incisão e drenagem que pode ser realizada intraoral ou extraoralmente.
IV. Infecções graves que envolvem o espaço faríngeo lateral requerem abordagem para incisão e drenagem que pode ser realizada somente extraoralmente.
Estão corretas apenas as afirmativas segundo James R. Hupp e colaboradores
I. O espaço bucal pode tornar‐se infectado a partir da extensão de infecções dos dentes superiores através do osso, superiormente à inserção do bucinador no processo alveolar da maxila. O envolvimento do espaço bucal, em geral, resulta em aumento de volume abaixo do arco zigomático e acima do bordo inferior da mandíbula.
II. Uma infecção do terceiro molar superior pode disseminar‐se para o seio cavernoso através do espaço infratemporal.
III. O limite anterior do espaço submandibular é dado pelo tendão do músculo digástrico e o limite lateral é determinado pelo músculo platisma.
IV. O espaço pterigomandibular é o sítio onde se disseminam primariamente infecções do terceiro molar inferior. O limite posterior do espaço pterigomandibular é fornecido pela glândula parótida e o limite inferior pelo músculo pterigoideo medial.
Estão corretas apenas as afirmativas
Na região bucomaxilofacial, raras infecções são causadas por um só micro‐organismo; as mais comuns são os quadros de doença produzidos por múltiplos agentes. É ideal coletar material para sua identificação e fazer um antibiograma. Quando isso não é factível, o cirurgião bucomaxilofacial deve presumir a provável etiologia, baseada na localização do processo, apresentação clínica, foco possível e prevalência de germes causais. Em relação à infecção na região maxilofacial, analise as afirmativas.
I. A microbiota das infecções tipo celulite, que não apresentam formação de abscesso, mostra predominantemente bactérias anaeróbias.
II. Os ferimentos por mordedura na face causados por humanos possuem os Streptococcus alfa‐hemolíticos, Pasteurella multocida e Staphylococcus aureus como microbiota prevalente.
III. A angina de Ludwig apresenta uma infecção mista, causada por Streptococcus, Staphilococcus e micro‐organismos entéricos gram‐negativos, como E. Coli e Pseudomonas, além de anaeróbios, incluindo bacteroides (Porphyromonas e Prevotella) e Peptostreptococcus.
IV. Streprococcus viridans, espiroquetas, além de Prevotella intermedia, Peptstreptococcus micros, Fusobacterium nucleatum, A. actinomycetemcomitans são as bactérias mais envolvidas nas pericoronarites.
Estão corretas apenas as afirmativas