Questões de Concurso
Comentadas sobre anomalias dentárias e de tecidos moles em odontologia
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I. Taurodontia, também conhecida como dens in dente, é uma anomalia que representa uma invaginação acentuada da fosseta lingual ou cíngulo. II. Concrescência é uma forma de fusão na qual dentes adjacentes, já completamente desenvolvidos, se encontram unidos pelo cemento. III. Dilaceração é uma curvatura ou angulação acentuada da raiz dentária, que tem sido relacionada a trauma durante o desenvolvimento dentário.
Estão corretas as afirmativas
São causas de maloclusão, EXCETO
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.
Leia o texto para responder a questão.
Um cirurgião dentista radiografou o dente 36 para iniciar um tratamento endodôntico. Ao observar a radiografia periapical, notou que havia um aumento da câmara pulpar, com aspecto retangular, no sentido apico-coronal, com deslocamento apical do assoalho pulpar e diminuição do comprimento radicular. A alteração dentária observada era proveniente da falha na invaginação da bainha epitelial de Hertwig durante a formação da raiz do dente. Esta alteração pode ocorrer isoladamente ou associada a distúrbios genéticos, tais como Síndrome de Down, Síndrome de Klinefelter, entre outros.
Baseado no texto, pode-se concluir que a alteração dentária citada é:
I. radiografia periapical da região de incisivos superiores em duas angulações diferentes. II. radiografia panorâmica. III. ressonância magnética. IV. tomografia computadorizada de feixe em leque em visão oclusal. V. tomografia computadorizada de feixe em leque em corte sagital.
Está correto o que consta APENAS de
Atenção: Para responder a questão abaixo, considere o enunciado abaixo.
Durante a anamnese, paciente com 57 anos de idade, sexo masculino, refere ausência de hipertensão arterial, diabetes mellitus ou outras doenças crônicas, bem como relata não fazer uso de medicação de uso contínuo. Quanto ao estilo de vida, o paciente relata não realizar atividades físicas com regularidade, fumar “um maço de cigarros por dia” e ingerir bebida alcoólica “com alguma frequência”. O motivo da consulta é a presença de um “crescimento abaixo da língua”, iniciado poucos meses antes, que não causa dor e não cicatriza. O exame clínico mostra uma massa endurecida, vegetante, com contorno irregular e borda periférica mal definida, medindo cerca de 3 cm, no assoalho da boca. São observados alguns focos de ulceração nessa lesão.
Atenção: Para responder a questão abaixo, considere o enunciado abaixo.
Durante a anamnese, paciente com 57 anos de idade, sexo masculino, refere ausência de hipertensão arterial, diabetes mellitus ou outras doenças crônicas, bem como relata não fazer uso de medicação de uso contínuo. Quanto ao estilo de vida, o paciente relata não realizar atividades físicas com regularidade, fumar “um maço de cigarros por dia” e ingerir bebida alcoólica “com alguma frequência”. O motivo da consulta é a presença de um “crescimento abaixo da língua”, iniciado poucos meses antes, que não causa dor e não cicatriza. O exame clínico mostra uma massa endurecida, vegetante, com contorno irregular e borda periférica mal definida, medindo cerca de 3 cm, no assoalho da boca. São observados alguns focos de ulceração nessa lesão.
Atenção: Para responder a questão abaixo, considere as informações a seguir:
Na entrevista diagnóstica de paciente com 51 anos de idade, sexo feminino, o cirurgião-dentista buscou obter a história da
queixa principal, que consiste em desconforto na boca, com sensação de queimação difusa e dor na língua, iniciadas há cerca de
4 meses. A paciente relatou que o ato de ingerir líquidos ou alimentos alivia a dor e, em momentos de “estresse no trabalho”, a dor
aumenta. A paciente referiu não ter problemas sistêmicos, à exceção da menopausa, iniciada há cerca de três anos. Não houve perda
de peso recente, diarreias ou problemas gastrointestinais. Não houve infecções recentemente e nem uso de medicação. Não se
submeteu a quimioterapia ou radioterapia e não há outros casos semelhantes na família. Ao exame clínico, não foram detectadas
alterações visíveis na língua.
Atenção: Para responder a questão abaixo, considere as informações a seguir:
Na entrevista diagnóstica de paciente com 51 anos de idade, sexo feminino, o cirurgião-dentista buscou obter a história da
queixa principal, que consiste em desconforto na boca, com sensação de queimação difusa e dor na língua, iniciadas há cerca de
4 meses. A paciente relatou que o ato de ingerir líquidos ou alimentos alivia a dor e, em momentos de “estresse no trabalho”, a dor
aumenta. A paciente referiu não ter problemas sistêmicos, à exceção da menopausa, iniciada há cerca de três anos. Não houve perda
de peso recente, diarreias ou problemas gastrointestinais. Não houve infecções recentemente e nem uso de medicação. Não se
submeteu a quimioterapia ou radioterapia e não há outros casos semelhantes na família. Ao exame clínico, não foram detectadas
alterações visíveis na língua.
Com referência à atuação do cirurgião-dentista na odontologia hospitalar e no atendimento a pacientes sob cuidados de terapia intensiva, julgue o item seguinte.
A mucosite oral é uma condição debilitante, podendo decorrer
tanto da radioterapia quanto da quimioterapia, e o laser de
baixa intensidade pode ser usado em seu tratamento.
Paciente comparece ao consultório odontológico para uma consulta de rotina. Durante o exame dentário realizado pelo cirurgião-dentista, o auxiliar percebe uma linha branca na mucosa jugal do paciente, que estende-se horizontalmente e posteriormente no nível em que os dentes superiores e inferiores se encontram.
Essa estrutura anatômica é conhecida como: