Questões de Concurso Sobre não definido

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Q4306227 Não definido
Uma pequena estrada rural une a propriedade de três fazendeiros a uma cidade. O fazendeiro A utiliza a estrada seis vezes por semana, o fazendeiro B, três vezes por semana e o fazendeiro C, nove vezes. Decidem, então, que o valor da manutenção anual, de R$ 9.000,00, será dividido de forma proporcional à quantidade de dias que cada um dos fazendeiros utiliza a estrada semanalmente. Quanto o fazendeiro C pagará pela manutenção?
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Q4306226 Não definido

Uma companhia aérea registrou o tempo de nove voos entre Goiânia e Campinas. Os tempos registrados (em minutos) são dados a seguir:


47     51     48     51     53     50     51     49     50


O valor do tempo médio de voo e a mediana do tempo de voo são respectivamente:

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Q4306225 Não definido
Para comemorar o halloween uma professora dispunha de 120 balas para dividir igualmente entre os alunos de sua classe. Como no dia da comemoração faltaram 4 alunos, ela dividiu as 120 balas igualmente entre os presentes, cabendo a cada aluno 1 bala a mais. O número de alunos presentes no dia da comemoração era:
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Q4306224 Não definido

Leia o texto e responda à questão


        Este artigo apresenta um dos aspectos mais festejados da internet: o empowerment (“empoderamento”, fortalecimento) do cidadão proporcionado pela grande rede.


        É a primeira vez na História em que todos, ou quase todos, podem exercer a sua liberdade de expressão, escrevendo o que quiserem na internet. De forma instantânea, o que cada um publica está virtualmente acessível aos cinco continentes. Tal fato, inimaginável décadas atrás, vem modificando as relações sociais e políticas: diversos governos caíram em virtude da mobilização virtual, notícias antes censuradas são agora publicadas na rede, etc. Há um novo cenário democrático mais aberto, mais participativo, mais livre.


        E o que pode haver de negativo nisso tudo? A facilidade de conexão com outras pessoas tem provocado um novo fenômeno social. Com a internet, não é mais necessário conviver (e conversar) com pessoas que pensam de forma diferente. Com enorme facilidade, posso encontrar indivíduos “iguais” a mim, por mais minoritária que seja a minha posição.


        O risco está em que “é muito fácil aderir ao seu clube” e, por comodidade, quase sem perceber, ir se encerrando nele. Não é infrequente que dentro dos guetos, físicos ou virtuais, ocorra um processo que desemboca no fanatismo e no extremismo.


        Em razão da ausência de diálogo entre posições diversas, o ativismo na internet nem sempre tem enriquecido o debate público. O empowerment digital é frequentemente utilizado apenas como um instrumento de pressão, o que é legítimo democraticamente, mas, não raras vezes, cruza a linha, para se configurar como intimidação, o que já não é tão legítimo assim...


        A internet, como espaço de liberdade, não garante por si só a criação de consensos nem o estabelecimento de uma base comum para o debate.

(...)


CAVALCANTI, N. Jornal o Estado de S. Paulo. Disponível em: <https://opiniao.estadao.com.br/noticias/geral,internet-e-a-importancia-da-imprensa-imp-,1165469> Acesso em 25 set de 2019 [Adaptado]

De acordo com a organização oracional de “A internet, como espaço de liberdade, não garante por si só a criação de consensos nem o estabelecimento de uma base comum para o debate.”, ao definir a internet, o autor usa uma estratégia de:
Alternativas
Q4306223 Não definido

Leia o texto e responda à questão


        Este artigo apresenta um dos aspectos mais festejados da internet: o empowerment (“empoderamento”, fortalecimento) do cidadão proporcionado pela grande rede.


        É a primeira vez na História em que todos, ou quase todos, podem exercer a sua liberdade de expressão, escrevendo o que quiserem na internet. De forma instantânea, o que cada um publica está virtualmente acessível aos cinco continentes. Tal fato, inimaginável décadas atrás, vem modificando as relações sociais e políticas: diversos governos caíram em virtude da mobilização virtual, notícias antes censuradas são agora publicadas na rede, etc. Há um novo cenário democrático mais aberto, mais participativo, mais livre.


        E o que pode haver de negativo nisso tudo? A facilidade de conexão com outras pessoas tem provocado um novo fenômeno social. Com a internet, não é mais necessário conviver (e conversar) com pessoas que pensam de forma diferente. Com enorme facilidade, posso encontrar indivíduos “iguais” a mim, por mais minoritária que seja a minha posição.


        O risco está em que “é muito fácil aderir ao seu clube” e, por comodidade, quase sem perceber, ir se encerrando nele. Não é infrequente que dentro dos guetos, físicos ou virtuais, ocorra um processo que desemboca no fanatismo e no extremismo.


        Em razão da ausência de diálogo entre posições diversas, o ativismo na internet nem sempre tem enriquecido o debate público. O empowerment digital é frequentemente utilizado apenas como um instrumento de pressão, o que é legítimo democraticamente, mas, não raras vezes, cruza a linha, para se configurar como intimidação, o que já não é tão legítimo assim...


        A internet, como espaço de liberdade, não garante por si só a criação de consensos nem o estabelecimento de uma base comum para o debate.

(...)


CAVALCANTI, N. Jornal o Estado de S. Paulo. Disponível em: <https://opiniao.estadao.com.br/noticias/geral,internet-e-a-importancia-da-imprensa-imp-,1165469> Acesso em 25 set de 2019 [Adaptado]

Na frase “E o que pode haver de negativo nisso tudo?”, ao considerar os elementos da progressão textual, o questionamento:
Alternativas
Q4306222 Não definido

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        Este artigo apresenta um dos aspectos mais festejados da internet: o empowerment (“empoderamento”, fortalecimento) do cidadão proporcionado pela grande rede.


        É a primeira vez na História em que todos, ou quase todos, podem exercer a sua liberdade de expressão, escrevendo o que quiserem na internet. De forma instantânea, o que cada um publica está virtualmente acessível aos cinco continentes. Tal fato, inimaginável décadas atrás, vem modificando as relações sociais e políticas: diversos governos caíram em virtude da mobilização virtual, notícias antes censuradas são agora publicadas na rede, etc. Há um novo cenário democrático mais aberto, mais participativo, mais livre.


        E o que pode haver de negativo nisso tudo? A facilidade de conexão com outras pessoas tem provocado um novo fenômeno social. Com a internet, não é mais necessário conviver (e conversar) com pessoas que pensam de forma diferente. Com enorme facilidade, posso encontrar indivíduos “iguais” a mim, por mais minoritária que seja a minha posição.


        O risco está em que “é muito fácil aderir ao seu clube” e, por comodidade, quase sem perceber, ir se encerrando nele. Não é infrequente que dentro dos guetos, físicos ou virtuais, ocorra um processo que desemboca no fanatismo e no extremismo.


        Em razão da ausência de diálogo entre posições diversas, o ativismo na internet nem sempre tem enriquecido o debate público. O empowerment digital é frequentemente utilizado apenas como um instrumento de pressão, o que é legítimo democraticamente, mas, não raras vezes, cruza a linha, para se configurar como intimidação, o que já não é tão legítimo assim...


        A internet, como espaço de liberdade, não garante por si só a criação de consensos nem o estabelecimento de uma base comum para o debate.

(...)


CAVALCANTI, N. Jornal o Estado de S. Paulo. Disponível em: <https://opiniao.estadao.com.br/noticias/geral,internet-e-a-importancia-da-imprensa-imp-,1165469> Acesso em 25 set de 2019 [Adaptado]

Considerando o aspecto coesivo do texto, a expressão “tal fato”.
Alternativas
Q4306221 Não definido

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        Este artigo apresenta um dos aspectos mais festejados da internet: o empowerment (“empoderamento”, fortalecimento) do cidadão proporcionado pela grande rede.


        É a primeira vez na História em que todos, ou quase todos, podem exercer a sua liberdade de expressão, escrevendo o que quiserem na internet. De forma instantânea, o que cada um publica está virtualmente acessível aos cinco continentes. Tal fato, inimaginável décadas atrás, vem modificando as relações sociais e políticas: diversos governos caíram em virtude da mobilização virtual, notícias antes censuradas são agora publicadas na rede, etc. Há um novo cenário democrático mais aberto, mais participativo, mais livre.


        E o que pode haver de negativo nisso tudo? A facilidade de conexão com outras pessoas tem provocado um novo fenômeno social. Com a internet, não é mais necessário conviver (e conversar) com pessoas que pensam de forma diferente. Com enorme facilidade, posso encontrar indivíduos “iguais” a mim, por mais minoritária que seja a minha posição.


        O risco está em que “é muito fácil aderir ao seu clube” e, por comodidade, quase sem perceber, ir se encerrando nele. Não é infrequente que dentro dos guetos, físicos ou virtuais, ocorra um processo que desemboca no fanatismo e no extremismo.


        Em razão da ausência de diálogo entre posições diversas, o ativismo na internet nem sempre tem enriquecido o debate público. O empowerment digital é frequentemente utilizado apenas como um instrumento de pressão, o que é legítimo democraticamente, mas, não raras vezes, cruza a linha, para se configurar como intimidação, o que já não é tão legítimo assim...


        A internet, como espaço de liberdade, não garante por si só a criação de consensos nem o estabelecimento de uma base comum para o debate.

(...)


CAVALCANTI, N. Jornal o Estado de S. Paulo. Disponível em: <https://opiniao.estadao.com.br/noticias/geral,internet-e-a-importancia-da-imprensa-imp-,1165469> Acesso em 25 set de 2019 [Adaptado]

Infere-se da tese defendida pelo autor do texto, que a internet: 
Alternativas
Q4306220 Não definido

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        Comunicação em Tempos de Crise 


        Em momentos de turbulência, com um cenário econômico e político em completa desordem, é nítida a movimentação das empresas para encontrar soluções que reduzam os impactos da crise. O caminho mais comum é concentrar os esforços em vendas, com foco em ações que trazem resultados no curto prazo. No entanto, talvez somente este movimento não seja suficiente para atravessar um período turbulento sem grandes prejuízos para o negócio. E este é um enorme desafio. Mas então, como passar por isso sem descuidar da imagem e da reputação da organização, que são as bases de sustentação do negócio no médio e longo prazos?


        Um dos casos mais comentados nas redes sociais e na mídia nas últimas semanas tornou pública a abordagem de alguns atendentes de uma operadora brasileira de tevê por assinatura. O Whatsapp de diversos clientes foi invadido com mensagens abusivas e colocaram em xeque o cuidado da empresa com dados sigilosos. Uma conduta equivocada e infeliz - para dizer o mínimo - de funcionários que falam em nome da marca. Outro assunto que viralizou na internet denunciou a conduta de uma atendente de uma famosa rede mundial de cafeterias, em Nova York, que gritou com uma consumidora por causa de um canudo. Vejam: o que poderiam ser atitudes “isoladas” de funcionários, se tornaram grandes problemas para a reputação das marcas. Isso porque atitudes de quem representa uma marca nunca estão descoladas dela. É tudo uma coisa só.


        Casos como esses, cada vez mais comuns, são provas de que problemas de posicionamento da marca (sim, da marca!!) deixam dúvidas sobre o discurso da companhia e abalam a sua credibilidade perante os stakeholders*. Desde o conteúdo da resposta (ou a falta de resposta) ao problema ocorrido, a postura comercial, a política de proteção de dados sigilosos e até as práticas de RH são questionadas por milhões de pessoas entre eles, os consumidores do produto ou serviço que as marcas em questão oferecem.


        São as pessoas, afinal, que têm a responsabilidade de zelar pela imagem e construir a reputação de uma marca. São elas também, que, por alguma razão, podem destruí-la. Neste caso, como fazer com que, em momentos de crise, o relacionamento com o público interno seja o principal recurso para evitar os riscos para a imagem? Como as organizações cuidam para que empregados, muitos dos quais em seu primeiro emprego, projetem adequadamente a imagem da organização? De que forma os gestores podem implementar ações para que o diálogo com clientes seja produtivo, em vez de somente impor barreiras “no sistema” de atendimento?


         As respostas para estas perguntas não são simples. Porém, afirmo que a estratégia mais adequada é aquela que promove o equilíbrio entre os esforços comerciais (muito importantes em momentos de crise) e as atitudes internas de respeito pela marca e pela reputação da empresa. A adesão a estes valores por parte do público interno é possível por meio de um programa de comunicação interna permanente e sistemático, associado diretamente à estratégia principal da organização, e que tenha nos gestores seu principal aliado. Um programa de comunicação interna eficaz, que privilegia o diálogo interno e a transparência, tem o poder de gerar coerência no posicionamento que a organização projeta externamente. Essa talvez seja uma das práticas mais inteligentes para implementar em momentos de crise: ouvir as equipes, colocá-las no centro da discussão sobre a importância das suas ações para a reputação da marca e manutenção dos negócios. Antes que uma atitude incorreta de um funcionário vire uma crise de imagem, aproveite o momento para avaliar se o seu discurso está refletido nos contatos dos seus colaboradores com todos os stakeholders.


CECATTO, Denise Revelk. Jornal Gazeta do Povo. Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos/comunicacao-em-tempos-de-crise-7owyx8yzcweftuowzhomw2256/ Copyright © 2019, Gazeta do Povo. Acesso em: 25 out de 2019

*stakeholders: investidores

De acordo com sua função social e discursiva, o texto objetiva:
Alternativas
Q4306219 Não definido

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        Comunicação em Tempos de Crise 


        Em momentos de turbulência, com um cenário econômico e político em completa desordem, é nítida a movimentação das empresas para encontrar soluções que reduzam os impactos da crise. O caminho mais comum é concentrar os esforços em vendas, com foco em ações que trazem resultados no curto prazo. No entanto, talvez somente este movimento não seja suficiente para atravessar um período turbulento sem grandes prejuízos para o negócio. E este é um enorme desafio. Mas então, como passar por isso sem descuidar da imagem e da reputação da organização, que são as bases de sustentação do negócio no médio e longo prazos?


        Um dos casos mais comentados nas redes sociais e na mídia nas últimas semanas tornou pública a abordagem de alguns atendentes de uma operadora brasileira de tevê por assinatura. O Whatsapp de diversos clientes foi invadido com mensagens abusivas e colocaram em xeque o cuidado da empresa com dados sigilosos. Uma conduta equivocada e infeliz - para dizer o mínimo - de funcionários que falam em nome da marca. Outro assunto que viralizou na internet denunciou a conduta de uma atendente de uma famosa rede mundial de cafeterias, em Nova York, que gritou com uma consumidora por causa de um canudo. Vejam: o que poderiam ser atitudes “isoladas” de funcionários, se tornaram grandes problemas para a reputação das marcas. Isso porque atitudes de quem representa uma marca nunca estão descoladas dela. É tudo uma coisa só.


        Casos como esses, cada vez mais comuns, são provas de que problemas de posicionamento da marca (sim, da marca!!) deixam dúvidas sobre o discurso da companhia e abalam a sua credibilidade perante os stakeholders*. Desde o conteúdo da resposta (ou a falta de resposta) ao problema ocorrido, a postura comercial, a política de proteção de dados sigilosos e até as práticas de RH são questionadas por milhões de pessoas entre eles, os consumidores do produto ou serviço que as marcas em questão oferecem.


        São as pessoas, afinal, que têm a responsabilidade de zelar pela imagem e construir a reputação de uma marca. São elas também, que, por alguma razão, podem destruí-la. Neste caso, como fazer com que, em momentos de crise, o relacionamento com o público interno seja o principal recurso para evitar os riscos para a imagem? Como as organizações cuidam para que empregados, muitos dos quais em seu primeiro emprego, projetem adequadamente a imagem da organização? De que forma os gestores podem implementar ações para que o diálogo com clientes seja produtivo, em vez de somente impor barreiras “no sistema” de atendimento?


         As respostas para estas perguntas não são simples. Porém, afirmo que a estratégia mais adequada é aquela que promove o equilíbrio entre os esforços comerciais (muito importantes em momentos de crise) e as atitudes internas de respeito pela marca e pela reputação da empresa. A adesão a estes valores por parte do público interno é possível por meio de um programa de comunicação interna permanente e sistemático, associado diretamente à estratégia principal da organização, e que tenha nos gestores seu principal aliado. Um programa de comunicação interna eficaz, que privilegia o diálogo interno e a transparência, tem o poder de gerar coerência no posicionamento que a organização projeta externamente. Essa talvez seja uma das práticas mais inteligentes para implementar em momentos de crise: ouvir as equipes, colocá-las no centro da discussão sobre a importância das suas ações para a reputação da marca e manutenção dos negócios. Antes que uma atitude incorreta de um funcionário vire uma crise de imagem, aproveite o momento para avaliar se o seu discurso está refletido nos contatos dos seus colaboradores com todos os stakeholders.


CECATTO, Denise Revelk. Jornal Gazeta do Povo. Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos/comunicacao-em-tempos-de-crise-7owyx8yzcweftuowzhomw2256/ Copyright © 2019, Gazeta do Povo. Acesso em: 25 out de 2019

*stakeholders: investidores

Na organização semântica do texto, em qual uso da pontuação há uma estratégia estilística para enfatizar um argumento?
Alternativas
Q4306218 Não definido

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        Comunicação em Tempos de Crise 


        Em momentos de turbulência, com um cenário econômico e político em completa desordem, é nítida a movimentação das empresas para encontrar soluções que reduzam os impactos da crise. O caminho mais comum é concentrar os esforços em vendas, com foco em ações que trazem resultados no curto prazo. No entanto, talvez somente este movimento não seja suficiente para atravessar um período turbulento sem grandes prejuízos para o negócio. E este é um enorme desafio. Mas então, como passar por isso sem descuidar da imagem e da reputação da organização, que são as bases de sustentação do negócio no médio e longo prazos?


        Um dos casos mais comentados nas redes sociais e na mídia nas últimas semanas tornou pública a abordagem de alguns atendentes de uma operadora brasileira de tevê por assinatura. O Whatsapp de diversos clientes foi invadido com mensagens abusivas e colocaram em xeque o cuidado da empresa com dados sigilosos. Uma conduta equivocada e infeliz - para dizer o mínimo - de funcionários que falam em nome da marca. Outro assunto que viralizou na internet denunciou a conduta de uma atendente de uma famosa rede mundial de cafeterias, em Nova York, que gritou com uma consumidora por causa de um canudo. Vejam: o que poderiam ser atitudes “isoladas” de funcionários, se tornaram grandes problemas para a reputação das marcas. Isso porque atitudes de quem representa uma marca nunca estão descoladas dela. É tudo uma coisa só.


        Casos como esses, cada vez mais comuns, são provas de que problemas de posicionamento da marca (sim, da marca!!) deixam dúvidas sobre o discurso da companhia e abalam a sua credibilidade perante os stakeholders*. Desde o conteúdo da resposta (ou a falta de resposta) ao problema ocorrido, a postura comercial, a política de proteção de dados sigilosos e até as práticas de RH são questionadas por milhões de pessoas entre eles, os consumidores do produto ou serviço que as marcas em questão oferecem.


        São as pessoas, afinal, que têm a responsabilidade de zelar pela imagem e construir a reputação de uma marca. São elas também, que, por alguma razão, podem destruí-la. Neste caso, como fazer com que, em momentos de crise, o relacionamento com o público interno seja o principal recurso para evitar os riscos para a imagem? Como as organizações cuidam para que empregados, muitos dos quais em seu primeiro emprego, projetem adequadamente a imagem da organização? De que forma os gestores podem implementar ações para que o diálogo com clientes seja produtivo, em vez de somente impor barreiras “no sistema” de atendimento?


         As respostas para estas perguntas não são simples. Porém, afirmo que a estratégia mais adequada é aquela que promove o equilíbrio entre os esforços comerciais (muito importantes em momentos de crise) e as atitudes internas de respeito pela marca e pela reputação da empresa. A adesão a estes valores por parte do público interno é possível por meio de um programa de comunicação interna permanente e sistemático, associado diretamente à estratégia principal da organização, e que tenha nos gestores seu principal aliado. Um programa de comunicação interna eficaz, que privilegia o diálogo interno e a transparência, tem o poder de gerar coerência no posicionamento que a organização projeta externamente. Essa talvez seja uma das práticas mais inteligentes para implementar em momentos de crise: ouvir as equipes, colocá-las no centro da discussão sobre a importância das suas ações para a reputação da marca e manutenção dos negócios. Antes que uma atitude incorreta de um funcionário vire uma crise de imagem, aproveite o momento para avaliar se o seu discurso está refletido nos contatos dos seus colaboradores com todos os stakeholders.


CECATTO, Denise Revelk. Jornal Gazeta do Povo. Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos/comunicacao-em-tempos-de-crise-7owyx8yzcweftuowzhomw2256/ Copyright © 2019, Gazeta do Povo. Acesso em: 25 out de 2019

*stakeholders: investidores

Na organização estrutural do texto, predominam sequências.
Alternativas
Q4306217 Não definido

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        Comunicação em Tempos de Crise 


        Em momentos de turbulência, com um cenário econômico e político em completa desordem, é nítida a movimentação das empresas para encontrar soluções que reduzam os impactos da crise. O caminho mais comum é concentrar os esforços em vendas, com foco em ações que trazem resultados no curto prazo. No entanto, talvez somente este movimento não seja suficiente para atravessar um período turbulento sem grandes prejuízos para o negócio. E este é um enorme desafio. Mas então, como passar por isso sem descuidar da imagem e da reputação da organização, que são as bases de sustentação do negócio no médio e longo prazos?


        Um dos casos mais comentados nas redes sociais e na mídia nas últimas semanas tornou pública a abordagem de alguns atendentes de uma operadora brasileira de tevê por assinatura. O Whatsapp de diversos clientes foi invadido com mensagens abusivas e colocaram em xeque o cuidado da empresa com dados sigilosos. Uma conduta equivocada e infeliz - para dizer o mínimo - de funcionários que falam em nome da marca. Outro assunto que viralizou na internet denunciou a conduta de uma atendente de uma famosa rede mundial de cafeterias, em Nova York, que gritou com uma consumidora por causa de um canudo. Vejam: o que poderiam ser atitudes “isoladas” de funcionários, se tornaram grandes problemas para a reputação das marcas. Isso porque atitudes de quem representa uma marca nunca estão descoladas dela. É tudo uma coisa só.


        Casos como esses, cada vez mais comuns, são provas de que problemas de posicionamento da marca (sim, da marca!!) deixam dúvidas sobre o discurso da companhia e abalam a sua credibilidade perante os stakeholders*. Desde o conteúdo da resposta (ou a falta de resposta) ao problema ocorrido, a postura comercial, a política de proteção de dados sigilosos e até as práticas de RH são questionadas por milhões de pessoas entre eles, os consumidores do produto ou serviço que as marcas em questão oferecem.


        São as pessoas, afinal, que têm a responsabilidade de zelar pela imagem e construir a reputação de uma marca. São elas também, que, por alguma razão, podem destruí-la. Neste caso, como fazer com que, em momentos de crise, o relacionamento com o público interno seja o principal recurso para evitar os riscos para a imagem? Como as organizações cuidam para que empregados, muitos dos quais em seu primeiro emprego, projetem adequadamente a imagem da organização? De que forma os gestores podem implementar ações para que o diálogo com clientes seja produtivo, em vez de somente impor barreiras “no sistema” de atendimento?


         As respostas para estas perguntas não são simples. Porém, afirmo que a estratégia mais adequada é aquela que promove o equilíbrio entre os esforços comerciais (muito importantes em momentos de crise) e as atitudes internas de respeito pela marca e pela reputação da empresa. A adesão a estes valores por parte do público interno é possível por meio de um programa de comunicação interna permanente e sistemático, associado diretamente à estratégia principal da organização, e que tenha nos gestores seu principal aliado. Um programa de comunicação interna eficaz, que privilegia o diálogo interno e a transparência, tem o poder de gerar coerência no posicionamento que a organização projeta externamente. Essa talvez seja uma das práticas mais inteligentes para implementar em momentos de crise: ouvir as equipes, colocá-las no centro da discussão sobre a importância das suas ações para a reputação da marca e manutenção dos negócios. Antes que uma atitude incorreta de um funcionário vire uma crise de imagem, aproveite o momento para avaliar se o seu discurso está refletido nos contatos dos seus colaboradores com todos os stakeholders.


CECATTO, Denise Revelk. Jornal Gazeta do Povo. Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos/comunicacao-em-tempos-de-crise-7owyx8yzcweftuowzhomw2256/ Copyright © 2019, Gazeta do Povo. Acesso em: 25 out de 2019

*stakeholders: investidores

Considerando a funcionalidade para a organização linguística do texto, qual trecho constitui uma opinião?
Alternativas
Q4306216 Não definido

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        Comunicação em Tempos de Crise 


        Em momentos de turbulência, com um cenário econômico e político em completa desordem, é nítida a movimentação das empresas para encontrar soluções que reduzam os impactos da crise. O caminho mais comum é concentrar os esforços em vendas, com foco em ações que trazem resultados no curto prazo. No entanto, talvez somente este movimento não seja suficiente para atravessar um período turbulento sem grandes prejuízos para o negócio. E este é um enorme desafio. Mas então, como passar por isso sem descuidar da imagem e da reputação da organização, que são as bases de sustentação do negócio no médio e longo prazos?


        Um dos casos mais comentados nas redes sociais e na mídia nas últimas semanas tornou pública a abordagem de alguns atendentes de uma operadora brasileira de tevê por assinatura. O Whatsapp de diversos clientes foi invadido com mensagens abusivas e colocaram em xeque o cuidado da empresa com dados sigilosos. Uma conduta equivocada e infeliz - para dizer o mínimo - de funcionários que falam em nome da marca. Outro assunto que viralizou na internet denunciou a conduta de uma atendente de uma famosa rede mundial de cafeterias, em Nova York, que gritou com uma consumidora por causa de um canudo. Vejam: o que poderiam ser atitudes “isoladas” de funcionários, se tornaram grandes problemas para a reputação das marcas. Isso porque atitudes de quem representa uma marca nunca estão descoladas dela. É tudo uma coisa só.


        Casos como esses, cada vez mais comuns, são provas de que problemas de posicionamento da marca (sim, da marca!!) deixam dúvidas sobre o discurso da companhia e abalam a sua credibilidade perante os stakeholders*. Desde o conteúdo da resposta (ou a falta de resposta) ao problema ocorrido, a postura comercial, a política de proteção de dados sigilosos e até as práticas de RH são questionadas por milhões de pessoas entre eles, os consumidores do produto ou serviço que as marcas em questão oferecem.


        São as pessoas, afinal, que têm a responsabilidade de zelar pela imagem e construir a reputação de uma marca. São elas também, que, por alguma razão, podem destruí-la. Neste caso, como fazer com que, em momentos de crise, o relacionamento com o público interno seja o principal recurso para evitar os riscos para a imagem? Como as organizações cuidam para que empregados, muitos dos quais em seu primeiro emprego, projetem adequadamente a imagem da organização? De que forma os gestores podem implementar ações para que o diálogo com clientes seja produtivo, em vez de somente impor barreiras “no sistema” de atendimento?


         As respostas para estas perguntas não são simples. Porém, afirmo que a estratégia mais adequada é aquela que promove o equilíbrio entre os esforços comerciais (muito importantes em momentos de crise) e as atitudes internas de respeito pela marca e pela reputação da empresa. A adesão a estes valores por parte do público interno é possível por meio de um programa de comunicação interna permanente e sistemático, associado diretamente à estratégia principal da organização, e que tenha nos gestores seu principal aliado. Um programa de comunicação interna eficaz, que privilegia o diálogo interno e a transparência, tem o poder de gerar coerência no posicionamento que a organização projeta externamente. Essa talvez seja uma das práticas mais inteligentes para implementar em momentos de crise: ouvir as equipes, colocá-las no centro da discussão sobre a importância das suas ações para a reputação da marca e manutenção dos negócios. Antes que uma atitude incorreta de um funcionário vire uma crise de imagem, aproveite o momento para avaliar se o seu discurso está refletido nos contatos dos seus colaboradores com todos os stakeholders.


CECATTO, Denise Revelk. Jornal Gazeta do Povo. Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos/comunicacao-em-tempos-de-crise-7owyx8yzcweftuowzhomw2256/ Copyright © 2019, Gazeta do Povo. Acesso em: 25 out de 2019

*stakeholders: investidores

Qual fato comprova o argumento de que a atitude dos funcionários reflete na imagem da empresa e pode contribuir com a crise?
Alternativas
Q4306215 Não definido

Leia o texto e responda à questão


        Comunicação em Tempos de Crise 


        Em momentos de turbulência, com um cenário econômico e político em completa desordem, é nítida a movimentação das empresas para encontrar soluções que reduzam os impactos da crise. O caminho mais comum é concentrar os esforços em vendas, com foco em ações que trazem resultados no curto prazo. No entanto, talvez somente este movimento não seja suficiente para atravessar um período turbulento sem grandes prejuízos para o negócio. E este é um enorme desafio. Mas então, como passar por isso sem descuidar da imagem e da reputação da organização, que são as bases de sustentação do negócio no médio e longo prazos?


        Um dos casos mais comentados nas redes sociais e na mídia nas últimas semanas tornou pública a abordagem de alguns atendentes de uma operadora brasileira de tevê por assinatura. O Whatsapp de diversos clientes foi invadido com mensagens abusivas e colocaram em xeque o cuidado da empresa com dados sigilosos. Uma conduta equivocada e infeliz - para dizer o mínimo - de funcionários que falam em nome da marca. Outro assunto que viralizou na internet denunciou a conduta de uma atendente de uma famosa rede mundial de cafeterias, em Nova York, que gritou com uma consumidora por causa de um canudo. Vejam: o que poderiam ser atitudes “isoladas” de funcionários, se tornaram grandes problemas para a reputação das marcas. Isso porque atitudes de quem representa uma marca nunca estão descoladas dela. É tudo uma coisa só.


        Casos como esses, cada vez mais comuns, são provas de que problemas de posicionamento da marca (sim, da marca!!) deixam dúvidas sobre o discurso da companhia e abalam a sua credibilidade perante os stakeholders*. Desde o conteúdo da resposta (ou a falta de resposta) ao problema ocorrido, a postura comercial, a política de proteção de dados sigilosos e até as práticas de RH são questionadas por milhões de pessoas entre eles, os consumidores do produto ou serviço que as marcas em questão oferecem.


        São as pessoas, afinal, que têm a responsabilidade de zelar pela imagem e construir a reputação de uma marca. São elas também, que, por alguma razão, podem destruí-la. Neste caso, como fazer com que, em momentos de crise, o relacionamento com o público interno seja o principal recurso para evitar os riscos para a imagem? Como as organizações cuidam para que empregados, muitos dos quais em seu primeiro emprego, projetem adequadamente a imagem da organização? De que forma os gestores podem implementar ações para que o diálogo com clientes seja produtivo, em vez de somente impor barreiras “no sistema” de atendimento?


         As respostas para estas perguntas não são simples. Porém, afirmo que a estratégia mais adequada é aquela que promove o equilíbrio entre os esforços comerciais (muito importantes em momentos de crise) e as atitudes internas de respeito pela marca e pela reputação da empresa. A adesão a estes valores por parte do público interno é possível por meio de um programa de comunicação interna permanente e sistemático, associado diretamente à estratégia principal da organização, e que tenha nos gestores seu principal aliado. Um programa de comunicação interna eficaz, que privilegia o diálogo interno e a transparência, tem o poder de gerar coerência no posicionamento que a organização projeta externamente. Essa talvez seja uma das práticas mais inteligentes para implementar em momentos de crise: ouvir as equipes, colocá-las no centro da discussão sobre a importância das suas ações para a reputação da marca e manutenção dos negócios. Antes que uma atitude incorreta de um funcionário vire uma crise de imagem, aproveite o momento para avaliar se o seu discurso está refletido nos contatos dos seus colaboradores com todos os stakeholders.


CECATTO, Denise Revelk. Jornal Gazeta do Povo. Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos/comunicacao-em-tempos-de-crise-7owyx8yzcweftuowzhomw2256/ Copyright © 2019, Gazeta do Povo. Acesso em: 25 out de 2019

*stakeholders: investidores

O trecho que melhor expressa a tese defendida pelo autor é:
Alternativas
Q4306214 Não definido
Sobre o AutoCAD, julgue as seguintes afirmativas:
I. Os comandos de visualização do AutoCAD facilitam na ampliação e diminuição dos desenhos na tela do monitor. Este tipo de operação aumenta e diminui o tamanho real do objeto.
II. O comando LINE cria linhas retas a partir de dois pontos especificados na área do desenho.
III. Camadas, ou LAYERS, no AutoCAD, são interposições de desenhos utilizados para dar uma maior organização e controle. A cada camada é atribuida um nome, cor, espessura de linha e propriedade mais específicas.
IV. Blocos são desenhos armazenados em uma pasta do seu computador ou no próprio desenho, na forma de arquivo do AutoCAD (*.dwg), para serem utilizados posteriormente em outros projetos, poupando tempo no redesenho de objetos repetitivos.
São corretas as afirmativas:  
Alternativas
Q4306213 Não definido
Sobre a planta de cobertura:
I. É a representação ortográfica da vista principal superior de uma edificação, acrescida de informações, e normalmente acompanhada do desenho da rede pluvial desta edificação.
II. A finalidade da planta de cobertura é a representação de todos elementos do telhado, ou a ele vinculados, do ponto de vista interno.
III. A rede pluvial é, na maioria das vezes, representada juntamente com a planta de cobertura pela íntima relação entre estes elementos: a própria cobertura faz parte da rede pluvial.
São corretas as afirmativas: 
Alternativas
Q4306212 Não definido
As linhas do telhado são linhas que resultam do encontro de águas do telhado ou que indicam seus términos. A linha cumeeira: 
Alternativas
Q4306211 Não definido
São fatores que influenciam no aumento da quantidade de cortes necessários em um projeto:
Alternativas
Q4306210 Não definido
Sobre a representação dos elementos construtivos, julgue as seguintes afirmativas:
I. As paredes são representadas de acordo com suas espessuras e com simbologia relacionada ao material que as constitui.
II. As portas e portões são desenhados representando-se sempre a(s) folha(s) da esquadria, com linhas auxiliares, se necessário, procurando especificar o movimento da(s) folha(s) e o espaço ocupado.
III. Janelas são representadas através de um convenção genérica, sem dar margem a uma maior interpretação quanto ao número de caixilhos ou funcionamento da esquadria.
São corretas as afirmativas: 
Alternativas
Q4306209 Não definido
Representação gráfica de uma vista ortográfica seccional do tipo corte, obtida quando imaginamos passar por uma construção um plano projetante secante horizontal, de altura a seccionar o máximo possível de aberturas (média de 1,20 a 1,50m em relação ao piso do pavimento em questão) e considerando o sentido de visualização do observador de cima para baixo, acrescido de informações técnicas. Trata-se: 
Alternativas
Respostas
17161: B
17162: D
17163: C
17164: B
17165: A
17166: D
17167: B
17168: C
17169: A
17170: B
17171: C
17172: D
17173: C
17174: D
17175: B
17176: C
17177: D
17178: B
17179: D
17180: C