Questões de Concurso Sobre não definido
Foram encontradas 25.096 questões
O miniexame do estado mental (MEEN) é o teste mais utilizado para avaliar a função cognitiva e deve ser utilizado como instrumento de rastreamento, não substituindo, contudo, uma avaliação mais detalhada.
A escala de KATZ, utilizada para avaliar o desempenho do indivíduo durante um período de seis minutos, permite que o paciente determine a velocidade dos passos e interrompa a caminhada no caso de sintomas limitantes.
O teste TUG (time up and go test) consiste em levantar-se de uma cadeira sem a ajuda dos braços e em andar, em um ritmo confortável e seguro, três metros, dar a volta, retornar e se sentar.
De acordo com a classificação da paralisia cerebral, há apenas dois tipos: hemiplegia espástica e hemiplegia atáxica.
O uso da eletroestimulação do FES pode ser indicado para os pacientes com paralisia cerebral com o intuito de promover o fortalecimento e a redução da assimetria cortical.
Com o método neuroevolutivo, geralmente utilizado para o tratamento fisioterapêutico em pacientes com paralisia cerebral, são realizados pontos-chave nas articulações, com o intuito de inibir o padrão anormal.
A escala de Hoehn e Yahr e o teste de Lásegue podem ser utilizados como instrumentos avaliativos para a doença de Parkinson.
Na doença de Parkinson, o tratamento fisioterapêutico tem como objetivo melhorar a mobilidade, a força muscular, o equilíbrio, a aptidão física e a qualidade de vida dos pacientes.
A doença de Parkinson é uma síndrome clínica degenerativa e progressiva do sistema nervoso central, devido à deficiência de dopamina na via negro-estriatal do cérebro.
Os principais sintomas da doença de Parkinson são: tremor em repouso; rigidez; deficits no equilíbrio e na marcha; bradicinesia; e redução na amplitude dos movimentos.
A IU é classificada em três tipos: IU de esforço (IUE); IU de urgência (IUU); e IU mista (IUM).
A eletroestimulação transcutânea do nervo tibial anterior é uma forma ineficaz no tratamento da IU por ser de alto custo.
A fisioterapia como tratamento para IU baseia-se no treino de normalização do tônus dos músculos pélvicos e na percepção corporal, utilizando recursos como cinesioterapia, cones vaginais, biofeedback e eletroestimulação.
Na fase III, o paciente irá para a fisioterapia em grupo ou individual e no domicílio.
A inserção do paciente na fase II ocorre no ambulatório, logo após a coleta de risco com prova de esforço e a programação do exercício terapêutico.
Na fase I da reabilitação cardíaca, são realizados, no ambiente hospitalar, a cinesioterapia respiratória e os exercícios dinâmicos de respiração, mantendo-se a monitorização clínica e eletrocardiográfica.
É uma doença caracterizada pela diminuição da densidade mineral óssea (DMO) e pela deterioração da microarquitetura do tecido ósseo, que induz à fragilidade e contribui, assim, para o aumento do risco de fraturas.
O exercício é considerado como uma abordagem ineficaz para a prevenção de lesões induzidas por quedas e de lesões causadoras de cuidados médicos e fraturas.
O exercício transmite forças através do esqueleto, gerando sinais mecânicos, como, por exemplo, a tensão óssea, que são detectados pelos osteócitos.
A formação óssea é realizada por osteoclastos e a reabsorção é realizada por osteoblastos.