Questões de Concurso Sobre não definido

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Q4364162 Não definido
Está CORRETA a análise dos elementos mórficos dos vocábulos destacados:
Alternativas
Q4364161 Não definido
Hidrópicos, no texto, eram assim chamados porque
Alternativas
Q4364160 Não definido
A vida ainda existente dos retirantes é percebida pelos(as)
Alternativas
Q4364159 Não definido
O par de sinônimos NÃO está correto em
Alternativas
Q4364158 Não definido
A trágica ironia da seca é
Alternativas
Q4364157 Não definido
Êxodo


    Num repentino desenfado, Dagoberto estirou o olhar, por cima das mangueiras meãs enfileiradas ladeira abaixo, para a estrada revolta.
     Parecia a poeira levantada, a sujeira do chão num pé de vento.
    Era o êxodo da seca de 1898. Uma ressurreição de cemitérios antigos – esqueletos redivivos, com aspecto terroso e o fedor das covas podres.
    Os fantasmas estropiados como que iam dançando, de tão trôpegos e trêmulos, num passo arrastado de quem leva as pernas em vez de ser levado por elas.
     Andavam devagar, olhando para trás, como quem quer voltar. Não tinham pressa em chegar, porque não sabiam aonde iam. Expulsos do seu paraíso por espadas de fogo, iam, ao acaso, em descaminhos, no arrastão dos maus fados.
      Fugiam do sol e o sol guiava-os nesse forçado nomadismo.
    Adelgaçados na magreira cômica, cresciam como se o vento os levantasse. E os braços afinados desciam-lhes aos joelhos, de mãos abanando.
      Vinham escoteiros, menos os hidrópicos – doentes de alimentação tóxica – com os fardos das barrigas alarmantes.
      Não tinham sexo, nem idade, nem condição nenhuma Eram os retirantes. Nada mais.
     Meninotas, com as pregas da súbita velhice, careteavam torcendo as carinhas decrépitas de ex-voto. Os vaqueiros másculos, como titãs alquebrados em petição de miséria. Pequenos fazendeiros, no arremesso igualitário, baralhavam-se nesse anônimo aniquilamento.
     Mais mortos do que vivos. Vivos, vivíssimos só no olhar. Pupilas do sol da seca. Uns olhos espasmódicos de pânico, como se estivessem assombrados de si próprios. Agônica concentração de vitalidade faiscante.
      Fariscavam o cheiro enjoativo do melado que lhes exacerbava os estômagos jejunos. E, em vez de comerem, eram comidos pela própria fome numa autofagia erosiva.


José Américo de Almeida, in Bagaceira.
Existe grande tragicidade na seguinte afirmação do texto sobre os retirantes:
Alternativas
Q4364156 Não definido
Êxodo


    Num repentino desenfado, Dagoberto estirou o olhar, por cima das mangueiras meãs enfileiradas ladeira abaixo, para a estrada revolta.
     Parecia a poeira levantada, a sujeira do chão num pé de vento.
    Era o êxodo da seca de 1898. Uma ressurreição de cemitérios antigos – esqueletos redivivos, com aspecto terroso e o fedor das covas podres.
    Os fantasmas estropiados como que iam dançando, de tão trôpegos e trêmulos, num passo arrastado de quem leva as pernas em vez de ser levado por elas.
     Andavam devagar, olhando para trás, como quem quer voltar. Não tinham pressa em chegar, porque não sabiam aonde iam. Expulsos do seu paraíso por espadas de fogo, iam, ao acaso, em descaminhos, no arrastão dos maus fados.
      Fugiam do sol e o sol guiava-os nesse forçado nomadismo.
    Adelgaçados na magreira cômica, cresciam como se o vento os levantasse. E os braços afinados desciam-lhes aos joelhos, de mãos abanando.
      Vinham escoteiros, menos os hidrópicos – doentes de alimentação tóxica – com os fardos das barrigas alarmantes.
      Não tinham sexo, nem idade, nem condição nenhuma Eram os retirantes. Nada mais.
     Meninotas, com as pregas da súbita velhice, careteavam torcendo as carinhas decrépitas de ex-voto. Os vaqueiros másculos, como titãs alquebrados em petição de miséria. Pequenos fazendeiros, no arremesso igualitário, baralhavam-se nesse anônimo aniquilamento.
     Mais mortos do que vivos. Vivos, vivíssimos só no olhar. Pupilas do sol da seca. Uns olhos espasmódicos de pânico, como se estivessem assombrados de si próprios. Agônica concentração de vitalidade faiscante.
      Fariscavam o cheiro enjoativo do melado que lhes exacerbava os estômagos jejunos. E, em vez de comerem, eram comidos pela própria fome numa autofagia erosiva.


José Américo de Almeida, in Bagaceira.
O andar dos retirantes era devagar porque
Alternativas
Q4364155 Não definido
Êxodo


    Num repentino desenfado, Dagoberto estirou o olhar, por cima das mangueiras meãs enfileiradas ladeira abaixo, para a estrada revolta.
     Parecia a poeira levantada, a sujeira do chão num pé de vento.
    Era o êxodo da seca de 1898. Uma ressurreição de cemitérios antigos – esqueletos redivivos, com aspecto terroso e o fedor das covas podres.
    Os fantasmas estropiados como que iam dançando, de tão trôpegos e trêmulos, num passo arrastado de quem leva as pernas em vez de ser levado por elas.
     Andavam devagar, olhando para trás, como quem quer voltar. Não tinham pressa em chegar, porque não sabiam aonde iam. Expulsos do seu paraíso por espadas de fogo, iam, ao acaso, em descaminhos, no arrastão dos maus fados.
      Fugiam do sol e o sol guiava-os nesse forçado nomadismo.
    Adelgaçados na magreira cômica, cresciam como se o vento os levantasse. E os braços afinados desciam-lhes aos joelhos, de mãos abanando.
      Vinham escoteiros, menos os hidrópicos – doentes de alimentação tóxica – com os fardos das barrigas alarmantes.
      Não tinham sexo, nem idade, nem condição nenhuma Eram os retirantes. Nada mais.
     Meninotas, com as pregas da súbita velhice, careteavam torcendo as carinhas decrépitas de ex-voto. Os vaqueiros másculos, como titãs alquebrados em petição de miséria. Pequenos fazendeiros, no arremesso igualitário, baralhavam-se nesse anônimo aniquilamento.
     Mais mortos do que vivos. Vivos, vivíssimos só no olhar. Pupilas do sol da seca. Uns olhos espasmódicos de pânico, como se estivessem assombrados de si próprios. Agônica concentração de vitalidade faiscante.
      Fariscavam o cheiro enjoativo do melado que lhes exacerbava os estômagos jejunos. E, em vez de comerem, eram comidos pela própria fome numa autofagia erosiva.


José Américo de Almeida, in Bagaceira.
Caracteriza o resumo da descrição dos retirantes a seguinte afirmação:
Alternativas
Q4364154 Não definido
Êxodo


    Num repentino desenfado, Dagoberto estirou o olhar, por cima das mangueiras meãs enfileiradas ladeira abaixo, para a estrada revolta.
     Parecia a poeira levantada, a sujeira do chão num pé de vento.
    Era o êxodo da seca de 1898. Uma ressurreição de cemitérios antigos – esqueletos redivivos, com aspecto terroso e o fedor das covas podres.
    Os fantasmas estropiados como que iam dançando, de tão trôpegos e trêmulos, num passo arrastado de quem leva as pernas em vez de ser levado por elas.
     Andavam devagar, olhando para trás, como quem quer voltar. Não tinham pressa em chegar, porque não sabiam aonde iam. Expulsos do seu paraíso por espadas de fogo, iam, ao acaso, em descaminhos, no arrastão dos maus fados.
      Fugiam do sol e o sol guiava-os nesse forçado nomadismo.
    Adelgaçados na magreira cômica, cresciam como se o vento os levantasse. E os braços afinados desciam-lhes aos joelhos, de mãos abanando.
      Vinham escoteiros, menos os hidrópicos – doentes de alimentação tóxica – com os fardos das barrigas alarmantes.
      Não tinham sexo, nem idade, nem condição nenhuma Eram os retirantes. Nada mais.
     Meninotas, com as pregas da súbita velhice, careteavam torcendo as carinhas decrépitas de ex-voto. Os vaqueiros másculos, como titãs alquebrados em petição de miséria. Pequenos fazendeiros, no arremesso igualitário, baralhavam-se nesse anônimo aniquilamento.
     Mais mortos do que vivos. Vivos, vivíssimos só no olhar. Pupilas do sol da seca. Uns olhos espasmódicos de pânico, como se estivessem assombrados de si próprios. Agônica concentração de vitalidade faiscante.
      Fariscavam o cheiro enjoativo do melado que lhes exacerbava os estômagos jejunos. E, em vez de comerem, eram comidos pela própria fome numa autofagia erosiva.


José Américo de Almeida, in Bagaceira.
É considerado pela crítica literária o melhor poema épico do Arcadismo brasileiro:
Alternativas
Q4364153 Não definido
Êxodo


    Num repentino desenfado, Dagoberto estirou o olhar, por cima das mangueiras meãs enfileiradas ladeira abaixo, para a estrada revolta.
     Parecia a poeira levantada, a sujeira do chão num pé de vento.
    Era o êxodo da seca de 1898. Uma ressurreição de cemitérios antigos – esqueletos redivivos, com aspecto terroso e o fedor das covas podres.
    Os fantasmas estropiados como que iam dançando, de tão trôpegos e trêmulos, num passo arrastado de quem leva as pernas em vez de ser levado por elas.
     Andavam devagar, olhando para trás, como quem quer voltar. Não tinham pressa em chegar, porque não sabiam aonde iam. Expulsos do seu paraíso por espadas de fogo, iam, ao acaso, em descaminhos, no arrastão dos maus fados.
      Fugiam do sol e o sol guiava-os nesse forçado nomadismo.
    Adelgaçados na magreira cômica, cresciam como se o vento os levantasse. E os braços afinados desciam-lhes aos joelhos, de mãos abanando.
      Vinham escoteiros, menos os hidrópicos – doentes de alimentação tóxica – com os fardos das barrigas alarmantes.
      Não tinham sexo, nem idade, nem condição nenhuma Eram os retirantes. Nada mais.
     Meninotas, com as pregas da súbita velhice, careteavam torcendo as carinhas decrépitas de ex-voto. Os vaqueiros másculos, como titãs alquebrados em petição de miséria. Pequenos fazendeiros, no arremesso igualitário, baralhavam-se nesse anônimo aniquilamento.
     Mais mortos do que vivos. Vivos, vivíssimos só no olhar. Pupilas do sol da seca. Uns olhos espasmódicos de pânico, como se estivessem assombrados de si próprios. Agônica concentração de vitalidade faiscante.
      Fariscavam o cheiro enjoativo do melado que lhes exacerbava os estômagos jejunos. E, em vez de comerem, eram comidos pela própria fome numa autofagia erosiva.


José Américo de Almeida, in Bagaceira.
O autor do texto filia-se literariamente ao
Alternativas
Q4364152 Não definido
Êxodo


    Num repentino desenfado, Dagoberto estirou o olhar, por cima das mangueiras meãs enfileiradas ladeira abaixo, para a estrada revolta.
     Parecia a poeira levantada, a sujeira do chão num pé de vento.
    Era o êxodo da seca de 1898. Uma ressurreição de cemitérios antigos – esqueletos redivivos, com aspecto terroso e o fedor das covas podres.
    Os fantasmas estropiados como que iam dançando, de tão trôpegos e trêmulos, num passo arrastado de quem leva as pernas em vez de ser levado por elas.
     Andavam devagar, olhando para trás, como quem quer voltar. Não tinham pressa em chegar, porque não sabiam aonde iam. Expulsos do seu paraíso por espadas de fogo, iam, ao acaso, em descaminhos, no arrastão dos maus fados.
      Fugiam do sol e o sol guiava-os nesse forçado nomadismo.
    Adelgaçados na magreira cômica, cresciam como se o vento os levantasse. E os braços afinados desciam-lhes aos joelhos, de mãos abanando.
      Vinham escoteiros, menos os hidrópicos – doentes de alimentação tóxica – com os fardos das barrigas alarmantes.
      Não tinham sexo, nem idade, nem condição nenhuma Eram os retirantes. Nada mais.
     Meninotas, com as pregas da súbita velhice, careteavam torcendo as carinhas decrépitas de ex-voto. Os vaqueiros másculos, como titãs alquebrados em petição de miséria. Pequenos fazendeiros, no arremesso igualitário, baralhavam-se nesse anônimo aniquilamento.
     Mais mortos do que vivos. Vivos, vivíssimos só no olhar. Pupilas do sol da seca. Uns olhos espasmódicos de pânico, como se estivessem assombrados de si próprios. Agônica concentração de vitalidade faiscante.
      Fariscavam o cheiro enjoativo do melado que lhes exacerbava os estômagos jejunos. E, em vez de comerem, eram comidos pela própria fome numa autofagia erosiva.


José Américo de Almeida, in Bagaceira.
A Bagaceira, livro donde foi extraído o texto, tematiza a seca e o êxodo no Nordeste brasileiro. Há também outro livro de autor da Região que aborda o mesmo tema. Assinale-o.
Alternativas
Q4364116 Não definido
No Egito Antigo por volta de 3.100 a.C. a população era dividida em vários clãs que se organizavam em comunidades independentes localizadas às margens do Rio Nilo. Esses clãs eram chamados de
Alternativas
Q4364115 Não definido
Sobre o governo de Juscelino Kubitscheck, marque a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q4364114 Não definido
A respeito do regime oligárquico na Primeira República brasileira, analise as afirmativas a seguir.

I. No Brasil, as oligarquias eram formadas por famílias de grandes proprietários de terras. Em cada Estado do País os chefes políticos lideravam extensa parentela, garantindo assim o controle da política local.

II. Entre os partidos republicanos estaduais, os mais poderosos eram o Partido Republicano Paulista (PRP) e o Partido Republicano Mineiro (PRM).

III. Após a Proclamação da República, militares e oligarcas uniram-se para colocar fim na estrutura política imperial, buscando construir uma parceria para a consolidação de um governo forte e centralizado.


Marque a opção que indica a(s) afirmativa(s) CORRETA(S).
Alternativas
Q4364113 Não definido
Após a derrota da França napoleônica, lideranças de países como Inglaterra, Áustria e Espanha reuniram-se no Congresso de Viena (1814-1815). Dentre as principais decisões desse encontro, podemos destacar:
Alternativas
Q4364112 Não definido
O sistema feudal predominante na Europa durante a Idade Média caracteriza-se por elementos como
Alternativas
Q4364111 Não definido
Assinale a opção que apresenta exemplos de teóricos das Reformas Protestantes.
Alternativas
Q4364110 Não definido
Analise a assertiva a seguir.
O movimento de caráter republicano e separatista eclodiu em 1824 em Pernambuco e, em pouco tempo, expandiu-se para outras províncias do Nordeste brasileiro.
Considerando estas informações, elas se referem à
Alternativas
Q4364109 Não definido
São exemplos de acontecimentos que marcaram o processo de independência do Brasil:
Alternativas
Q4364108 Não definido
Analise a afirmativa a seguir.
A curta duração refere-se ao tempo breve, ao indivíduo, ao evento. Estava ocupada com os acontecimentos que marcaram, cronologicamente, o percurso de uma sociedade. A média duração diz respeito a uma conjuntura, expressa em uma ou algumas décadas. Já a História na longa duração só é compreensível quando visualizada em séculos, pois é estrutural.

As informações da afirmativa referem-se à chamada teoria das três durações proposta pelo historiador
Alternativas
Respostas
12861: E
12862: B
12863: C
12864: A
12865: B
12866: D
12867: E
12868: C
12869: B
12870: E
12871: D
12872: C
12873: E
12874: A
12875: B
12876: A
12877: D
12878: A
12879: B
12880: C