Questões de Concurso Sobre não definido

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Q4294771 Não definido

TEXTO I



Ação no Largo da Carioca oferece serviços e marca o Dia

Nacional de Luta da População em Situação de Rua


Pessoas puderam emitir documentos, cuidar da saúde e

buscar um lugar no mercado de trabalho


Rio - O Dia Nacional de Luta da População em Situação de Rua, nesta sexta-feira (19), é marcado pela memória do Massacre da Sé, em São Paulo, que completou 18 anos em meio a mortes invisíveis da população de rua. Fruto de movimentos sociais, a data propõe reflexão sobre a responsabilidade social por essa população, inclusive quanto à atenção à saúde. No Rio, com apoio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS-Rio), o Consultório na Rua (CNAR) se espalhou por lugares estratégicos do município do Rio, e conta atualmente com nove equipes que atuam em 55 bairros de todas as áreas da cidade. E hoje a ação se concentrou no Largo da Carioca, no Centro do Rio, com serviços diversos como distribuição de alimentos e oferta de empregos.


Para Fabiana Antunes, enfermeira que hoje atua como gerente técnica do CNAR no município, os espaços urbanos são uma extensão do consultório.


"O trabalho itinerante de acompanhamento feito pelas equipes é fundamental para ofertar o cuidado integral à população em situação de rua, identificando suas necessidades e buscando construir uma atenção compartilhada e em rede, combatendo estigmas que reduzem essas pessoas à margem da sociedade. O objetivo do CNAR é promover amplo acolhimento e a redução de danos desse grupo populacional, que se encontra em condições de vulnerabilidade e com os vínculos familiares interrompidos ou fragilizados. A equidade é um dever cívico e a promoção, proteção e recuperação da saúde são as bases fundamentais do CNAR", explica Fabiana.


Uma equipe composta por médico, enfermeiro, técnico de enfermagem, agente social, psicólogo e assistente social atenderam a população no Largo da Carioca. Aliado à saúde, o lado cidadão também esteve presente na ação. Cristiane Xavier, defensora pública do núcleo dos direitos humanos da defensoria, contou que as pessoas em situação de rua podem ter acesso à emissão de documentos básicos para identificação, acesso a serviços públicos e a benefícios, como o Auxílio Brasil.


"É importante que olhemos para essa população tão vulnerável. São pessoas que, apesar de sua situação, têm os mesmos benefícios que qualquer outro cidadão. São brasileiros que tiveram o vínculo familiar rompido ou estão desempregados e não têm condições de arcar com um aluguel, e resultou no atual custo de vida. O que fazemos aqui, de certa forma, é tentar, através das nossas ações, reinseri-los na sociedade civil", disse Cristiane.


Também estavam presentes Cláudia Poggio e Juliana Telles, participante e idealizadora, respectivamente, da ONG A Nova Chance, que também colaboram na emissão de documentos, como segunda via de certidão, identidade e no auxílio em questões que podem ser facilitadas com a posse de documentos.


"Para as pessoas que, eventualmente, não são do Rio e desejam voltar para suas cidades, nós buscamos ajudar. Como também auxilio na procura de um emprego. Em síntese, fazemos tudo aquilo que está ao nosso alcance através da documentação", explicou Cláudia.


[...]


Fonte: https://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2022/08/6468211-acao-no-largo-da-carioca-oferece-servicos-e-marca-o-dia-nacional-de-luta-da-populacao-em-situacao-de-rua.html. Adaptado. Acesso em 20 de agosto de 2022.

“O que fazemos aqui, de certa forma, é tentar, através das nossas ações, reinseri-los na sociedade civil", disse Cristiane” (5º parágrafo). Em conformidade com o texto, uma possível substituição do termo destacado seria: 
Alternativas
Q4294770 Não definido

TEXTO I



Ação no Largo da Carioca oferece serviços e marca o Dia

Nacional de Luta da População em Situação de Rua


Pessoas puderam emitir documentos, cuidar da saúde e

buscar um lugar no mercado de trabalho


Rio - O Dia Nacional de Luta da População em Situação de Rua, nesta sexta-feira (19), é marcado pela memória do Massacre da Sé, em São Paulo, que completou 18 anos em meio a mortes invisíveis da população de rua. Fruto de movimentos sociais, a data propõe reflexão sobre a responsabilidade social por essa população, inclusive quanto à atenção à saúde. No Rio, com apoio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS-Rio), o Consultório na Rua (CNAR) se espalhou por lugares estratégicos do município do Rio, e conta atualmente com nove equipes que atuam em 55 bairros de todas as áreas da cidade. E hoje a ação se concentrou no Largo da Carioca, no Centro do Rio, com serviços diversos como distribuição de alimentos e oferta de empregos.


Para Fabiana Antunes, enfermeira que hoje atua como gerente técnica do CNAR no município, os espaços urbanos são uma extensão do consultório.


"O trabalho itinerante de acompanhamento feito pelas equipes é fundamental para ofertar o cuidado integral à população em situação de rua, identificando suas necessidades e buscando construir uma atenção compartilhada e em rede, combatendo estigmas que reduzem essas pessoas à margem da sociedade. O objetivo do CNAR é promover amplo acolhimento e a redução de danos desse grupo populacional, que se encontra em condições de vulnerabilidade e com os vínculos familiares interrompidos ou fragilizados. A equidade é um dever cívico e a promoção, proteção e recuperação da saúde são as bases fundamentais do CNAR", explica Fabiana.


Uma equipe composta por médico, enfermeiro, técnico de enfermagem, agente social, psicólogo e assistente social atenderam a população no Largo da Carioca. Aliado à saúde, o lado cidadão também esteve presente na ação. Cristiane Xavier, defensora pública do núcleo dos direitos humanos da defensoria, contou que as pessoas em situação de rua podem ter acesso à emissão de documentos básicos para identificação, acesso a serviços públicos e a benefícios, como o Auxílio Brasil.


"É importante que olhemos para essa população tão vulnerável. São pessoas que, apesar de sua situação, têm os mesmos benefícios que qualquer outro cidadão. São brasileiros que tiveram o vínculo familiar rompido ou estão desempregados e não têm condições de arcar com um aluguel, e resultou no atual custo de vida. O que fazemos aqui, de certa forma, é tentar, através das nossas ações, reinseri-los na sociedade civil", disse Cristiane.


Também estavam presentes Cláudia Poggio e Juliana Telles, participante e idealizadora, respectivamente, da ONG A Nova Chance, que também colaboram na emissão de documentos, como segunda via de certidão, identidade e no auxílio em questões que podem ser facilitadas com a posse de documentos.


"Para as pessoas que, eventualmente, não são do Rio e desejam voltar para suas cidades, nós buscamos ajudar. Como também auxilio na procura de um emprego. Em síntese, fazemos tudo aquilo que está ao nosso alcance através da documentação", explicou Cláudia.


[...]


Fonte: https://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2022/08/6468211-acao-no-largo-da-carioca-oferece-servicos-e-marca-o-dia-nacional-de-luta-da-populacao-em-situacao-de-rua.html. Adaptado. Acesso em 20 de agosto de 2022.

“O objetivo do CNAR é promover amplo acolhimento e a redução de danos desse grupo populacional, que se encontra em condições de vulnerabilidade e com os vínculos familiares interrompidos ou fragilizados” (3º parágrafo). Nesse trecho, o pronome destacado faz referência a: 
Alternativas
Q4294769 Não definido

TEXTO I



Ação no Largo da Carioca oferece serviços e marca o Dia

Nacional de Luta da População em Situação de Rua


Pessoas puderam emitir documentos, cuidar da saúde e

buscar um lugar no mercado de trabalho


Rio - O Dia Nacional de Luta da População em Situação de Rua, nesta sexta-feira (19), é marcado pela memória do Massacre da Sé, em São Paulo, que completou 18 anos em meio a mortes invisíveis da população de rua. Fruto de movimentos sociais, a data propõe reflexão sobre a responsabilidade social por essa população, inclusive quanto à atenção à saúde. No Rio, com apoio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS-Rio), o Consultório na Rua (CNAR) se espalhou por lugares estratégicos do município do Rio, e conta atualmente com nove equipes que atuam em 55 bairros de todas as áreas da cidade. E hoje a ação se concentrou no Largo da Carioca, no Centro do Rio, com serviços diversos como distribuição de alimentos e oferta de empregos.


Para Fabiana Antunes, enfermeira que hoje atua como gerente técnica do CNAR no município, os espaços urbanos são uma extensão do consultório.


"O trabalho itinerante de acompanhamento feito pelas equipes é fundamental para ofertar o cuidado integral à população em situação de rua, identificando suas necessidades e buscando construir uma atenção compartilhada e em rede, combatendo estigmas que reduzem essas pessoas à margem da sociedade. O objetivo do CNAR é promover amplo acolhimento e a redução de danos desse grupo populacional, que se encontra em condições de vulnerabilidade e com os vínculos familiares interrompidos ou fragilizados. A equidade é um dever cívico e a promoção, proteção e recuperação da saúde são as bases fundamentais do CNAR", explica Fabiana.


Uma equipe composta por médico, enfermeiro, técnico de enfermagem, agente social, psicólogo e assistente social atenderam a população no Largo da Carioca. Aliado à saúde, o lado cidadão também esteve presente na ação. Cristiane Xavier, defensora pública do núcleo dos direitos humanos da defensoria, contou que as pessoas em situação de rua podem ter acesso à emissão de documentos básicos para identificação, acesso a serviços públicos e a benefícios, como o Auxílio Brasil.


"É importante que olhemos para essa população tão vulnerável. São pessoas que, apesar de sua situação, têm os mesmos benefícios que qualquer outro cidadão. São brasileiros que tiveram o vínculo familiar rompido ou estão desempregados e não têm condições de arcar com um aluguel, e resultou no atual custo de vida. O que fazemos aqui, de certa forma, é tentar, através das nossas ações, reinseri-los na sociedade civil", disse Cristiane.


Também estavam presentes Cláudia Poggio e Juliana Telles, participante e idealizadora, respectivamente, da ONG A Nova Chance, que também colaboram na emissão de documentos, como segunda via de certidão, identidade e no auxílio em questões que podem ser facilitadas com a posse de documentos.


"Para as pessoas que, eventualmente, não são do Rio e desejam voltar para suas cidades, nós buscamos ajudar. Como também auxilio na procura de um emprego. Em síntese, fazemos tudo aquilo que está ao nosso alcance através da documentação", explicou Cláudia.


[...]


Fonte: https://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2022/08/6468211-acao-no-largo-da-carioca-oferece-servicos-e-marca-o-dia-nacional-de-luta-da-populacao-em-situacao-de-rua.html. Adaptado. Acesso em 20 de agosto de 2022.

“A equidade é um dever cívico e a promoção, proteção e recuperação da saúde são as bases fundamentais do CNAR” (3º parágrafo). No texto, esse trecho é um exemplo de: 
Alternativas
Q4294768 Não definido

TEXTO I



Ação no Largo da Carioca oferece serviços e marca o Dia

Nacional de Luta da População em Situação de Rua


Pessoas puderam emitir documentos, cuidar da saúde e

buscar um lugar no mercado de trabalho


Rio - O Dia Nacional de Luta da População em Situação de Rua, nesta sexta-feira (19), é marcado pela memória do Massacre da Sé, em São Paulo, que completou 18 anos em meio a mortes invisíveis da população de rua. Fruto de movimentos sociais, a data propõe reflexão sobre a responsabilidade social por essa população, inclusive quanto à atenção à saúde. No Rio, com apoio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS-Rio), o Consultório na Rua (CNAR) se espalhou por lugares estratégicos do município do Rio, e conta atualmente com nove equipes que atuam em 55 bairros de todas as áreas da cidade. E hoje a ação se concentrou no Largo da Carioca, no Centro do Rio, com serviços diversos como distribuição de alimentos e oferta de empregos.


Para Fabiana Antunes, enfermeira que hoje atua como gerente técnica do CNAR no município, os espaços urbanos são uma extensão do consultório.


"O trabalho itinerante de acompanhamento feito pelas equipes é fundamental para ofertar o cuidado integral à população em situação de rua, identificando suas necessidades e buscando construir uma atenção compartilhada e em rede, combatendo estigmas que reduzem essas pessoas à margem da sociedade. O objetivo do CNAR é promover amplo acolhimento e a redução de danos desse grupo populacional, que se encontra em condições de vulnerabilidade e com os vínculos familiares interrompidos ou fragilizados. A equidade é um dever cívico e a promoção, proteção e recuperação da saúde são as bases fundamentais do CNAR", explica Fabiana.


Uma equipe composta por médico, enfermeiro, técnico de enfermagem, agente social, psicólogo e assistente social atenderam a população no Largo da Carioca. Aliado à saúde, o lado cidadão também esteve presente na ação. Cristiane Xavier, defensora pública do núcleo dos direitos humanos da defensoria, contou que as pessoas em situação de rua podem ter acesso à emissão de documentos básicos para identificação, acesso a serviços públicos e a benefícios, como o Auxílio Brasil.


"É importante que olhemos para essa população tão vulnerável. São pessoas que, apesar de sua situação, têm os mesmos benefícios que qualquer outro cidadão. São brasileiros que tiveram o vínculo familiar rompido ou estão desempregados e não têm condições de arcar com um aluguel, e resultou no atual custo de vida. O que fazemos aqui, de certa forma, é tentar, através das nossas ações, reinseri-los na sociedade civil", disse Cristiane.


Também estavam presentes Cláudia Poggio e Juliana Telles, participante e idealizadora, respectivamente, da ONG A Nova Chance, que também colaboram na emissão de documentos, como segunda via de certidão, identidade e no auxílio em questões que podem ser facilitadas com a posse de documentos.


"Para as pessoas que, eventualmente, não são do Rio e desejam voltar para suas cidades, nós buscamos ajudar. Como também auxilio na procura de um emprego. Em síntese, fazemos tudo aquilo que está ao nosso alcance através da documentação", explicou Cláudia.


[...]


Fonte: https://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2022/08/6468211-acao-no-largo-da-carioca-oferece-servicos-e-marca-o-dia-nacional-de-luta-da-populacao-em-situacao-de-rua.html. Adaptado. Acesso em 20 de agosto de 2022.

No trecho “E hoje, a ação se concentrou no Largo da Carioca, no Centro do Rio, com serviços diversos como distribuição de alimentos e oferta de empregos.” (1º parágrafo). A palavra destacada é um exemplo de: 
Alternativas
Q4294767 Não definido

TEXTO I



Ação no Largo da Carioca oferece serviços e marca o Dia

Nacional de Luta da População em Situação de Rua


Pessoas puderam emitir documentos, cuidar da saúde e

buscar um lugar no mercado de trabalho


Rio - O Dia Nacional de Luta da População em Situação de Rua, nesta sexta-feira (19), é marcado pela memória do Massacre da Sé, em São Paulo, que completou 18 anos em meio a mortes invisíveis da população de rua. Fruto de movimentos sociais, a data propõe reflexão sobre a responsabilidade social por essa população, inclusive quanto à atenção à saúde. No Rio, com apoio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS-Rio), o Consultório na Rua (CNAR) se espalhou por lugares estratégicos do município do Rio, e conta atualmente com nove equipes que atuam em 55 bairros de todas as áreas da cidade. E hoje a ação se concentrou no Largo da Carioca, no Centro do Rio, com serviços diversos como distribuição de alimentos e oferta de empregos.


Para Fabiana Antunes, enfermeira que hoje atua como gerente técnica do CNAR no município, os espaços urbanos são uma extensão do consultório.


"O trabalho itinerante de acompanhamento feito pelas equipes é fundamental para ofertar o cuidado integral à população em situação de rua, identificando suas necessidades e buscando construir uma atenção compartilhada e em rede, combatendo estigmas que reduzem essas pessoas à margem da sociedade. O objetivo do CNAR é promover amplo acolhimento e a redução de danos desse grupo populacional, que se encontra em condições de vulnerabilidade e com os vínculos familiares interrompidos ou fragilizados. A equidade é um dever cívico e a promoção, proteção e recuperação da saúde são as bases fundamentais do CNAR", explica Fabiana.


Uma equipe composta por médico, enfermeiro, técnico de enfermagem, agente social, psicólogo e assistente social atenderam a população no Largo da Carioca. Aliado à saúde, o lado cidadão também esteve presente na ação. Cristiane Xavier, defensora pública do núcleo dos direitos humanos da defensoria, contou que as pessoas em situação de rua podem ter acesso à emissão de documentos básicos para identificação, acesso a serviços públicos e a benefícios, como o Auxílio Brasil.


"É importante que olhemos para essa população tão vulnerável. São pessoas que, apesar de sua situação, têm os mesmos benefícios que qualquer outro cidadão. São brasileiros que tiveram o vínculo familiar rompido ou estão desempregados e não têm condições de arcar com um aluguel, e resultou no atual custo de vida. O que fazemos aqui, de certa forma, é tentar, através das nossas ações, reinseri-los na sociedade civil", disse Cristiane.


Também estavam presentes Cláudia Poggio e Juliana Telles, participante e idealizadora, respectivamente, da ONG A Nova Chance, que também colaboram na emissão de documentos, como segunda via de certidão, identidade e no auxílio em questões que podem ser facilitadas com a posse de documentos.


"Para as pessoas que, eventualmente, não são do Rio e desejam voltar para suas cidades, nós buscamos ajudar. Como também auxilio na procura de um emprego. Em síntese, fazemos tudo aquilo que está ao nosso alcance através da documentação", explicou Cláudia.


[...]


Fonte: https://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2022/08/6468211-acao-no-largo-da-carioca-oferece-servicos-e-marca-o-dia-nacional-de-luta-da-populacao-em-situacao-de-rua.html. Adaptado. Acesso em 20 de agosto de 2022.

No trecho “em meio a mortes invisíveis da população de rua” (1º parágrafo), a palavra destacada tem sentido: 
Alternativas
Q4294766 Não definido

TEXTO I



Ação no Largo da Carioca oferece serviços e marca o Dia

Nacional de Luta da População em Situação de Rua


Pessoas puderam emitir documentos, cuidar da saúde e

buscar um lugar no mercado de trabalho


Rio - O Dia Nacional de Luta da População em Situação de Rua, nesta sexta-feira (19), é marcado pela memória do Massacre da Sé, em São Paulo, que completou 18 anos em meio a mortes invisíveis da população de rua. Fruto de movimentos sociais, a data propõe reflexão sobre a responsabilidade social por essa população, inclusive quanto à atenção à saúde. No Rio, com apoio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS-Rio), o Consultório na Rua (CNAR) se espalhou por lugares estratégicos do município do Rio, e conta atualmente com nove equipes que atuam em 55 bairros de todas as áreas da cidade. E hoje a ação se concentrou no Largo da Carioca, no Centro do Rio, com serviços diversos como distribuição de alimentos e oferta de empregos.


Para Fabiana Antunes, enfermeira que hoje atua como gerente técnica do CNAR no município, os espaços urbanos são uma extensão do consultório.


"O trabalho itinerante de acompanhamento feito pelas equipes é fundamental para ofertar o cuidado integral à população em situação de rua, identificando suas necessidades e buscando construir uma atenção compartilhada e em rede, combatendo estigmas que reduzem essas pessoas à margem da sociedade. O objetivo do CNAR é promover amplo acolhimento e a redução de danos desse grupo populacional, que se encontra em condições de vulnerabilidade e com os vínculos familiares interrompidos ou fragilizados. A equidade é um dever cívico e a promoção, proteção e recuperação da saúde são as bases fundamentais do CNAR", explica Fabiana.


Uma equipe composta por médico, enfermeiro, técnico de enfermagem, agente social, psicólogo e assistente social atenderam a população no Largo da Carioca. Aliado à saúde, o lado cidadão também esteve presente na ação. Cristiane Xavier, defensora pública do núcleo dos direitos humanos da defensoria, contou que as pessoas em situação de rua podem ter acesso à emissão de documentos básicos para identificação, acesso a serviços públicos e a benefícios, como o Auxílio Brasil.


"É importante que olhemos para essa população tão vulnerável. São pessoas que, apesar de sua situação, têm os mesmos benefícios que qualquer outro cidadão. São brasileiros que tiveram o vínculo familiar rompido ou estão desempregados e não têm condições de arcar com um aluguel, e resultou no atual custo de vida. O que fazemos aqui, de certa forma, é tentar, através das nossas ações, reinseri-los na sociedade civil", disse Cristiane.


Também estavam presentes Cláudia Poggio e Juliana Telles, participante e idealizadora, respectivamente, da ONG A Nova Chance, que também colaboram na emissão de documentos, como segunda via de certidão, identidade e no auxílio em questões que podem ser facilitadas com a posse de documentos.


"Para as pessoas que, eventualmente, não são do Rio e desejam voltar para suas cidades, nós buscamos ajudar. Como também auxilio na procura de um emprego. Em síntese, fazemos tudo aquilo que está ao nosso alcance através da documentação", explicou Cláudia.


[...]


Fonte: https://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2022/08/6468211-acao-no-largo-da-carioca-oferece-servicos-e-marca-o-dia-nacional-de-luta-da-populacao-em-situacao-de-rua.html. Adaptado. Acesso em 20 de agosto de 2022.

“O Dia Nacional de Luta da População em Situação de Rua, nesta sexta-feira (19), é marcado pela memória do Massacre da Sé, em São Paulo” (1º parágrafo). A palavra destacada pode ter vários sentidos. No texto, significa: 
Alternativas
Q4294765 Não definido

TEXTO I



Ação no Largo da Carioca oferece serviços e marca o Dia

Nacional de Luta da População em Situação de Rua


Pessoas puderam emitir documentos, cuidar da saúde e

buscar um lugar no mercado de trabalho


Rio - O Dia Nacional de Luta da População em Situação de Rua, nesta sexta-feira (19), é marcado pela memória do Massacre da Sé, em São Paulo, que completou 18 anos em meio a mortes invisíveis da população de rua. Fruto de movimentos sociais, a data propõe reflexão sobre a responsabilidade social por essa população, inclusive quanto à atenção à saúde. No Rio, com apoio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS-Rio), o Consultório na Rua (CNAR) se espalhou por lugares estratégicos do município do Rio, e conta atualmente com nove equipes que atuam em 55 bairros de todas as áreas da cidade. E hoje a ação se concentrou no Largo da Carioca, no Centro do Rio, com serviços diversos como distribuição de alimentos e oferta de empregos.


Para Fabiana Antunes, enfermeira que hoje atua como gerente técnica do CNAR no município, os espaços urbanos são uma extensão do consultório.


"O trabalho itinerante de acompanhamento feito pelas equipes é fundamental para ofertar o cuidado integral à população em situação de rua, identificando suas necessidades e buscando construir uma atenção compartilhada e em rede, combatendo estigmas que reduzem essas pessoas à margem da sociedade. O objetivo do CNAR é promover amplo acolhimento e a redução de danos desse grupo populacional, que se encontra em condições de vulnerabilidade e com os vínculos familiares interrompidos ou fragilizados. A equidade é um dever cívico e a promoção, proteção e recuperação da saúde são as bases fundamentais do CNAR", explica Fabiana.


Uma equipe composta por médico, enfermeiro, técnico de enfermagem, agente social, psicólogo e assistente social atenderam a população no Largo da Carioca. Aliado à saúde, o lado cidadão também esteve presente na ação. Cristiane Xavier, defensora pública do núcleo dos direitos humanos da defensoria, contou que as pessoas em situação de rua podem ter acesso à emissão de documentos básicos para identificação, acesso a serviços públicos e a benefícios, como o Auxílio Brasil.


"É importante que olhemos para essa população tão vulnerável. São pessoas que, apesar de sua situação, têm os mesmos benefícios que qualquer outro cidadão. São brasileiros que tiveram o vínculo familiar rompido ou estão desempregados e não têm condições de arcar com um aluguel, e resultou no atual custo de vida. O que fazemos aqui, de certa forma, é tentar, através das nossas ações, reinseri-los na sociedade civil", disse Cristiane.


Também estavam presentes Cláudia Poggio e Juliana Telles, participante e idealizadora, respectivamente, da ONG A Nova Chance, que também colaboram na emissão de documentos, como segunda via de certidão, identidade e no auxílio em questões que podem ser facilitadas com a posse de documentos.


"Para as pessoas que, eventualmente, não são do Rio e desejam voltar para suas cidades, nós buscamos ajudar. Como também auxilio na procura de um emprego. Em síntese, fazemos tudo aquilo que está ao nosso alcance através da documentação", explicou Cláudia.


[...]


Fonte: https://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2022/08/6468211-acao-no-largo-da-carioca-oferece-servicos-e-marca-o-dia-nacional-de-luta-da-populacao-em-situacao-de-rua.html. Adaptado. Acesso em 20 de agosto de 2022.

O objetivo principal do texto é: 
Alternativas
Q4294634 Não definido
Lais está verificando um ataque na sua rede. Ela percebeu que houve interrupção do serviço por sucessivos envios de pacotes para o servidor. Lais concluiu que sua rede está sujeita à seguinte vulnerabilidade: 
Alternativas
Q4294633 Não definido
Mário está utilizando um processo de certificação digital. Neste caso, ele deve validar sua assinatura em documentos eletrônicos com a sua: 
Alternativas
Q4294632 Não definido
Natália é analista de segurança da informação e está preparando uma política de segurança da informação. Ela constatou que o primeiro objetivo de resposta a um incidente de segurança é: 
Alternativas
Q4294631 Não definido
Gilberto está elaborando o processo de avaliação de riscos de segurança da informação com base nas diretrizes da ABNT NBR ISO/IEC 27.001. Ele deseja priorizar os riscos analisados visando ao tratamento deles. Nesta etapa de avaliação, o risco avaliado por Gilberto é comparado com o (a) (s): 
Alternativas
Q4294630 Não definido
Carlos foi questionado sobre qual a maior vantagem em se utilizar um switch em relação ao hub e ele respondeu: 
Alternativas
Q4294629 Não definido
Márcia quer utilizar um padrão para redes com transmissão sem fio que contenha o esquema MIMO (Multiple-Input Multiple Output) e que permita uma taxa de transmissão de 300 Mbps. Com isso, ela conseguirá aumentar as taxas de transferência por meio da utilização de várias antenas. Neste caso, Márcia deve utilizar o padrão IEEE: 
Alternativas
Q4294628 Não definido
Judson está trabalhando com cabos de par trançado no padrão EIA 568B e percebeu que a identificação dos fios que compõem cada par é feita pela cor de cada um deles. As quatro cores predominantes em cada par de fios são
Alternativas
Q4294627 Não definido
Celso quer fazer o monitoramento dos equipamentos que compõem a sua rede em tempo real. Neste caso, ele deve utilizar um protocolo responsável por transmitir as informações referentes ao status dos equipamentos da rede denominado: 
Alternativas
Q4294626 Não definido
Glória analisou a forma como as redes e os computadores estavam distribuídos e concluiu que a topologia de rede disponível poderia ser: 
Alternativas
Q4294625 Não definido
Plínio trabalha com endereços IP formados por 32 bits que são divididos em 4 octetos. Ao verificar sua rede, ele visualizou que os dois primeiros octetos identificam a rede e que os quatro primeiros bits não estão reservados. Neste caso, a classe dos endereços IPexistente na rede é: 
Alternativas
Q4294624 Não definido
Patrícia deseja saber qual o componente do Sistema Gerenciador de Banco de Dados que faz uso do sistema operacional para acessar os dados armazenados, controlando o acesso concorrente desses dados às tabelas do banco de dados. Esse componente é o: 
Alternativas
Q4294623 Não definido
Lais está trabalhando com normalização de dados. Após estudar as tabelas, ela verificou que uma tabela apresentava uma anomalia em que uma coluna dependia apenas de parte de uma chave primária composta, e a outra tabela não continha dependências multivaloradas. Lais concluiu que estas tabelas, nesse momento, estavam nas suas mais altas formas normais: 
Alternativas
Q4294622 Não definido

Vitor está elaborando a transformação de um modelo conceitual ER em um modelo lógico relacional. Neste caso, a entidade Empregado seria representada no esquema relacional por:


Captura_de tela 2026-09-10 144713.jpg (390×243)


 

Alternativas
Respostas
4261: C
4262: D
4263: B
4264: A
4265: D
4266: D
4267: C
4268: D
4269: A
4270: D
4271: C
4272: A
4273: D
4274: A
4275: C
4276: D
4277: B
4278: C
4279: B
4280: D