Questões de Concurso Sobre não definido

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Q4294791 Não definido
Um terreno retangular de dimensões 40 metros e (x + 80) metros e um quadrado de x metros de lado têm o mesmo perímetro. A soma das áreas desses terrenos, em metros quadrados, corresponde a: 
Alternativas
Q4294790 Não definido

A imagem a seguir representa um pátio plano que possui a forma de um hexágono regular cujo lado mede 80 metros.


Captura_de tela 2026-09-10 153735.jpg (111×112)


Durante sua ronda diária, um vigia percorre, em linha reta, a distância entre os vértices Pe Q, retornando em seguida, também em linha reta, ao ponto P. Adistância total percorrida pelo vigilante nesse percurso, em metros, corresponde a:

Alternativas
Q4294789 Não definido

O esquema a seguir representa três salas, A, B e C, que se comunicam entre si somente pelas portas representadas pelos pontos 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 e 9.


Captura_de tela 2026-09-10 153630.jpg (168×107)


O número máximo de maneiras diferentes de um vigia entrar na sala Ae chegar à sala C, usando essas portas, corresponde a:

Alternativas
Q4294788 Não definido
Armando dividiu um cano plástico em 6 partes iguais. Em seguida, dividiu cada uma delas em 4 partes iguais e, para realizar um serviço, utilizou 8 das partes menores obtidas com essas duas divisões. A fração do cano que foi utilizada por Armando para fazer o serviço corresponde a: 
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Q4294787 Não definido
Um prédio que possui 12 andares, com 16 salas por andar, será utilizado como local de provas de um concurso público. Considere que todas essas 16 salas serão utilizadas e que em cada uma ficarão dois inspetores. Se o órgão que organiza o concurso tem 412 inspetores disponíveis, essa quantidade é: 
Alternativas
Q4294786 Não definido
Mário pretende colocar N parafusos em 12 caixas, de forma que cada uma receba a mesma quantidade de parafusos e que não sobre nenhum fora das caixas. Se a quantidade de parafusos é maior do que 100 e menor do que 116, a soma dos algarismos de N é:
Alternativas
Q4294785 Não definido
Um zelador realizou uma tarefa em 2 horas e 29 minutos. Se ele a finalizou às 16 horas e 14 minutos, a tarefa foi iniciada às:  
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Q4294784 Não definido

TEXTO Ill


Foi Monteiro Lobato

Um mestre de fato da literatura infantil

Histórias escritas com arte

E de todas as partes contou no Brasil

O sítio não tem fronteiras

Abrindo as porteiras pra imaginação

Dona Benta recebe encantada

O povo dos contos de fadas

Numa delirante confusão


Fonte: Samba Enredo 2005 da GRES Imperatriz Leopoldinense (trecho). Disponível em http://www.apoteose.com/siteantigo/imperatriz/samba2005.htm. Acesso em 20 de agosto de 2022. 

“Abrindo as porteiras pra imaginação”. A forma verbonominal destacada serve para indicar ação em processo, algo que está acontecendo, em curso. Essa é a função d
Alternativas
Q4294783 Não definido

TEXTO Ill


Foi Monteiro Lobato

Um mestre de fato da literatura infantil

Histórias escritas com arte

E de todas as partes contou no Brasil

O sítio não tem fronteiras

Abrindo as porteiras pra imaginação

Dona Benta recebe encantada

O povo dos contos de fadas

Numa delirante confusão


Fonte: Samba Enredo 2005 da GRES Imperatriz Leopoldinense (trecho). Disponível em http://www.apoteose.com/siteantigo/imperatriz/samba2005.htm. Acesso em 20 de agosto de 2022. 

“Foi Monteiro Lobato / Um mestre de fato da literatura infantil”. O elemento destacado é a forma, no passado, do verbo: 
Alternativas
Q4294782 Não definido

TEXTO Ill


Foi Monteiro Lobato

Um mestre de fato da literatura infantil

Histórias escritas com arte

E de todas as partes contou no Brasil

O sítio não tem fronteiras

Abrindo as porteiras pra imaginação

Dona Benta recebe encantada

O povo dos contos de fadas

Numa delirante confusão


Fonte: Samba Enredo 2005 da GRES Imperatriz Leopoldinense (trecho). Disponível em http://www.apoteose.com/siteantigo/imperatriz/samba2005.htm. Acesso em 20 de agosto de 2022. 

“O sítio não tem fronteiras”. De acordo com a norma-padrão, no plural, essa frase seria: 
Alternativas
Q4294781 Não definido

TEXTO Ill


Foi Monteiro Lobato

Um mestre de fato da literatura infantil

Histórias escritas com arte

E de todas as partes contou no Brasil

O sítio não tem fronteiras

Abrindo as porteiras pra imaginação

Dona Benta recebe encantada

O povo dos contos de fadas

Numa delirante confusão


Fonte: Samba Enredo 2005 da GRES Imperatriz Leopoldinense (trecho). Disponível em http://www.apoteose.com/siteantigo/imperatriz/samba2005.htm. Acesso em 20 de agosto de 2022. 

Nesse trecho, há referência a um importante autor da literatura brasileira, que é Monteiro Lobato, autor de uma obra célebre denominada “Sítio do Pica-Pau Amarelo”. Ao citar esses elementos no texto, a letra do samba enredo indica o uso do mecanismo da: 
Alternativas
Q4294780 Não definido
TEXTO II


Caminhando e cantando e seguindo a canção
Somos todos iguais, braços dados ou não
Nas escolas, nas ruas, campos, construções
Caminhando e cantando e seguindo a canção

Refrão
Vem, vamos embora, que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer
Vem, vamos embora, que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer

Pelos campos há fome em grandes plantações
Pelas ruas marchando indecisos cordões
Ainda fazem da flor seu mais forte refrão
E acreditam nas flores vencendo o canhão

Há soldados armados, amados ou não
Quase todos perdidos, de armas na mão
Nos quartéis lhes ensinam uma antiga lição
De morrer pela pátria e viver sem razão


Fonte: Pra não dizer que não falei das flores, Geraldo Vandré. Fonte: https://www.letras.mus.br/geraldo-vandre/46168/. Adaptado. Acesso em 20 de agosto de 2022.
“Somos todos iguais, braços dados ou não” (1º parágrafo). A palavra “dados” forma um par de homônimos com o termo destacado em: 
Alternativas
Q4294779 Não definido
TEXTO II


Caminhando e cantando e seguindo a canção
Somos todos iguais, braços dados ou não
Nas escolas, nas ruas, campos, construções
Caminhando e cantando e seguindo a canção

Refrão
Vem, vamos embora, que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer
Vem, vamos embora, que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer

Pelos campos há fome em grandes plantações
Pelas ruas marchando indecisos cordões
Ainda fazem da flor seu mais forte refrão
E acreditam nas flores vencendo o canhão

Há soldados armados, amados ou não
Quase todos perdidos, de armas na mão
Nos quartéis lhes ensinam uma antiga lição
De morrer pela pátria e viver sem razão


Fonte: Pra não dizer que não falei das flores, Geraldo Vandré. Fonte: https://www.letras.mus.br/geraldo-vandre/46168/. Adaptado. Acesso em 20 de agosto de 2022.
“Quem sabe faz a hora, não espera acontecer” (Refrão). Essa expressão significa que: 
Alternativas
Q4294778 Não definido
TEXTO II


Caminhando e cantando e seguindo a canção
Somos todos iguais, braços dados ou não
Nas escolas, nas ruas, campos, construções
Caminhando e cantando e seguindo a canção

Refrão
Vem, vamos embora, que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer
Vem, vamos embora, que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer

Pelos campos há fome em grandes plantações
Pelas ruas marchando indecisos cordões
Ainda fazem da flor seu mais forte refrão
E acreditam nas flores vencendo o canhão

Há soldados armados, amados ou não
Quase todos perdidos, de armas na mão
Nos quartéis lhes ensinam uma antiga lição
De morrer pela pátria e viver sem razão


Fonte: Pra não dizer que não falei das flores, Geraldo Vandré. Fonte: https://www.letras.mus.br/geraldo-vandre/46168/. Adaptado. Acesso em 20 de agosto de 2022.
“Nos quartéis lhes ensinam uma antiga lição” (3ª estrofe). Em conformidade com o texto, o pronome destacado poderia ser substituído por: 
Alternativas
Q4294777 Não definido
TEXTO II


Caminhando e cantando e seguindo a canção
Somos todos iguais, braços dados ou não
Nas escolas, nas ruas, campos, construções
Caminhando e cantando e seguindo a canção

Refrão
Vem, vamos embora, que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer
Vem, vamos embora, que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer

Pelos campos há fome em grandes plantações
Pelas ruas marchando indecisos cordões
Ainda fazem da flor seu mais forte refrão
E acreditam nas flores vencendo o canhão

Há soldados armados, amados ou não
Quase todos perdidos, de armas na mão
Nos quartéis lhes ensinam uma antiga lição
De morrer pela pátria e viver sem razão


Fonte: Pra não dizer que não falei das flores, Geraldo Vandré. Fonte: https://www.letras.mus.br/geraldo-vandre/46168/. Adaptado. Acesso em 20 de agosto de 2022.
“E acreditam nas flores vencendo o canhão” (2ª estrofe). O verbo destacado está conjugado no:
Alternativas
Q4294776 Não definido
TEXTO II


Caminhando e cantando e seguindo a canção
Somos todos iguais, braços dados ou não
Nas escolas, nas ruas, campos, construções
Caminhando e cantando e seguindo a canção

Refrão
Vem, vamos embora, que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer
Vem, vamos embora, que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer

Pelos campos há fome em grandes plantações
Pelas ruas marchando indecisos cordões
Ainda fazem da flor seu mais forte refrão
E acreditam nas flores vencendo o canhão

Há soldados armados, amados ou não
Quase todos perdidos, de armas na mão
Nos quartéis lhes ensinam uma antiga lição
De morrer pela pátria e viver sem razão


Fonte: Pra não dizer que não falei das flores, Geraldo Vandré. Fonte: https://www.letras.mus.br/geraldo-vandre/46168/. Adaptado. Acesso em 20 de agosto de 2022.
 “Caminhando e cantando e seguindo a canção / Somos todos iguais, braços dados ou não” (1ª estrofe). Nesse trecho, as duas conjunções destacadas indicam respectivamente as ideias de: 
Alternativas
Q4294775 Não definido
TEXTO II


Caminhando e cantando e seguindo a canção
Somos todos iguais, braços dados ou não
Nas escolas, nas ruas, campos, construções
Caminhando e cantando e seguindo a canção

Refrão
Vem, vamos embora, que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer
Vem, vamos embora, que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer

Pelos campos há fome em grandes plantações
Pelas ruas marchando indecisos cordões
Ainda fazem da flor seu mais forte refrão
E acreditam nas flores vencendo o canhão

Há soldados armados, amados ou não
Quase todos perdidos, de armas na mão
Nos quartéis lhes ensinam uma antiga lição
De morrer pela pátria e viver sem razão


Fonte: Pra não dizer que não falei das flores, Geraldo Vandré. Fonte: https://www.letras.mus.br/geraldo-vandre/46168/. Adaptado. Acesso em 20 de agosto de 2022.
O texto ll é parte de uma famosa letra de música. O seu objetivo principal é: 
Alternativas
Q4294774 Não definido

TEXTO I



Ação no Largo da Carioca oferece serviços e marca o Dia

Nacional de Luta da População em Situação de Rua


Pessoas puderam emitir documentos, cuidar da saúde e

buscar um lugar no mercado de trabalho


Rio - O Dia Nacional de Luta da População em Situação de Rua, nesta sexta-feira (19), é marcado pela memória do Massacre da Sé, em São Paulo, que completou 18 anos em meio a mortes invisíveis da população de rua. Fruto de movimentos sociais, a data propõe reflexão sobre a responsabilidade social por essa população, inclusive quanto à atenção à saúde. No Rio, com apoio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS-Rio), o Consultório na Rua (CNAR) se espalhou por lugares estratégicos do município do Rio, e conta atualmente com nove equipes que atuam em 55 bairros de todas as áreas da cidade. E hoje a ação se concentrou no Largo da Carioca, no Centro do Rio, com serviços diversos como distribuição de alimentos e oferta de empregos.


Para Fabiana Antunes, enfermeira que hoje atua como gerente técnica do CNAR no município, os espaços urbanos são uma extensão do consultório.


"O trabalho itinerante de acompanhamento feito pelas equipes é fundamental para ofertar o cuidado integral à população em situação de rua, identificando suas necessidades e buscando construir uma atenção compartilhada e em rede, combatendo estigmas que reduzem essas pessoas à margem da sociedade. O objetivo do CNAR é promover amplo acolhimento e a redução de danos desse grupo populacional, que se encontra em condições de vulnerabilidade e com os vínculos familiares interrompidos ou fragilizados. A equidade é um dever cívico e a promoção, proteção e recuperação da saúde são as bases fundamentais do CNAR", explica Fabiana.


Uma equipe composta por médico, enfermeiro, técnico de enfermagem, agente social, psicólogo e assistente social atenderam a população no Largo da Carioca. Aliado à saúde, o lado cidadão também esteve presente na ação. Cristiane Xavier, defensora pública do núcleo dos direitos humanos da defensoria, contou que as pessoas em situação de rua podem ter acesso à emissão de documentos básicos para identificação, acesso a serviços públicos e a benefícios, como o Auxílio Brasil.


"É importante que olhemos para essa população tão vulnerável. São pessoas que, apesar de sua situação, têm os mesmos benefícios que qualquer outro cidadão. São brasileiros que tiveram o vínculo familiar rompido ou estão desempregados e não têm condições de arcar com um aluguel, e resultou no atual custo de vida. O que fazemos aqui, de certa forma, é tentar, através das nossas ações, reinseri-los na sociedade civil", disse Cristiane.


Também estavam presentes Cláudia Poggio e Juliana Telles, participante e idealizadora, respectivamente, da ONG A Nova Chance, que também colaboram na emissão de documentos, como segunda via de certidão, identidade e no auxílio em questões que podem ser facilitadas com a posse de documentos.


"Para as pessoas que, eventualmente, não são do Rio e desejam voltar para suas cidades, nós buscamos ajudar. Como também auxilio na procura de um emprego. Em síntese, fazemos tudo aquilo que está ao nosso alcance através da documentação", explicou Cláudia.


[...]


Fonte: https://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2022/08/6468211-acao-no-largo-da-carioca-oferece-servicos-e-marca-o-dia-nacional-de-luta-da-populacao-em-situacao-de-rua.html. Adaptado. Acesso em 20 de agosto de 2022.

“São pessoas que, apesar de sua situação, têm os mesmos benefícios que qualquer outro cidadão” (5º parágrafo). Nesse trecho, o elemento destacado indica a ideia de: 
Alternativas
Q4294773 Não definido

TEXTO I



Ação no Largo da Carioca oferece serviços e marca o Dia

Nacional de Luta da População em Situação de Rua


Pessoas puderam emitir documentos, cuidar da saúde e

buscar um lugar no mercado de trabalho


Rio - O Dia Nacional de Luta da População em Situação de Rua, nesta sexta-feira (19), é marcado pela memória do Massacre da Sé, em São Paulo, que completou 18 anos em meio a mortes invisíveis da população de rua. Fruto de movimentos sociais, a data propõe reflexão sobre a responsabilidade social por essa população, inclusive quanto à atenção à saúde. No Rio, com apoio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS-Rio), o Consultório na Rua (CNAR) se espalhou por lugares estratégicos do município do Rio, e conta atualmente com nove equipes que atuam em 55 bairros de todas as áreas da cidade. E hoje a ação se concentrou no Largo da Carioca, no Centro do Rio, com serviços diversos como distribuição de alimentos e oferta de empregos.


Para Fabiana Antunes, enfermeira que hoje atua como gerente técnica do CNAR no município, os espaços urbanos são uma extensão do consultório.


"O trabalho itinerante de acompanhamento feito pelas equipes é fundamental para ofertar o cuidado integral à população em situação de rua, identificando suas necessidades e buscando construir uma atenção compartilhada e em rede, combatendo estigmas que reduzem essas pessoas à margem da sociedade. O objetivo do CNAR é promover amplo acolhimento e a redução de danos desse grupo populacional, que se encontra em condições de vulnerabilidade e com os vínculos familiares interrompidos ou fragilizados. A equidade é um dever cívico e a promoção, proteção e recuperação da saúde são as bases fundamentais do CNAR", explica Fabiana.


Uma equipe composta por médico, enfermeiro, técnico de enfermagem, agente social, psicólogo e assistente social atenderam a população no Largo da Carioca. Aliado à saúde, o lado cidadão também esteve presente na ação. Cristiane Xavier, defensora pública do núcleo dos direitos humanos da defensoria, contou que as pessoas em situação de rua podem ter acesso à emissão de documentos básicos para identificação, acesso a serviços públicos e a benefícios, como o Auxílio Brasil.


"É importante que olhemos para essa população tão vulnerável. São pessoas que, apesar de sua situação, têm os mesmos benefícios que qualquer outro cidadão. São brasileiros que tiveram o vínculo familiar rompido ou estão desempregados e não têm condições de arcar com um aluguel, e resultou no atual custo de vida. O que fazemos aqui, de certa forma, é tentar, através das nossas ações, reinseri-los na sociedade civil", disse Cristiane.


Também estavam presentes Cláudia Poggio e Juliana Telles, participante e idealizadora, respectivamente, da ONG A Nova Chance, que também colaboram na emissão de documentos, como segunda via de certidão, identidade e no auxílio em questões que podem ser facilitadas com a posse de documentos.


"Para as pessoas que, eventualmente, não são do Rio e desejam voltar para suas cidades, nós buscamos ajudar. Como também auxilio na procura de um emprego. Em síntese, fazemos tudo aquilo que está ao nosso alcance através da documentação", explicou Cláudia.


[...]


Fonte: https://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2022/08/6468211-acao-no-largo-da-carioca-oferece-servicos-e-marca-o-dia-nacional-de-luta-da-populacao-em-situacao-de-rua.html. Adaptado. Acesso em 20 de agosto de 2022.

“São brasileiros que tiveram o vínculo familiar rompido ou estão desempregados e não têm condições de arcar com um aluguel, sobretudo no atual custo de vida” (5º parágrafo). A palavra destacada poderia ser substituída, sem prejuízo de sentido por: 
Alternativas
Q4294772 Não definido

TEXTO I



Ação no Largo da Carioca oferece serviços e marca o Dia

Nacional de Luta da População em Situação de Rua


Pessoas puderam emitir documentos, cuidar da saúde e

buscar um lugar no mercado de trabalho


Rio - O Dia Nacional de Luta da População em Situação de Rua, nesta sexta-feira (19), é marcado pela memória do Massacre da Sé, em São Paulo, que completou 18 anos em meio a mortes invisíveis da população de rua. Fruto de movimentos sociais, a data propõe reflexão sobre a responsabilidade social por essa população, inclusive quanto à atenção à saúde. No Rio, com apoio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS-Rio), o Consultório na Rua (CNAR) se espalhou por lugares estratégicos do município do Rio, e conta atualmente com nove equipes que atuam em 55 bairros de todas as áreas da cidade. E hoje a ação se concentrou no Largo da Carioca, no Centro do Rio, com serviços diversos como distribuição de alimentos e oferta de empregos.


Para Fabiana Antunes, enfermeira que hoje atua como gerente técnica do CNAR no município, os espaços urbanos são uma extensão do consultório.


"O trabalho itinerante de acompanhamento feito pelas equipes é fundamental para ofertar o cuidado integral à população em situação de rua, identificando suas necessidades e buscando construir uma atenção compartilhada e em rede, combatendo estigmas que reduzem essas pessoas à margem da sociedade. O objetivo do CNAR é promover amplo acolhimento e a redução de danos desse grupo populacional, que se encontra em condições de vulnerabilidade e com os vínculos familiares interrompidos ou fragilizados. A equidade é um dever cívico e a promoção, proteção e recuperação da saúde são as bases fundamentais do CNAR", explica Fabiana.


Uma equipe composta por médico, enfermeiro, técnico de enfermagem, agente social, psicólogo e assistente social atenderam a população no Largo da Carioca. Aliado à saúde, o lado cidadão também esteve presente na ação. Cristiane Xavier, defensora pública do núcleo dos direitos humanos da defensoria, contou que as pessoas em situação de rua podem ter acesso à emissão de documentos básicos para identificação, acesso a serviços públicos e a benefícios, como o Auxílio Brasil.


"É importante que olhemos para essa população tão vulnerável. São pessoas que, apesar de sua situação, têm os mesmos benefícios que qualquer outro cidadão. São brasileiros que tiveram o vínculo familiar rompido ou estão desempregados e não têm condições de arcar com um aluguel, e resultou no atual custo de vida. O que fazemos aqui, de certa forma, é tentar, através das nossas ações, reinseri-los na sociedade civil", disse Cristiane.


Também estavam presentes Cláudia Poggio e Juliana Telles, participante e idealizadora, respectivamente, da ONG A Nova Chance, que também colaboram na emissão de documentos, como segunda via de certidão, identidade e no auxílio em questões que podem ser facilitadas com a posse de documentos.


"Para as pessoas que, eventualmente, não são do Rio e desejam voltar para suas cidades, nós buscamos ajudar. Como também auxilio na procura de um emprego. Em síntese, fazemos tudo aquilo que está ao nosso alcance através da documentação", explicou Cláudia.


[...]


Fonte: https://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2022/08/6468211-acao-no-largo-da-carioca-oferece-servicos-e-marca-o-dia-nacional-de-luta-da-populacao-em-situacao-de-rua.html. Adaptado. Acesso em 20 de agosto de 2022.

“É importante que olhemos para essa população tão vulnerável” (5º parágrafo). O verbo destacado está no mesmo tempo e modo de: 
Alternativas
Respostas
4241: D
4242: B
4243: B
4244: C
4245: D
4246: B
4247: C
4248: D
4249: B
4250: B
4251: A
4252: A
4253: B
4254: C
4255: A
4256: B
4257: B
4258: C
4259: B
4260: B