Questões de Concurso Sobre não definido

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Q4413632 Não definido

Analise as afirmações sobre o sétimo parágrafo e assinale a alternativa correta:



I- “A vida é um sopro.” é uma metáfora.



II- “A vida” apresenta-se em repetição anafórica.



III- “curta” e “rápido” são exemplos de antítese.



IV- As vírgulas separam elementos de enumeração no terceiro período do parágrafo.

Alternativas
Q4413631 Não definido
É incorreto afirmar sobre: “A grande maioria das pessoas que conheço gasta os dias esperando os dias passarem.”.
Alternativas
Q4413630 Não definido
Excerto para a questão: “Hoje, as pessoas meio que enterram o ‘fazer por amor’ das escolhas profissionais. A onda da vez é ‘fazer por dinheiro’ para fazer por amor.”
As expressões “fazer por amor” e “A onda da vez” significam, respectivamente:
Alternativas
Q4413629 Não definido
Excerto para a questão: “Hoje, as pessoas meio que enterram o ‘fazer por amor’ das escolhas profissionais. A onda da vez é ‘fazer por dinheiro’ para fazer por amor.”
“Meio”, na estrutura, é advérbio. Esta classificação se repete em:
Alternativas
Q4413628 Não definido
Excerto para a questão: “Hoje, as pessoas meio que enterram o ‘fazer por amor’ das escolhas profissionais. A onda da vez é ‘fazer por dinheiro’ para fazer por amor.”
Sobre a estrutura, é incorreto afirmar:
Alternativas
Q4413627 Não definido

Leia com atenção o texto e responda o que se pede no comando da questão



A obrigação de se fazer feliz é sua.



    Não faz muito tempo que o meu sonho era ter 18 anos. Eu achava que uma tatuagem e um alargador transformariam a minha vida. Eu tinha certeza absoluta que poder entrar em todas as festas, beber ou chegar tarde em casa faria total diferença para mim, para os meus dias. Todas aquelas coisas soavam divertidíssimas e empolgantes aos meus olhos um tanto quanto impressionados com a vida adulta.


    Hoje, meu braço é tatuado, minha orelha carrega um alargador, ninguém pergunta mais se eu tenho idade para beber, se importa se eu virar três noites seguidas sem dormir, mas minha vida não se tornou nada parecida com o parque de diversões que eu imaginava que fosse. Não que eu não goste do traço, da marca permanente no meu corpo, não que o alargador que me ajudou a superar meu trauma por ter uma orelha grande não seja especial, não que eu não suporte o sabor de vodka ou sinta sono às duas da manhã e já implore para ir para casa, mas o que eu pensei que isso tudo seria mais legal.


    Com o passar dos anos, com o ganhar da maturidade, uma coisa em que quase nenhum pré-adolescente pensa, mas com a qual todo adulto sofre, é o senso de responsabilidade, além da necessidade de ser bem-sucedido. Hoje, as pessoas meio que enterraram o “fazer por amor” das escolhas profissionais. A onda da vez é “fazer por dinheiro” para ter dinheiro para fazer por amor.


        Nos meus tempos de colégio, os testes vocacionais diziam que era para eu me imaginar dez anos à frente e pensar se estaria feliz com aquela opção de trabalho. Mas olha, veja bem, é difícil pedir isso a qualquer pessoa que só tem como responsabilidade tirar dez na prova de Química. É difícil exigir isso de quem só morre de preguiça de praticar esportes ainda mais com as aulas de Educação Física obrigatórias. É difícil exigir que alguém com tantos sonhos escolha um sonho só.


    Agora, no presente, sou um jovem de vinte e poucos anos que trabalha quarenta horas semanais. Que tem horários marcados para chegar, sair, almoçar, voltar, chegar, sair e, enfim ter liberdade. Sim, meu amigo, depois de uma certa idade, aquele paraíso de horas livres para fazer o que você quiser, vai, quase sempre, se restringir entre as seis da tarde e as sete e vinte da manhã. Ou pior: entre meia noite e o segundo alarme do despertador. Depois disso, é a hora da sua parcela capitalista trabalhar para pagar os boletos dos sonhos que você faz enquanto procrastina.


    Quase todos nós perdemos tempo demais. Isso não é uma suposição, não é uma indagação. É uma afirmação. É uma observação. A grande maioria das pessoas que conheço gasta os dias esperando os dias passarem. Esperando as horas avançarem, as semanas acabarem, os meses terminarem, os anos virarem, mas elas não esperam quase nada de si. Elas querem que os relógios deem conta de conquistar a vida por elas.


    A vida é um sopro. A vida é curta demais. A vida passa rápido demais para você deixar de ser ator, atriz, cantor(a), dançarino(a), veterinário(a), dentista, enfermeiro(a), nutricionista, psicólogo(a), esportista, arquiteto(a), tatuador(a), desenhista, cronista, cartunista, artista ou o que mais couber nessa lista, só porque alguém disse a você que é errado ou não dá dinheiro ou que não é o melhor para a sua história.


    A vida, cara pessoa do outro lado do papel, é curta demais para a gente deixar para comer a sobremesa depois do almoço, para não assistir a desenho animado ou para continuar deitado no sofá em vez de levantar e ir aprender a tocar violão. A vida, essa que está, neste segundo, fazendo seu coração bater, é rara demais para ser triste. Para ser o que der para ser. Para ser qualquer coisa. Para ser esse calvário interminável onde a gente passa mais tempo reclamando do que realmente sendo feliz.


        O expediente acabar não vai trazer a felicidade. A semana acabar não vai trazer a felicidade. O mês acabar não vai trazer a felicidade. O ano acabar não vai trazer a felicidade. Mas você pode ir até ela. Então, simplesmente, vá. Nem que seja só com a roupa do corpo. Quando a gente tem um sorriso enorme estampado no rosto, ninguém liga para a estampa da nossa camiseta.


        Meu único conselho para você é: siga sua intuição. Dê mais ouvidos a ela e ligue menos para as críticas das pessoas, principalmente as que não acreditarem no seu sonho. Elas se acham especialistas quando se trata da vida alheia, mas não conseguem sequer resolver os próprios problemas. A obrigação de se fazer feliz é sua.


(ROCHA, Matheus. Pressa de ser feliz. Crônica de um ansioso, p.109,110,111)

Assinale a alternativa em que a re-escrita provoca agressão à norma culta:
Alternativas
Q4413626 Não definido

Leia com atenção o texto e responda o que se pede no comando da questão



A obrigação de se fazer feliz é sua.



    Não faz muito tempo que o meu sonho era ter 18 anos. Eu achava que uma tatuagem e um alargador transformariam a minha vida. Eu tinha certeza absoluta que poder entrar em todas as festas, beber ou chegar tarde em casa faria total diferença para mim, para os meus dias. Todas aquelas coisas soavam divertidíssimas e empolgantes aos meus olhos um tanto quanto impressionados com a vida adulta.


    Hoje, meu braço é tatuado, minha orelha carrega um alargador, ninguém pergunta mais se eu tenho idade para beber, se importa se eu virar três noites seguidas sem dormir, mas minha vida não se tornou nada parecida com o parque de diversões que eu imaginava que fosse. Não que eu não goste do traço, da marca permanente no meu corpo, não que o alargador que me ajudou a superar meu trauma por ter uma orelha grande não seja especial, não que eu não suporte o sabor de vodka ou sinta sono às duas da manhã e já implore para ir para casa, mas o que eu pensei que isso tudo seria mais legal.


    Com o passar dos anos, com o ganhar da maturidade, uma coisa em que quase nenhum pré-adolescente pensa, mas com a qual todo adulto sofre, é o senso de responsabilidade, além da necessidade de ser bem-sucedido. Hoje, as pessoas meio que enterraram o “fazer por amor” das escolhas profissionais. A onda da vez é “fazer por dinheiro” para ter dinheiro para fazer por amor.


        Nos meus tempos de colégio, os testes vocacionais diziam que era para eu me imaginar dez anos à frente e pensar se estaria feliz com aquela opção de trabalho. Mas olha, veja bem, é difícil pedir isso a qualquer pessoa que só tem como responsabilidade tirar dez na prova de Química. É difícil exigir isso de quem só morre de preguiça de praticar esportes ainda mais com as aulas de Educação Física obrigatórias. É difícil exigir que alguém com tantos sonhos escolha um sonho só.


    Agora, no presente, sou um jovem de vinte e poucos anos que trabalha quarenta horas semanais. Que tem horários marcados para chegar, sair, almoçar, voltar, chegar, sair e, enfim ter liberdade. Sim, meu amigo, depois de uma certa idade, aquele paraíso de horas livres para fazer o que você quiser, vai, quase sempre, se restringir entre as seis da tarde e as sete e vinte da manhã. Ou pior: entre meia noite e o segundo alarme do despertador. Depois disso, é a hora da sua parcela capitalista trabalhar para pagar os boletos dos sonhos que você faz enquanto procrastina.


    Quase todos nós perdemos tempo demais. Isso não é uma suposição, não é uma indagação. É uma afirmação. É uma observação. A grande maioria das pessoas que conheço gasta os dias esperando os dias passarem. Esperando as horas avançarem, as semanas acabarem, os meses terminarem, os anos virarem, mas elas não esperam quase nada de si. Elas querem que os relógios deem conta de conquistar a vida por elas.


    A vida é um sopro. A vida é curta demais. A vida passa rápido demais para você deixar de ser ator, atriz, cantor(a), dançarino(a), veterinário(a), dentista, enfermeiro(a), nutricionista, psicólogo(a), esportista, arquiteto(a), tatuador(a), desenhista, cronista, cartunista, artista ou o que mais couber nessa lista, só porque alguém disse a você que é errado ou não dá dinheiro ou que não é o melhor para a sua história.


    A vida, cara pessoa do outro lado do papel, é curta demais para a gente deixar para comer a sobremesa depois do almoço, para não assistir a desenho animado ou para continuar deitado no sofá em vez de levantar e ir aprender a tocar violão. A vida, essa que está, neste segundo, fazendo seu coração bater, é rara demais para ser triste. Para ser o que der para ser. Para ser qualquer coisa. Para ser esse calvário interminável onde a gente passa mais tempo reclamando do que realmente sendo feliz.


        O expediente acabar não vai trazer a felicidade. A semana acabar não vai trazer a felicidade. O mês acabar não vai trazer a felicidade. O ano acabar não vai trazer a felicidade. Mas você pode ir até ela. Então, simplesmente, vá. Nem que seja só com a roupa do corpo. Quando a gente tem um sorriso enorme estampado no rosto, ninguém liga para a estampa da nossa camiseta.


        Meu único conselho para você é: siga sua intuição. Dê mais ouvidos a ela e ligue menos para as críticas das pessoas, principalmente as que não acreditarem no seu sonho. Elas se acham especialistas quando se trata da vida alheia, mas não conseguem sequer resolver os próprios problemas. A obrigação de se fazer feliz é sua.


(ROCHA, Matheus. Pressa de ser feliz. Crônica de um ansioso, p.109,110,111)

Sobre a crônica, não se pode concluir:
Alternativas
Q4413581 Não definido
Em um pluviógrafo é possível obter as seguintes grandezas:
Alternativas
Q4413576 Não definido
O molinete fluviométrico é usado para medir:
Alternativas
Q4413574 Não definido
Qual o instrumento de maior precisão para medida de diâmetros internos de até 50 mm e pequenas peças? 
Alternativas
Q4413375 Não definido
Um cinegrafista foca um objeto em primeiro plano. Logo depois, ele vai alterando o foco até desfocar este objeto e focar em outro objeto que está metros atrás, ao fundo da cena. Este cinegrafista realizou:
Alternativas
Q4413367 Não definido
Um apresentador de um programa de TV necessita ler um texto, na íntegra, diretamente da fonte. Para tanto, foi disponibilizado, em frente à câmera, o dispositivo denominado: 
Alternativas
Q4413366 Não definido
O roteiro, no qual as cenas são ilustradas como em revistas de quadrinhos e descritas para dar uma ideia mais precisa do trabalho audiovisual a ser realizado, é conhecido pelo nome de:
Alternativas
Q4413361 Não definido
Qual é o nome do dispositivo interno da câmera que controla a quantidade de luz que entrará na câmera até o sensor?
Alternativas
Q4413346 Não definido
Diferente do olho humano, as câmeras precisam de um ajuste para enxergar as cores reais do ambiente. Como se chama este ajuste?
Alternativas
Q4413344 Não definido
Sabe-se que para manter a coerência na cena, há regras de posicionamento de câmeras em referência aos personagens. Então, para não confundir os telespectadores, qual das figuras está correta para que não haja quebra de eixo?
Alternativas
Q4411181 Não definido
Quais são as normas relativas, respectivamente, à dispensação de medicamentos sujeitos ao controle especial e de antimicrobianos?
Alternativas
Q4411180 Não definido
A farmacotécnica compreende a manipulação dos princípios ativos e outras substâncias necessárias para a fabricação de medicamentos. A seleção da forma farmacêutica ideal é um parâmetro de grande relevância para a qualidade farmacotécnica de um medicamento. Quanto às formas farmacêuticas, marque a alternativa correta:
Alternativas
Q4411179 Não definido
Quanto ao armazenamento e conservação de medicamentos, é correto afirmar que:
Alternativas
Q4411178 Não definido
A RDC n.º 67 dispõe sobre Boas Práticas de Manipulação de Preparações Magistrais e Oficinais para Uso Humano em farmácias. Ela define que a água utilizada na manipulação de produtos é considerada matéria-prima produzida pela própria farmácia por purificação da água potável. Quanto à água utilizada por farmácia com manipulação, marque a alternativa incorreta:
Alternativas
Respostas
21701: D
21702: A
21703: C
21704: C
21705: D
21706: A
21707: C
21708: C
21709: C
21710: C
21711: B
21712: C
21713: C
21714: B
21715: E
21716: A
21717: A
21718: B
21719: A
21720: C