Questões de Concurso Sobre música
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Quais são as escalas empregadas nesses trechos?
Nesse arranjo, tem-se que:
O século XX trouxe uma série de transformações políticas, econômicas, sociais e culturais para todo o mundo. [...] Este, então, passa a ser um momento em que o artista parte à procura de novas sensações, de novas linguagens; há a necessidade de inovação de ir de encontro ao estabelecido e desafiar a autoridade, propondo o rompimento com o que é tradicional. Esse espírito beligerante, que luta contra a arte instituída, em prol da união entre a vida e a arte e em favor do novo, é o que chamamos de vanguarda. E é dentro desta concepção artística e ideológica que encontramos o grupo Música Viva.
RAMOS, R. A. Música Viva e a nova fase da modernidade musical brasileira. ANPUH – XXV Simpósio Nacional de História. Fortaleza, 2009. Disponível em: <http://www.snh2011.anpuh.org/resources/anais/anpuhnacional/S.25/ANPUH.S25.1151.pdf>. Acesso em 13 ago. 2020.
No contexto apresentado, qual é o princípio defendido pelo grupo?
Quanto ao modo das melodias e sua adequação ao canto coral pretendido pelo professor, tem-se que:
A partir da escrita composicional, quais são suas texturas e períodos?
CHEDIAK, Almir. As 101 melhores canções do século XX. 4. ed. Rio de Janeiro: Lumiar Editora, 2004. v. 1 e 2.
As músicas que representam A, B e C são, respectivamente:
CHEDIAK, Almir. As 101 melhores canções do século XX. 4. ed. Rio de Janeiro: Lumiar Editora, 2004. v. 1.
A harmonização adequada para os compassos 6, 7 e 8, é:
Nesse trecho,
A peça a seguir corresponde ao Minueto n. três do Pequeno Livro de Anna Magdalena Bach. Utilize-o para responder à questão.

A peça a seguir corresponde ao Minueto n. três do Pequeno Livro de Anna Magdalena Bach. Utilize-o para responder à questão.

Fonte (adaptada): GUSMÃO, P. Teoria Elementar da Música. Universidade Federal de Santa Maria, 2012, p. 6.
Marque a alternativa que substitui corretamente o X e o Y no texto acima:
“indivíduos com TEA, aparentemente, possuem uma ativação menor na área pré-motora e na ínsula anterior esquerda, em relação a sujeitos com desenvolvimento típico, em especial durante o processamento de música ‘alegre’, neste caso definida como música tonal em andamento rápido e tonalidade maior”.
SAMPAIO; LOUREIRO; GOMES, 2015, p.146.
Neste contexto, para avaliar a musicoterapia aplicada a indivíduos com TEA (Transtorno do Espectro do Autismo) tem sido proposta a realização do processo de microanálise, que inclui a seguinte ordem de níveis:
Uma das premissas básicas da Musicoterapia é que como as experiências musicais envolvem tantas facetas do ser humano, uma transformação musical que um cliente faz é provavelmente indicativa de uma transformação não musical de algum tipo.
BRUSCIA, Kenneth E.. Definindo Musicoterapia. 3. ed. Dallas: Barcelona Publishers, 2016.
Para Bruscia, os tipos de transformação são considerados como ações promotoras de saúde ou terapêuticas e podem derivar de uma orientação “patogênica” ou “salutogênica” ou “holárquica”. Quando a transformação em saúde ajuda o cliente a reconquistar capacidades perdidas, como resultado de determinada condição de saúde, é denominada de:
[…] existem várias direções nessas palavras que significam movimentação, ou seja: no sentido do musicoterapeuta para o paciente; na direção do paciente para o musicoterapeuta e, finalmente, ambos numa mesma direção, interagindo de forma sucessiva ou simultânea.
BARCELLOS, Lia Rejane M. Quaternos de Musicoterapia e Coda. Dallas: Barcelona Publishers, 2016.
Quando o musicoterapeuta sinaliza relações entre dados, sequências, momentos significativos e capacidades do paciente, está realizando qual tipo de intervenção?