Questões de Concurso
Comentadas sobre química ambiental em meio ambiente
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“O __________ é um poluente atmosférico perigoso, inodoro e incolor, frequentemente emitido por veículos automotores em áreas urbanas devido à combustão incompleta de combustíveis.”
“Provoca a destruição das folhas dos vegetais, diminuindo a fotossíntese, o que acarreta a morte e consequente perda da cobertura vegetal da região atingida.”
Estamos nos referindo a:
( ) O Índice de Qualidade da Água (IQA) é uma ferramenta útil para comparar a qualidade de diferentes corpos hídricos e avaliar o impacto de ações voltadas para a preservação dos ecossistemas aquáticos. No entanto, apresenta uma desvantagem, esse índice pode resultar na perda de informações sobre as variáveis e parâmetros individuais.
( ) A avaliação de qualidade de água obtida pelo IQA, além de analisar parâmetros físicos e químicos da água, também analisa parâmetros como metais pesados, pesticidas, compostos orgânicos, além de parâmetros biológicos como protozoários patogênicos.
( ) A Resolução Conama nº 357 estabelece que, para a proteção da vida aquática, o pH deve estar entre 6 e 9.
( ) A Demanda Química de Oxigênio (DQO) mede a quantidade de matéria orgânica na água que pode ser estabilizada biologicamente, enquanto o Carbono Orgânico Total (COT) inclui todos os compostos e contaminantes orgânicos, refletindo os impactos das atividades humanas.
Com relação ao controle do PH da água, analisar as afirmações a seguir:
I. Para ser considerada adequada ao consumo humano, a água deve apresentar um pH entre 2,0 e 4,0.
II. Quando o pH for menor que 5 significa que a solução apresenta acidez e quanto menor o número do pH, mais ácida é a solução aquosa.
III. Quando o pH é maior que 9 a solução é chamada de alcalina.
Esta(ão) Correto(s):
A distinção entre os dois métodos reside na natureza da matéria orgânica estabilizada. Enquanto a DBO se refere especificamente à matéria orgânica decomposta pela atividade microbiana, a DQO abrange também a estabilização da matéria orgânica resultante de processos:
Leia o texto abaixo para responder à questão
- Pesquisa mede emissão de óxido nitroso na Amazônia e no Pantanal
Com experimentos realizados em campo e em laboratório, pesquisa do Instituto de Química da Universidade Federal Fluminense (UFF) avalia a variação de emissão de óxido nitroso (N2O) na Amazônia e no Pantanal. O óxido nitroso é capaz de agravar a destruição da camada de ozônio e sua principal forma de emissão nos dois biomas brasileiros é pelo solo de áreas alagadas.
De acordo com o último relatório da Convenção-Quadro da Organização das Nações Unidas sobre Mudança Climática (UNFCCC), a temperatura do planeta pode aumentar até 2,6ºC até o fim do século. Na Amazônia, a diminuição do nível de chuva nos períodos de estiagem, somada ao avanço do desmatamento, pode levar à ampliação da seca em algumas áreas, enquanto o aumento das chuvas em outras regiões da floresta pode provocar o alagamento de locais nunca antes alagados.
Esses eventos são intensificados pelo efeito estufa, um fenômeno natural que impossibilita a vida na Terra já que gases presentes na atmosfera, chamados de gases do efeito estufa (GEE), passam a reter parte da radiação emitida pelo Sol. Entre esses gases está o óxido nitroso, capaz de agravar a destruição da camada de ozônio, uma camada de proteção da atmosfera.
Gabriela Cugler, doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Geociências (Geoquímica) da UFF, explica que a agricultura e as indústrias são grandes fontes de produção do gás, mas que existe uma lacuna de informações ao tentar entender qual o impacto das emissões de N2O pelas florestas naturais. “Seja uma floresta tropical ou temperada, onde elas se encaixam dentro desse cenário?”, questiona.
O estudo destrincha como a produção de N2O funciona em diferentes cenários do bioma amazônico, considerando a presença ou não de água e de árvores, em quatro trabalhos: dois de campo, na Amazônia e no Pantanal, para avaliar o que acontece com o ambiente com o aumento ou diminuição do nível de água, e dois experimentos em laboratório apenas na Amazônia, buscando entender o impacto desses eventos extremos de seca ou alagamento.
“As plantas amazônicas, além de metano, que é um gás do efeito estufa, emitem também o N2O que é um outro gás de efeito estufa”, explicou Alex Enrich Prast, orientador da pesquisa. “Historicamente, as áreas amazônicas já emitiam esse gás do efeito estufa, mas existia um equilíbrio na natureza e no planeta onde os trópicos emitiam mais metano ou mais óxido nitroso e isso ajudava a manter a temperatura da Terra numa temperatura aceitável. No que o homem passa a emitir pelas atividades antrópicas mais metano e mais N2O com mais agricultura e fertilizantes, como consequência disso, emitem mais N2O. É importante acompanhar as emissões naturais”, detalhou.
“O óxido nitroso é 310 vezes mais potente na retenção de calor do que o CO2 [gás carbônico] e o tempo que ele fica na atmosfera é maior que o CO2. O N2O aumenta os efeitos da mudança do clima, isso já está bem estabelecida na literatura”, disse Gabriela.
(Fonte: Adaptado. Agência Brasil, porwww.romanews.com.br/sustentabilidade/pesquisa-mede-emissao-de-oxido-nitroso-na-amazonia-e-no-pantanal/ Acesso em 02/01/2024.)
A partir da pesquisa do Instituto de Química da Universidade Federal Fluminense (UFF) e sua atuação, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
I. O estudo mencionado no texto abrange tanto experimentos em campo quanto experimentos em laboratório para compreender a produção de N2O nos diferentes cenários do bioma amazônico.
PORQUE
II. A pesquisa destaca a importância de considerar a presença ou ausência de água e árvores nos experimentos, bem como a realização de dois tipos distintos de trabalhos: de campo, na Amazônia e no Pantanal, e experimentos em laboratório apenas na Amazônia.