Questões de Concurso Comentadas sobre meio ambiente

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Q4220204 Meio Ambiente
Um Engenheiro Ambiental do Ministério Público do Espírito Santo está selecionando algumas imagens de satélites visando ao monitoramento e controle dos recursos naturais e das atividades antrópicas em algumas regiões do Estado.

Inicialmente, buscou-se imagens dos sensores “A” (com 8 bandas, pixel de 30 m x 30 m e 8 bits) e “B” (com 6 bandas, pixel de 1,1 km x 1,1 km e 8 bits).

Com base no número de bandas, dimensão do pixel e número de bits dos dois sensores, assinale a afirmativa correta. 
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Q4220203 Meio Ambiente
Durante o monitoramento da cobertura vegetal no estado do Espírito Santo, foram utilizadas imagens dos satélites CBERS-4 e Landsat 7.

O satélite CBERS-4 apresentava imagens com pixel de 20 m x 20 m e revisita de 26 dias, enquanto o Landsat 7 apresentava pixel de 30 m x 30 m e revisita de 16 dias.

As imagens dos satélites CBERS-4 e Landsat 7 utilizadas no monitoramento diferem, respectivamente, quanto às resoluções 
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Q4220190 Meio Ambiente
Um dos desafios centrais da Economia Ambiental é valorar os benefícios que não decorrem do uso direto do recurso ambiental, como o valor atribuído à simples existência de uma floresta tropical ou de uma espécie ameaçada de extinção.
Assinale a opção que indica o método primário de valoração ambiental mais adequado para estimar diretamente valor de existência — isto é, valor de não uso — por não depender de comportamentos observados em mercados relacionados. 
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Q4220187 Meio Ambiente
Na formulação de políticas públicas, a valoração ambiental busca atribuir valores monetários a bens e serviços ecossistêmicos que não possuem preço de mercado.
Entre as categorias que compõem o Valor Econômico Total (VET) de um recurso ambiental, destacam-se valores associados ao uso atual, ao uso potencial futuro e ao não uso.
Relacione as categorias listadas a seguir aos respectivos exemplos ou definições.
(1) Valor de Uso Direto (2) Valor de Opção (3) Valor de Existência
( ) Valor atribuído à preservação de um ecossistema para manter a possibilidade de seu uso no futuro, ainda que ele não seja utilizado no presente.

( ) Valor derivado da satisfação de saber que uma espécie, como a baleia-jubarte, continua a existir, independentemente de qualquer intenção de uso presente ou futuro.

( ) Valor obtido por meio da extração de recursos naturais, como madeira, ou de atividades recreativas, como visitação a parques nacionais.



Assinale a opção que apresenta a sequência correta, segundo a ordem apresentada. 
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Q4219727 Meio Ambiente
Os processos metalúrgicos e a atividade siderúrgica dependem fortemente da queima de combustíveis fosseis, operação que resulta na emissão antropogênica de gases poluentes à atmosfera, com destaque para o dióxido de enxofre (SO2) e os óxidos de nitrogênio (NOx). Quando inseridos na dinâmica troposférica, esses compostos sofrem reações de oxidação e posterior hidrolise ao entrarem em contato com o vapor d'água. O fenômeno de poluição decorrente diretamente dessa interação química e:
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Q4218998 Meio Ambiente

Acerca da Responsabilidade Socioambiental das Organizações, analise as afirmativas a seguir:


I. A incorporação da responsabilidade socioambiental ao planejamento estratégico permite que as organizações identifiquem riscos e oportunidades relacionados às dimensões econômica, social e ambiental durante o processo decisório.


II. O diálogo com as partes interessadas constitui mecanismo relevante para identificar expectativas, avaliar impactos das atividades organizacionais e aperfeiçoar as práticas de gestão.


III. A adoção de indicadores de desempenho socioambiental reduz a relevância do acompanhamento dos resultados econômicos, uma vez que a sustentabilidade prioriza objetivos sociais e ambientais.


IV. A responsabilidade socioambiental limita-se às ações desenvolvidas pela alta administração, não influenciando os processos operacionais executados pelas diferentes unidades organizacionais.


Após análise, conclui-se que é correto o que se afirma em:  

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Q4218997 Meio Ambiente
A responsabilidade socioambiental das organizações tem assumido papel estratégico na gestão contemporânea, envolvendo a integração de aspectos econômicos, sociais e ambientais às decisões organizacionais, bem como o relacionamento ético com as partes interessadas. Considerando esse contexto, assinale a alternativa correta. 
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Q4218620 Meio Ambiente
Considerando a Resolução CNE/CEB nº 2/2024, quanto ao trabalho com a temática ambiental, assinale a alternativa correta. 
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Q4217713 Meio Ambiente
Considere que um analista em engenharia ambiental e sanitária do MPGO precisa delimitar, em ambiente SIG, as Áreas de Preservação Permanente (APPs) marginais de uma bacia hidrográfica para instruir um laudo pericial. O profissional possui a rede de drenagem vetorizada em linhas e deve aplicar os limites métricos fixados na legislação vigente. Qual operação de geoprocessamento deve ser executada sobre o vetor dos cursos d’água para gerar o polígono com a largura legal dessas APPs? 
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Ano: 2026 Banca: IDECAN Órgão: UNILAB Prova: IDECAN - 2026 - UNILAB - Engenheiro Agrônomo |
Q4216553 Meio Ambiente
A Agronomia e as Ciências Ambientais dialogam diretamente na busca por sistemas produtivos sustentáveis, conciliando produtividade agrícola e preservação dos recursos naturais. Nesse contexto, assinale a alternativa correta.
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Ano: 2026 Banca: IDECAN Órgão: UNILAB Prova: IDECAN - 2026 - UNILAB - Administrador |
Q4216267 Meio Ambiente
A adoção de práticas sustentáveis na gestão de recursos públicos representa uma diretriz contemporânea da administração pública. Sob essa perspectiva, a sustentabilidade na gestão de materiais implica:
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Q4209678 Meio Ambiente
O custo invisível da obsolescência programada

    Três anos atrás, durante o Ironman, prova de triatlo realizada em Fortaleza, o organizador do evento olhou para o meu tênis e perguntou quanto tempo havia que eu o usava. Respondi que era praticamente novo; tinha cerca de um ano. Ele não hesitou: “Troque. O amortecedor já foi”. Mais tarde, em São Paulo, comprei uma bicicleta elétrica. Em menos de um ano, o painel queimou e ela parou de funcionar. Perguntei na loja se aquilo era obsolescência programada. O atendente não entendeu o termo. Traduzi: tempo de vida. O mecânico sorriu.
    Um tênis com prazo oculto. Uma bicicleta elétrica, símbolo da modernidade sustentável, interrompida por uma peça pequena, decisiva e substituível. O futuro, ao que parece, também foi programado para durar pouco — embora às vezes tenhamos que admitir, como o filósofo francês, nascido na Argélia, Louis Althusser (1918-1990), que “o futuro dura muito tempo” (título do seu desconcertante relato autobiográfico publicado postumamente, em 1992).
   Quando estudei a sociedade industrial na universidade, sobretudo a partir de outro pensador francês, Raymond Aron (1905-1983), uma questão central era como a indústria superou a produção artesanal. Precisava demonstrar superioridade: era mais rápida, mais barata, mais durável. Mas quando ela dominou a forma de produzir, precisou também dominar a arte de fazer substituir. A durabilidade tornou-se obstáculo. O método fashion foi incorporado a quase tudo. Objetos cotidianos passaram a viver sob o império de uma vida útil cada vez mais curta.
    Durante décadas, a obsolescência programada foi tratada como crítica clássica ao capitalismo de consumo. Hoje, porém, precisa voltar ao centro do debate por outra razão: suas consequências urbanas e climáticas. Tudo desemboca nas cidades. Os produtos entram, circulam, são consumidos e descartados nelas. A cidade tornou-se o grande território de recepção daquilo que a economia produz em massa e abandona em velocidade crescente. O problema já não é o consumidor que troca antes do esperado o que comprou. É o efeito sistêmico de bilhões de trocas aceleradas sobre infraestrutura, aterros, cadeias de reciclagem, logística reversa e financiamento municipal.
    A crise climática e a crise dos resíduos estão mais ligadas do que parece. A produção incessante pressiona recursos e emissões; a compressão do tempo de vida dos objetos inunda as cidades de rejeitos, plástico, sucata eletrônica e passivos materiais. A ironia é objetiva: enquanto as cidades enfrentam enchentes e calor extremo, precisam administrar a montanha crescente de restos da economia contemporânea.
    Já nos anos 1970, a equação I = PAT – ou seja, o impacto ambiental está relacionado à população, à afluência (consumo médio por pessoa) e à tecnologia – acendia um alarme para o tema. O que não se percebeu foi que a variável tecnologia não atuaria como vetor de eficiência e sim como acelerador do descarte. A inovação que deveria reduzir o impacto por unidade passou a multiplicar as unidades e a encurtar seu tempo de vida.
    Não se trata de denunciar moralmente a obsolescência. Trata-se de perguntar quem paga seus custos urbanos. Taxas de lixo já recaem sobre cidadãos. No entanto, isso basta? Com eventos extremos mais frequentes e pressão crescente sobre serviços urbanos, o arranjo é cada vez mais insustentável.
    Há uma direção concreta. Se o ciclo de vida dos produtos gera custos que recaem sobre as cidades, a responsabilidade estendida do produtor precisa alimentar fundos urbanos de adaptação climática. Vincular carga fiscal à vida útil declarada criaria incentivo real à durabilidade e receita proporcional ao passivo que cada cadeia produtiva transfere ao território. Não é panaceia. Contudo, é o tipo de mecanismo que nomeia o custo onde ele nasce e o cobra de quem o produz.
    A obsolescência programada não produz apenas objetos descartáveis. Produz cidades que pagam com enchentes, aterros esgotados e orçamentos corroídos ao preço de um modelo que nunca foi desenhado para durar.

(Por: Elcio Batista. Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/o-custo-invisivel-da-obsolescencia-programada/. Acesso em: junho de 2026.)
De acordo com a argumentação desenvolvida no texto, o principal problema associado à obsolescência programada, na contemporaneidade, consiste:
Alternativas
Q4209675 Meio Ambiente
O custo invisível da obsolescência programada

    Três anos atrás, durante o Ironman, prova de triatlo realizada em Fortaleza, o organizador do evento olhou para o meu tênis e perguntou quanto tempo havia que eu o usava. Respondi que era praticamente novo; tinha cerca de um ano. Ele não hesitou: “Troque. O amortecedor já foi”. Mais tarde, em São Paulo, comprei uma bicicleta elétrica. Em menos de um ano, o painel queimou e ela parou de funcionar. Perguntei na loja se aquilo era obsolescência programada. O atendente não entendeu o termo. Traduzi: tempo de vida. O mecânico sorriu.
    Um tênis com prazo oculto. Uma bicicleta elétrica, símbolo da modernidade sustentável, interrompida por uma peça pequena, decisiva e substituível. O futuro, ao que parece, também foi programado para durar pouco — embora às vezes tenhamos que admitir, como o filósofo francês, nascido na Argélia, Louis Althusser (1918-1990), que “o futuro dura muito tempo” (título do seu desconcertante relato autobiográfico publicado postumamente, em 1992).
   Quando estudei a sociedade industrial na universidade, sobretudo a partir de outro pensador francês, Raymond Aron (1905-1983), uma questão central era como a indústria superou a produção artesanal. Precisava demonstrar superioridade: era mais rápida, mais barata, mais durável. Mas quando ela dominou a forma de produzir, precisou também dominar a arte de fazer substituir. A durabilidade tornou-se obstáculo. O método fashion foi incorporado a quase tudo. Objetos cotidianos passaram a viver sob o império de uma vida útil cada vez mais curta.
    Durante décadas, a obsolescência programada foi tratada como crítica clássica ao capitalismo de consumo. Hoje, porém, precisa voltar ao centro do debate por outra razão: suas consequências urbanas e climáticas. Tudo desemboca nas cidades. Os produtos entram, circulam, são consumidos e descartados nelas. A cidade tornou-se o grande território de recepção daquilo que a economia produz em massa e abandona em velocidade crescente. O problema já não é o consumidor que troca antes do esperado o que comprou. É o efeito sistêmico de bilhões de trocas aceleradas sobre infraestrutura, aterros, cadeias de reciclagem, logística reversa e financiamento municipal.
    A crise climática e a crise dos resíduos estão mais ligadas do que parece. A produção incessante pressiona recursos e emissões; a compressão do tempo de vida dos objetos inunda as cidades de rejeitos, plástico, sucata eletrônica e passivos materiais. A ironia é objetiva: enquanto as cidades enfrentam enchentes e calor extremo, precisam administrar a montanha crescente de restos da economia contemporânea.
    Já nos anos 1970, a equação I = PAT – ou seja, o impacto ambiental está relacionado à população, à afluência (consumo médio por pessoa) e à tecnologia – acendia um alarme para o tema. O que não se percebeu foi que a variável tecnologia não atuaria como vetor de eficiência e sim como acelerador do descarte. A inovação que deveria reduzir o impacto por unidade passou a multiplicar as unidades e a encurtar seu tempo de vida.
    Não se trata de denunciar moralmente a obsolescência. Trata-se de perguntar quem paga seus custos urbanos. Taxas de lixo já recaem sobre cidadãos. No entanto, isso basta? Com eventos extremos mais frequentes e pressão crescente sobre serviços urbanos, o arranjo é cada vez mais insustentável.
    Há uma direção concreta. Se o ciclo de vida dos produtos gera custos que recaem sobre as cidades, a responsabilidade estendida do produtor precisa alimentar fundos urbanos de adaptação climática. Vincular carga fiscal à vida útil declarada criaria incentivo real à durabilidade e receita proporcional ao passivo que cada cadeia produtiva transfere ao território. Não é panaceia. Contudo, é o tipo de mecanismo que nomeia o custo onde ele nasce e o cobra de quem o produz.
    A obsolescência programada não produz apenas objetos descartáveis. Produz cidades que pagam com enchentes, aterros esgotados e orçamentos corroídos ao preço de um modelo que nunca foi desenhado para durar.

(Por: Elcio Batista. Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/o-custo-invisivel-da-obsolescencia-programada/. Acesso em: junho de 2026.)
No encerramento do artigo, o autor apresenta uma alternativa prática para lidar com o problema da obsolescência programada. Segundo o texto, é correto afirmar que essa medida consiste em:
Alternativas
Q4209338 Meio Ambiente
Em uma campanha interna de responsabilidade socioambiental, um órgão público orienta seus servidores a adotarem atitudes sustentáveis no dia a dia de trabalho. O auxiliar de serviços gerais participa da campanha adotando hábitos que contribuem para a preservação ambiental. Assinale a alternativa que apresenta uma atitude sustentável no ambiente de trabalho:
Alternativas
Q4209293 Meio Ambiente
Em novembro 2025, aconteceu em Belém, capital do Pará, a 30ª Conferência das Partes (COP30). A Conferência foi criada pela Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (CQNUMC) como órgão responsável por tomar as decisões necessárias para implementar compromissos assumidos pelos países no combate à mudança do clima.
Sobre o aquecimento global e as mudanças climáticas, analise as assertivas a seguir.
I- Apoluição causada pelos automóveis a combustão, a contaminação dos rios e oceanos e o desmatamento estão entre as principais atividades humanas que afetam o clima.
II- O derretimento de geleiras e o aumento do nível do mar são exemplos de consequências globais da emissão de Gases do Efeito Estufa (GEEs).
III- As políticas ambientais e climáticas fazem parte da agenda ideológica de países estrangeiros que objetivam impedir o desenvolvimento do Brasil.
IV- As atividades humanas não afetam o aumento dos níveis dos oceanos, pois o aumento da temperatura global é um fenômeno estritamente natural.
É CORRETO o que se afirma apenas em: 
Alternativas
Q4207526 Meio Ambiente
Nos últimos anos, intensificaram-se as discussões sobre mudanças climáticas, desmatamento e preservação ambiental no Brasil. Em 2025 e 2026, eventos climáticos extremos, como secas prolongadas, enchentes e ondas de calor, impactaram diversas regiões do país, evidenciando a urgência de políticas ambientais efetivas.

Identifique a alternativa correta sobre práticas sustentáveis e preservação ambiental.
Alternativas
Q4207287 Meio Ambiente
Considerando ações de preservação ambiental nas cidades, é correto afirmar:
Alternativas
Q4205004 Meio Ambiente
 Nas últimas décadas, a temperatura média do planeta tem aumentado em consequência da intensificação do efeito estufa, principalmente devido ao aumento da concentração de gases como dióxido de carbono (CO), metano (CH) e óxido nitroso (NO), liberados por atividades humanas, como a queima de combustíveis fósseis e o desmatamento.
Um grupo de pesquisadores analisou uma região costeira ao longo de 30 anos e observou os seguintes fenômenos:
• aumento da temperatura média anual;
• maior frequência de ondas de calor;
• redução da disponibilidade de água doce;
• avanço do nível do mar sobre áreas costeiras;
• diminuição da biodiversidade em ecossistemas locais.
Conclui-se que esses impactos estão relacionados principalmente ao fato de que: 
Alternativas
Q4204008 Meio Ambiente

De acordo com o Painel Brasileiro de Mudanças Climáticas, a temperatura média do planeta aumentou 0,7 °C ao longo do século XX, provocando diversos impactos negativos. Nesse contexto, são exemplos desses impactos:



I. Elevação do nível dos oceanos.


II. Aumento na frequência de eventos climáticos extremos.


III. Contribuição para a desertificação.


IV. Redução da biodiversidade.



Quais estão corretos?

Alternativas
Q4204000 Meio Ambiente
Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU são um apelo global à ação para acabar com a pobreza, proteger o meio ambiente e o clima e garantir que as pessoas, em todos os lugares, possam desfrutar de paz e de prosperidade. Eles estão divididos em prioridades, integrando as esferas social, ambiental e econômica. Entre esses objetivos, NÃO está o(a):
Alternativas
Respostas
41: D
42: B
43: A
44: A
45: C
46: B
47: E
48: D
49: E
50: B
51: A
52: C
53: C
54: A
55: E
56: D
57: E
58: C
59: D
60: C