Questões de Concurso
Sobre o meio ambiente em meio ambiente
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I- A precipitação é a queda de água na superfície do solo, não somente na forma de chuva, como também na forma de neve ou granizo II- O escoamento superficial é a fração da água da chuva que escoa pela superfície da terra, indo atingir os fundos de vale, lagos, e cursos d’água, III- A infiltração é a fração da água da chuva que escoa superficialmente, infiltrando-se no terreno, mão não proporciona a recarga do lençol freático e dos cursos d'água em virtude da pequena capacidade de absorção do solo. IV-A água que se infiltra no solo é submetida à evaporação direta para a atmosfera e é absorvida pela vegetação, que através da transpiração, a devolve à atmosfera. Este processo chamado evapotranspiração ocorre no topo da zona insaturada, ou seja, na zona onde os espaços entre as partículas de solo não contêm are água.
I. A emissão de poluentes depende das condições de regulagem do motor, da existência de catalisador e da idade do veículo. II. A ausência da ação dos ventos pode agravar as condições de poluição, uma vez que os ventos favorecem a dispersão rápida de poluentes. III. A gasolina é o combustível que mais emite poluentes por litro.
Estão corretas as afirmativas
Os fungos produzem substâncias antibióticas que inibem o crescimento de bactérias em uma associação negativa, em que as bactérias sofrem inibição em seu crescimento ou reprodução e os fungos não sofrem nada.
Esse tipo de relação é chamada de
Analise as afirmativas abaixo, dê valores Verdadeiro (V) ou Falso (F).
( ) A grande parte dos metais tem tendência a liberar elétrons para se estabilizar eletronicamente, por isso os metais combinam-se facilmente com espécies oxidantes (como o oxigênio) e reagem de modo que o metal sempre é desgastado.
( ) O ferro pode dar origem aos óxidos de ferro (II) e (III), podendo se combinar e formar a austenita vermicular, deixando o material frágil.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência
correta de cima para baixo.
Após a leitura da matéria abaixo, que concilia linguagem verbal e não-verbal, responda a questão.

No período de 25 a 27 de setembro de 2015, chefes de Estado e de Governo e altos representantes, reunidos na sede das Nações Unidas em Nova York, decidiram assinar uma Declaração intitulada Agenda 2030 com novos objetivos globais de desenvolvimento sustentável.
A Agenda 2030, como ficou conhecida, é um plano de ação para as pessoas, para o planeta e para a prosperidade. São, portanto, 15 anos para o cumprimento dessa agenda que busca fortalecer a paz universal com mais liberdade, que reconhece a dificuldade de erradicar a pobreza em todas as suas formas e dimensões, incluindo a pobreza extrema, assumindo esse desafio como requisito indispensável para o desenvolvimento sustentável.
Todos os países e todas as pessoas interessadas precisam atuar em parceria colaborativa, com o grandioso propósito de libertar a raça humana da tirania da pobreza e da penúria, curando-a e protegendo nosso planeta. Com determinação, é preciso ousar transformar a sociedade para que, direcionando-a para um caminho sustentável e resiliente, ninguém seja deixado para trás.
Os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e 169 metas que foram traçados como desafio de superação demonstram a escala e a ambição desta nova Agenda Universal. Eles buscam concretizar os direitos humanos de todos e alcançar a igualdade de gênero e o empoderamento das mulheres e meninas. Eles são, portanto, integrados e indivisíveis, e equilibram as três dimensões do desenvolvimento sustentável: a econômica, a social e a ambiental.
Assim, os 17 Objetivos da Agenda 2030 para o desenvolvimento global sustentável estimularão a ação para os próximos 15 anos em áreas
de importância crucial para a humanidade e para o planeta.
Após a leitura da matéria abaixo, que concilia linguagem verbal e não-verbal, responda a questão.

No período de 25 a 27 de setembro de 2015, chefes de Estado e de Governo e altos representantes, reunidos na sede das Nações Unidas em Nova York, decidiram assinar uma Declaração intitulada Agenda 2030 com novos objetivos globais de desenvolvimento sustentável.
A Agenda 2030, como ficou conhecida, é um plano de ação para as pessoas, para o planeta e para a prosperidade. São, portanto, 15 anos para o cumprimento dessa agenda que busca fortalecer a paz universal com mais liberdade, que reconhece a dificuldade de erradicar a pobreza em todas as suas formas e dimensões, incluindo a pobreza extrema, assumindo esse desafio como requisito indispensável para o desenvolvimento sustentável.
Todos os países e todas as pessoas interessadas precisam atuar em parceria colaborativa, com o grandioso propósito de libertar a raça humana da tirania da pobreza e da penúria, curando-a e protegendo nosso planeta. Com determinação, é preciso ousar transformar a sociedade para que, direcionando-a para um caminho sustentável e resiliente, ninguém seja deixado para trás.
Os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e 169 metas que foram traçados como desafio de superação demonstram a escala e a ambição desta nova Agenda Universal. Eles buscam concretizar os direitos humanos de todos e alcançar a igualdade de gênero e o empoderamento das mulheres e meninas. Eles são, portanto, integrados e indivisíveis, e equilibram as três dimensões do desenvolvimento sustentável: a econômica, a social e a ambiental.
Assim, os 17 Objetivos da Agenda 2030 para o desenvolvimento global sustentável estimularão a ação para os próximos 15 anos em áreas
de importância crucial para a humanidade e para o planeta.
Após a leitura da matéria abaixo, que concilia linguagem verbal e não-verbal, responda a questão.

No período de 25 a 27 de setembro de 2015, chefes de Estado e de Governo e altos representantes, reunidos na sede das Nações Unidas em Nova York, decidiram assinar uma Declaração intitulada Agenda 2030 com novos objetivos globais de desenvolvimento sustentável.
A Agenda 2030, como ficou conhecida, é um plano de ação para as pessoas, para o planeta e para a prosperidade. São, portanto, 15 anos para o cumprimento dessa agenda que busca fortalecer a paz universal com mais liberdade, que reconhece a dificuldade de erradicar a pobreza em todas as suas formas e dimensões, incluindo a pobreza extrema, assumindo esse desafio como requisito indispensável para o desenvolvimento sustentável.
Todos os países e todas as pessoas interessadas precisam atuar em parceria colaborativa, com o grandioso propósito de libertar a raça humana da tirania da pobreza e da penúria, curando-a e protegendo nosso planeta. Com determinação, é preciso ousar transformar a sociedade para que, direcionando-a para um caminho sustentável e resiliente, ninguém seja deixado para trás.
Os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e 169 metas que foram traçados como desafio de superação demonstram a escala e a ambição desta nova Agenda Universal. Eles buscam concretizar os direitos humanos de todos e alcançar a igualdade de gênero e o empoderamento das mulheres e meninas. Eles são, portanto, integrados e indivisíveis, e equilibram as três dimensões do desenvolvimento sustentável: a econômica, a social e a ambiental.
Assim, os 17 Objetivos da Agenda 2030 para o desenvolvimento global sustentável estimularão a ação para os próximos 15 anos em áreas
de importância crucial para a humanidade e para o planeta.
A Lei Estadual nº 10.431/2006 dispõe sobre a Política de Meio Ambiente e de Proteção à Biodiversidade do Estado da Bahia.
Dentre os planos estaduais instituídos pelo mencionado diploma
normativo, destaca-se o de Proteção da Biodiversidade, que tem
alguns objetivos específicos, como:
Considere o texto a seguir.
“Art. 3° . Para fins deste Decreto, são consideradas águas sob jurisdição nacional:
II – águas marítimas, todas aquelas sob jurisdição nacional que não sejam interiores, a saber:
a) as águas abrangidas por uma faixa de “X” milhas marítimas de largura, medidas a partir da linha de base reta e da linha de baixa-mar, conforme indicação das cartas náuticas de grande escala, reconhecidas oficialmente no Brasil – mar territorial;”
Esse texto é consonante ao Decreto n° 8.127/2013 que instituiu o Plano Nacional de Contingência para Incidentes de Poluição por Óleo em Águas sob Jurisdição Nacional, se o “X” for substituído por: