Questões de Concurso Sobre engenharia ambiental e sanitária
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Para uma mesma bacia hidrográfica, quanto maior a declividade do terreno e maior a extensão da encosta por onde há escoamento superficial, maior será o volume da enxurrada. Portanto, mais graves serão os danos causados pela erosão, podendo até mesmo ocasionar sulcos ou voçorocas.
O objetivo fundamental do terraceamento é reduzir riscos de erosão hídrica e proteger mananciais.
A topografia tem por finalidade mapear grandes porções de superfície, levando em consideração as deformações devido à esfericidade do planeta. Por outro lado, a geodésia objetiva mapear pequenas porções de terrenos.
Os poluentes encontrados na atmosfera podem estar na forma de gases e vapores de compostos minerais ou orgânicos ou na forma de partículas sólidas ou líquidas. Na atmosfera, esses poluentes não reagem entre si para formar novas substâncias.
1) Bactérias 2) Bicarbonato de sódio 3) Manganês 4) Sílica 5) Sulfatos de cálcio e magnésio
( ) Turbidez ( ) Cor ( ) Alcalinidade ( ) Doenças e prejuízos às instalações ( ) Dureza
A sequência correta de cima para baixo:
A recontaminação de farinhas produzidas a partir de produtos não comestíveis de origem animal não se constitui em problema para o agronegócio, porque as temperaturas usadas no processamento eliminam toda a contaminação bacteriana dos subprodutos.
1. Aquífero é a “formação porosa (camada ou extrato) de rocha permeável, areia ou cascalho, capaz de armazenar e fornecer quantidades significativas de água”.
2. A “bacia hidrográfica” é definida como a “área de drenagem de um curso de água ou lago”.
3. O bem dominical é aquele que “integra o patrimônio público” do Poder privado.
Está(ão) correta(s)
Na indústria de alimentos, a água, após a desinfecção, deve conter um teor mínimo de cloro residual livre, porque tanto o ácido hipocloroso como o íon hipoclorito são inibidores do desenvolvimento microbiano.
Imagens termais e do infravermelho médio, obtidas por meio de sensores espaciais, têm sido usadas na detecção de incêndios e estudos de mapeamento, permitindo que áreas queimadas e não queimadas sejam detectadas por intermédio do contraste entre os gradientes térmicos
O Sistema Nacional de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais (PREVFOGO) é um sistema de monitoramento que auxilia o IBAMA na tarefa de coordenar as ações necessárias à organização, implementação e operacionalização das atividades relacionadas com a educação, pesquisa, prevenção, controle e combate aos incêndios florestais e queimadas
A contaminação dos cursos d’água é provocada, em parte, pela baixa cobertura e(ou) fraco rendimento operacional dos sistemas de infraestrutura sanitária e, em parte, pelos lançamentos industriais irregulares ou mal fiscalizados pelos organismos públicos.
Acerca do que dispõe os instrumentos referidos acima, julgue os itens a seguir.
Os tratamentos pós-exploratórios em um manejo de baixo impacto incluem remover cipós para evitar danos às árvores reservadas para o próximo ciclo, desbastar e liberar copas de árvores não comerciais que estejam competindo com espécies comerciais marcadas para o próximo corte, e plantio de enriquecimento em clareiras ou áreas de cipós com espécies comerciais.
Acerca do que dispõe os instrumentos referidos acima, julgue os itens a seguir.
Segundo resolução do CONAMA, pode ser considerado como empreendimento potencialmente causador de impacto ambiental, a supressão de florestas e outras formas de vegetação nativa em área maior que: 2.000 ha, em imóveis rurais localizados na Amazônia Legal; 1.000 ha, em imóveis rurais localizados nas demais regiões do país.
Acerca do que dispõe os instrumentos referidos acima, julgue os itens a seguir.
A instrução normativa n.º 152/2007 estabelece os procedimentos necessários para a obtenção de autorização de supressão de vegetação para fins de pesquisa e lavra mineral nas florestas nacionais.
Acerca do que dispõe os instrumentos referidos acima, julgue os itens a seguir.
No PMFS, para produção de madeira, estão estabelecidas as seguintes intensidades máximas de corte a serem autorizadas pelo órgão ambiental competente: 10 m3 /ha, para PMFS pleno com ciclo de corte inicial de 10 anos; e 30 m3 /ha, para PMFS de baixa intensidade com ciclo de corte inicial de 35 anos.