Questões de Concurso
Sobre padrões de potabilidade e qualidade da água em engenharia ambiental e sanitária
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L. F. Pereira Araújo. Reúso com lagoas de estabilização – potencialidade no Ceará. Fortaleza, SEMACE, 2000, p. 29-30 (com adaptações)
Um sistema de lagoas de estabilização é incapaz de remover, mesmo parcialmente, compostos como o benzeno.
Cabe aos órgãos estaduais a definição de parâmetros mínimos para a potabilidade da água, compatíveis com a realidade de cada estado.
Os organismos patogênicos não devem ser removidos em processos de tratamento de água por não representarem riscos à saúde pública.
A água para abastecimento humano deve ser insípida e incolor e deve conter organoclorados.
Não há riscos de contaminação da água se a pressão em dado ponto da rede for inferior à atmosférica.
O valor máximo permitido para o padrão de turbidez para água pós-filtração varia de 0,5 UT a 1,0 UT, para qualquer ponto da rede de distribuição de água.
Os cilindros de cloro que apresentam vazamentos não devem ser lançados dentro da água.