Questões de Concurso
Sobre hidrologia na engenharia ambiental e sanitária em engenharia ambiental e sanitária
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Quando o processo de sorção é muito lento em relação à velocidade de fluxo da água no meio poroso, o soluto atinge uma condição de equilíbrio com a fase sorvida.
No cálculo da velocidade, utilizando-se a hipótese de Dupuit, para aquíferos não confinados, isotrópicos e com baixas declividades da superfície piezométrica verifica-se que o erro relativo é pequeno.
A forma das partículas e a estrutura do solo influenciam no tamanho médio dos poros, o qual interfere no coeficiente de permeabilidade do solo.
A existência de vazios interconectados pelos quais a água se desloca de pontos de baixa energia para pontos de alta energia determina a permeabilidade do solo.
Em escala microscópica, a água que percola através do solo segue caminhos tortuosos entre as partículas sólidas, mas, macroscopicamente, em análises unidimensionais, o caminho do fluxo é considerado como uma curva suave.
Solos não saturados apresentam maior coeficiente de permeabilidade quando comparados com solos saturados.
parâmetros amostra analisada
Σ cátions 10,20 mEq/L
Σ ânios 9,8 mEq/L
condutividade elétrica 4,430,00 μS/cm
Aquífero suspenso é uma formação geológica constituída por material semi-impermeável, delimitada, tanto no topo quanto na base, por camadas de maior permeabilidade.
Um aquífero confinado drenante é aquele com, pelo menos, uma das camadas limítrofes semipermeável e na qual ocorre drenança ascendente ou descendente.
O método GOD de determinação da vulnerabilidade de um aquífero considera que a declividade tem o mesmo grau de importância na avaliação do transporte do contaminante da superfície até a zona saturada.
O aquífero desempenha as funções de produção, de filtro, energética, de estocagem-regularização e de transporte.
A medida de condutividade hidráulica (K) de uma amostra coletada em campo pode ser determinada em laboratório pelo método de carga constante, usando-se a seguinte relação:

em que V é o volume de água que flui no tempo t do experimento, A é a área da amostra por onde sai a água, h é a altura entre o nível de água constante e a amostra e L é o comprimento da amostra.
Uma precipitação com altura pluviométrica de 120 mm equivale ao volume de 120 L de água precipitado em uma área de 1 m2 .
Em um balanço hídrico global anual, em condições climáticas normais, observa-se que a quantidade de precipitação ocorrida sobre os continentes é igual à precipitação ocorrida sobre os oceanos.
A área delimitada com auxílio de curvas altimétricas, que intercepta a rede de drenagem no exutório e onde toda a precipitação nela ocorrida convirja para um único ponto de saída, é denominada de bacia hidrográfica.
A precipitação efetiva é a parcela da precipitação que produz escoamento superficial.
A capacidade de infiltração de um solo é a taxa mínima que este pode absorver em condições normais durante um evento de precipitação.
Altura pluviométrica é a espessura média da lâmina de água precipitada que recobre a área atingida pela precipitação, desconsiderando-se a água que infiltra, a que evapora e a que escoa para fora da região em questão.
Como no ciclo hidrológico global não há trocas significativas de água com o espaço sideral, ele é considerado um sistema fechado. Localmente, a bacia recebe e perde água para outras bacias (sistemas), caracterizando-se, portanto, como um sistema aberto.
A evapotranspiração, soma da evaporação do solo com a transpiração vegetal, depende das tensões de vapor do ar e da radiação solar.