Questões de Concurso
Comentadas sobre gestão em engenharia ambiental e sanitária em engenharia ambiental e sanitária
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Marque a opção que completa CORRETA e respectivamente as lacunas.
Um empreendedor trabalha com numerosos veículos em seu processo produtivo, alterando a qualidade do ar para uma condição insatisfatória. Buscando avaliar seu desempenho ambiental, o gestor está selecionando indicadores ambientais.
Assinale a opção que apresenta o Indicador de Condição Ambiental (ICA) a ser utilizado nesse processo.
Conforme Montaño e Ranieri (2013), “a viabilidade ambiental encerra um conceito que se ampara em diferentes elementos teóricos e aplicados, provenientes de diferentes campos do conhecimento, que orientam as ações no campo da política e da gestão ambiental”.
MONTAÑO, M. e RANIERI, V. E. L. Análise de viabilidade ambiental. In: CALIJURI, M. C. e CUNHA, D. G. F. (Org.). Engenharia ambiental: conceitos, tecnologia e gestão. Rio de Janeiro: Elsevier, 2013.
A partir das definições, indique a sequência CORRETA dos termos a que se relacionam:
I. Capacidade do sistema ambiental de manter sua estrutura e funções diante de uma pressão externa.
II. Capacidade dos sistemas ambientais de suportar uma determinada demanda em termos de produtividade primária, de modo a manter uma determinada população; relaciona-se com a razão entre a energia primária disponível e a energia necessária para sustentar todas as estruturas e funções básicas do sistema.
III. Capacidade do sistema ambiental de assimilar os efeitos e retornar a sua condição anterior de equilíbrio, ou encontrar uma nova condição para este equilíbrio.
Como bem afirmam Reis e Brandão (2013), a intensificação do processo de urbanização tem contribuído para a degradação dos recursos hídricos que abastecem as cidades e, também, são receptores de toda a espécie de descarte das atividades humanas. A respeito dos impactos ambientais e de medidas mitigadoras sobre os recursos hídricos, considere as assertivas:
REIS, L. F. R. e BRANDÃO, J. L. B. Impactos ambientais sobre rios e reservatórios. In: CALIJURI, M. C. e CUNHA, D. G. F. (Org.). Engenharia ambiental: conceitos, tecnologia e gestão. Rio de Janeiro: Elsevier, 2013.
I. As fontes de poluição hídrica podem ser classificadas em pontuais e difusas. As primeiras são facilmente identificadas pelo ponto de lançamento. As outras aportam aos cursos d’água sem que se possa identificar precisamente o seu ponto de entrada no sistema hídrico.
II. A construção de reservatórios para a formação de represas pode provocar alterações na fauna e na flora, principalmente, no que se refere à fauna ictiológica, interrupção do transporte de sedimentos e nutrientes, prejuízos às atividades pesqueiras e aumento da emissão de gases de efeito estufa.
III. Bacias de detenção (em que seja possível a sedimentação de poluentes), aplicação de pavimento poroso (que diminui o volume de escoamento), criação de alagadiços ou banhados com vegetação para tratamento e sedimentação dos poluentes são exemplos de medidas estruturais para controle da poluição difusa.
IV. São exemplos de medidas não estruturais para o controle da poluição difusa: ocupação da bacia hidrográfica com a gestão do uso e ocupação do solo, obras de retenção de sedimentos, limpeza de ruas, coleta adequada de resíduos sólidos e controle de emissão de poluentes atmosféricos.
Estão CORRETAS as assertivas:
O conhecimento das normas ISO 14000 são fundamentais para uma empresa se enquadrar nos padrões de qualidade ambiental. A norma que diz respeito ao sistema de gestão ambiental é a
Compromisso e política ambiental, planejamento, implementação, operação, análise crítica e melhoria contínua são requisitos do
No mundo globalizado, a implantação de um Sistema de Gestão Ambiental − SGA em empresas é uma tendência. Para que isso aconteça há necessidade de mudanças de atitude, principalmente no que se refere à adoção de novas tecnologias. Para a ABNT − Associação Brasileira de Normas Técnicas, são benefícios da implementação do SGA em uma organização:
I. Demonstração para clientes, acionistas, empregados, do compromisso ambiental da empresa, melhorando a sua imagem.
II. Acesso à legislação ambiental e controle mais eficiente das matérias-primas.
III. Aumento do consumo de energia e recursos naturais com maximização de resíduos.
IV. Elaboração de plano estratégico para gerir conflitos com fornecedores descomprometidos com questões sociais.
Está correto o que consta APENAS em
Uma metodologia para enfrentamento de desastres naturais, baseada na prevenção e na preparação foi proposta pelo Office of United Nations Disaster Relief Coordinator − UNDRO.
São etapas da Prevenção (I) e da Preparação (II), respectivamente:
A Secretaria da Estratégia Internacional para Redução de Desastres, por meio do Sistema das Nações Unidas, apresenta o Glossário da Estratégia Internacional para Redução de Desastres, trazendo as definições que consideram básicas sobre redução de riscos de desastres.
Deste modo, considere:
I. Séria interrupção do funcionamento de uma comunidade ou sociedade que causa perdas humanas e/ou importantes perdas materiais, econômicas ou ambientais; que excedem a capacidade da comunidade ou sociedade afetada de lidar com a situação utilizando seus processos de risco. Resulta da combinação de ameaças, condições de vulnerabilidade e insuficiente capacidade ou medidas para reduzir as consequências negativas e potenciais do risco.
II. Probabilidade de consequências prejudiciais ou perdas esperadas (mortes, lesões, propriedades, meios de subsistência, interrupção de atividade econômica ou ambiente ameaças naturais ou antropogênicas e condições de vulnerabilidade. Convencionalmente, o risco é expresso por Risco = Ameaças x Vulnerabilidade. Algumas disciplinas também incluem o conceito de exposição para referir-se principalmente aos aspectos físicos da vulnerabilidade. Mas além de expressar uma possibilidade de dano físico, é crucial reconhecer que os riscos podem ser inerentes, aparecem ou existem dentro de sistemas sociais. Igualmente é importante considerar os contextos sociais nos quais os riscos ocorrem, pois a população não necessariamente compartilha as mesmas percepções sobre o risco e suas causas subjacentes.
III. Capacidade de um sistema, comunidade ou sociedade potencialmente exposta a ameaças a adaptar-se resistindo ou mudando com o fim de alcançar e manter um nível aceitável em seu funcionamento e estrutura. Determina-se pelo grau no qual o sistema social é capaz de auto organizar-se para incrementar sua capacidade de aprendizagem sobre desastres passados com o fim de alcançar uma melhor proteção futura e melhorar as medidas de redução de risco de desastre.
As definições I, II e III, referem-se, correta e respectivamente, a:
No que diz respeito ao gerenciamento ambiental, contrapõe-se o uso dos princípios das Técnicas de Fim-de-Tubo e Técnicas de Produção Mais Limpa. Analise as ações abaixo.
I. Os resíduos, os efluentes e as emissões são controlados através de equipamentos de tratamento.
II. Leva a custos adicionais.
III. A proteção ambiental atua como uma parte integrante do design do produto e da engenharia de processo.
IV. Prevenção da geração de resíduos, efluentes e emissões na fonte. Procurar evitar matérias-primas potencialmente tóxicas.
V. Ajuda a reduzir custos.
VI. Proteção ambiental é um assunto para especialistas competentes.
São ações ligadas as Técnicas de Fim-de-Tubo (1) e de Produção Mais Limpa (2), respectivamente: