Questões de Concurso
Comentadas sobre gestão ambiental na engenharia ambiental e sanitária em engenharia ambiental e sanitária
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I. substituir matéria prima fóssil por recursos renováveis;
II. substituir fontes não renováveis por energia de hidrogênio;
III. substituir fontes de energia eólica por recursos não renováveis.
Está correto, apenas, o contido em
Considere os seguintes itens:
I. Melhorias no desempenho ambiental global e de conformidade.
II. Promoção da previsibilidade e da coerência na gestão das obrigações ambientais.
III. Utilização mais eficaz dos escassos recursos destinados à gestão ambiental.
IV. Diminuição da influência da ação pública sobre as partes interessadas.
Como potencial benefício promovido pela ISO 14001 para o Sistema de Gestão Ambiental, podemos apontar, corretamente,
I. Os desmatamentos de florestas, causados comumente pelo homem, trazem como conseqüências, dentre outras, a destruição da biodiversidade, proliferação de pragas e diminuição do índice pluviométrico.
II. A erosão do solo, causada pelas atividades agrícolas, ocasiona, especialmente, com o revolvimento do solo antes do cultivo, a fixação dos minerais nas encostas das montanhas, empobrecendo o solo para o cultivo.
III. A inversão térmica é um fenômeno que ocorre, especialmente, nas rurais das grandes cidades, quase sempre nos dias quentes de verão, não gerando nenhum problema à saúde humana.
Assinale a alternativa CORRETA.
A Comissão de Políticas de Desenvolvimento Sustentável e da Agenda 21 brasileira, criada para propor estratégias de desenvolvimento sustentável para o país, é uma instância administrativa do Ministério do Meio Ambiente vinculada à Diretoria de Políticas para o Desenvolvimento Sustentável.
A redução das perdas observadas na transmissão e no uso da energia elétrica, que está de acordo com as preocupações contempladas na Agenda 21 brasileira, encontra-se igualmente presente na concepção do Plano Plurianual (PPA) 2008/2011.
Considerando a situação hipotética acima apresentada, julgue o item, de acordo com a legislação ambiental vigente.
Caso o órgão ambiental durante o processo de licenciamento, recomende a substituição de dormentes de madeira por dormentes de concreto, tal substituição, embora seja altamente desejável, não tem respaldo na política nacional do meio ambiente.
Na gestão de ciência e tecnologia para o meio ambiente e sustentabilidade, no Brasil, uma das áreas mais estratégicas se encontra na gestão do patrimônio genético e desenvolvimento biomolecular proveniente da biodiversidade da Amazônia e também de outros biomas como o cerrado e a caatinga, área esta regulamentada pela Política Nacional de Biossegurança e pelo Conselho Nacional do Patrimônio Genético, vinculados ao Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT).
O conceito de leap-frogging (ou salto) tecnológico aponta para a possibilidade de se alcançar trajetórias de desenvolvimento sustentável sem ter que se abandonar o paradigma industrial tecnológico fordista e fossilista.
A metodologia de balanço energético e energia-incorporada, e a metodologia de pegadas ecológicas ambas não decorrem das fundamentações da economia neoclássica.
O método do custo de viagem e o método da produção sacrificada são métodos de valoração ambiental que buscam identificar os valores ambientais a partir de mudanças nas funções de demanda dos consumidores.
O valor de opção de um ativo ambiental corresponde a um custo de oportunidade, que se define entre a utilização desse ativo ou a utilização de outro ativo para a mesma finalidade.
A valoração ambiental, segundo a perspectiva neoclássica, fundamenta-se na identificação das utilidades ou desutilidades dos indivíduos relacionadas ao uso dos recursos ambientais, ou seja, suas preferências individuais, expressas por meio de suas disposições a pagar ou de suas disposições a receber.
Pagamentos por Serviços Ambientais ou Ecossistêmicos (PSA ou PSE) consistem em quaisquer mecanismos em que se remunera atores que realizem atividades de manutenção ou produção de serviços ecossistêmicos, tais como proteção da biodiversidade, proteção de bacias hidrográficas, proteção de beleza cênica, promoção de seqüestro de carbono.
A Lei n.º 11.284, Lei de Gestão de Florestas Públicas, que dispõe sobre a gestão de florestas públicas para a produção sustentável, estabelece três destinações na gestão das áreas florestais públicas: (1) unidades de conservação que permitem a produção florestal sustentável (e.g., florestas nacionais); (2) uso comunitário (como assentamentos florestais e reservas extrativistas); (3) concessões florestais pagas, baseadas em processo de licitação pública, com a transferência de titularidade das áreas florestais sob gestão para agentes privados.