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Questões de Concurso Sobre efluentes líquidos em engenharia ambiental e sanitária

Questões Discursivas

Foram encontradas 2.178 questões

Q2163790 Engenharia Ambiental e Sanitária
Caso o empreendedor, no processo de licenciamento, deixar de informar ao órgão ambiental as substâncias, entre aquelas previstas na resolução para padrões de qualidade de água, que poderão estar contidas no seu efluente, a licença expedida padecerá de 
Alternativas
Q2157277 Engenharia Ambiental e Sanitária
Existem alguns métodos de tratamento de efluentes industriais e domésticos. Os tratamentos físicos são caracterizados por processos de: 
Alternativas
Q2157276 Engenharia Ambiental e Sanitária
O tratamento secundário dos efluentes é caracterizado por:
Alternativas
Q2123341 Engenharia Ambiental e Sanitária
Lodo Ativado por Batelada (LAB) é o processo de tratamento que consiste na retenção de esgoto no tanque reator, onde se processa a depuração e a formação de flocos de micro-organismos basicamente aeróbios, cujo oxigênio necessário é fornecido através de ar injetado pelos equipamentos. Segundo a NBR 13969/1997, sobre o processo LAB, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q2123339 Engenharia Ambiental e Sanitária
Uma Estação de Tratamento de Água (ETA) é o conjunto de unidades destinado a adequar as características da água aos padrões de potabilidade. Segundo a NBR 12216/1992 e, ainda, considerando a definição dos processos de tratamento e os tipos de águas naturais para abastecimento público, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Tipo A: águas subterrâneas ou superficiais provenientes de bacias sanitariamente protegidas, com características básicas definidas na tabela de classificação de águas naturais para abastecimento público, e as demais satisfazendo aos padrões de potabilidade. O tratamento mínimo consiste em desinfecção, correção do pH e decantação simples para águas contendo sólidos sedimentáveis. ( ) Tipo B: águas subterrâneas ou superficiais, provenientes de bacias não-protegidas, com características básicas definidas na tabela de classificação de águas naturais para abastecimento público, e que possam enquadrar-se nos padrões de potabilidade, mediante processo de tratamento que não exija coagulação. O tratamento mínimo consiste em desinfecção e correção do pH. ( ) Tipo C: águas superficiais provenientes de bacias não protegidas, com características básicas definidas na tabela classificação de águas naturais para abastecimento público, e que exijam coagulação para enquadrar-se nos padrões de potabilidade. O tratamento mínimo necessário é a coagulação, seguida ou não de decantação, filtração em filtros rápidos, desinfecção e correção do pH. ( ) Tipo D: águas superficiais provenientes de bacias não protegidas, sujeitas a fontes de poluição, com características básicas definidas na tabela de classificação de águas naturais para abastecimento público, e que exijam processos especiais de tratamento para que possam enquadrar-se nos padrões de potabilidade. O tratamento mínimo é o do tipo C e tratamento complementar apropriado a cada caso. ( ) Águas receptoras de produtos tóxicos, excepcionalmente, podem ser utilizadas para abastecimento público, quando estudos especiais garantam sua potabilidade, com autorização e controle de órgãos sanitários e de Saúde Pública competentes.
A sequência está correta em 
Alternativas
Q2123338 Engenharia Ambiental e Sanitária
A Diretriz Técnica nº 05/2017 (Versão 2 – set./2019) trata do descarte e reúso de efluentes líquidos no âmbito do estado do Rio Grande do Sul. As alternativas para destinação dos efluentes líquidos tratados, gerados no empreendimento, deverão ser apresentadas pelo empreendedor, sendo objeto de licenciamento ambiental junto à FEPAM. Considerando as diretrizes específicas para cada uma das alternativas, analise as afirmativas a seguir.
I.
Para alternativa 02: tratamento dos efluentes líquidos e posterior lançamento em águas superficiais, inclusive indiretamente, através da rede pluvial é vedado o lançamento superficial de efluentes, mesmo tratados, em corpos hídricos de Classe Especial. II. Para alternativa 03: tratamento dos efluentes líquidos e reúso para produção agrícola e cultivo de florestas plantadas no caso da disposição de efluentes líquidos industriais em áreas agrícolas, a aplicação de efluentes líquidos tratados somente será avaliada para culturas que são consumidas cruas, pomares, forrageiras (em pasteio direto com restrições de acesso) e áreas de reflorestamento e plantações florestais. Pode ser licenciada a utilização dos efluentes tratados em cultivo de olerícolas, tubérculos e raízes, e culturas inundadas, bem como as demais culturas cuja parte comestível entre em contato com o solo. III. Para alternativa 04: tratamento dos efluentes líquidos com disposição final no solo tem-se como condições gerais de viabilidade ambiental para adoção dessa alternativa, que os locais de disposição final dos efluentes deverão possuir solo favorável para esta finalidade, observando minimamente: espessura não saturada, composição química, capacidade de percolação e enquadramento da água subterrânea. IV. Para alternativa 05: tratamento dos efluentes líquidos e reúso para fins urbanos nos casos em que a água de reúso for destinada à irrigação paisagística, para volume superior a 20 m³/dia, deverá ser solicitada a abertura de processo específico para a atividade. Ainda deverão ser observadas as concentrações de cloretos e sódio, objetivando minimizar riscos de danos ao solo e a vegetação. Para tal, deverá ser observado no projeto parecer técnico de profissional habilitado para a taxa de aplicação, com concentrações para cloretos não superiores a 250 mg/L. V. Para alternativa 06: tratamento dos efluentes líquidos e reúso no processo produtivo deverá ser informado à FEPAM o balanço hídrico e o percentual de reúso dos efluentes líquidos tratados, definindo os diferentes usos dentro do empreendimento, bem como ser disponibilizado o relatório mensal das águas de reúso, reportando os volumes reutilizados e as situações emergenciais que não permitiram a reutilização, com as ações adotadas de descarte e correções operacionais.
Está correto o que se afirma apenas em 
Alternativas
Q2123334 Engenharia Ambiental e Sanitária
De acordo com a Diretriz Técnica 05/2017 da FEPAM, a alternativa 02 (tratamento dos efluentes líquidos e posterior lançamento em águas superficiais, inclusive indiretamente, através da rede pluvial) apresenta algumas condições gerais de viabilidade ambiental; analise-as.
I.
Verificar a existência de recurso hídrico compatível para lançamento, indicando o ponto de lançamento (coordenadas geográficas em graus decimais, SIRGAS 2000) e a forma, se direta (através de emissário próprio) ou indireta (canalização pluvial). II. O lançamento dos efluentes líquidos deverá ser canalizado desde a saída da estação de tratamento de efluentes até o ponto de lançamento direto ou indireto. III. Informar ao órgão ambiental as substâncias típicas que podem estar presentes nos efluentes líquidos, com base nas matérias-primas e insumos característicos de suas atividades. IV. Em caso de lançamento de efluente líquido sanitário, consultar a lista de mananciais de abastecimento público com registro de floração de cianobactérias (Anexo A) para aferir a necessidade de remoção de nitrogênio amoniacal e fósforo total (Art. 18 da Resolução CONSEMA nº 355/2017). V. Verificar o atendimento à Resolução CONSEMA nº 355/2017, apresentando memorial de cálculo para atendimento ao seu Artigo 7º.
Está correto o que se afirma em
Alternativas
Q2123332 Engenharia Ambiental e Sanitária
As alternativas para destinação dos efluentes líquidos tratados, gerados no empreendimento, deverão ser apresentadas pelo empreendedor, sendo objeto de licenciamento ambiental junto a FEPAM. São definidas seis alternativas de tratamento na Diretriz Técnica 05/2017 da FEPAM, sendo que um empreendimento poderá adotar mais de uma alternativa de destinação final de efluentes simultaneamente se for o caso. São consideradas definições para o tratamento via referida diretriz técnica, EXCETO:
Alternativas
Q2123331 Engenharia Ambiental e Sanitária
Os reatores UASB (Upflow Anaerobic Sludge Blanket) são mais compactos e baratos do que os meios aeróbios convencionais de tratamento de esgoto. Também são mais eficientes que outros reatores anaeróbios de baixa taxa, como o tanque séptico. No entanto, tais reatores não podem ser usados isoladamente para o tratamento definitivo do esgoto, pois não são capazes de remover patógenos, nem alguns nutrientes como o nitrogênio e fósforo. O tratamento primário com reator UASB é utilizado quando quer se obter um efluente com elevado grau de tratamento, podendo ser empregado tanto em casos residenciais quanto industriais. Trata-se uma das vantagens do uso de reatores UASB:
Alternativas
Q2121636 Engenharia Ambiental e Sanitária
O quadro a seguir apresenta, na primeira coluna, as etapas do processo de tratamento de efluentes domésticos e, na segunda, as descrições das etapas. Associe a 1ª coluna com a 2ª. 
38_.png (354×218)

Assinale a alternativa que apresente a associação correta entre as colunas do quadro.
Alternativas
Q2121635 Engenharia Ambiental e Sanitária
Os efluentes de qualquer fonte poluidora somente poderão ser lançados diretamente no corpo receptor desde que obedeçam, resguardadas outras exigências, a
I. pH entre 5 a 9; II. temperatura: inferior a 40°C, sendo que a variação de temperatura do corpo receptor não deverá exceder a 3°C no limite da zona de mistura; III. Demanda Bioquímica de Oxigênio (DBO 5 dias a 20¯C): remoção mínima de 60% de DBO, sendo que esse limite só poderá ser reduzido no caso de existência de estudo de autodepuração do corpo hídrico que comprove atendimento às metas do enquadramento do corpo receptor.
Assinale 
Alternativas
Q2121155 Engenharia Ambiental e Sanitária
A figura abaixo apresenta um tanque de lodos ativados, sem reciclagem de sólidos, onde a cinética de crescimento microbiano segue o modelo de Monod, que apresenta a taxa de crescimento específico da concentração microbiana (μ) como função da concentração do substrato limitante (S) e da constante de saturação (Ks):
Imagem associada para resolução da questão


Onde: μmax é a taxa de crescimento máxima específica na condição de saturação do substrato limitante. A vazão afluente ao reator é de 2,5 m3/dia e a concentração de DBO (substrato limitante) afluente é de 580 mg/L. Se as constantes cinéticas obtidas em ensaios com o efluente são Ks igual a 470 mg/L e μmax igual a 4 dias-1; o volume do reator para que a concentração do efluente seja reduzida a 10 mg/L deve ser:
Dica: Considere que no reator ocorra uma mistura perfeita, isto é, que a concentração no reator seja igual à concentração efluente.
Alternativas
Ano: 2023 Banca: IBADE Órgão: CIMCERO Prova: IBADE - 2023 - CIMCERO - Engenheiro Ambiental |
Q2120478 Engenharia Ambiental e Sanitária
O processo de tratamento do esgoto pode adotar diferentes tecnologias para depuração do efluente, mas de modo geral, segue um fluxo que compreende algumas etapas.
A descrição abaixo, refere-se a: Os esgotos ainda contêm sólidos em suspensão não grosseiros cuja remoção pode ser feita em unidades de sedimentação, reduzindo a matéria orgânica contida no efluente. Os sólidos sedimentáveis e flutuantes são retirados através de mecanismos físicos, via decantadores. Os esgotos fluem vagarosamente pelos decantadores, permitindo que os sólidos em suspensão de maior densidade sedimentem gradualmente no fundo, formando o lodo primário bruto. Os materiais flutuantes como graxas e óleos, de menor densidade, são removidos na superfície. A eliminação média do DBO é de 30%.
Alternativas
Q2120426 Engenharia Ambiental e Sanitária
Considerando as etapas e níveis de tratamento de esgotos sanitários, os conjuntos de operações e processos unitários destinados à remoção de sólidos em suspensão (SS) e a remoção de nutrientes e microrganismos, são chamados, respetivamente de tratamento:
Alternativas
Q2119737 Engenharia Ambiental e Sanitária
Analise as afirmativas relacionado às etapas de tratamento de esgotos e indique a alternativa pertinente.
I- O tratamento preliminar de esgotos visa, basicamente, a remoção de sólidos grosseiros e pode ser realizado através de processos como gradeamento e peneiramento.
II- No tratamento primário remove-se outros sólidos inorgânicos e a matéria orgânica em suspensão, sendo que a DBO (Demanda Bioquímica de Oxigênio) também é removida, parcialmente, os sólidos suspensos são quase completamente eliminados.
III- O tratamento secundário consiste na intensificação do processo natural de biodegradação e na retirada de materiais biodegradáveis, podendo ser realizado por processos anaeróbicos, como lagoas de estabilização.
IV- O Tratamento Terciário avançado é utilizado para obter um efluente de alta qualidade. Nesta etapa remove-se do material em solução tudo que não foi abordado nos tratamentos anteriores, como metais pesados, compostos orgânicos, entre outras substâncias.
Alternativas
Q2115230 Engenharia Ambiental e Sanitária
De acordo com a Política Federal de Saneamento Básico, a agência reguladora competente estabelecerá metas progressivas para a substituição do conjunto de condutos, instalações e equipamentos destinados a coletar, transportar, condicionar e encaminhar conjuntamente esgoto sanitário e águas pluviais, por outro destinado exclusivamente ao esgoto sanitário, denominado de sistema: 
Alternativas
Q2109145 Engenharia Ambiental e Sanitária
De acordo com a Diretriz Técnica da FEPAM nº 05/2017, referente ao descarte e ao reúso de efluentes líquidos no âmbito do estado do Rio Grande do Sul, uma das alternativas para destinação dos efluentes líquidos tratados, objeto de licenciamento ambiental junto à FEPAM, é o lançamento em águas superficiais, inclusive indiretamente, através da rede pluvial (alternativa 02). Analise as assertivas a seguir sobre as condições gerais de viabilidade ambiental da alternativa 2 dessa Diretriz:

I. É vedado o lançamento superficial de efluentes, mesmo tratados, em corpos hídricos de Classe Especial e Classe I.
II. O lançamento dos efluentes líquidos deverá ser canalizado desde a saída da estação de tratamento de efluentes até o ponto de lançamento direto ou indireto.
III. Caso haja lançamento indireto, através da rede pluvial, o empreendedor deve apresentar documento certificando concordância do órgão ou empresa operadora do sistema pluvial em receber os efluentes líquidos tratados pelo empreendimento.

Quais estão INCORRETAS?
Alternativas
Q2109059 Engenharia Ambiental e Sanitária
Entre as operações unitárias utilizadas no tratamento de esgoto, o(a) _____________ é a operação pela qual o material flutuante e a matéria em suspensão que for maior que as aberturas das grades são retirados e removidos. Por exemplo, a remoção de sólidos grosseiros do esgoto por meio de grades de barras, desintegradores ou peneiras.
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima. 
Alternativas
Q2106175 Engenharia Ambiental e Sanitária
No tratamento de esgoto, a fase em que são removidos os micronutrientes e componentes patogênicos é denominada de tratamento
Alternativas
Q2104537 Engenharia Ambiental e Sanitária
Segundo Von Sperling, (1996), no tratamento de esgoto, há uma interação de diversos mecanismos, alguns ocorrendo simultaneamente e outros sequencialmente. A atuação microbiana principia-se no próprio sistema de coleta e interceptação de esgoto, e atinge seu máximo na estação de tratamento. Quanto ao tratamento de esgotos, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Respostas
1221: D
1222: A
1223: A
1224: E
1225: D
1226: C
1227: A
1228: E
1229: E
1230: B
1231: E
1232: C
1233: B
1234: A
1235: A
1236: C
1237: A
1238: E
1239: D
1240: A