Questões de Concurso
Comentadas sobre efluentes atmosféricos em engenharia ambiental e sanitária
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Durante uma auditoria interna, o engenheiro ambiental constatou que, embora o monitoramento radiológico seja minucioso, não há qualquer controle sistemático sobre as emissões de gases refrigerantes de alto GWP (Global Warming Potential, em português Potencial de Aquecimento Global), nem sobre vapores químicos utilizados em processos auxiliares. A equipe de radioproteção argumentou que tais compostos não representam risco radiológico e, portanto, não foram incluídos nos programas de vigilância.
Considerando a predominância institucional do controle radiológico e as atribuições do engenheiro ambiental, a ação mais adequada é
Coluna 1
1. Material Particulado (MP10 e MP2,5).
2. Dióxido de enxofre (SO2).
3. Óxidos de nitrogênio (NOx).
4. Monóxido de carbono (CO).
Coluna 2
( ) Gás incolor, inodoro e altamente tóxico, com afinidade pela hemoglobina 220 vezes maior que o O2. Principalmente emitido por motores de combustão interna com deficiência de oxigênio. Associado a processos de inversão térmica em centros urbanos.
( ) Partículas com diâmetro aerodinâmico ≤10 µm ou ≤2,5 um, capazes de penetrar no trato respiratório. Incluem fuligem, metais pesados e sulfatos secundários formados a partir de SO2. Fontes: indústrias, queimadas e reações fotoquímicas.
( ) Gás reativo que, em contato com água, forma ácido sulfuroso (H2SO3). Principal fonte: combustíveis fósseis com alto teor de enxofre. Responsável por corrosão de materiais e acidificação de ecossistemas aquáticos.
() Grupo de gases (NO, NO2) que participam da formação do ozônio troposférico (smog fotoquímico) via reações com COV sob radiação UV. Emitidos por veículos e termelétricas, com meia-vida de horas a dias na atmosfera.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Poluição do ar aumenta risco de demência, dizem cientistas
Estudo liderado pela Universidade de Cambridge, do Reino Unido, encontrou uma associação positiva e estatisticamente significativa entre os poluentes atmosféricos PM 2,5, NO2 e fuligem e a condição neurológica
Uma análise de estudos que incorporam dados de milhões de pessoas aponta uma ligação clara entre a poluição do ar, incluindo a proveniente das emissões de escapamento dos carros, e o aumento do risco de demência. Em artigo publicado no The Lancet Planetary Health, uma equipe liderada por pesquisadores da Unidade de Epidemiologia do Conselho de Pesquisa Médica (MRC) da Universidade de Cambridge, do Reino Unido, realizou uma revisão sistemática e meta-análise da literatura científica existente para examinar mais a fundo essa ligação. Vários mecanismos foram propostos para explicar como a poluição do ar pode causar demência, envolvendo principalmente inflamação no cérebro e estresse oxidativo, processo químico no corpo que pode causar danos às células, proteínas e DNA.
(Disponível em: https://umsoplaneta.globo.com. Acesso em: julho de 2025.)