Questões de Concurso Comentadas sobre equinos em veterinária

Foram encontradas 378 questões

Q2240390 Veterinária
Embora a origem da afecção mioclônica do sistema locomotor dos cavalos seja desconhecida, há tratamento para essa patologia. Qual técnica cirúrgica pode ser utilizada como forma de tratamento nesses casos?
Alternativas
Q2240386 Veterinária
Qual o agente fotodinâmico associado à fotossensibilização hepatogênica em equinos?
Alternativas
Q2232274 Veterinária
A característica mais marcante do estômago é seu tamanho pequeno (5 a 15 litros de capacidade) em relação ao animal e ao volume de forragem consumida. O estômago situa-se, em grande parte, dentro da caixa torácica e não pode ser acessado pelo flanco ou pelo reto, mesmo quando está gravemente distendido. Sobre as estruturas conhecidas do estômago do equino, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
(_) A margem pregueada, também chamada de margo plicatus, divide o interior entre uma região não glandular maior e uma região glandular, que lembra a mucosa do esôfago e apresenta aspecto branco sujo com textura áspera ao toque.
(_) O esfíncter cárdico é excepcionalmente bem desenvolvido, de forma que, juntamente com a entrada oblíqua do esôfago, é responsável pela conhecida incapacidade do equino de vomitar ou eructar.
(_) O canal ou a parte distal da parte pilórica é menos muscular do que o restante do órgão e delimitado por espessamentos, que convergem na curvatura maior do estômago.
Alternativas
Q2232273 Veterinária
Os potros recém-nascidos são expostos a agentes patogênicos encontrados no solo e em baia logo após o nascimento. A maioria dos potros monta uma resposta imune protetora, mas alguns apresentam pneumonia grave durante a diminuição da concentração de anticorpos maternos. Os neutrófilos dos potros têm capacidade fagocítica semelhante à observada em cavalos adultos, mas sua atividade sérica de opsonização é baixa. A capacidade de indução de morte dessas células também é menor, já que sua explosão respiratória é fraca. A função das células dendríticas também é comprometida devido à menor expressão das moléculas de complexo de histocompatibilidade classe II e de CD1b. Os potros geralmente não apresentam IgA de mucosa nos primeiros 28 dias de vida. Embora a produção de IL-8, IL-10, IL-12 e IL-23 dos recém-nascidos seja comparável àquela dos potros mais velhos, a síntese de IFN-γ e IL-6 está comprometida. Por ser um micro-organismo intracelular, a ativação de células fagocíticas por IFN-γ é necessária para sua eliminação, e, infelizmente, os potros com menos de 3 a 4 meses apresentam menor expressão de IFN-γ em comparação a adultos. Sendo assim, assinalar a alternativa CORRETA sobre a doença nos equinos que apresenta as características da resposta imune descrita acima: 
Alternativas
Q2231678 Veterinária
A adenite equina, é uma enfermidade bacteriana contagiosa, causada por uma bactéria β hemolítica do grupo C de Lancefield - Streptococcus equi, que afeta o trato respiratório anterior de equinos de todas as idades, com maior prevalência entre um e cinco anos de idade e é caracterizada pela produzição de secreção mucopurulenta das vias aéreas anteriores e linfadenite dos gânglios retrofaríngeos e submandibulares com formação de abscessos. Essa doença também é conhecida como:
Fonte: https://doi.org/10.1590/S0103-84782009000600050
Alternativas
Q2231670 Veterinária
O carbúnculo hemático, é causado por uma bactéria anaeróbica e gram-positiva, sendo considerada uma zoonose que ataca principalmente bovinos, ovinos e eqüinos causando uma septicemia rapidamente mortal, não sendo em alguns casos possível o tratamento, pois um dos primeiros sintomas cursa com a morte do animal infectado. Podemos afirmar sobre essa patologia:
Fonte: http://faef.revista.inf.br/imagens_arquivos/arquivos_ destaque/xcnEgwSWEHnk5RO_2013-5-29-10-51-49.pdf
Alternativas
Q2231667 Veterinária
A anemia infecciosa equina (AIE) é uma doença causada por vírus, que não tem cura e que pode acometer os equídeos de qualquer raça, sexo ou idade, e uma das principais formas de transmissão é por picada de mutucas e moscas que se alimentam de sangue, mas também pode ocorrer pelo uso da mesma agulha, arreio, freio ou espora em animais diferentes. Para prevenção da AIE em equinos pode-se: 
Fonte: https://idaf.es.gov.br/sanidade-dos-equideos
Alternativas
Q2227936 Veterinária
A ocorrência de enterite hemorrágica causada por uma bactéria do gênero Clostridium em bezerros, potros, leitões e cordeiros neonatos é mundial. Em outras espécies, inclusive em humanos e raramente em aves, o microrganismo também pode causar enterite necrótica. Trata-se do:
Alternativas
Q2227923 Veterinária
É um eficaz relaxante muscular, comumente utilizado com essa finalidade em equinos e, com menos frequência, em cães, bovinos e suínos. Seu mecanismo de ação não está completamente elucidado; acredita-se que atue como agonista glicinérgico:
Alternativas
Q2223364 Veterinária
A espécie equina é considerada como a de menor fertilidade dentro das espécies domésticas. Considerando as afecções reprodutivas dessa espécie, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q2223356 Veterinária
É considerado um sinal patognomônico de tétano em equinos: 
Alternativas
Q2210959 Veterinária
Solução de cloreto de sódio a 0,9% deve ser empregada quando houver hipercalemia, hiponatremia, hipocloremia e alcalose metabólica. Em equinos, as situações clínicas mais comuns que requerem o uso de NaCl 0,9% são:
Alternativas
Q2210954 Veterinária
Equino, fêmea, 16 anos de idade, com histórico de há alguns anos não manifestar cio e há alguns meses atrás ter apresentado secreção vaginal purulenta, febre, anorexia e desidratação. À palpação retal, não foi encontrada nenhuma alteração significativa em ovários e útero. Realizada a ultrassonografia, encontrou-se um espessamento da parede uterina e uma quantidade significativa de líquido no interior do corpo do útero. Nos ovários, havia a presença de uma estrutura cística. Foram realizadas coletas bacteriológicas da secreção vaginal na fossa clitoriana, no canal cervical e na parede vaginal. O resultado obtido foi a presença de Haemophilus equigenitalis e bacilos Gram positivos na vagina e cérvice. Na fossa clitoriana foram encontrados bacilos Gram +. Podemos afirmar que se trata de um caso de:
Alternativas
Q2210953 Veterinária
As soluções comumente utilizadas na reposição hídrica pertencem a duas classes, as soluções cristalóides e as colóides. Com base nessa informação, assinale a opção INCORRETA.
Alternativas
Q2210952 Veterinária
Equino, macho, 11 anos, pelagem branca, manga larga marchador, apresentou uma lesão no olho direito. Durante exame físico, observou-se um nódulo com o aspecto vegetativo, irregular e rugoso, branco-avermelhado, de consistência firme, localizado em toda a estrutura ocular. Foi relatado que o mesmo estava inquieto, não enxergava do olho direito e estava perdendo peso. Era criado em sistema semiextensivo, passado o dia em piquete exposto ao sol e a noite em baia. Era usado para trabalhos leves na propriedade. Diante do histórico apresentado, a suspeita clínica é de:
Alternativas
Q2210951 Veterinária
Potro, macho, 20 horas pós-nascimento, apresentou: depressão, desconforto abdominal (abdômen abaulado), tenesmo, frequência cardíaca e respiratórias aumentadas, conjuntivas pálidas, estrangúria, letargia. Os exames demonstraram hipoglicemia de 80 mg/Dl (96 a 176 mg/Dl), hiperlactatemia de 3,2 mmol/L (1,11 a 1,78 mmol/L), hematócrito de 39% (32 a 52%), proteína plasmática total de 7,2 g/Dl (6 a 8 g/Dl), Ureia 217,14 mg/Dl (15 a 48 mg/Dl), creatinina 4,86 mg/Dl (0,5 a 2,0 mg/Dl), a proporção das concentrações de creatinina peritoneal e sérica, sendo o resultado 2,27:1 (1:2). Realizada a ultrassonografia transabdominal, observou-se a presença de líquido livre heterogêneo, indicando elevada celularidade. Realizada a abdominocentese para coleta do líquido peritoneal, revelou-se, o líquido, como de coloração avermelhada escura, turvo, proteína 3,1 g/Dl (< 2g/Dl) e lactato de 7,4 mmol/L (3,6 a 10,8 mg/Dl). Diante do exposto, o diagnóstico é de:
Alternativas
Q2210950 Veterinária
Equino, macho, manga larga marchador, 6 anos de idade, 350 kg, mantido a campo, apresentou alterações no olho esquerdo. Sem relato de algum episódio relevante que pudesse esclarecer o aparecimento das alterações. Os parâmetros vitais como frequência cardíaca, respiratória, tempo de perfusão capilar e temperatura retal estavam dentro da normalidade e pode-se confirmar o olho esquerdo edemaciado com epífora e blefaroespasmos. No exame clínico oftálmico, foram observados opacidade da córnea, blefaroepasmo, lacrimenjamento intenso, hiperemia conjuntival e dor ocular caracterizada pela relutância ao toque e movimentos repetitivos com a cabeça. Foi constatada ulceração na córnea. O medicamento utilizado para o diagnóstico de úlcera de córnea é:
Alternativas
Q2210949 Veterinária
Equino, fêmea, da raça Quarto de Milha, pesando aproximadamente 450Kg, com 3 anos de idade, vive em piquete (fazenda), alimenta-se de pasto e concentrado comercial, vacinada contra raiva e foi vermifugado recentemente. O animal foi encontrado caído no piquete, necessitou de ajuda para se levantar, porém estava se alimentando e ingerindo água normalmente, sendo o único equino da propriedade com sinais clínicos. Na inspeção, foi observada atrofia muscular na garupa e na região lombar, caracterizada como grave, apresentando incoordenação motora, fraqueza muscular e ataxia dos membros pélvicos. Foi realizado exame específico do sistema neurológico. No teste de propriocepção, o animal não conseguia recuar com a cabeça elevada; durante as curvas fechadas, a égua tropeçava nos membros pélvicos; ao elevar um de seus membros do solo e segurá-lo, o animal apresentou dificuldade em se manter equilibrado apoiando nos demais membros, quando a cauda foi tracionada, era possível perceber acentuada paresia assimétrica, que posteriormente foi classificada como incoordenação de grau 2. Diante do quadro apresentado, o diagnóstico é de:
Alternativas
Q2210947 Veterinária
Equino, macho, 450 kg, com histórico de mudança de alimentação há 3 semanas, para milho e subprodutos de milho (fubá), apresentou desidratação, apatia intensa, anorexia, hipomotilidade intestinal, reflexo pupilar consensual bilateral diminuído, dificuldade de apreensão de alimentos e de mastigação, ptose labial e palpebral bilateral, ataxia, tetraparesia e hipometria nos quatro membros, resposta de ameaça ausente, sensibilidade da face bilateral diminuída, mastigação ausente, ptose auricular bilateral, protrusão de língua, propriocepção e tônus diminuídos nos quatro membros, tônus de cauda diminuído, sendo que o animal não conseguia se locomover, ficando em estação com os membros abduzidos e apresentando quedas esporádicas. Os exames complementares revelaram: anemia ao eritrograma, leucopenia por linfopenia ao leucograma, creatina quinase, proteína total sérica, gama glutamil transferase, fosfatase alcalina, aspartato aminotransferase e globulinas aumentados ao exame bioquímico de soro sanguíneo. Foram observados níveis elevados de fumonisinas (6350ppm de FB1 e 3060ppm de FB2) na análise do milho e subprodutos fornecidos aos animais. Diante do quadro exposto, o diagnóstico é de:
Alternativas
Q2210946 Veterinária
Potra nasceu sem complicações, com os parâmetros vitais normais e esperta, mamou colostro. Após 24 horas do nascimento, a potra encontrava-se debilitada, com desidratação, ictérica, mucosas pálidas, sinais vitais baixos, letárgica e hipotérmica. Foi realizado o teste de Coombs com o colostro materno diluído em solução salina para o fechamento do diagnóstico. O teste apresentou reação de aglutinação nas diluições de 1:8 e 1:16. Diante do exposto, o diagnóstico é de: 
Alternativas
Respostas
81: A
82: E
83: A
84: B
85: A
86: C
87: B
88: C
89: E
90: C
91: B
92: A
93: A
94: B
95: A
96: B
97: D
98: C
99: D
100: D