Questões de Concurso
Comentadas sobre epidemiologia veterinária em veterinária
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Na epidemiologia, o risco relativo ou razão de riscos (RR) é o resultado da divisão entre a ocorrência de doença no grupo exposto pela ocorrência de doença no grupo não exposto.
Relação entre a castração e a taxa de incidência de câncer de mama em cadelas em uma coorte de 118.539 caninos.
Relação entre castração e a taxa de incidência de câncer de mama em cadelas em uma coorte de 118.539 caninos | |||
Frequência das OSHs |
Número de casos de câncer de mama |
Animais em observação (5 anos) |
Densidade de casos de câncer de mama por mil (animais /ano) |
Castradas |
70 |
395.594 |
17,7 |
Férteis |
65 |
232.712 |
27,9 |
Usam injeção anti-cio |
139 |
280.141 |
49,6 |
Total |
274 |
908.447 |
30,2 |
Baseado na tabela acima, a diferença de risco entre a taxa de incidência de câncer de mama entre cadelas que usam injeções anti-cio e a taxa de câncer de mama entre entre cadelas castradas é de:
O modo de transmissão é a forma em que o agente infeccioso se transporta do reservatório ao hospedeiro. É CORRETO afirmar que entre os principais mecanismos de transmissão e a sua definição estaria:
Diferentes patógenos ameaçam a estabilidade dos rebanhos, submetendo o setor pecuário ao desafio constante de manter rebanhos sanitariamente controlados, prevenindo doenças, erradicando patógenos específicos e produzindo alimentos livres de contaminantes (Portifólio de Sanidade Animal, Embrapa). Dentre os patógenos específicos que podem ameçar a estabilidade dos rebanhos, temos:
A atual etapa de transição demográfica no Brasil traz grandes desafios relacionados com o envelhecimento populacional. Entre os epidemiologistas surge a necessidade de obter dados, analisar informações, aplicar as técnicas, aprimorar as medidas e centrar a análise no processo de envelhecimento individual e populacional (Envelhecimento e Saúde da Pessoa Idosa, FIOCRUZ). Essa perspectiva é a chamada de:
I. Do ponto de vista exclusivamente epidemiológico, podem ser diferenciados um ciclo urbano e um ciclo silvestre de transmissão na febre amarela. No ciclo silvestre, a doença é uma antroponose, não se reconhecendo reservatórios animais de importância epidemiológica.
II. A epizootia por vínculo epidemiológico em primata é aquela associada à evidência de circulação viral em vetores, outros primatas ou humanos no local provável de infecção (LPI). Devem ser considerados o tempo e a área de detecção, avaliando caso a caso, em conjunto com as Secretarias Estaduais de Saúde (SES) e a Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS).
III. No ciclo silvestre, a febre amarela é uma zoonose, transmitida, no continente americano, por mosquitos de dois gêneros Haemagogus (H. janthinomys e H. albomaculatus) e Sabethes (S. chloropterus), tendo como principal fonte de infecção primatas não humanos.
“Uma vez instalado o ciclo de transmissão de determinada zoonose em certa área em que uma população animal esteja relacionada, deve-se proceder às medidas de controle para a redução ou a eliminação, quando possível, do número de casos humanos da doença, intervindo de forma efetiva na interrupção do ciclo de transmissão”.
Fonte:
https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/manual_vigilancia_prevencao_control
e_zoonoses.pdf
É correto afirmar que o excerto define:
Um método de amostragem que consiste em primeiramente selecionar conjuntos de indivíduos para depois, numa segunda etapa, selecionar aleatoriamente indivíduos dentro de cada um dos conjuntos selecionados é chamado de amostragem
Sobre os diferentes tipos de estudos epidemiológicos observacionais, é correto afirmar que
As práticas de Saúde Pública e Epidemiologia também são áreas de atuação do médico veterinário, e podem ser desenvolvidas em diversas áreas. Analise as atribuições abaixo:
1. Fiscalização zoosanitária em imóveis comerciais ou residenciais, atendendo às denúncias de maus tratos aos animais e de irregularidades no saneamento ambiental.
2. Manejo da fauna sinantrópica (incluindo o controle integrado de vetores e roedores e o manejo populacional de cães e gatos).
3. Fiscalização da implantação do plano de gerenciamento de resíduos de serviços de saúde, animal ou humana, para os resíduos de origem biológico, da destinação de cadáveres e carcaças, dos produtos químicos, físicos ou inertes.
4. Ação integrada com a vigilância epidemiológica em surtos alimentares e outros agravos, transmissíveis ou não, no controle de zoonoses emergentes e reemergentes, nas campanhas de imunização;
5. Desenvolvimento e execução de programas zoosanitários, junto às Unidades de Saúde e nas comunidades.
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