Questões de Concurso
Sobre clínica médica veterinária em veterinária
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I - Atonia ou hipertonia uterina, estreitamento das vias fetais moles e duras, torção e prolapso uterino e contrações excessivas estão entre as causas de distocias de origem materna.
II - Malformações, posições incorretas do bezerro e presença de gêmeos são fatores relacionados à distocias de origem fetal.
III – Em relação à estática fetal, a apresentação longitudinal anterior ou posterior, posição superior e atitude estendida do feto são características de um parto distócico.
Está(ão) correta(s)
I – Mecanismos físicos, celulares e humorais são meios de defesa uterina em éguas.
II – Klebsiella pneumoniae, Pseudomonas aeruginosa e Corynebacterium spp. estão entre os agentes causadores de endometrites.
III – Os hormônios esteroides possuem uma função importante nos mecanismos de defesa uterinos e éguas sob a influência de progesterona podem ser mais suscetíveis a endometrites.
IV – Em casos de presença de feto macerado em fêmeas bovinas, há corpo lúteo persistente e a vaca fica por mais de 60 dias sem entrar em cio.
Estão corretas
I- Fatores que têm por consequência a liberação do hormônio adrenocorticotrófico (ACTH) e de beta-endorfina estimulam a liberação de hormônio luteinizante (LH), levando ao anestro pós-parto.
II - O conteúdo de LH após o parto é alto e reduz antes do início da atividade cíclica.
III - O uso do antagonista opiáceo Naloxona depois de 40 dias pós-parto ocasiona aumento na secreção de LH.
IV – A secreção pulsátil do hormônio luteinizante (LH) e o aumento das concentrações do fator de crescimento semelhante à insulina-I (IGF-I) são determinantes para a foliculogênese pós-parto.
Estão corretas
I - Os agentes causadores da babesiose equina são os protozoários Babesia caballi e Theileria equi, os quais parasitam as hemácias, levando a um quadro de anemia no paciente.
II - A rabdomiólise de esforço é uma doença que decorre da lise das células musculares esqueléticas, com a liberação de substâncias intracelulares para a circulação. Dessa forma, para se confirmar a lesão muscular, recomenda-se fortemente as dosagens séricas de Creatinoquinase (CK) e de Aspartato Aminotransferase (AST).
III - O mormo é uma doença infecto-contagiosa, quase sempre fatal. A transmissão ocorre principalmente por secreção nasal ou conteúdo dos abscessos e menos comumente pelo sangue.
IV - O tétano é uma doença bacteriana causada por toxinas liberadas por Clostriduium tetani. A tetanolisina promove a disseminação da infecção, ao ampliar a necrose tissular local. A tetanospasmina é responsável pelo desencadeamento dos sinais clínicos, tais como flacidez muscular.
Está(ão) correta(s)
I - O vírus da AIE é transmitido por insetos hematófagos e via iatrogênica, não sendo transmitido por via transplacentária e pelo colostro ou leite.
II - De acordo com o Programa Nacional de Sanidade dos Equídeos, em casos de surtos de AIE, deve-se fazer a interdição da movimentação de equídeos nas propriedades, isolamento de animais suspeitos ou soropositivos, proibição da participação dos equídeos em locais onde haja concentração de animais e eliminação dos comprovadamente positivos.
III - São consideradas formas profiláticas simples, mas eficazes, de controle da AIE exames periódicos para diagnóstico da enfermidade, quarentena para animais recém introduzidos no plantel, manejo sanitário e higiênico dos animais, incluído controle dos vetores carreadores, além de não compartilhamento de fômites e agulhas.
IV - O diagnóstico da AIE é feito por meio dos testes de Imunodifusão em Gel de Agar (IDGA) e Ensaio de Imunoabsorção Enzimática (ELISA). Para a realização desses exames são necessárias amostras de sangue total, podendo este estar refrigerado ou congelado, colhido por um Médico Veterinário e enviado ao laboratório, juntamente com uma resenha atualizada do animal.
Está(ão) correta(s)
I - Fatores epidemiológicos importantes no aparecimento de cólica em equinos incluem privação de água, estresse associado ao transporte, alterações súbitas na dieta, excessos alimentares, ingestão de corpos estranhos, aerofagia, sablose, enterólitos e vermes.
II - Fêmeas possuem maior predisposição para apresentar quadros de cólica, em virtude da ação dos estrógenos.
III - Infecções parasitárias por Strongylus vulgaris não são consideradas fatores de risco para o surgimento de cólicas em equinos.
IV - Dentre os exames realizados na rotina de atendimento de um equino com cólica, a avaliação do líquido peritoneal ocupa lugar de destaque, pois auxilia o clínico veterinário quanto ao tipo de afecção, presença de peritonite, viabilidade das alças intestinais, severidade da doença, confirmação de ruptura de alças ou gástrica e estabelecimento de prognóstico.
Está(ão) correta(s)
(1) Fatores anatômicos. (2) Fatores de manejo. (3) Fatores fisiológicos.
( ) Precárias condições de estabulação e higiene deficiente. ( ) Úberes grandes ou muito desenvolvidos. ( ) Os animais idosos são mais suscetíveis. ( ) Teores de proteína acima dos recomendados nas dietas.
( ) Escherichia coli é um microrganismo frequentemente associado aos casos de diarreia de bezerros recém-nascidos.
( ) Dictyocaulus viviparus é um parasito causador de lesões na mucosa do intestino grosso dos animais até os 15 dias de vida.
( ) A enterite viral causa redução das microvilosidades e diarreia por má absorção devido à diminuição da superfície que tem função de absorver.
( ) A adesão da Escherichia coli à superfície mucosa dos enterócitos é mediada por estruturas proteicas filamentosas denominadas fímbrias.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
I. O aumento do número de células somáticas no leite, o isolamento de agentes infecciosos e a ausência de sinais clínicos como edema no úbere, anorexia e febre são parâmetros compatíveis com a classificação de mastite subclínica.
II. A infecção por coliformes tende a se tornar clínica rapidamente, ao passo que a infecção por Staphylococcus aureus frequentemente se mantém como infecção subclínica.
III. A superfície queratinizada do interior do canal do teto realiza a função de barreira contra as bactérias que tentam penetrar no canal e na glândula mamária.
Quais estão corretas?
As glândulas mamárias nos suínos estão distribuídas em duas fileiras paralelas ao longo da porção _________ do corpo e se estendem da região _________ até a região _________. As tetas situadas na área caudal são geralmente ____________, e as craniais são as que _________ produzem leite.
I. Nos caninos, a IgM predomina no colostro e no leite.
II. Em suínos e equinos, a IgG predomina no colostro, mas sua concentração cai rapidamente durante a lactação; assim, há predominância de IgA no leite.
III. Nos ruminantes, a IgG é a imunoglobulina predominante tanto no leite quanto no colostro.
Está(ão) CORRETO(S):
(1) Doenças que afetam basicamente os suínos.
(2) Doenças que afetam os suínos e outras espécies.
( ) Doença vesicular do suíno.
( ) Encefalite pelo vírus Nipah.
( ) Doença de Aujeszky.
( ) Triquinelose.
( ) Febre aftosa.
I. Os dissociativos podem ser indicados em paciente em estado de choque pelo incremento no sistema cardiovascular e porque atuam também inibindo fatores que controlam a liberação de citocinas pró-inflamatórias.
II. A recuperação de animais medicados com dissociativos, principalmente os submetidos à manutenção com estes agentes, é muito ruim, com excitação, vocalização, alucinações e sialorreia. Caninos e felinos apresentam recuperação agitada em quase todos os usos de dissociativos. Nestes casos, deve-se estar preparado para tranquilização transoperatória.
III. O uso de dissociativos requer cuidado nos animais cardiopatas, principalmente ao se avaliar se há taquicardia compensatória, e nos animais portadores de doenças hipertróficas, em que a hipóxia pode ser nefasta.
IV. A recuperação de animais medicados com dissociativos deve ser tranquila, em local silencioso e com pouca estimulação luminosa.
Estão CORRETOS: