Questões de Concurso Comentadas sobre medicina
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Ao exame físico, encontra‑se taquicárdica e normotensa, em regular estado geral, desidratada +/IV, hipocorada +/IV. O abdome se mostrou globoso, flácido, doloroso à palpação profunda difusa, sem sinais de peritonite. Os ruídos hidroaéreos estavam diminuídos.
Nesse caso, a principal hipótese diagnóstica e sua justificativa, são, respectivamente:
( ) A lesão tecidual crônica na sepse, a resposta inflamatória com a liberação de hormônios catabólicos, citocinas pró‑inflamatórias e o choque podem levar ao desenvolvimento de hiperperfusão esplâncnica.
( ) Um total superior a 60% dos pacientes críticos pode apresentar pelo menos um sinal de disfunção do trato gastrintestinal durante a sua internação na Unidade de Terapia Intensiva.
( ) O uso de sedativos, de analgésicos e de fármacos vasoativos representam um entrave à nutrição do paciente séptico.
( ) A avaliação da disfunção do trato gastrintestinal do doente crítico é relativamente fácil, pois basta analisar os sinais e os sintomas clínicos do paciente no contexto da doença aguda.
Assinale a sequência correta.
A conduta correta para o manejo inicial desse paciente é:
Nesse caso, o tratamento indicado para o câncer de esôfago avançado é
Nesse caso, a conduta inicial mais adequada para o manejo desse paciente é:
A complicação mais comum, associada ao estoma colostômico, nesse caso, é
Nesse cenário, o uso de aminas vasopressoras é indicado
Nesse caso, a hipótese diagnóstica mais provável é
Paciente, sexo feminino, 57 anos de idade, diabética e hipertensa, deu entrada no pronto atendimento com 2h de dor precordial típica (intensidade: 8/10) para Síndrome Coronariana Aguda (SCA). Além da precordialgia, paciente queixava náuseas e mal‑estar. Sinais vitais: FR: 20 vpm; FC: 102 bpm; PA: 150x90 mmHg; Temperatura axilar: 36,6 °C; Saturação de oxigênio (SatO2 ): 94%. O hospital no qual a paciente deu entrada não possui serviço de hemodinâmica.
Em relação à abordagem inicial dessa paciente, assinale a alternativa incorreta.
Paciente, sexo feminino, 36 anos de idade, encaminhada à sala de emergência da Unidade de Pronto Atendimento – UPA 24 horas após classificação de risco. Familiares reportam queixa de cefaleia de forte intensidade seguida de perda da consciência e desmaio. Ao exame físico, identifica‑se que a paciente não responde ao chamado verbal, não abre os olhos nem ao estímulo doloroso, geme (sons incompreensíveis) à dor e apresenta como melhor resposta motora movimento anormal de decorticação.
Qual o valor da escala de coma de Glasgow para esta paciente?
O texto faz referência a:
A prova do laço deve ser realizada na triagem em todo paciente com suspeita de dengue que não apresentar sangramento espontâneo.
Nesse contexto, analise as afirmativas a seguir, relativas à técnica de realização da prova do laço.
I. Inicialmente, deve‑se verificar e calcular o valor médio da pressão arterial. Após isso, insuflar o manguito até o valor médio e manter por três minutos (crianças) e cinco minutos (adultos) ou até o aparecimento de petéquias (o que ocorrer primeiro).
II. Após o tempo indicado para o paciente (criança ou adulto), deve‑se desinflar o ar do manguito e desenhar um quadrado com 2,5 cm no local de maior concentração de petéquias.
III. A prova do laço será positiva se a contagem de petéquias dentro do quadrado for maior ou igual a 10 petéquias para crianças e maior ou igual a 20 petéquias para adultos.
Estão corretas as afirmativas