Questões de Concurso Comentadas sobre medicina
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Além da manutenção da oxigenoterapia e do salbutamol inalatório, qual é a próxima medida terapêutica recomendada?
Seguindo os protocolos mais recentes do Ministério da Saúde, além das orientações de hidratação oral e uso de zinco, está indicada a prescrição de
Com base no conjunto de achados, assinale a alternativa que apresenta a possibilidade diagnóstica mais provável.
• BCG e hepatite B ao nascer;
• Pneumocócica 10 – valente: 3 doses – aos 2 meses, 4 meses e 12 meses;
• Pentavalente e VIP: 3 doses – aos 2, 4 e 6 meses;
• Rotavírus: 2 doses – aos 2 e 4 meses;
• Meningocócica C: 3 doses – aos 3 meses, 5 meses e 12 meses;
• Febre amarela: 1 dose aos 9 meses;
• Hepatite A: 1 dose aos 12 meses;
• Tríplice viral: 1 dose aos 12 meses;
• Tetraviral: 1 dose aos 15 meses;
• DTP + VIP: 1 dose aos 15 meses.
A criança está afebril, sem queixas, e os responsáveis autorizam atualização vacinal.
Com base no Programa Nacional de Imunizações (PNI) e excetuando eventuais campanhas de influenza e covid, o esquema a ser seguido hoje é aplicar
Qual é a hipótese diagnóstica mais provável sobre o desenvolvimento dessa criança e a respectiva conduta mais adequada?
Com base no quadro descrito, a conduta deve ser
Uma mulher de 47 anos, G2P2, comparece ao ambulatório com queixa de nódulo endurecido na mama direita há 3 semanas. Relata que o nódulo surgiu após um trauma no local quando sua filha pequena bateu com o cotovelo durante uma brincadeira. Nega dor significativa, febre ou secreção mamilar. Ao exame físico, identifica-se nódulo irregular, de consistência firme, pouco móvel, indolor, medindo cerca de 2 cm, sem alterações cutâneas importantes e sem linfonodomegalias axilares. Mamografia realizada mostra área de opacidade espiculada com microcalcificações pleomórficas, sendo BI-RADS 4. A USG evidencia nódulo heterogêneo, hipoecoico, com sombra acústica posterior.
Diante desse quadro, qual é a conduta mais adequada?
Uma mulher de 41 anos procura o ambulatório com queixa de descarga papilar unilateral pela mama direita há 2 meses. Ela relata secreção espontânea, serossanguinolenta, que aparece sem compressão. Nega dor mamária, febre ou trauma. Ao exame físico, observa-se saída de pequena quantidade de secreção sanguinolenta por um único ducto. Não há nódulos palpáveis nem linfonodomegalias. A mamografia está normal (BI-RADS 1), e a ultrassonografia mostra discreta ectasia ductal retroareolar sem lesões nodulares evidentes.
Qual é a conduta mais apropriada neste caso?
Mulher de 25 anos com queixas de ardência em região genital há 10 dias. O exame ginecológico revelou lesões vulvares com características pleomórficas, ora vesículas ora úlceras, com hiperemia intensa, no entanto, sem secreções.
No cenário acima, qual o diagnóstico mais provável?
Uma puérpera de 26 anos, três semanas após parto vaginal, queixa-se de febre alta há 24 horas (38,8 °C), dor intensa na mama esquerda e mal-estar. Refere dificuldade para amamentar devido à dor e relata fissura no mamilo esquerdo. No exame físico, observa-se área eritematosa, quente, dolorosa e endurecida no quadrante súpero-externo da mama esquerda. Não há flutuação palpável.
Qual é a conduta inicial mais adequada?
Paciente de 30 anos, G2P2 (vaginais), assintomática, veio para avaliar exames preventivos para câncer de colo uterino. Realizou um DNA-HPV que não detectou formas virais.
Considerando o cenário acima, assinale a alternativa CORRETA.
Diante de um quadro de intoxicação por sulfato de magnésio (MgSO4) realizado em gestante na 31ª semana de gravidez para neuroproteção fetal, sem diagnóstico de pré-eclâmpsia.
Assinale a alternativa que representa a conduta inicial CORRETA, diante de um quadro sugestivo de intoxicação pelo magnésio.
Paciente 26 anos, na 30ª semana, secundigesta e um aborto anterior, chega na emergência obstétrica referindo perda de líquido há 19 horas. Após anamnese detalhada do médico assistente, paciente refere que a perda foi súbita de um líquido transparente, cheirando a água sanitária, escorrendo pelas pernas e se acumulando do chão. Negava outras queixas. Ao exame clínico, temperatura axilar de 36,5oC e frequência cardíaca materna de 80 bpm. Ao exame obstétrico: dinâmica uterina ausente, toque vaginal não realizado e ausente líquido amniótico pelo exame especular e manobra de valsava. Realizada ultrassonografia a qual foi normal (líquido amniótico e vitalidade fetal).
Assinale a alternativa que NÃO complementará o diagnóstico baseado nas evidências.
Qual a hipótese diagnóstica e a conduta provavelmente CORRETAS?
Paciente 21 anos, primigesta, na 30ª semana de gravidez e assintomática. Veio à emergência trazendo uma ultrassonografia referindo um achado ultrassonográfico de partículas ou material ecogênico (denso) suspenso no líquido amniótico, próximo ao orifício interno do colo do útero e mensuração do colo uterino de 3,0 cm. Ela foi encaminhada pelo ultrassonografista, pois deveria procurar uma emergência.
Baseando-se nas recomendações atuais, assinale a alternativa CORRETA.
Paciente 33 anos, tercigesta, secundípara (partos prematuros), na 33ª semana de gravidez e chegou à emergência obstétrica referindo dor em baixo ventre. Questionou-se sobre os partos anteriores: o 1º não sabe o motivo e idade gestacional exata, mas informa que chegou ao hospital com 5 cm de dilatação, por via vaginal, sem intercorrências no pré-natal; e o 2º parto foi de uma gestação gemelar; os bebês entraram em sofrimento, sendo preciso realizar uma cesariana de urgência; não estava em trabalho de parto e ambos apresentaram desconforto respiratório, um chegou a ficar no tubo por três dias e o outro só com uma “máscara”. Peso ao nascer: 2.020g (1ª gestação) e 1.050g/1.930g (2ª gestação)
Avaliando os antecedentes obstétricos descritos, assinale a alternativa CORRETA.
Primeiro dia da última menstruação: 16 de agosto de 2025. Último dia da última menstruação: 19 de agosto de 2025. Data da última ovulação: 30 de agosto de 2025. Data da 1ª ultrassonografia: 27 de setembro de 2025 (calculada pelo diâmetro médio do saco gestacional – 4 semanas). Data da 2ª ultrassonografia: 31 de outubro de 2025 (IG: calculada pela média do diâmetro biparietal, circunferência abdominal e comprimento do fêmur – 11 semanas). Data da 3ª ultrassonografia: 13 de novembro de 2025 (IG: calculada pelo comprimento céfalo-nadegas – 14 semanas). Data da 4ª ultrassonografia: 06 de dezembro de 2025 (IG: 17 semanas).
Diante desses dados, qual a idade gestacional CORRETA para acompanhamento da gravidez, no dia da consulta de pré-natal?
Gestante 30 anos, primigesta e nulípara, 40ª semana de gestação, deu entrada na emergência obstétrica com dor em baixo ventre. Ao toque vaginal, o colo uterino apresentava-se com 10 cm de dilatação, bolsa rota, líquido claro com grumos, plano II de De Lee, cefálico e OET. Dinâmica uterina de 4 contrações/ 10 minutos/ 50 segundos. Batimentos cardio-fetais (BCF) de 140 bpm. Após 6 horas, o toque vaginal era inalterado, porém com a presença de bossa serossanguínea. BCF: 136 bpm. Nesse momento, foi indicada uma cesariana. Ao exame físico do recém-nascido (RN) em sala de parto, encontrava-se bem com Apgar 9/10, apresentando uma tumoração em região occipito parietal, predominante no parietal esquerdo, de consistência endurecida e forma cacifo.
Analise o exame físico do recém-nascido realizado em sala de parto, os dados do parto e assinale a alternativa CORRETA que representa uma possibilidade que ocorreu durante a descida e insinuação fetal no período expulsivo.