Questões de Concurso Comentadas sobre medicina

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Q3855129 Medicina
Escolar, sexo masculino, 8 anos de idade, com diagnóstico prévio de asma e em uso regular de formoterol + budesonida 12 + 400 mcg, de 12 em 12 horas, chega ao serviço de emergência por crise asmática grave. Já recebeu prednisolona 2 mg/kg/dia e nebulizações com salbutamol associadas a ipratrópio, 3 vezes, de 20 em 20 minutos. No momento, paciente em regular estado geral, fala palavras (não frases), apresenta parâmetros vitais com FC: 152 bpm, FR: 48 irpm, PA: 100/60 mmHg, T: 36,5 ºC, SatO2: 88% em ar ambiente e 96% com máscara não-reinalante. Ausculta pulmonar com murmúrios vesiculares globalmente diminuídos, sibilos difusos, presença de tiragens subdiafragmática, intercostal e de fúrcula.
Além da manutenção da oxigenoterapia e do salbutamol inalatório, qual é a próxima medida terapêutica recomendada?
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Q3855128 Medicina
Lactente, sexo feminino, 18 meses de idade, previamente hígida, é levada ao pronto-socorro com quadro de fezes com sangue e muco, tenesmo, dor abdominal importante e febre até 39,5 ºC há 48 horas. Recusa alimentos sólidos, aceita líquidos em pequenos volumes. Sem vômitos. Sem sintomas respiratórios e sem queixas urinárias. Ao exame clínico, criança em regular estado geral, irritada, hidratada, com pulsos periféricos cheios e tempo de enchimento capilar de 2 segundos. Parâmetros vitais com FC: 140 bpm; PA: 84/50 mmHg; FR: 28 irpm; T: 38,7 ºC, abdome doloroso difusamente, sem sinais de irritação peritoneal. Sem sinais meníngeos.
Seguindo os protocolos mais recentes do Ministério da Saúde, além das orientações de hidratação oral e uso de zinco, está indicada a prescrição de
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Q3855127 Medicina
Escolar, sexo masculino, 9 anos e 10 meses de idade, está em consulta ambulatorial de rotina. A preocupação dos pais é achar que ele é uma criança muito baixa. Trata-se de criança nascida a termo, com 3.400 g e 50 cm, sem intercorrências de saúde relevantes até o momento. Refere alimentação variada e balanceada. Evacuação diária sem esforço, fezes Bristol 4. Diurese sem alterações. Faz esportes 3 vezes por semana. A mãe mede 165 cm, e o pai mede 175 cm. Na consulta realizada há 6 meses, a criança tinha estatura de 120,5 cm. Ao exame clínico: estatura atual 123 cm (abaixo do percentil 3 do gráfico da OMS), peso 26 kg (p10 do gráfico da OMS). Proporções corporais normais, sem dismorfias. Estádio puberal G1P1.
Com base no conjunto de achados, assinale a alternativa que apresenta a possibilidade diagnóstica mais provável.
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Q3855126 Medicina
Escolar, sexo feminino, 6 anos de idade, sem comorbidades, vem à UBS para consulta de rotina. A mãe informa que a criança apresenta bom crescimento pondero-estatural e desenvolvimento, porém não recebeu algumas vacinas por “esquecimento”. Constam na caderneta:
•  BCG e hepatite B ao nascer;
•  Pneumocócica 10 – valente: 3 doses – aos 2 meses, 4 meses e 12 meses;
•  Pentavalente e VIP: 3 doses – aos 2, 4 e 6 meses;
•  Rotavírus: 2 doses – aos 2 e 4 meses;
•  Meningocócica C: 3 doses – aos 3 meses, 5 meses e 12 meses;
•  Febre amarela: 1 dose aos 9 meses;
•  Hepatite A: 1 dose aos 12 meses;
•  Tríplice viral: 1 dose aos 12 meses;
•  Tetraviral: 1 dose aos 15 meses;
•  DTP + VIP: 1 dose aos 15 meses.
A criança está afebril, sem queixas, e os responsáveis autorizam atualização vacinal.
Com base no Programa Nacional de Imunizações (PNI) e excetuando eventuais campanhas de influenza e covid, o esquema a ser seguido hoje é aplicar
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Q3855125 Medicina
Lactente, sexo feminino, 9 meses de idade, nascida a termo, aleitamento materno exclusivo até 6 meses e alimentação complementar adequada. Pais relatam que a criança ainda não engatinha, mas senta sem apoio e transfere objetos entre as mãos. Balbucia bastante. Tem estranhamento quando em contato com pessoas que não são do seu dia a dia. Exame clínico normal, crescimento adequado.
Qual é a hipótese diagnóstica mais provável sobre o desenvolvimento dessa criança e a respectiva conduta mais adequada?
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Q3855124 Medicina
Lactente, sexo feminino, 8 meses de idade, comparece à consulta de puericultura. A mãe relata que a criança vem recusando frutas e papas salgadas há cerca de duas semanas, aceitando apenas leite materno, e que apresenta evacuações diárias amolecidas, sem sangue ou muco. Nega febre, vômitos ou perda de peso. Refere que, após o início da recusa alimentar, passou a oferecer o peito sempre que a criança chorava, inclusive durante as refeições. Refere que a introdução alimentar foi tranquila e que nunca tinha apresentado problemas assim previamente. Ao exame clínico: bom estado geral, hidratada, ativa, comprimento: 68 cm (P50–P75 OMS), peso: 7,7 kg (P25–P50), perímetro cefálico: 44 cm (P50). Sem alterações à inspeção orofaríngea. Sem perda ponderal desde a última consulta.
Com base no quadro descrito, a conduta deve ser
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Q3854873 Medicina

Uma mulher de 47 anos, G2P2, comparece ao ambulatório com queixa de nódulo endurecido na mama direita há 3 semanas. Relata que o nódulo surgiu após um trauma no local quando sua filha pequena bateu com o cotovelo durante uma brincadeira. Nega dor significativa, febre ou secreção mamilar. Ao exame físico, identifica-se nódulo irregular, de consistência firme, pouco móvel, indolor, medindo cerca de 2 cm, sem alterações cutâneas importantes e sem linfonodomegalias axilares. Mamografia realizada mostra área de opacidade espiculada com microcalcificações pleomórficas, sendo BI-RADS 4. A USG evidencia nódulo heterogêneo, hipoecoico, com sombra acústica posterior.


Diante desse quadro, qual é a conduta mais adequada?

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Q3854868 Medicina

Uma mulher de 41 anos procura o ambulatório com queixa de descarga papilar unilateral pela mama direita há 2 meses. Ela relata secreção espontânea, serossanguinolenta, que aparece sem compressão. Nega dor mamária, febre ou trauma. Ao exame físico, observa-se saída de pequena quantidade de secreção sanguinolenta por um único ducto. Não há nódulos palpáveis nem linfonodomegalias. A mamografia está normal (BI-RADS 1), e a ultrassonografia mostra discreta ectasia ductal retroareolar sem lesões nodulares evidentes.


Qual é a conduta mais apropriada neste caso? 

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Q3854867 Medicina

Mulher de 25 anos com queixas de ardência em região genital há 10 dias. O exame ginecológico revelou lesões vulvares com características pleomórficas, ora vesículas ora úlceras, com hiperemia intensa, no entanto, sem secreções.


No cenário acima, qual o diagnóstico mais provável? 

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Q3854866 Medicina

Uma puérpera de 26 anos, três semanas após parto vaginal, queixa-se de febre alta há 24 horas (38,8 °C), dor intensa na mama esquerda e mal-estar. Refere dificuldade para amamentar devido à dor e relata fissura no mamilo esquerdo. No exame físico, observa-se área eritematosa, quente, dolorosa e endurecida no quadrante súpero-externo da mama esquerda. Não há flutuação palpável.


Qual é a conduta inicial mais adequada? 

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Q3854864 Medicina

Paciente de 30 anos, G2P2 (vaginais), assintomática, veio para avaliar exames preventivos para câncer de colo uterino. Realizou um DNA-HPV que não detectou formas virais.

Considerando o cenário acima, assinale a alternativa CORRETA. 

Alternativas
Q3854857 Medicina
Paciente 25 anos, primigesta e nulípara, chega a emergência obstétrica na 31ª semana de gravidez, com queixa de dor em baixo ventre. Refere gestação gemelar. Traz ultrassonografia (USG) realizada com 12 semanas evidenciando sinal do lambda. Ao exame: dinâmica uterina 2 contrações/ 10 minutos/ 40 segundos, batimentos cardio fetais de 136 bpm e 156 bpm e pressão arterial de 120 x 70 mmHg. O toque vaginal evidenciou colo posterior e pérvio 2 cm de dilatação, com 80% de apagamento, primeiro feto cefálico e bolsa das águas íntegra. Assinale a alternativa CORRETA quanto à conduta a ser adotada.
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Q3854854 Medicina

Diante de um quadro de intoxicação por sulfato de magnésio (MgSO4) realizado em gestante na 31ª semana de gravidez para neuroproteção fetal, sem diagnóstico de pré-eclâmpsia. 


Assinale a alternativa que representa a conduta inicial CORRETA, diante de um quadro sugestivo de intoxicação pelo magnésio.

Alternativas
Q3854853 Medicina
Analise as alternativas abaixo e assinale a CORRETA, com relação à suplementação de vitaminas durante o prénatal, baseada nas evidências atuais, não apenas considerando o que o Ministério da Saúde do Brasil recomenda atualmente.
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Q3854852 Medicina

Paciente 26 anos, na 30ª semana, secundigesta e um aborto anterior, chega na emergência obstétrica referindo perda de líquido há 19 horas. Após anamnese detalhada do médico assistente, paciente refere que a perda foi súbita de um líquido transparente, cheirando a água sanitária, escorrendo pelas pernas e se acumulando do chão. Negava outras queixas. Ao exame clínico, temperatura axilar de 36,5oC e frequência cardíaca materna de 80 bpm. Ao exame obstétrico: dinâmica uterina ausente, toque vaginal não realizado e ausente líquido amniótico pelo exame especular e manobra de valsava. Realizada ultrassonografia a qual foi normal (líquido amniótico e vitalidade fetal).


Assinale a alternativa que NÃO complementará o diagnóstico baseado nas evidências.

Alternativas
Q3854851 Medicina
Paciente 25 anos, secundigesta e primípara, com acompanhamento pré-natal de baixo risco bem realizado e sem intercorrências. Vem para acompanhamento pré-natal na 33ª semana de gravidez, quando é percebida uma AFU de 28 cm. Foi submetida a uma ultrassonografia que evidenciou uma circunferência abdominal no percentil 8 para idade gestacional, o índice de pulsatilidade da artéria cerebral média fetal no percentil 10, da artéria umbilical no percentil 50 e da média das artérias uterinas no percentil 50. Observando as ultrassonografias anteriores, tanto o peso fetal estimado quanto a circunferência abdominal vêm com os percentis variando entre 5 e 10. 

Qual a hipótese diagnóstica e a conduta provavelmente CORRETAS?
Alternativas
Q3854850 Medicina

Paciente 21 anos, primigesta, na 30ª semana de gravidez e assintomática. Veio à emergência trazendo uma ultrassonografia referindo um achado ultrassonográfico de partículas ou material ecogênico (denso) suspenso no líquido amniótico, próximo ao orifício interno do colo do útero e mensuração do colo uterino de 3,0 cm. Ela foi encaminhada pelo ultrassonografista, pois deveria procurar uma emergência. 


Baseando-se nas recomendações atuais, assinale a alternativa CORRETA. 

Alternativas
Q3854846 Medicina

Paciente 33 anos, tercigesta, secundípara (partos prematuros), na 33ª semana de gravidez e chegou à emergência obstétrica referindo dor em baixo ventre. Questionou-se sobre os partos anteriores: o 1º não sabe o motivo e idade gestacional exata, mas informa que chegou ao hospital com 5 cm de dilatação, por via vaginal, sem intercorrências no pré-natal; e o 2º parto foi de uma gestação gemelar; os bebês entraram em sofrimento, sendo preciso realizar uma cesariana de urgência; não estava em trabalho de parto e ambos apresentaram desconforto respiratório, um chegou a ficar no tubo por três dias e o outro só com uma “máscara”. Peso ao nascer: 2.020g (1ª gestação) e 1.050g/1.930g (2ª gestação)


Avaliando os antecedentes obstétricos descritos, assinale a alternativa CORRETA. 

Alternativas
Q3854845 Medicina
Gestante 20 anos, primigesta e nulípara, veio para consulta pré-natal, no dia 11 de janeiro de 2026, referindo que está no 5º mês de gestação e assintomática. Não estava fazendo pré-natal, mas fez várias ultrassonografias. Refere ainda que tinha ciclos regulares e sabia o momento da sua ovulação todos os meses. Abaixo seguem os dados informados pela paciente e as ultrassonografias anteriores com suas idades gestacionais na época do exame:
Primeiro dia da última menstruação: 16 de agosto de 2025. Último dia da última menstruação: 19 de agosto de 2025. Data da última ovulação: 30 de agosto de 2025. Data da 1ª ultrassonografia: 27 de setembro de 2025 (calculada pelo diâmetro médio do saco gestacional – 4 semanas). Data da 2ª ultrassonografia: 31 de outubro de 2025 (IG: calculada pela média do diâmetro biparietal, circunferência abdominal e comprimento do fêmur – 11 semanas). Data da 3ª ultrassonografia: 13 de novembro de 2025 (IG: calculada pelo comprimento céfalo-nadegas – 14 semanas). Data da 4ª ultrassonografia: 06 de dezembro de 2025 (IG: 17 semanas).

Diante desses dados, qual a idade gestacional CORRETA para acompanhamento da gravidez, no dia da consulta de pré-natal?
Alternativas
Q3854844 Medicina

Gestante 30 anos, primigesta e nulípara, 40ª semana de gestação, deu entrada na emergência obstétrica com dor em baixo ventre. Ao toque vaginal, o colo uterino apresentava-se com 10 cm de dilatação, bolsa rota, líquido claro com grumos, plano II de De Lee, cefálico e OET. Dinâmica uterina de 4 contrações/ 10 minutos/ 50 segundos. Batimentos cardio-fetais (BCF) de 140 bpm. Após 6 horas, o toque vaginal era inalterado, porém com a presença de bossa serossanguínea. BCF: 136 bpm. Nesse momento, foi indicada uma cesariana. Ao exame físico do recém-nascido (RN) em sala de parto, encontrava-se bem com Apgar 9/10, apresentando uma tumoração em região occipito parietal, predominante no parietal esquerdo, de consistência endurecida e forma cacifo.


Analise o exame físico do recém-nascido realizado em sala de parto, os dados do parto e assinale a alternativa CORRETA que representa uma possibilidade que ocorreu durante a descida e insinuação fetal no período expulsivo.

Alternativas
Respostas
13361: A
13362: C
13363: E
13364: B
13365: D
13366: A
13367: C
13368: D
13369: C
13370: B
13371: C
13372: C
13373: B
13374: E
13375: A
13376: A
13377: E
13378: A
13379: C
13380: C