Questões de Concurso Comentadas sobre medicina
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João, 34 anos, procura atendimento na UBS relatando que, há um mês, teve a sua primeira crise convulsiva, o que o levou a buscar ajuda em um hospital. Na época, exames clínicos e laboratoriais, além de uma tomografia de crânio, descartaram causas agudas para o episódio. Foi então iniciado o uso de valproato em baixa dose (10 mg/kg/dia). Desde então, João não apresentou novos sintomas, e, no momento, o seu exame físico é normal.
Considerando a situação clínica de João e os protocolos do Ministério da Saúde, qual a conduta mais adequada?
Considerando a idade de Dona Iolanda e as suas condições de saúde, qual das seguintes medidas seria a mais adequada durante a consulta?
Com base nos dados clínicos e epidemiológicos, qual o diagnóstico mais provável para a família Silva?
Diante desse quadro de descompensação aguda da insuficiência cardíaca, qual é a melhor conduta?
É realizado um exame físico completo, e não se encontra lesões na pele. Os exames laboratoriais (hemograma, glicemia, hemoglobina glicada, hormônios da tireoide, vitamina B12, vitamina D) estão todos normais. As sorologias para HIV, sífilis e hepatites B e C são negativas, assim como o fator antinuclear (FAN). Ao examinar os nervos do Senhor José, nota-se um espessamento nos nervos ulnares (próximos ao cotovelo) e, ao testar a sensibilidade com monofilamentos, percebe que ele só consegue sentir o monofilamento mais grosso (vermelho, 4g) em alguns pontos das palmas das mãos.
Para investigar melhor o problema, solicita-se uma eletroneuromiografia (ENMG) dos quatro membros.
Considerando o quadro clínico e os achados do exame físico, qual o padrão eletroneuromiográfico mais frequentemente encontrado em casos como o do Senhor José?
Diante desse quadro, qual seria a conduta mais adequada para Ana?
Com base no quadro clínico apresentado, qual é o tratamento mais adequado para Joana?
Diante desse quadro, qual a conduta mais adequada para o Senhor Cosme?
Antes de iniciar a terapia, o médico, atencioso e responsável, realiza uma avaliação completa de Carla. Ela nega febre, sudorese noturna e sintomas respiratórios, mas relata dores abdominais difusas e diarreia crônica (cerca de 6 vezes ao dia) nos últimos 40 dias. O exame físico revela ruídos hidroaéreos aumentados e dor abdominal difusa à palpação, sem sinais de irritação peritoneal. A radiografia de tórax não apresenta alterações, mas o teste IGRA (que detecta a infecção latente por tuberculose) é positivo.
Diante desse cenário, qual o tratamento mais adequado para Carla, antes de iniciar a terapia com anti-TNF?
I - Neonatos e lactentes são geralmente encaminhados ao cardiopediatra devido cianose, insuficiência cardíaca (IC), sopro ou arritmia.
II - Em paciente cianótico com hipótese diagnóstica de Tetralogia de Fallot, observa-se sinais de hiperfluxo em radiografia de tórax + sopro diastólico + sinais de sobrecarga de ventrículo direito no ECG.
III - A cianose da criança com cardiopatia congênita é do tipo central, quase sempre generalizada; entretanto, em alguns casos, ela pode ser evidente no dimídio inferior (membros inferiores) e ausente no dimídio superior (membros superiores e mucosas) e vice-versa, denominada cianose diferencial.
IV - A Anomalia de Ebstein é uma doença rara, trata-se de uma alteração na valva mitral (a mais comum dessa valva). Em crianças maiores, os sinais clínicos mais frequentes são dispneia, fadiga, palpitação e cianose. Ainda podem apresentar fraqueza, falta de ar e emagrecimento. Na ausculta, os achados são desdobramento de bulhas, presença de quarta bulha e sopro sistólico em área tricúspide. Arritmia cardíaca é frequente.