Questões de Concurso Comentadas sobre medicina
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Todo médico precisa saber reconhecer e fazer o diagnóstico da CAD, caracterizado principalmente por
Homem de 58 anos, com cirrose hepática por hepatite C (child Pugh A), apresenta dor abdominal e perda de peso. A dosagem de alfafetoproteína (AFP) está em 600 ng/mL. A imagem mostra nódulo hepático de 4 cm, hipervascular na fase arterial e washout na fase portal.
A principal conduta terapêutica indicada neste caso é
Homem de 69 anos, com história de colelitíase crônica, apresenta dor em hipocôndrio direito, icterícia progressiva e emagrecimento. A tomografia evidencia espessamento da parede da vesícula biliar com invasão hepática segmentar. Biópsia confirma adenocarcinoma.
O tratamento de escolha para esse paciente é
Homem de 65 anos, sem comorbidades, foi diagnosticado com adenocarcinoma de próstata com escore de Gleason 8 (4+4), PSA de 25 ng/mL e toque retal sugestivo de neoplasia extracapsular.
A melhor conduta terapêutica inicial para esse caso é
Homem de 60 anos apresenta sangramento retal e perda ponderal. A colonoscopia mostra lesão vegetante no cólon sigmoide. A biópsia confirma adenocarcinoma moderadamente diferenciado. O estadiamento revela metástase isolada no fígado (2 lesões, com menos de 3 cm).
A melhor conduta terapêutica é
Uma paciente de 52 anos foi diagnosticada com carcinoma invasivo de mama. A imuno-histoquímica demonstrou receptor hormonal positivo, HER2-negativo e índice de Ki-67 de 35%.
Com base nas características moleculares, esse tumor deve ser classificado como
Uma mulher de 48 anos foi diagnosticada com carcinoma invasivo de mama. A imuno-histoquímica revelou receptor hormonal positivo, HER2-negativo, e Ki-67 de 10%.
Com base no subtipo molecular e na classificação atual, esse tumor deve ser classificado como
Homem de 74 anos com carcinoma basocelular múltiplo, recorrente e inoperável. Estudo genético revela ativação da via Hedgehog.
O tratamento mais adequado neste cenário é
Paciente de 62 anos com melanoma metastático está em uso de imunoterapia com anti-PD-1. Após três ciclos, desenvolve diarreia intensa, dor abdominal e febre. Avaliação clínica e exames indicam colite imune.
A conduta mais adequada neste cenário é
Paciente de 37 anos com lesão pigmentada em planta do pé, de bordas irregulares, é diagnosticada com melanoma acrallentiginoso após biópsia.
A seguinte característica é típica desse subtipo de melanoma:
Mulher de 49 anos apresenta lesão nodular na asa nasal diagnosticada como carcinoma basocelular de 0,9 cm.
Considerando a localização anatômica e o tipo histológico, o tratamento mais indicado para garantir melhor controle local e preservação estética é a
Uma mulher de 67 anos foi diagnosticada com câncer de mama HR+/HER2-, com metástases exclusivamente ósseas. A paciente está assintomática e sem risco de fratura.
A melhor conduta terapêutica inicial é
Uma paciente de 39 anos com câncer de mama triplo-negativo foi submetida à quimioterapia neoadjuvante, com resposta parcial. A análise patológica do espécime cirúrgico evidenciou doença residual invasiva.
O tratamento adjuvante mais adequado é
Mulher de 63 anos é diagnosticada com adenocarcinoma colorretal metastático. O painel molecular revela ausência de mutações em RAS (KRAS e NRAS) e presença de mutação BRAF V600E.
Considerando a biologia molecular da doença, o regime terapêutico mais adequado é
Homem de 61 anos, diagnosticado com leucemia mieloide crônica (LMC), apresenta falha terapêutica após 12 meses de uso de imatinibe, com persistência da carga tumoral e sintomas. Sequenciamento genético (NGS) revela a presença da mutação T315I no gene BCR-ABL.
A conduta terapêutica mais apropriada nesse cenário é
Homem, 71 anos, com adenocarcinoma de pâncreas metastático apresenta dor abdominal intensa (EVA 9), inapetência e náuseas persistentes. Está em cuidados paliativos exclusivos, com ECOG 4.
A conduta mais adequada para esse paciente é
Paciente, 65 anos, com câncer de pulmão com metástases cerebrais em progressão relata dor intensa, insônia e medo de se tornar “um peso para a família”. Está em cuidados paliativos, com ECOG 3.
Com base nesse relato, a conduta mais adequada a ser tomada pela equipe é