Questões de Concurso Comentadas sobre medicina
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O medicamento homeopático indicado para tratar a totalidade sintomática dessa paciente é:
Considerando esse quadro clínico, a medicação homeopática mais adequada é:
O medicamento episódico mais adequado a esse quadro agudo é:
Fernando Magalhães vaticinou, em tempos pretéritos, que o parto do futuro seria natural ou cesáreo.
Para uma primigesta de 26 anos, uma cesariana planejada aumenta, em relação ao parto normal, a probabilidade de:
Uma mulher de 44 anos, com história de duas perdas gestacionais anteriores no 2o trimestre, por volta de 1617 semanas de gestação, sempre na ausência de trabalho de parto ou descolamento prematuro de placenta, encontra-se novamente grávida, atualmente na 15ª semana de gestação, de acordo com ultrassom morfológico de primeiro trimestre realizado na 12ª semana. Realizou biópsia de vilo corial com 13 semanas.
No entanto, a equipe médica não realizou a cerclagem cervical preventiva devido ao fato de a gestante apresentar como contraindicação:
Uma mulher de 31 anos, gesta 2 para 2, encontra-se com 40 minutos no secundamento, sem sangramento ativo. Ainda não ocorreu a expulsão placentária espontânea. Diante desse quadro, o obstetra coloca-se à direita da puérpera e, com a mão esquerda sob o abdômen, apreende o fundo uterino, guiando e auxiliando a extração da placenta por meio de movimentos cautelosos de expressão.
Tal manobra é conhecida como:
Uma mulher de 41 anos, gesta 3 para 1 e aborto 1, foi diagnosticada com neoplasia trofoblástica gestacional de alto risco.
Nesse caso, para o tratamento medicamentoso no dia 1 da semana 1, devem ser utilizados os seguintes agentes:
Uma gestante comparece à consulta de pré-natal com laudo de ultrassonografia evidenciando gestação tópica de 12 semanas com dois fetos e a presença do sinal do “lambda”.
Diante desse sinal, é correto afirmar que é uma gestação gemelar:
Dito isso, é correto afirmar que essa paciente apresenta:
Para o adequado tratamento e acompanhamento das pacientes portadoras de síndrome de ovários policísticos (SOP), é fundamental o conhecimento das suas bases fisiopatológicas.
Em relação à síndrome de ovários policísticos, é correto afirmar que:
Uma paciente de 63 anos, portadora de hipertensão arterial crônica e diabetes melito tipo 2 bem controladas, após apresentar episódios de sangramento vaginal, realizou uma histeroscopia, que evidenciou uma lesão de aspecto cerebroide, friável, cuja biópsia diagnosticou carcinoma seroso. Ao exame especular, não são identificadas lesões aparentes em colo ou vaginal. A ressonância magnética sugere que a lesão está confinada ao útero, com menos de 50% de invasão endometrial, sem sinais de linfonodomegalias aparentes.
Tendo em vista o caso clínico acima, a abordagem mais indicada é:
Uma mulher de 45 anos apresenta aumento progressivo de fluxo e da duração menstrual há 4 anos, associado a dismenorreia importante com piora após nascimento do filho por parto cesáreo há 6 anos. Atualmente, sangra até 12 dias, com necessidade de uso de absorventes noturnos. Ao exame, verificase o útero aumentado de volume, palpável à altura da sínfise púbica, globoso e móvel. A ultrassonografia transvaginal mostrou útero de aspecto globoso, tipo “bala de canhão”, volume estimado de 760 mL, sem outros comemorativos. A ressonância magnética de pelve evidenciou uma zona juncional de 23 mm, com aspecto heterogêneo.
Dadas as informações acima, a principal hipótese diagnóstica é:
Uma paciente de 16 anos, fenótipo feminino, em amenorreia, apresenta genitália externa sem alterações aparentes, mamas M4 e pilificação P2 de Tanner. A ultrassonografia pélvica não evidenciou útero. Gônadas foram visualizadas. Os exames laboratoriais evidenciaram FSH de 6,7 UI/L, testosterona com 540 ng/mL e estradiol a 47,1 pg/mL.
Considerando as informações acima, o cariótipo de banda G esperado para essa paciente é:
Com base nas informações acima, e na principal hipótese diagnóstica, a conduta mais adequada para o caso é:
Considere o cenário de nódulo palpável de 2 cm, móvel, em quadrante superior externo de mama esquerda em mulher de 40 anos, sem fatores de risco para câncer de mama. Considere ainda que a mamografia e a ultrassonografia foram categoria BI-RADS 2, e que as mamas têm densidade normal.
Em relação a esse cenário, é correto afirmar que:
Uma paciente de 34 anos realizou colpocitologia oncótica no início do pré-natal, com resultado de atipia celular de significado indeterminado, não se podendo excluir lesão de alto grau (ASC-H). Foi então encaminhada para colposcopia com 16 semanas. O resultado da área biopsiada confirmou NIC 2.
Frente a esse resultado, a conduta deve ser:
Uma paciente de 27 anos vai à consulta ginecológica de rotina, sem apresentar queixas. Ela refere que terminou sua pós-graduação e passará um ano viajando pelo mundo. Diante disso, foi orientada quanto à importância da atualização do calendário vacinal para saúde da mulher.
Nessa mesma consulta, o(a) ginecologista explica corretamente à paciente que: