Questões de Concurso Sobre medicina
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ECG: sobrecarga ventricular esquerda e ondas Q profundas em derivações inferiores e laterais.
Ecocardiograma:
Hipertrofia septal assimétrica;
Espessura septal máxima: 23 mm;
Fração de ejeção do VE: 72%;
Movimento anterior sistólico da valva mitral;
Gradiente na via de saída do VE: 58 mmHg em repouso; Insuficiência mitral discreta;
Átrio esquerdo aumentado.
A medida terapêutica inicial mais apropriada para controle sintomático é:
Exames:
Hemoglobina: 19,2 g/dL;
Hematócrito: 58%;
BNP: 310 pg/mL;
ECG: sobrecarga ventricular direita.
Ecocardiograma: comunicação interventricular ampla, bidirecional, com predomínio direita-esquerda; VD dilatado e hipertrófico; PSAP estimada muito elevada; função sistólica do VE preservada.
Cateterismo direito: pressão arterial pulmonar média de 68 mmHg; resistência vascular pulmonar muito elevada; ausência de resposta vasodilatadora significativa; Qp/Qs < 1.
Assinale a alternativa que apresenta a conduta mais apropriada.
Ao exame, bulhas rítmicas normofonéticas a 2t sem sopros e sem atrito.
ECG: supradesnivelamento difuso do segmento ST, com infradesnivelamento do PR em múltiplas derivações.
Troponina discretamente elevada.
Ecocardiograma: pequeno derrame pericárdico, sem sinais de tamponamento, com função ventricular preservada.
A hipótese mais provável é:
Em consulta, apresenta PA de 164/96 mmHg, confirmada após repouso e técnica adequada. Traz medidas domiciliares frequentemente acima de 150/90 mmHg.
Exames:
Creatinina: 0,9 mg/dL;
Potássio: 3,0 mEq/L;
Sódio: 140 mEq/L;
Urina tipo I: sem proteinúria ou hematúria;
ECG: sinais de sobrecarga ventricular esquerda; IMC: 34 kg/m2 .
A próxima investigação mais apropriada, considerando o conjunto clínico-laboratorial, é:
(Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)
Ecocardiograma transtorácico:
Valva mitral com espessamento comissural e fusão comissural;
Área valvar mitral: 0,9 cm2 ;
Gradiente médio mitral: 12 mmHg;
PSAP estimada: 62 mmHg;
Átrio esquerdo aumentado;
Insuficiência mitral discreta;
Escore ecocardiográfico favorável à intervenção percutânea;
Função sistólica do VE preservada.
Foi iniciada anticoagulação adequada e controle de frequência. A paciente permanece sintomática apesar de tratamento clínico inicial.
A próxima estratégia terapêutica mais apropriada é:
Ao exame: PA: 112/72 mmHg, FC: 94 bpm, SatO2 : 93% em ar ambiente, turgência jugular discreta, hiperfonese de P2, sopro sistólico em borda esternal esquerda baixa, hepatomegalia dolorosa e edema maleolar bilateral.
Exames complementares:
BNP: 420 pg/mL;
ECG: desvio do eixo para direita e sinais de sobrecarga ventricular direita;
Ecocardiograma: VD dilatado, função sistólica reduzida, PSAP estimada em 74 mmHg, insuficiência tricúspide moderada, VE com fração de ejeção preservada e sem valvopatia esquerda significativa;
Espirometria: sem distúrbio obstrutivo relevante;
Angiotomografia de tórax: negativa para TEP agudo.
Diante da hipótese clínica principal, o próximo exame mais apropriado para avançar a investigação é:
Exames iniciais:
Hemoglobina: 10,8 g/dL;
Leucócitos: 15.600/mm3 ;
PCR elevada;
Creatinina: 1,3 mg/dL;
Urina tipo I: hematúria microscópica;
Hemoculturas colhidas na admissão ainda sem crescimento em 24 horas.
Ecocardiograma transtorácico: imagem móvel aderida à face ventricular da valva aórtica, medindo 12 mm, associada à insuficiência aórtica importante. Há dilatação discreta do ventrículo esquerdo, sem abscesso evidente ao transtorácico.
Após coleta de hemoculturas e início de antibioticoterapia empírica, a próxima conduta mais apropriada é:
ECG: ondas Q em DII, DIII e aVF, sem novo supradesnivelamento.
Radiografia de tórax: edema pulmonar bilateral.
Ecocardiograma transtorácico à beira-leito: função sistólica global moderadamente reduzida, hipocinesia inferior, jato regurgitante excêntrico de difícil quantificação, sem derrame pericárdico.
Cateter de artéria pulmonar: pressão de oclusão pulmonar elevada, com ondas sistólicas proeminentes no traçado.
A combinação mais compatível com a fisiopatologia do quadro e a conduta prioritária é:
A estratégia medicamentosa de base mais adequada antes da alta, além do uso de vasodilatador como um inibidor do receptor da angiotensina associado a inibidor da neprilisina ou um bloqueador do receptor da angiotensina, é:
A conduta mais adequada é:
O ECG mostra taquicardia regular de QRS largo, com duração do QRS de 160 ms, dissociação atrioventricular intermitente e eixo elétrico superior. Não há sinais de instabilidade hemodinâmica grave no momento.
A conduta inicial mais adequada é:
O ecocardiograma transtorácico evidencia:
Valva aórtica calcificada, com mobilidade reduzida;
Área valvar aórtica: 0,8 cm2 ;
Gradiente médio transvalvar: 48 mmHg;
Velocidade máxima do jato aórtico: 4,4 m/s;
Fração de ejeção do ventrículo esquerdo: 58%;
Hipertrofia concêntrica do ventrículo esquerdo.
A conduta mais apropriada é:
(Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)
Após tratamento inicial com antiagregação, anticoagulação e medidas anti-isquêmicas, a melhor estratégia de condução é:
À avaliação hemodinâmica, observam-se:
Pressão venosa central: 18 mmHg;
Pressão de oclusão da artéria pulmonar: 22 mmHg;
Índice cardíaco: 1,8 L/min/m2 ;
Resistência vascular sistêmica: elevada;
Saturação venosa mista de oxigênio: reduzida;
Ecocardiograma à beira-leito: disfunção sistólica ventricular esquerda global, sem sinais de tamponamento cardíaco ou disfunção valvar aguda relevante.
A conduta inicial mais adequada é:
Sobre o quadro, assinale a alternativa correta.
(Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)
Assinale a alternativa que apresenta a classificação aplicável a esse tipo de vazamento.
Assinale a alternativa que apresenta a classificação aplicável a esse tipo de aneurisma.
Assinale a alternativa correta sobre o caso clínico apresentado.