Questões de Concurso Sobre medicina
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Um paciente de 27 anos de idade, submetido a ablação de veia safena magna por endolaser há três dias, apresenta, no ecodoppler de controle, imagem compatível com trombose induzida por calor endovenoso (EHIT) do tipo II da classificação de Kabnick.
A melhor conduta nesses casos é:
Uma paciente de 35 anos de idade, em uso de contraceptivo oral combinado iniciado há dois meses, chega ao pronto atendimento com queixa de dor e edema de membro inferior esquerdo, associados a febre e calafrios. O médico plantonista, por suspeita de trombose venosa profunda (TVP), aplica o escore de Wells, que dá de baixa probabilidade diagnóstica.
O exame complementar que deve ser solicitado para descartar definitivamente o diagnóstico de TVP é o(a):
Uma mulher na terceira década de vida chega com TVP em membro inferior esquerdo muito sintomática, sendo o edema (+++/++++) desde a raiz da coxa. O exame de doppler confirma uma oclusão por trombo agudo em todo o eixo íleo fêmuro-poplíteo.
A melhor abordagem para essa paciente é:
Uma paciente tratada de AAA infrarrenal há dois anos, apresenta no controle de 24 meses, um esdoleak tipo IA com discreto aumento do saco aneurismático, que já havia diminuído.
A forma mais adequada de abordar essa situação é:
Um paciente, hoje com 73 anos, foi operado há onze anos por AAA infrarrenal com instalação de endoprótese bifurcada mais embolização de artéria ilíaca interna direita, que também se encontrava muito dilatada. Sem complicações importantes, houve uma certa demora para a cicatrização da ferida inguinal direita, por onde foi introduzido o corpo principal da endoprótese (embora não houvesse infecção) e claudicação glútea decorrente da oclusão da hipogástrica, mas que cedeu após vários meses de caminhada programada e fisioterapia.
O paciente foi acompanhado regularmente ao longo desse período, e até o momento estava assintomático. Seus exames agora mostram aneurismas das artérias ilíacas esquerdas (comum = 1,3 cm; externa = 1,5 cm; interna = 1,9 cm). Confirmam a adequação do tratamento antigo (sem migração, fratura, endoleaks etc.), porém há progressão da doença.
Nesse quadro, deve-se optar por:
Ao realizar ultrassonografia abdominal, mulher de 67 anos encontra uma dilatação aórtica medindo 6,44 x 5,94 cm, em seus maiores diâmetros, com 10 cm de extensão. Nitidamente palpável ao exame, De Bakey negativo, e indolor. A paciente encontra-se completamente assintomática. Ela é hipertensa em uso de ramipril, ezetimibe atenolol e AAS, tendo interrompido o tabagismo 15 anos antes. É revascularizada do miocárdio com safenas para DP e marginal e uma mamária para DA.
Para essa paciente, é correta a conduta:
A endarterectomia, técnica aliada do cirurgião vascular, salva artérias em várias ocasiões.
O local da parede arterial em que se inicia a deposição de lipídeos, dando início ao processo da formação da placa, é:
Um paciente, de 75 anos, ex-tabagista, diabético tipo II, dislipidêmico, hipertenso em controle adequado das comorbidades, foi operado de apendicite quando jovem e fez colecistectomia videolaparoscópica há quinze anos, endarterectomia carotídea direita há oito anos e angioplastia femoral direita e catarata bilateral há seis anos. Além disso, submeteu-se a revascularização miocárdica há quatro anos com uma ponte de safena para coronária direita e uma com mamária para coronária esquerda. Há seis meses, queixa-se de claudicação intermitente pior no membro inferior esquerdo, de início para 300 metros, agora 150 metros. Faz atividades físicas leves regulares desde que revascularizou o miocárdio, época em que também interrompeu o tabagismo. Traz claras as queixas de claudicação dos membros inferiores (mais à esquerda) e do membro superior esquerdo quando faz suas atividades com seu treinador pessoal, além de um desconforto ou dor precordiais também quando levanta os pesos de seu exercício com bíceps esquerdo ou sobe escadas na sua casa. Nega dispneia a esforços, edema ou nictúria.
Em vista do quadro desse paciente, é necessário investigar:
Um homem de 62 anos, hipertenso em uso de losartana e hidroclorotiazida, chega a seu polo de espuma densa referenciado pela unidade básica, com dor, edema, varizes e dermatite ocre em membros inferiores, já classificado como CEAP IV, com exame de doppler venoso mostrando safenas magnas e parvas dilatadas e insuficientes. É indicado para tratamento por espuma densa ecoguiada como rege o fluxo da instituição local. Apesar da conduta já determinada, o residente plantonista hipocraticamente colhe a história do paciente e o examina, descobrindo que, além de hipertenso, ele é diabético e tabagista e que suas dores são típicas de claudicação intermitente com uma distância de marcha não maior que 100 metros. Seus pulsos poplíteos e tibiais são diminuídos e os pediosos, ausentes.
Diante do quadro clínico em questão, é esperado que o residente:
Após uma endarterectomia carotídea esquerda, uma paciente de 63 anos, com diabetes, dislipidemia e hipertensão, de que sofria com repetidos ataques isquêmicos transitórios, despertou lúcida, orientada, sem sinais neurológicos e mobilizando os quatro membros. Durante o pós-operatório imediato na noite do CTI, queixou-se de certa rouquidão, atribuída naturalmente à intubação orotraqueal da cirurgia. Na primeira revisão no consultório, a sua voz não havia voltado ao normal, e ela relatou alguns momentos de dispneia.
Observando sua queixa, é coerente afirmar que pode ter havido lesão no nervo: