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Questões de Concurso Sobre medicina

Foram encontradas 165.657 questões

Q3724731 Medicina
Uma primigesta com 30 semanas realiza uma ultrassonografia obstétrica de rotina que evidencia um feto com peso estimado no percentil 8 e medida de sua circunferência abdominal no percentil 12. Não foram evidenciadas malformações fetais e o volume de líquido amniótico é normal. Ao Doppler, a relação cerebroplacentária está no percentil 44 e as artérias uterinas no percentil no percentil 15.

Diante desses achados, assinale a opção que melhor descreve diagnóstico de conduta.
Alternativas
Q3724730 Medicina
Gestante com 28 semanas e histórico de três cesarianas anteriores realiza ultrassonografia que evidencia placenta prévia. Nesse caso, a equipe médica deverá se preocupar com a possibilidade da seguinte complicação:
Alternativas
Q3724729 Medicina
Gestante com 26 semanas realiza teste de Coombs indireto cujo resultado é positivo. O seu tipo sanguíneo é A Rh negativo e a pesquisa para anticorpos irregulares identificou anti-C.

A conduta correta para essa paciente é 
Alternativas
Q3724728 Medicina
Paciente com 37 semanas de gestação realiza ultrassonografia que evidencia peso fetal estimado de 4120 g (percentil > 99).

A etiologia para esse achado é a
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Q3724727 Medicina
Gestante com 29 semanas tem diagnóstico de diabetes gestacional. No momento faz controle com glicemias capilares e tratamento com dieta. Realizou exames laboratoriais há uma semana com os seguintes resultados: hematócrito 27%, leucócitos: 9900/mm3 , plaquetas 201.000/mm3 . Uma ultrassonografia recente evidenciou feto com peso estimado no percentil 69 e volume do líquido amniótico normal.

Com base nesses dados, é correto afirmar que
Alternativas
Q3724725 Medicina
Paciente de 29 anos, G2P1, com 18 semanas e 2 dias de gestação, comparece ao serviço de urgência com queixas de dor hipogástrica e discreto sangramento transvaginal, iniciado há 1 dia. Sem comorbidades, apresenta PA 110 × 70 mmHg, encontrando-se afebril. Ao exame ultrassonográfico, confirma-se ausência de batimentos cardíacos fetais, ausência de movimentos e colapso craniano. O útero tem medidas compatíveis com a idade gestacional, sem sinais de infecção ou retenção prolongada. O colo está fechado e longo.

A melhor conduta para esse caso é
Alternativas
Q3724724 Medicina
Gestante de 35 anos, G3P2, com 31 semanas e 3 dias, previamente hígida, dá entrada na maternidade com queixa súbita de dor abdominal intensa, sangramento transvaginal escuro em pequena quantidade e redução abrupta dos movimentos fetais há 2 horas. Ao exame físico, apresenta: PA: 150 × 100 mmHg, FC: 98 bpm, altura uterina: 36 cm. O útero encontra-se hipertônico, doloroso à palpação, sem intervalos de relaxamento. O exame pélvico mostra colo fechado, sem dilatação. Ausculta fetal: BCF 90 bpm com desacelerações recorrentes. Ultrassonografia à beira-leito evidencia hematoma retroplacentário.

A melhor conduta para esse caso é
Alternativas
Q3724723 Medicina
Gestante de 32 anos, G2P1, com 28 semanas de gestação, dá entrada no pronto-socorro com febre alta (39,2 °C), mialgia intensa, dispneia progressiva e tosse seca há 48 horas. Apresenta saturação de O₂ de 91% em ar ambiente, taquipneia e estertores finos bibasais. Testagem rápida para influenza A é positiva, e a paciente é admitida com suspeita de síndrome respiratória aguda secundária à infecção viral. O quadro evolui com necessidade de O₂ suplementar e início de antiviral.

A alteração fisiológica pulmonar da gestação que contribui de forma mais direta para a gravidade da infecção viral nesse contexto é
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Q3724722 Medicina
Mulher de 34 anos, G2P1, comparece sozinha para ultrassonografia obstétrica de rotina com 32 semanas de gestação, sem queixas. A gravidez evoluía bem, com pré-natal adequado. Durante o exame, o médico ultrassonografista observa ausência de movimentos fetais, ausência de batimentos cardíacos e hidropsia fetal generalizada. Realiza manobras complementares e confirma o óbito fetal intraútero.
Diante do achado, o profissional se depara com a paciente ansiosa, perguntando se está tudo bem com o bebê. O ultrassonografista é responsável por realizar o exame, redigir o laudo e comunicar os achados ao obstetra assistente, mas não é o profissional responsável pelo pré-natal.

A conduta mais apropriada diante dessa situação é
Alternativas
Q3724721 Medicina
João, homem trans de 27 anos, comparece à maternidade com 39 semanas e 4 dias de gestação, em trabalho de parto ativo. É G1P0, a gestação foi planejada com suspensão prévia do uso de testosterona, e o pré-natal foi acompanhado em Unidade de Saúde da Família com equipe treinada em saúde LGBTQIA+. João manifesta desejo de parto vaginal, com presença de seu companheiro e solicita ser tratado pelo nome social e pronomes masculinos.
Ao exame: altura uterina: 34 cm, ausculta fetal: BCF 142 bpm, dilatação cervical: 6 cm, 90% apagado, apresentação cefálica, bolsa íntegra. Sem fatores de risco para distocia ou contraindicações ao parto vaginal. Durante a admissão, um profissional da equipe registra em prontuário: “Parturiente do sexo feminino com quadro compatível com trabalho de parto ativo. Solicita uso de nome social, apesar de se tratar de mulher biológica.”

Considerando o relato acima, a melhor conduta para o caso é 
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Q3724717 Medicina
Primigesta de 25 anos, com 39 semanas de gestação, encontra-se em trabalho de parto ativo há 6 horas, sob analgesia peridural. Hipertensa crônica em uso de 2g de metildopa ao dia. A bolsa amniótica rompeu espontaneamente há 2 horas, com saída de líquido amniótico meconial espesso. A monitorização eletrônica fetal mostra os seguintes achados nos últimos 15 minutos: linha de base: 175 bpm, variabilidade: mínima, sem acelerações, presença de desacelerações tardias recorrentes a cada contração uterina.
Ao exame vaginal: dilatação cervical de 5 cm, 80% de apagamento, apresentação cefálica em plano -1 de De Lee, sem sinais de prolapso de cordão. A frequência de contrações é de 5 em 10 minutos, com duração de 60 segundos.

A melhor conduta para esse caso é 
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Q3724716 Medicina
Paciente de 22 anos, nulípara, foi submetida a esvaziamento uterino indicado por ultrassonografia compatível com mola hidatiforme. Estava assintomática, com útero aumentado e exame de gonadotrofina coriônica humana (hCG) de 320.000 UI/L no dia do esvaziamento uterino. No seguimento pós-molar ambulatorial, foram obtidas as seguintes dosagens hCG: Semana 1: 42.000 UI/L. Semana 2: 43.100 UI/L. Semana 3: 46.500 UI/L. Semana 4: 51.700 UI/L. Nesse momento, ultrassonografia transvaginal não mostra conteúdo intracavitário, mas exibe vascularização miometrial aumentada. A paciente permanece assintomática e com exame físico normal. RX de tórax normal.

A melhor conduta para esse caso é
Alternativas
Q3724715 Medicina
Paciente de 26 anos, G2P2, comparece à consulta no puerpério imediato (3º dia pós-parto) relatando que seu filho faleceu durante o parto (natimorto). No momento, queixa-se de desconforto mamário crescente, sensação de ingurgitamento e tristeza profunda. Ao exame: mamas ingurgitadas, sensíveis, sem sinais flogísticos. PA: 118 × 76 mmHg, FC: 82 bpm. Sem febre.

A melhor conduta para esse caso é
Alternativas
Q3724714 Medicina
Gestante de 39 anos, G2P1, com 41 semanas e 5 dias, comparece ao ambulatório pré-natal para consulta. Relata boa evolução e ausência de queixas e comorbidades. A ultrassonografia mostra feto único, em apresentação cefálica, líquido amniótico normal e Doppler fetal sem alterações. O peso estimado fetal é de 3.750 g. A gestante tem antecedente de cesariana segmentar transversal há 3 anos, por parada secundária da dilatação. Deseja tentar parto vaginal nesta gestação. Ao exame, apresenta colo uterino com índice de Bishop 4 (2 pontos para dilatação, 1 para apagamento, 0 para consistência, 0 para posição e 1 para altura da apresentação).

A melhor conduta para esse caso é 
Alternativas
Q3724713 Medicina
Gestante de 32 anos, G2P1, comparece à consulta de rotina no terceiro trimestre de pré-natal em uma Unidade Básica de Saúde. Relata que, em sua primeira gestação, teve dificuldade para amamentar, sentia dor intensa nas mamas e interrompeu o aleitamento exclusivo com apenas duas semanas de vida do bebê. Agora demonstra insegurança e ansiedade quanto à amamentação do segundo filho. Refere desejo de tentar novamente, mas está preocupada com a “falta de leite” e comenta que já comprou mamadeiras e fórmula infantil “por precaução”.

A melhor conduta para essa gestante é
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Q3724712 Medicina
Gestante de 30 anos, G2P1, com 31 semanas e 2 dias, deu entrada na maternidade há 48 horas com diagnóstico de perda de líquido amniótico por rotura da bolsa amniótica. Foi internada e iniciou antibiótico profilático e corticosteroide para maturação pulmonar fetal. Nas últimas 12 horas, passou a apresentar febre (pico de 38,9 oC), taquicardia materna (FC 122 bpm), taquicardia fetal (FC 175 bpm) e queixa de dor à palpação uterina difusa. Refere também calafrios e liberação de conteúdo vaginal amarelado. O útero se apresenta discretamente hipertônico à palpação. Exames laboratoriais: leucócitos: 17.200/mm³ (com desvio à esquerda), PCR: 9,8 mg/dL. Urina 1: sem alterações. Cardiotocografia: traçado com linha de base de 175 bpm, variabilidade diminuída, sem acelerações, sem desacelerações.

A conduta mais apropriada para o caso é
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Q3724711 Medicina
Mulher de 27 anos, G1P1, comparece à maternidade em fase ativa de trabalho de parto na 40ª semana de gestação. Evolui com parto vaginal sem intercorrências e dá à luz recém-nascido vivo, a termo, com peso adequado.
Durante o pré-natal, realizado em Unidade Básica de Saúde, a paciente assinou, na 24ª semana de gestação, termo de consentimento livre e esclarecido (TCLE), solicitando laqueadura tubária pós-parto, discutida previamente com a equipe multiprofissional, e reafirma o desejo de realizar o procedimento ainda durante a internação na maternidade. Ela está em boas condições clínicas, com sinais vitais estáveis no pós-parto imediato. Seu parceiro não acompanhou o parto, não compareceu às consultas de pré-natal e não assinou o TCLE.

Considerando as normas vigentes sobre planejamento familiar e esterilização cirúrgica no Brasil, é correto afirmar que 
Alternativas
Q3724710 Medicina
Mulher de 34 anos, G3P2, com 27 semanas de gestação, comparece ao pronto-socorro com queixa de tosse, febre alta e dispneia progressiva há 4 dias. Apresenta histórico prévio de cardiopatia reumática com valvopatia mitral moderada, sem acompanhamento regular. Evolui rapidamente com insuficiência respiratória grave, necessitando de intubação orotraqueal e internação em UTI. Mesmo com suporte ventilatório e antibioticoterapia, evolui com choque refratário e óbito em 48 horas.

A análise do caso permite concluir que
Alternativas
Q3724707 Medicina
Gestante de 35 semanas, G2P1, sem histórico prévio de herpes, procura atendimento com queixa de febre, ardência vulvar intensa e múltiplas lesões ulceradas e dolorosas em vulva e períneo, com início há 3 dias.
Ao exame físico, observam-se múltiplas úlceras com base eritematosa, bordas bem definidas e exsudato claro. Linfonodomegalia inguinal bilateral dolorosa está presente. A paciente encontra-se afebril no momento, mas bastante ansiosa e com dor intensa à micção. Foi coletado PCR de secreção da lesão e sorologia para herpes-vírus simples. A gestação evolui normalmente até o momento, com feto único, em apresentação cefálica e crescimento adequado para a idade gestacional.

A conduta mais adequada para o caso é
Alternativas
Q3724704 Medicina
Gestante de 32 anos, G2P1, com 26 semanas de gestação, realiza curva glicêmica (TOTG 75g) com os seguintes resultados: jejum: 96 mg/dL, 1 hora: 190 mg/dL, 2 horas: 160 mg/dL. Após o resultado, iniciou acompanhamento com equipe multiprofissional, incluindo plano alimentar individualizado e orientações sobre atividade física.

Após 10 dias de monitoramento, apresenta os seguintes registros capilares: glicemias de jejum: entre 95 e 99 mg/dL e pós-prandiais de 1 hora: entre 140 e 155 mg/dL. Sua gestação evoluía com feto único, bem desenvolvido, em apresentação cefálica, sem sinais de sofrimento ou macrossomia. Gestante sem comorbidades adicionais.

A conduta mais apropriada para esse caso é
Alternativas
Respostas
25981: E
25982: D
25983: B
25984: B
25985: A
25986: A
25987: E
25988: C
25989: C
25990: B
25991: E
25992: D
25993: B
25994: D
25995: B
25996: C
25997: C
25998: B
25999: B
26000: E