Questões de Concurso
Comentadas sobre otorrinolaringologia em medicina
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Na ergonomia do ambiente de trabalho, os empregados que exerçam ou exercerão suas atividades em ambientes cujos níveis de pressão sonora estejam acima dos níveis de ação devem ser submetidos a exames audiométricos de referência e sequenciais todos, conforme informado no PGR da organização, independentemente do uso de protetor auditivo.
São considerados dentro dos limites aceitáveis os audiogramas que mostram, em todas as frequências examinadas, limiares auditivos menores ou iguais a:
I. A perda da saúde de forma rápida e silenciosa pode fazer parte da rotina dos aeronautas.
II. O ambiente de trabalho é insalubre, que pode predispor ao barotrauma, otalgia, perda auditiva, enjoos, problemas de circulação, tonturas, vertigens, problemas psicológicos, depressão, ansiedade, insônia, entre outros.
III. Precisa-se, dessa forma, que esforços sejam empreendidos para a minimização dos efeitos da atividade laboral sobre esses trabalhadores, a fim de possibilitar a saúde e a segurança do exercício profissional do aeronauta e, consequentemente, menores chances de aposentadoria por invalidez, uma vez que muitos problemas, como a perda auditiva, são irreversíveis e as de cunho mental, muitas vezes podem ser incapacitantes.
Estão corretas as afirmativas:
Paciente de 68 anos de idade, do sexo masculino, hipertenso, vem em consulta devido à queixa de diminuição da acuidade auditiva e sensação de plenitude auditiva à direita. Paciente nega história de perfuração timpânica ou de cirurgia otológica. Ao realizar a otoscopia, o médico de família visualiza a membrana timpânica translúcida à esquerda e identifica uma rolha de cerume no conduto auditivo direito, impedindo a visualização da membrana timpânica. O médico orienta o uso de emolientes para remoção do cerume e retorno em 5 dias. No retorno, a rolha de cerume ainda obstrui o conduto auditivo direito completamente.
Como deverá ser feita a remoção do cerume por irrigação?
Acerca desse caso clínico e do tratamento do ronco e da síndrome da apneia do sono, julgue o item a seguir.
No caso clínico em apreço, a realização de cirurgia para correção do desvio septal e diminuição dos cornetos inferiores poderá diminuir a intensidade dos roncos, reduzir a sonolência diurna e até contribuir para melhor adaptação ao CPAP, caso seu uso seja necessário.
Acerca desse caso clínico e do tratamento do ronco e da síndrome da apneia do sono, julgue o item a seguir.
Situação hipotética: A polissonografia do paciente do caso clínico em questão mostrou índice de apneia e hipopneia (IAH) de 10 eventos/h. Assertiva: Nessa situação, o paciente deverá ser classificado como portador de apneia leve do sono, quadro para o qual uma forma adequada de tratamento será o uso de aparelho intraoral.
Acerca desse caso clínico e do tratamento do ronco e da síndrome da apneia do sono, julgue o item a seguir.
Faz parte do tratamento da síndrome da apneia obstrutiva do sono a implementação de medidas comportamentais como perder peso, evitar a ingestão de bebidas alcoólicas, evitar o uso de medicamentos sedativos e relaxantes musculares, cessar o tabagismo. Tais medidas podem ser adotadas independentemente da gravidade da apneia do sono.
Acerca desse caso clínico e do tratamento do ronco e da síndrome da apneia do sono, julgue o item a seguir.
São exemplos de cirurgias para o tratamento de pacientes roncadores e apneicos: uvulopalatofaringoplastia, tonsilectomia lingual, avanço maxilomandibular e traqueostomia.
Acerca desse caso clínico e do tratamento do ronco e da síndrome da apneia do sono, julgue o item a seguir.
Para o paciente do caso clínico em apreço, não há indicação de realização do exame de polissonografia, visto que ele queixa-se de roncos e de sonolência diurna, sintomas indicativos de síndrome da apneia do sono.
Acerca desse caso clínico e do tratamento do ronco e da síndrome da apneia do sono, julgue o item a seguir.
Sabe-se que a associação entre obstrução nasal e distúrbios respiratórios do sono é relativamente frequente. Nesses casos, a cirurgia nasal isolada costuma ser a cura do distúrbio respiratório do sono.
Acerca desse caso clínico e de aspectos diversos a ele pertinentes, julgue o item que se segue.
Situação hipotética: O exame da paciente objeto do caso clínico em apreço mostrou: nistagmo espontâneo horizontal com fase rápida para a esquerda, que aumentava de intensidade com o olhar para a esquerda; alteração no teste do impulso cefálico ao testar o lado direito e teste do skew deviation normal. Assertiva: Nessa situação, é correto considerar como provável diagnóstico neurite do nervo vestibular esquerdo.
Acerca desse caso clínico e de aspectos diversos a ele pertinentes, julgue o item que se segue.
Head impulse teste normal, nistagmo vertical ou horizontal que não respeita a lei de Alexander e teste do skew deviation positivo são indicativos de doença de origem central.
Acerca desse caso clínico e de aspectos diversos a ele pertinentes, julgue o item que se segue.
Normalmente, nos casos de neurite vestibular aguda, há predileção de acometimento da porção inferior do nervo vestibular.
Acerca desse caso clínico e de aspectos diversos a ele pertinentes, julgue o item que se segue.
Diante de um quadro agudo de vertigem isolada, deve ser feita a diferenciação entre doença de causa central e de causa periférica. Nas primeiras 24 horas, a maneira mais sensível de se fazer essa diferenciação é por meio de três manobras de exame físico: teste do impulso cefálico, avaliação do nistagmo e teste do skew deviation.
Acerca desse caso clínico e de traumatismos do osso temporal, julgue o item subsecutivo.
No caso clínico em questão, devido ao fato de a paralisia facial periférica do paciente ter ocorrido tardiamente ao trauma, é correto supor que não houve secção do nervo e que, portanto, a paralisia é consequência de edema por concussão.
Acerca desse caso clínico e de traumatismos do osso temporal, julgue o item subsecutivo.
Se o paciente em apreço evoluir com paralisia facial periférica completa, haverá indicação de realização de eletroneurografia. Se esse exame mostrar mais de 90% de degeneração em relação ao lado normal, isso será sugestivo de mau prognóstico, estando indicada a abordagem cirúrgica do nervo facial.
Acerca desse caso clínico e de traumatismos do osso temporal, julgue o item subsecutivo.
No caso clínico em apreço, a perda auditiva do paciente provavelmente é do tipo neurossensorial e, portanto, irreversível.
Acerca desse caso clínico e de traumatismos do osso temporal, julgue o item subsecutivo.
As fraturas longitudinais do osso temporal, também denominadas extralabirínticas, são as fraturas menos comuns após trauma fechado. As fraturas mais comuns são as transversais, causadas por impacto occipital.